A ROTA DAS COMPOTAS E LICORES DE PORTUGAL… VAMOS ADOÇAR OS NOSSOS LEITORES!

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O Roteiroseventos, como sempre o disse e insisto, aborda todos os ramos de produtores ligados ao mundo rural e à terra. após uma abordagem dos vinhos, do mel, e de outros produtos que se produzem e muito bem neste cantinho do continente europeu, chegou a vez de elaborarmos a Rota das compotas e licores em portugal. Mais uma vez, vamos abordar um produtor de compotas e de licores em cada região, para que os nossos leitores/ seguidores em portugal e fora dele (que já são bastantes, desde os chamados países da saudade, e os países lusófonos, até aos EUA, perazem uma média de 600 diários), congratulamo-nos ainda com leitores na Bósnia… Jugoslávia… Polónia… e outros cantos que todos os dias me deixam encantado.images

Abordar as compotas e licores em Portugal, remonta-nos obviamente para um episódio e um quadro social que explicam em parte o fenómeno de novos projectos que foram nascendo um pouco por todo o país. tirando um oudois grandes produtores e algumas casas com já anos de tradição no sector, estamos convecidos que mais de 50 5 dos produtores neste sector surgiram como uma resposta á falta de trabalho pela crise que o mundo atravessa e com a vontade de fixação nos meios rurais.

A produção de compotas e licores tem uma vertente bastante interessante: pois permite o aproveitamento e escoamento da matéria prima produzida na região que não tenha escoamento de outra forma, mas que não deixa de ter qualidade e a própria actividade permite a criação so seu próprio emprego.

É óbvio que o mercado neste momento não está fácil, pois se por uma lado, com uma aumento substancial da oferta, o mercado tornou-se mais exigente e o preço menos lucrativo para o produtor, sentiu-se também uma necessidade de apostar na DIVULGAÇÃO e na INOVAÇÃO para marcar a diferença. A aposta em Feiras de produtos regionais, bem como a deslocação a eventos relacionados com o sector implica um esforço de investimento, e nem todos o conseguiram fazer. no entanto, o sector tem pernas para andar, como poderemos verificar nesta rota.images

assim, mais uma vez, contamos nesta rota abordar e reportar um produtor de cada região e sentir um pouco como vai o sector.

A todos os leitores e, a todos os produtores que aqui vão ser reportados, desde já, o meu muito obrigado, pois são os produtores que originam notícias e reportagens.

O meu muito obrigado a todos! Boa leitura

José Martins, Roteiroseventos

COMPOTAS DA TI CLARISSE ESTÁ A DESENVOLVER UMA COMPOTA PARA DIABÉTICOS, SEM ACÚCAR ADICIONADO

compotasclarisse@gmail.com ttps://www.facebook.com/compotasdati.clarisse
compotasclarisse@gmail.com
ttps://www.facebook.com/compotasdati.clarisse

Margarida Ferreira, filha de Maria Clarisse, a quem se deve o nome destas compotas, fala-nos um pouco das COMPOTAS DA TI CLARISSE:

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ROTEIROSEVENTOS R.E. -Há quanto tempo e como surgiram as compotas Ti Clarisse?

MARGARIDA FERREIRA M.F. –  As Compotas da Ti Clarisse surgiram no ano 2012 como uma forma de escoar o excedente das nossas produções (produção própria de groselha e mirtilo), visto que, havia muito produto que não se encontrava conforme os requisitos estabelecidos (por exemplo cachos com menos de 6 bagos no caso da groselha, ou mirtilo mais pequenos que os requisitos) pela cooperativa à qual entregamos o nosso produto , surgindo assim a necessidade de dar um seguimento a esse mesmo excedente. Assim sendo, decidimos experimentar fazer compota, com a particularidade de como inicialmente o objectivo era o consumo próprio, decidimos fazer a mesma com pouco açúcar. Entretanto fomos dando a provar a amigos e conhecidos e, começamos a ter pessoas que apareciam com o objectivo de as comprar. Para além de terem pouco açúcar, as nossas compotas são feitas em fogão de lenha, conferindo-lhe um sabor especial e tradicional. Inicialmente tínhamos apenas dois sabores, groselha e mirtilo, mas com o tempo surgiu a curiosidade e necessidade de experimentar novos sabores já que os próprios clientes nos incentivavam a fazer novos sabores. Fomos então experimentando cada vez mais sabores diferentes, fazendo algumas conjugações de sabores fora do comum e, actualmente temos mais de 50 sabores disponíveis, desde os mais tradicionais (mirtilo, groselha, morango, framboesa, etc) aos mais diferentes do normal (morango com maracujá, mirtilo com maçã, pêssego com maracujá, etc). image-7

