A ROTA DOS COGUMELOS

 

A ROTA DOS COGUMELOS

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Aproximam-se os meses em que o cogumelo se torna o rei em muitos eventos espalhados pelo nosso país e em vários cartazes gastronómicos-
Desde Alcains, até Vila pouca de aguiar, vários festivais deste fungo se irão desenrolar e o ROETEIROSEVENTOS a seu tempo os irá aqui divulgar e promover.

A Comercialização de Cogumelos em Portugal

O cogumelo é o nome comum dado às frutificações de alguns fungos das divisões Basidiomycota e Ascomycota, pertencendo a uma família própria – os fungos.

O consumo de cogumelos é antiquíssimo. Na antiga Grécia já se conheciam as suas propriedades gastronómicas e colhiam-se numerosas espécies deste fungo. Os Romanos eram também bons conhecedores das suas propriedades gastronómicas, medicinais e tóxicas. Na Idade Média havia já certos cogumelos cujo consumo apenas era atribuído como privilégio aos cavaleiros.

O Homem aprendeu a cultivar os cogumelos e dominar as técnicas de produção. Nas últimas décadas, a sua produção sofreu uma evolução extraordinária e utilizam-se actualmente modernos sistemas de cultura.

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A nível mundial os maiores produtores de cogumelos são a China, os Estados Unidos da América e, na Europa, Espanha, França e Países Baixos.

Em Portugal, as regiões produtoras mais importantes são Trás-os-Montes, a Beira Litoral e o Ribatejo e Oeste.

Calcula-se que existam aproximadamente cerca de 4500 espécies de cogumelos no mundo, estando apenas 300 identificadas no nosso país. Destas, pouco mais de uma dezena são comestíveis.

Os principais tipos comercializados no nosso país são o cogumelo branco, conhecido por champignon de Paris, o shiitake, cogumelo preto do Japão, o cogumelo castanho e cogumelo silvestre.

O cultivo do cogumelo é simples, bastando tomar alguns cuidados com relação à temperatura, humidade e ventilação. Como é muito sensível, o cogumelo cresce bem com uma temperatura entre 20ºC e 24ºC, com humidade de 70% a 80%. Necessitam também de ventilação para não haver acumulação de gases venenosos que o próprio fungo liberta.

Além de serem alimentos de alto valor nutritivo, com quantidade de proteínas quase equivalente à da carne e superior a alguns vegetais e frutas, ricos em vitaminas e com baixo teor de gordura e hidratos de carbono, os cogumelos estimulam o sistema imunológico e têm-se se mostrado importantes aliados no tratamento complementar de doenças que afectam a população mundial, como cancro, lúpus, hepatite, HPV (Vírus do Papiloma Humano) e SIDA, entre outras.

Os cogumelos podem preparar-se de inúmeras maneiras, desde assados, cozidos a vapor, salteados, em saladas, em cremes, molhos, sopas ou pizzas. Antes de serem cozinhados, deve-se adicionar-lhes sumo de limão para obter um sabor mais suave e evitar que escureçam por oxidação.

Os cogumelos silvestres desenvolvem-se no interior de pinhais e bosques, onde existam folhas secas e manta morta em decomposição. De um modo geral, são apanhados logo de manhã, passam pelo arrefecimento, são embalados, chegando ao circuito de distribuição ao fim da tarde. O consumidor usufrui, deste modo, de um produto de qualidade, pois encontra-se disponível no próprio dia.

A maior parte dos cogumelos são comercializados em fresco, mas outros são secos – conservação por desidratação, congelados – conservação, por baixas temperaturas, esterilizados – conservação por altas temperaturas ou em salmoura – conservação em sal ou em vinagre.

A comercialização dos cogumelos silvestres efectua-se durante os meses de Março, Abril, Maio, Outubro e Novembro, altura em que existe precipitação e, simultaneamente, as temperaturas são amenas. O escoamento no mercado nacional está garantido, sendo as transacções efectuadas através de hipermercados, mercados abastecedores, hotéis e restaurantes. Cerca de metade da produção é escoada para fora do país, nomeadamente para os mercados espanhol e francês.

No caso dos cogumelos de cultura, as sementes (esporos) são recolhidas durante o crescimento do cogumelo e inoculadas em laboratório

Nas grandes empresas existe uma tecnologia de ponta na produção, uma selecção rigorosa, um controlo permanente em todo o processo, conservação no frio adequada e um embalamento perfeito, para que o produto se mantenha tal como foi colhido. Praticamente toda a produção é efectuada de acordo com as condições de Agricultura Biológica.

Os cogumelos de cultura são produzidos e comercializados durante todo o ano, permitindo-nos, há já vários anos, manter, com larga vantagem, um saldo positivo na balança comercial. Os principais compradores são a França, a Espanha, que juntas absorvem 74% das exportações deste tipo de cogumelos, a Itália e a Alemanha.