R.E. – Para além das compotas de mirtilo e groselhas, que outros de compotas produzem, e o que salientaria nos vossos doces?
M.F.-  Para além das compotas que já produzimos, estamos sempre À procura de novos sabores e novas conjugações de sabores. No entanto, estamos a desenvolver um novo conceito, que é a compota para diabéticos, que tem a particularidade de não ter açúcar adicionado. Além do mais estamos também a começar de apostar na produção de bolachas caseiras, também elas produzidas em fogão de lenha.9
R.E. – Como analisa o mercado deste sector neste momento?
M.F. –  A nível de mercado e, apesar da crise que todos nós sentimos, acho que as pessoas actualmente já têm o cuidado de comprar este tipo de produto caseiro, visto que estão a ajudar tanto os produtores, como a própria economia local. Para além do mais, sabem que estão a comprar um produto de qualidade, completamente diferente dos produtos industrializados. As nossas compotas são produzidas na grande maioria dos casos com frutos de produção própria e biológica, de grande qualidade.
R.E. –  Quais são as maiores dificuldades que o sector enfrenta, na sua opinião?
M.F. – Penso que as maiores dificuldades que um produtor deste ramo sente são todos os requisitos legais necessários para a produção das compotas e para as rotular.11012034_417705325074614_8508133601544587433_n
R.E.- Como analisa os concursos das compotas e doces ? é um objectivo concorrer, ou tem outras prioridades?10409629_913047922079813_7817533634662710177_n
M.F. – Como temos pouco tempo de existência, ainda não concorremos a concursos, não tendo portanto ganho nenhum prémio. Mas, para nós, o maior prémio é os consumidores gostarem das nossas compotas e voltarem para adquirir mais. Esse é o nosso objectivo primordial, agradar aos clientes e inovar todos os dias, mantendo a nossa essência tradicional e caseira.

AMOR À TERRA, UM PROJECTO DE CATARINA SOTERO E FRANCISCO GOMES, NO PARQUE NATURAL DA ARRÁBIDA, APROVEITANDO OS PRODUTOS NATURAIS

Amor à Terra Contact. 910942759 / 914168007
Amor à Terra
Contact. 910942759 / 914168007
Nunca concorremos a nenhum concurso no entanto estamos a ponderar para o próximo ano concorrermos a alguns concursos internacionais, conta-nos Catarina Sotero, a mentora e proprietária deste projecto bastante inovador e atractivo.

ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo e como surgiu a Amor à Terra?

CATARINA SOTERO C.S. – A Amor à Terra começou à cerca de 2 anos, quando pensámos em alinhar os nossos gostos pessoais à profissão. Tínhamos muitos excedentes da pequena produção que tínhamos, então começamos a fazer compotas, chás, frutas desidratadas… Pouco a pouco começamos a melhorar a produção, a ir a feiras e mercados, começamos a por nas lojas e a adesão do público tem sido muito boa o que nos fez continuar com este projecto.

http://www.amoraterra.pt/
http://www.amoraterra.pt/

R.E. –  Além das compotas,  o que produz e tem para oferecer aos vossos clientes? lançou ou vai lançar algo novo?

C.S. – O foco principal da Amor à Terra são os chás, temos três gamas de chás, os Simples só de uma planta como lúcia-lima, erva-principe, os Medicinais uma mistura de plantas para determinada função como por exemplo o chá digest ou o detox e os Premium que são chás mais elaborados uns com especiarias como o Anicha e o Galapos. Temos também ervas-aromáticas e compotas com e sem açúcar. Neste momento estamos a pensar lançar em breve cabazes biológicos gourmet.
R.E. – Como encara o mercado deste nesta altura?

C.S. – Nesta altura o mercado existe para os produtos que apostam na qualidade. No ínicio do projecto, tivemos que apostar muito na parte da degustação do produto para conseguirmos fidelizar alguns clientes. O Período em que temos mais vendas é geralmente no Verão, em grande parte graças ao turismo e no Natal.

https://www.facebook.com/amoraterra
https://www.facebook.com/amoraterra

R.E. –  Quais as maiores dificuldades que sente um produtor deste ramo?

C.S. – A cultura portuguesa não está muito relacionada com a degustação do chá, como acontece em Inglaterra, França, Marrocos ou a Índia. A maioria dos portugueses sabe apreciar um bom vinho, mas poucos sabem apreciar um bom chá. Para um projecto deste tipo, inicialmente é preciso um grande investimento para que possamos chegar ao público alvo. Sentimos também que os apoios em Portugal não são os mais favorecedores.

LICOMDA, EM VILA PRAIA DE ÂNCORA,  FOI CRIADA POR DANIELA AMORIM QUANDO TINHA 19 ANOS DE IDADE

 e-mail: danysi@hotmail.com telem. : 914881612 fax: 258912260
e-mail: danysi@hotmail.com
telem. : 914881612
fax: 258912260

Daniela Amorim, uma jovem empresária decidiu seguir uma receita tradicional de compotas que a sua avó utilizava e decidiu misturar chocolate nessas receitas. O resultado foi tão bom, que decidiu também apostar nos licores. neste momento produz compotas com mais de 50 sabores e 30 licores distintos.

Licomda Rua luis de camoes Vila Praia de Ancora 914881612 http://www.licomda.com/contacte-nos/
Licomda Rua luis de camoes
Vila Praia de Ancora 914881612
http://www.licomda.com/contacte-nos/
ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo e como surgiu a Licomda?
DANIELA AMORIM D.A. – A Licomda surgiu em 2011 a partir de uma experiência que fiz em misturar fruta com chocolate seguindo receitas tradicionais de compotas que a minha avó fazia aliadas a um bom chocolate. A experiência foi tão boa que comecei também por fazer licores de chocolate e assim sendo a partir do chocolate nasceu a Licomda.