Em Portugal, prevê-se um aumento na produção e diversificação da oferta, dada a boa rentabilidade desta cultura e ao aumento do consumo.

Bem-vindos ao mundo encantado dos cogumelos.Pleurotus_djamor_terra2

Tentarei com a rota dos cogumelos abordar um produtor em cada região e mais uma vez dar aos meus caros leitores a conhecer o que se faz de bom e bem neste cantinho da Europa.

Boa leitura.

José Manuel Martins, Roteiroseventos.

 

 

COGUMELOS DAXICA, EM CASTELO BRANCO TÊM QUALIDADE PREMIUM

COGUMELOS DAXICA Tânia Martins Tel:966805664
COGUMELOS DAXICA Tânia Martins Tel:966805664

A DaXica representa todas as mulheres atuais: jovens de espírito e maduras de alma, representa a mulher mãe, trabalhadora, lutadora, independente, curiosa, viajante. A Xica que ama apaixonadamente a vida, os filhos, a família, a carreira porque todos estes aspetos a completam. A Xica é uma homenagem a todas as mulheres que se revêm nela”, afirma Tãnia Martins, uma das sócias gerentes, que ainda faze uma referência à falta de uma organização de produtores na fileira.

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Tânia & Sónia Jorge Martins Praça Rainha D. Leonor nº 14B, 1º Drt 6000-117 Castelo Branco

ROTEIROSEVENTOS R.E. – Como é quando nasceu a empresa Cogumelos DAXIXA?

TÂNIA MARTINS T.M. – O projeto de produção de cogumelos shiitake nasceu em 2012, quando as irmãs, Tânia & Sónia, entusiasta pelo mundo da micologia, e em particular por alguns cogumelos que além de sabores exóticos possuem propriedades benéficas para a saúde e bem estar, decidiram levar a sua paixão mais longe e unir esforços, que resultaram na fundação da empresa Tânia & Sónia Jorge Martins, que tem como missão desmistificar o consumo de cogumelos, bem como dar a conhecer as características e vantagens deste extraordinário cogumelo através da produção e comercialização de cogumelos shiitake.

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Em 2014, o projeto finalmente do papel e começou a crescer e a ter uma identidade física: a estufa ficou concluída, os troncos inoculados e colocados na estufa para incubação e no final do Verão nasceram os primeiros cogumelos.

Urgiu criar uma marca e uma identidade que apresentasse e simultaneamente simbolizasse o que este projeto representa.

A escolha recaiu sobre o nome DaXica, sendo esta a marca com o qual a empresa, Tânia & Sónia Jorge Martins se apresenta no mercado e comercializa os seus cogumelos Shiitake.

A DaXica representa todas as mulheres atuais: jovens de espírito e maduras de alma, representa a mulher mãe, trabalhadora, lutadora, independente, curiosa, viajante. A Xica que ama apaixonadamente a vida, os filhos, a família, a carreira porque todos estes aspetos a completam. A Xica é uma homenagem a todas as mulheres que se revêm nela.

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R.E. – Que tipo de cogumelos produz e comercializa?

T.M. – A DaXica produz cogumelos Shiitake.

Os cogumelos Shiitake são produzidos de forma natural, tal como ocorrem na natureza, crescem em troncos de madeira de carvalho ou eucalipto,  não sendo usados quaisquer tipo de produtos químicos na sua produção,  pelo que se trata de um produto 100% biológico e livre de OGM´s. Têm uma qualidade premium.

DaXica produz e comercializa:

Shiitake fresco Biológico;

Shiitake desidratado inteiro Biológico;

Shiitake desidratado lamelado Biológico;

Farinha de Shiitake Biológica ;

Sal de Shiitake versão ervas;

Sal de Shiitake versão picante;

Cabazes de produtos;

Os nossos produtos são 100% naturais, sem quaisquer aditivos ou conservantes, são aptos para dietas veganistas e livres dos 14 alergénios considerados os principais responsáveis por causar alergias alimentares.

São produzidos e preparados nas nossas instalações Agrícolas que se  localizam no concelho de Castelo Branco.

Convidamos também a visitar o nosso website (em Português), www.daxica.com, que tem algumas receitas, curiosidades e benefícios deste tipo de cogumelos;

R.E. – Como está o sector em Portugal?

T.M. – A produção de cogumelos, nomeadamente Shiitake apresentou uma forte dinâmica até ao final do ano 2014, com a implementação de vários e demasiados projetos no âmbito da medida 1.1.3 do Proder  – Instalação de Jovens Agricultores. Na altura da colocação das candidaturas, os valores de venda a granel do cogumelo rondavam os 8€/Kg e os planos empresariais apresentavam valores fortemente positivos. Infelizmente com um aumento da produção nacional, os preços de venda a granel caíram para valores incorporáveis de  3€/kg a 4,5€/kg.

Além disso os compradores aumentaram as exigências como o corte dos pés dos cogumelos e limitações na abertura dos chapéus. A agravar a situação os prazos de pagamento vão além do razoável. Contas feitas, as vendas dificilmente cobrem os custos de mão-de-obra.

As grandes quantidades vendidas a granel, para absorver as grandes produções são uma miragem, a exportação é uma miragem, com cogumelos shiitake a entrarem no Porto de Roterdão vindos da China ….. Os produtores nacionais sobrevivem como podem …. No caso concreto DaXica vendemos para o mercado local e para consumidores final, apostamos e continuamos a apostar na criação de novos produtos à base de cogumelo Shiitake.

R.E. –  O que poderia ser feito, a seu ver, para que o sector se tornasse ainda mais apetecível?logo

T.M. – A organização da fileira de produtores é essencial, para abordar mercados internacionais. A mais valia dos cogumelo shitake português face ao produzido na China, tem a ver com a sua qualidade, grande parte do shiitake nacional é de produção biológica em troncos (método de produção muito natural), e tem de entrar no mercado internacional como um produto de qualidade premium.

No entanto, apesar dos fortes incentivos à criação de OP´s (Organizações de Produtores), os produtores não se associam …. “Contam uns com os outros” quando a sua produção falha ….a cultura nacional causa entropias ao associativismo. Também o investimento inicial necessário à criação deste tipo de estruturas é uma forte barreira ao seu desenvolvimento.

R.E.  Aconselharia a alguém que estivesse a pensar num projecto na área dos cogumelos a empreender no sector?

Os projetos implementados ao abrigo do Proder, não existia ainda o “Know-How” deste tipo de produção e os investidores acreditaram e aceitaram as contas do plano empresarial feitas por empresas “supostamente” especializadas . Erros crassos foram cometidos e dificilmente estes projetos vão apresentar a viabilidade económica necessária ao longo da vigência do projecto -Proder. Além da vertiginosa descida dos preços de comercialização a granel, a variação da produção ao longo do ano não foi tida em conta. O inverno apresenta quebras de 80% a 100% na produção. Em certas zonas interiores do País, os produtores não conseguem sequer produzir.Cogumelos da Xica © Pedro Martins_-3

No caso concreto DaXica foi feito um investimento maior da estufa a nível do isolamento e apesar de as instalações agrícolas estarem localizadas em Castelo Branco, conseguimos produzir todo o Inverno, com quebras claro!

Resumindo, aconselho a quem quer investir no sector a falar com vários produtores e conhecer as dificuldades, façam as vossas contas reais e contem com quebras, baixas de preços, imprevistos, dificuldades da mão-de-obra. Não aceitem as contas de  empresas “supostamente” especializadas  apenas para tornar o projecto viável para uma candidatura.

QUINTA  PRADO DO  CARVALHO EM TRÀS OS MONTES

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MELINDA FERNANDES, sócia gerente deste empreendimentos, fala-nos um pouco na primeira pessoa sobre a QUINTA  PRADO DO CARVALHO.

Sobre a produção de cogumelos, Melinda Fernandes refere que o sector em Portugal está muito mal organizado, pois o produto é bom, mas ainda há muita falta de conhecimento por parte do público em geral.

quintapradodocarvalho@outlook.pt
quintapradodocarvalho@outlook.pt

A Quinta Prado do Carvalho produz cogumelos em tronco de madeira, cogumelo shiitake e brevemente pleurotus ostreatus. Além do projeto agrícola associado existe a agricultura de sustentabilidade, produtos da época, árvores de fruto e um pequeno investimento em espargos. A quinta oferece pequenas visitas marcadas com uma breve explicação deste modo de cultura inovador, formação na área de produção e apoio técnico em projetos semelhantes já instalados ou em processo de instalação. A ideia de produzir cogumelos surgiu da minha paixão pela micologia silvestre. pradoc1

O setor em Portugal está muito mal organizado ainda, este modo de produção tem como resultado produtos de elevada qualidade, que tem ainda um nicho de mercado nacional muito pequeno devido à falta de conhecimento. A nível europeu falamos de grandes quantidades que só são possíveis com organização de produtores. O setor poderá vir a ser atrativo, neste momento está muito desorganizado e pouco rentável.

COGUMELOS DAS QUINTAS, COGUMELOS JUNTO À PRAIA, NA TORREIRA

COGUMELOS DAS QUINTAS Tlm:910670866 https://m.facebook.com/cogumelosdasquintas
COGUMELOS DAS QUINTAS
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https://m.facebook.com/cogumelosdasquintas

“A aposta nos cogumelos deve-se a um gosto especial pela micologia e pela sua panóplia de aplicações para o ser humano”, conta-nos João Fontes, responsável por este empreendimento de cogumelos Shitakes, que alerta também para a falta de um associativismo justo e equititativo, capaz de promover e ajudar a criar condições para a exportação e regulamentar o mercado.

ROTEIROSEVENTOS R.E. – O que é e como surgiu a ideia dos COGUMELOS DAS QUINTAS?

JOÃO FONTES J.F. – A ideia surgiu em 2011, atendendo a vontade de implementar um projecto, na altura diferenciador, no sector agrícola. A aposta nos cogumelos em particular no shiitake deve-se a um gosto especial pela micologia e pela sua panóplia de aplicações importantes para o ser humano.

cogumelosdasquintas@outlook.com
cogumelosdasquintas@outlook.com

R.E. – Como analisa o sector e o mercado neste momento?

J.F. -O sector apresenta-se numa fase crítica de surgimento de vários produtores sem uma noção clara quanto ao seu projecto comercial, o que neste momento parece estar a incrementar uma nova vaga de projectos centrados no associativismo, mas ignorando a existência de um grande numero de produtores anteriormente instalados.
Aconselho veemente o associativismo justo e equitativo, o único que poderá a meu ver sustentar o mercado e abrir portas a uma lógica também de exportação “sustentada”.

R.E. – Quais as maiores dificuldades do sector?

J.F.- As maiores dificuldades actuais incidem na falta de criação de uma fileira que instrua os produtores e que os congregue em objectivos comuns, a guerrilha de preços já existe e vai destruir muitos projectos que deixam de ser sustentáveis em função de trabalhem a baixo do break-even.COGUMELOSDAS QUINTAS

R.E. – Quais as espécies de cogumelos que produz e comercializa?

J.F- Centramo-nos na produção de cogumelos shiitake, produzidos quer em eucalipto quer em carvalho. Sendo este para nós o mais completo e multifacetado dos cogumelos, é por excelência um cogumelo de vastas utilizações gastronómicas; atendendo ainda a que as suas propriedades nutricionais e a consequente transposição para os benefícios medicinais são enequivocas.

R.E. – Na sua opinião, este sector ainda é uma boa área para o empreendedorismo, com possibilidade de sucesso?

J.F -Se com prudência e com um bom plano de produção e comercialização, de preferência recorrendo a parceiros com uma visão empreendedora quanto ao futuro do sector, penso que sim, que pode prosperar e ter sucesso no sector.

COGUMELOS DA BEIRA, NA ZONA DE LAFÕES  (VOUZELA) PRODUZ Shiitake e Pleurotus Ostreatus EM TRONCOS DE MADEIRA

COGUMELOS DA BEIRA geral@cogumelosdabeira.pt +351 967 577 433
COGUMELOS DA BEIRA
geral@cogumelosdabeira.pt +351 967 577 433

A taxa de consumo de cogumelos é muito reduzida em Portugal em comparação com outros países da União Europeia

ROTEIROSEVENTOS R.E. – O que é e como começou o projecto COGUMELOS DA BEIRA?

LUIS FONSECA L.F. – O projeto Cogumelos da Beira começou a ser elaborado em 2012,com a candidatura aos fundos comunitários do PRODER. Durante 2 anos o mesmo foi elaborado por fases, ficando concluído em 2014. No início de 2015 começamos a ter produção cíclica.

www.cogumelosdabeira.pt
http://www.cogumelosdabeira.pt

R.E. – Como analisa o sector neste momento?

L.F. – O setor está desorganizado,pois estamos a falar de um setor agrícola muito recente e pouco conhecido. Existem já algumas iniciativas para formar organizações de produtores.

R.E. – Quais as principais dificuldades sentidas pelos produtores de cogumelos?

L.F – A principal dificuldade é o desconhecimento, por parte do público em geral, do cogumelo que estamos a produzir e a consequente dificuldade de escoamento no mercado interno, a taxa de consumo de cogumelos é muito reduzida em Portugal em comparação com outros países da União Europeia. Também encontramos algumas dificuldades na otimização das condições de produção mais concretamente na gestão de temperaturas e humidades em ambiente controlado.

R.E. – Quais as variedades de cogumelos que produz?

L.F- Estamos a produzir cogumelo Shiitake e Pleurotus Ostreatus em tronco de madeira.

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R.E. – Acha que a aposta neste sector continua a ser uma boa iniciativa em quem estiver a pensar num projecto de empreendedorismo?

L.F. – Como em todos os negócios, aconselharia a um estudo aprofundado de toda a dinâmica de produção, ao tempo médio diario dispendido en todas as fases de produção e à dificuldade de escoamento apresentada atualmente.
Analisadas essas questões e o preço por Kg praticado, decidir ou não avançar.

 

 

COGUMELOS DA SERRA DA LUA TEVE COMO INSPIRAÇÃO A SERRA DA LUA QUE PODE SER AVISTADA A PARTIR DAS SUAS INSTALAÇÕES

www.serradalua.pt
http://www.serradalua.pt

“Neste momento, impera no mercado uma anarquia completa: Interessa é vender! Não interessa por quanto!”, afirma Carla Vitorino, Gerente dos COGUMELOS SERRA DA LUA
ROTEIROSEVENTOS R.E. – Como é quando nasceu a empresa cogumelos da Serra da Lua?
CARLA VITORINO C.V. – A produção de cogumelos iniciou-se em 2010 somente para consumo próprio.
Eram usadas as instalações de uma antiga casa dos avós do meu marido. Todos os trabalhos eram desenvolvidos de forma completamente artesanal e por toda a família.
Algumas zonas da casa foram adaptadas para que existissem as condições mínimas para a produção de cogumelos. A espécie cultivada era: Pleurotus Ostreatus e o substrato era a palha.
A palha era cortada manualmente e era pasteurizada num bidon, à lareira.

A palha era cortada manualmente e era pasteurizada num bidon, à lareira.

O nome Serra da Lua, surgiu ainda antes da ideia de negócio, mas assim que a ideia ganhou forma, a marca foi registada. Teve como inspiração a Serra da Lua que pode ser avistada a partir das nossas instalações.
Após amadurecimento da ideia de negócio foi elaborada uma candidatura PRODER, que foi aprovada em 2013. Em Março de 2015 foi dada por terminada a implementação do projeto.
Hoje as condições são ”um pouco” diferentes:seralua1

R.E. – Que tipo de cogumelos produz e comercializa?
C.V. – Produzimos espécies exóticas de cogumelos, em substrato (alguns exemplos)
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Por agora não estamos a produzir Shiitake, pois existe muita oferta dessa espécie no mercado.

R.E. – Como está o sector em Portugal?
C.V.- Sem dúvida que os apoios existentes foram a motivação de muito produtores.
Uns por se encontrarem desempregados, outros insatisfeitos com a vida profissional procuram, legitimamente, dar um novo rumo às suas vidas.
Por outro lado, a existência de “empresas” que se disponibilizam para elaborar os projetos de candidatura também abundava e ainda abunda. E as promessas de ter um negócio a custo zero foram a alavanca para a tomada de muitas decisões.
Muitos dos que se propõem a implementar projetos não a menor fazem ideia de como se cultivam cogumelos.
No caso da produção de cogumelos em troncos, o custo associado é integralmente financiado, o que significa que não requer outros investimentos necessários ao início da produção, ao contrário do que sucede com a produção em substrato.
Neste momento, impera no mercado uma anarquia completa: Interessa é vender! Não interessa por quanto!
E o caos está lançado…..
Resta aos produtores que realmente querem continuar com o negócio a persistência e espirito de sacrifício até que esta fase passe.lua

R.E. – O que poderia ser feito, a seu ver, para que o sector se tornasse ainda mais apetecível?

C.V. – Penso que ainda existe alguma micofobia por parte dos consumidores. Trata-se, portanto, de uma questão cultural.
Com mais informação disponível o consumidor, naturalmente começaria a introduzir cogumelos na sua alimentação.
Todas as espécies são extremamente versáteis. Acompanham bem pratos de carne ou de peixe, de arroz ou de massa. Vão bem com ovos ou pão. Enriquecem as saladas e sopas. Além de todas as vantagens que trazem para a saúde.

R.E. – Aconselharia a alguém que estivesse a pensar num projecto na área dos cogumelos a empreender no sector?

https://www.facebook.com/serradaluacogumelos
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C.V. – Apesar de ser uma grande responsabilidade sim. Contudo, é imprescindível que, previamente, o empresário invista na sua formação, pois o conhecimento é fundamental quer para a execução do projeto, quer para o desenrolar da atividade.
Possuindo conhecimento, o futuro empresário poderá argumentar com a “empresa” que elabora o projeto ou, quem sabe, ser o próprio a fazê-lo. Assim, terá condições para idealizar as suas instalações e os equipamento de que realmente necessita, sem ficar “na mão” de ninguém
Visitem o nosso site
http://www.serradalua.pt
Página do facebook
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EM PEGÕES, MONTIJO, A QUINTA DOS MOCHOS PRODUZ CERCA DE 300KG DE COGUMELOS SHIITAKE, PLEUROTUS E AGARICUS. NESTE MOMENTO, JOÃO MOURA E JOANA MOZER VIRAM-SE OBRIGADOS A OBRAS DE EXPANSÃO, POR TEREM ENTRADO NO PROCESSO DE EXPORTAÇÃO

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Quinta dos Mochos, Rua da Estremadura – Craveira Norte 2985-258 Pegões 939166253 moseremoura@gmail.com http://www.quintadosmochos.com

 

Um casal de músicos, uma violetista e um cantor lírico, que após anos de viver na “incerteza” e a assistir ao contínuo desinvestimento na cultura por parte da máquina do Estado, assim como dos privados, decidiu enfrentar o destino de frente, meter mãos à obra e criar um projecto sustentável, de raiz e com perspectivas futuras. Iniciaram a empresa Moser & Moura, Lda, a qual gere a quinta com a marca registada “Quinta dos Mochos – Agricultura Biológica”.

A ópera de dois músicos na produção biológica de goji fresco e Cogumelos

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ROTEIROSEVENTOS (R.E.) –  Como e quando surgiu a Quinta do Mocho, enquanto produção biológica?

JOÃO MOURA (J.M.) – A Quinta dos Mochos surgiu em 2012 num projecto comparticipado pelo Proder para a produção de cogumelos e bagas Goji, tudo em MPB.

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R.E. –  Quais as variedades de cogumelos que produz e em que quantidades aproximadamente?

J.M. – Actualmente produzimos: shiitake, pleurotus, Agaricus. Numa média de 300kg semanais, mas recentemente iniciamos a exportação de shiitake e pleurotus para a Bélgica (1 Paletes semana) o que nos obrigou a obras de expansão em colaboração com um parceiro produtor.

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R.E. –  Como está o mercado da produção de cogumelos?

J.M. -O mercado está ainda instável, fruto do enorme número de produtores de shiitake que se instalaram em 2014/15 e onde não foi salvaguardado convenientemente o factor escoamento. Neste momento sei de muitos que abandonaram a actividade, outros estão parados à espera de melhores dias. Mas o consumo tem aumentado progressivamente, temos conseguido manter os preços em nível razoável. quais as principais dificuldades e o que poderia ser melhorado?as principais dificuldades está no facto de obtermos capacidade de resposta ao mercado. Não é difícil encontrar clientes. Mas tem sido muito difícil, através de parcerias com outros produtores, ter capacidade coordenada de resposta para as encomendas. Isto levou-nós a ter que, por iniciativa própria, aumentar a nossa capacidade produtiva e sozinhos entregar o produto ao cliente.

 

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R.E. –  A produção em modo biológico é uma mais valia?

J.M. – É sempre uma mais valia. É o futuro.

R.E. –  Além da produção de cogumelos, compotas, goji e produtos hortícolas, que outros serviços dispõe na Quinta?
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J.M. – Temos uma parte mais pedagógica, onde recebemos escolas, visitas técnicas na produção e organizamos workshops.

R.E. – : Como surgiu a aposta no goji?

J.M. – Surgiu depois de ter feito uma grande investigação sobre as potencialidades do produto, o facto de ser quase só produzido na China, e ter características de rusticidade que se adaptariam muito bem as nossas condições edafoclimáticas.

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R.E. –  A produção de Goji ainda não está bem instalada em Portugal. Este facto torna-se um handicap ou uma vantagem para vós?

J.M. – Ambos! Por um lado candeia que vai à frente….. Mas os erros são todos experimentados pelos primeiros. Temos interesse por parte de um cliente na compra de 400 Tn de goji desidratado por ano, isto significa a necessidade de capacidade de produzir cerca de 2.000 tn de goji ano.09244560-5fa2-4441-fe27-5b9668083db0

Ou seja, preciso de 100 ha instalado se a produzir bem para satisfazer só este cliente.

Penso que isto dá uma ideia de que há muito espaço para muitos produtores.

Volto a insistir no que me parece o problema, qualidade do produto e fiabilidade

Estamos a iniciar um projecto de investigação com a faculdade de ciências de Lisboa e em parceria com a consulai para o estudo, durante 3 anos no nosso pomar do desenvolvimento e vantagens da produção de goji no nosso país.

 

 

 

SANA FUNGUS Estufa de COGUMELOS DO ALGARVE  VAI CRIAR 25 POSTOS DE TRABALHO 



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Ramona e Daniel Cojocariu, um casal romeno  apaixonado pela agricultura decidiu investir um milhão e trezentos mil euros num projecto de produção de cogumelos único no Algarve.Trata se de um investimento privado, também com apoio do programa jovem agricultor, ProDeR.

  1. IMG_4067-800x500 Iniciaram a construção da estufa em 2013 tendo sido terminada no início de 2015. Trata-se de uma estrutura com 500 metros quadrados  e com 8 metros de altura, onde contém seis salas de produção,  arca de frio e sala de embalagem. O projecto é  diferente do habitual, a produção na vertical, em prateleiras, um solução inovadora em Portugal, permitindo uma produção vertical, inovadora em Portugal,  permitindo a produção de cerca de 120 toneladas de cogumelos por mês.IMG_4064-800x500

Uma produção que assenta essencialmente no conhecido cogumelo champignon de Paris brancos, além  de produzir outras variedades como os  Portobello e os pleurotus ostreatus . 

Há uma sétima sala em preparação para em breve ensaiar a produção de cogumelos exóticos,  o que deverá acontecer na Primavera do próximo ano. Este projecto implica um trabalho dedicado de toda a própria família,  varios funcionarios a trabalhar nas estufas.

champNa época de colheita, trabalham directamente com uma empresa que lhes fornece pessoas em regime de trabalho sazonal, pois no Algarve, segundo nos conta Daniel, é  difícil encontrar pessoas que  queiram trabalhar na agricultura, especialmente  nos meses de verão,  onde  a restauração absorve muita mão de obra, e as pessoas acabam por preferir trabalhar nesse sector.No entanto, num futuro próximo, a empresa conta criar mais de 25 postos de trabalho, num protocolo com o Centro de Emprego, que ja foneceu alguns empregados e onde a empresa vai recrutar pessoas inscritas e que queiram trabalhar no sector.pleurotus

A empresa neste momento aposta unicamente no mercado nacional, uma vez que sente uma forte concorrência dos nossos vizinhos espanhóis. Segundo Informações da Ministério da Agricultura,a Sana Fungus está entre as maiores empresas de produção industrial em Portugal. Para terminar, apenas uma referência linguística ao nome da empresa que, traduzida do latim, significa fungo saudável, que é  o caso dos cogumelos, cada vez mais recomendados numa refeição saudável  e que os portugueses começam a apreciar.

 

ARTICOLD PROJECT TEM AS MELHORES SOLUÇÕES PARA ARMAZENAMENTO EM FRIO

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Já com vários anos de experiência e um leque alargado de clientes, a Articold dá mais enfoque na área da refrigeração industrial, realizando câmaras frigoríficas de conservação e de atmosfera controlada para agricultores e cooperativas adequando os projetos às necessidades dos clientes, tendo como objetivo principal realizar instalações ao gosto do nosso cliente e que sejam económicas energeticamente.img1

Paulo Sérgio, gerente da ARTICOLD entende que por vezes não é o preço do equipamento a montar o mais importante na escolha, pois o essencial é o que se pode poupar a nível das facturas de energia eléctrica. Assim, a ARTICOLD dispõe de um serviço de estudo e aconselhamento, proondo uma solução ajustada a cada caso.

Paulo Sérgio explica um pouco dos serviços da sua empresa: ”

Com mais de 20 anos de experiência fazemos câmaras frigoríficas para os mais variados produtos como frutas, vegetais, carnes, peixes, etc., sendo a nossa especialidade projectar e construir câmaras para fruta.img1 (1)

Desde 1998 que comercializamos equipamentos que permitem fazer a gestão dos valores de Oxigénio e Dioxido de Carbono presentes na atmosfera que permite criar condições especiais que são propicias à boa conservação do produto durante periodos mais longos mantendo as suas caracteristicas originais (cor e sabor) durante toda a campanha de forma automática sem ser necessário intervenção uma vez que as máquinas são ligadas e parametrizadas.
Com já mais de uma centena de câmaras de atmosfera controlada instaladas em todo o pais possuímos técnicos especializados na área que fazem desde a instalação do sistema e parametrizações até manutenção das câmaras e máquinas ao longo do seu período de funcionamento”.

 

 

A LEIRA DOS CAMPINHOS, EM FAFE, DEU ORIGEM AOS COGUMELOS DA LEIRA

 

COM CERCA DE DE 100 TONELADAS DE TRONCOS DE EUCALIPTOS E 20 TONELADAS DE CARVALHO INOCULADOS, OS COGUMELOS DA LEIRA ESTÃO COLHER CERCA DE 40 KG CERCA DE SHIITAKE POR SEMANA

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COGUMELOS DA LEIRA CONTACTOS: Largo da Torre, 4820-635 Fafe Ribeiros 961300134 966648964 E-mail cogumelosdaleira@gmail.com Site http://www.cogumelosdaleira.com

 

Cogumelos da Leira, surgiu do nome do campo onde se situa a exploração, a “Leira dos Campinhos”.

Fundada por Ana Rita Castro, com a colaboração do marido, Manuel Lameiro, a “Leira” localiza-se na Freguesia de Ribeiros no Concelho de Fafe.

A Cogumelos da Leira nasceu da paixão pela terra e tem como aspiração criar “os melhores cogumelos”. Para isso trabalham todos os dias com base na qualidade, usando processos e matérias-primas de excelência.

Neste momento a Cogumelos da Leira produz cogumelos Shiitake em troncos de eucalipto, troncos inoculados, bem como à venda de blocos de produção de Pleurotus ostreatus.

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«Se houvesse uma boa campanha de marketing junto dos media que desse a conhecer os produtores nacionais, salientando a qualidade do nosso produto, as suas propriedades nutricionais e medicinais do cogumelo shiitake; provas de degustação com chefs conhecidos que ensinassem a cozinhar… penso que o consumo de shiitake aumentaria substancialmente», afirma-nos Ana Rita,  proprietária dos COGUMELOS DA LEIRA.

ANA RITA, COM FORMAÇÃO NA ÁREA DE BIOLOGIA E UM GOSTO PARTICULAR PELA MICOLOGIA DECIDIU, COM O APOIO DO MARIDO APOSTAR NA PRODUÇÃO DE COGUMELOS EM TRONCOS, TENDO SUBMETIDO EM 2103 UM PROJECTO NO ÂMBITO DO PRODER, INICIANDO A INOCULAÇÃO EM 2014. O ROTEIROSEVENTOS REGISTOU A SUA VISÃO SOBRE O SECTOR:

 

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ROTEIROSEVENTOS (R.E.) – Há quanto tempo iniciou este empreendimento e como surgiu a ideia?
Ana Rita – Tendo sentido necessidade e vontade de cultivar alguns dos nossos próprios alimentos, iniciamos uma pequena horta. O gosto pela agricultura foi evoluindo e, tendo eu formação na área da Biologia e um gosto particular pela Micologia, começamos a pensar seriamente em produzir a uma escala superior. Assim, aproveitando os fundos do PRODER, submetemos um projecto em 2013, tendo iniciado as inoculações no início de 2014.
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R.E. – Qual o número de troncos inoculados e média de produção?
Ana Rita – Neste momento temos 100 toneladas de madeira de eucalipto (ao abrigo do projecto) e mais cerca de 20 toneladas de carvalho. Ainda não tendo atingido o máximo de produção, neste momento estamos a colher cerca de 40 kg/semana.
R.E. – Como está o sector neste momento, e quais as maiores dificuldades sentidas?
Ana Rita – Neste momento o sector está completamente desorganizado, há demasiados produtores e projectos ainda a ser implementados. Está-se a produzir demasiado para o mercado nacional, no entanto cada um de nós, por si só não tem dimensão para abranger mercados internacionais, pelo que o escoamento é ainda um problema. A união de vários produtores seria em tudo benéfica, no entanto, tentamos por mais que uma vez formar uma associação de produtores regionais, mas por desconfiança e o próprio receio de arriscar em novas soluções tem inviabilizado qualquer acção neste sentido.
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R.E. – O que poderia ser feito para melhorar o sector, na vossa opinião?
Ana Rita – Penso que seria urgente criar uma associação nacional que regulamentasse este produto, que definisse características de qualidade, de calibre, de preços, que fornecesse apoio técnico e  formação adequada não só para a implantação das estruturas (o que mais há actualmente), como para a resolução de problemas na produção. Essa associação deveria, ainda proteger os produtores nacionais das importações vindas da China com qualidade francamente inferior, mas com preços contra os quais se torna impossível competir. Esta luta desigual e o aumento da produção nacional, leva ao desespero de alguns produtores o que faz com que pratiquem preços inferiores ao preço de custo.
R.E. – Podemos afirmar que o shiitake já é bem conhecido na ementa dos portugueses, ou ainda há trabalho a fazer?
Ana Rita – Não, de todo. Ainda há muito desconhecimento sobre cogumelos, nomeadamente sobre o Shiitake, mas quem prova fica a gostar, passando a consumi-lo regularmente. Se houvesse uma boa campanha de marketing junto dos media que desse a conhecer os produtores nacionais, salientando a qualidade do nosso produto, as suas propriedades nutricionais e medicinais do cogumelo shiitake; provas de degustação com chefs conhecidos que ensinassem a cozinhar… penso que o consumo de shiitake aumentaria substancialmente. A inserção dos cogumelos na ementa escolar seria uma medida interessante de modo a começar a implementar novos hábitos alimentares saudáveis, desde tenra idade.
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R.E. –  Acha que o cultivo de cogumelos pode ainda ser uma actividade aliciante para alguém que pretenda apostar no sector?
Ana Rita – Penso que sim, mas não antes de serem ultrapassados alguns dos problemas anteriormente referidos. Caso contrário irão continuar a aumentar as dificuldades por nós já sentidas, o que resultará no encerramento de muitas explorações.
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