R.E. –  Além dos licores, o que produz e tem para oferecer aos vossos clientes?

D.A. – A Licomda produz 30 sabores de licores e 50 sabores de compotas, ambos artesanais e elaborados de forma tradicional. Nas compotas temos 4 categorias as compotas com fruta e chocolate (foi com estas que tudo surgiu), as compotas sem adição de açúcar (ótimas para diabéticos e para quem está em dieta), as compotas especiais (compotas com misturas de bebidas alcoólicas e ainda compotas agridoces para entradas como o pimento vermelho) e as compotas tradicionais (onde se misturam frutas a frutos secos e se produzem deliciosas misturas como Abóbora, noz e mel)

R.E.  Como encara o mercado deste nesta altura?

D.A. – Nesta altura as pessoas já dão imenso valor aos produtos alimentares artesanais pois  têm a garantia que estão a consumir algo isento de produtos químicos e algo que não é prejudicial para a saúde, onde acima de tudo encontram um sabor único e delicioso.

R.E. –  Quais as maiores dificuldades que sente um produtor deste ramo?L

D.A. – A burocracia é um grande obstáculo para este ramo, pois existem imensas dúvidas no ramo alimentar onde nem sempre é possível esclarecê-las. Ainda sentimos  muitas vezes  dificuldades no apoio a jovens, uma vez que tenho 24 anos e criei a licomda com 19 anos.

R.E. –  Quais os principais prémios e o que significam para a empresa?Doce de Morango com Chocolate - Ouro

D.A. – A nivel de prémios temos a medalha de ouro no concurso nacional de doces de fruta tradicionais portugueses, algo do qual me honro muito uma vez que foi a partir destas compotas que tudo surgiu.
E ainda tenho a medalha de prata no licor de mel e no licor de ginja o que mostra que é possível produzir licores artesanais com elevado nível de qualidade.
Estes prémios representam uma motivação para querer mais e melhor.

AS COMPOTAS E BOLACHAS DA ZIRA CADAVAL VÃO LANÇAR NO MERCADO AS BOLACHAS DE ZIMBRO

Morada: Polígono Industrial Alto do Ameal Pav. H5 2565-641 Ramalhal (TVD) Portugal Telefone: +351 262 691 699 Telemóvel: +351 919 269 937 Fax: +351 261 919 440 Email: ziracadaval@gmail.com
Morada: Polígono Industrial Alto do Ameal
Pav. H5 2565-641 Ramalhal (TVD)
Portugal
Telefone: +351 262 691 699
Telemóvel: +351 919 269 937
Fax: +351 261 919 440
Email: ziracadaval@gmail.com
Aos 51 anos, depois de alguns percalços que lhe convulsionaram a estabilidade financeira, Maria Alzira Marques da Silva, encontrou um rumo com registos de progresso. Montou uma pequena empresa que foi crescendo, actualmente são já sete pessoas a trabalhar na confecção artesanal dos produtos que comercializa. A aposta nas bolachas e nas compotas, sem corantes nem conservantes, e temperadas com uma pitada de inovação, deu certo.
EM CONVERSA COM MARCO BARRUNCHO, RESPONSÁVEL PELO MARKETING DA MARCA, PERMITE-NOS CONHECER UM POUCO MELHOR  ESTE EXEMPLO DE EMPREENDEDORISMO DE SUCESSO.Doce de Limão

ROTEIROSEVENTOS -R.E. –  Há quanto tempo e como surgiu a Compotas Zira Cadaval?

MARCO BARRUNCHO M.B. – Surgiu em 2003 por iniciativa dos fundadores Rui e Zira, que pela conjuntura em que se encontravam, decidiram avançar com este projeto empreendedor.
R.E. –  Além das compotas, o que produz e tem para oferecer aos vossos clientes? lançou ou vai lançar alguma novidade?bolacha_aveia_integral

M.B. – Também produzimos Bolachas. Receitas criadas pela Zira. Vamos lançar bolachas de Zimbro muito em breve. Hoje em dia o Gin é uma bebida que está muito na moda e estas bolachas vão fazer as delícias deste público e dos nossos clientes de uma forma geral.
R.E. –  Como encara o mercado deste nesta altura?Bolachas Zira Cadaval_2

M.B. – Vive de picos de consumo. Neste nicho de mercado só os produtos que realmente têm qualidade sobrevivem. As pessoas muitas vezes ignoram a qualidade dos produtos em benefício de um preço mais baixo. Não o fazem intencionalmente, mas pelas circunstâncias do mercado. A prova faz toda a diferença e quem prova as nossas bolachas e compotas percebe a diferença e acaba por se fidelizar. As bolachas de Aveia Integral e o doce de Limão são os nossos produtos gold para o consumidor, mas temos volume de vendas nas diferentes referências.
R.E. –  Quais as maiores dificuldades que sente um produtor deste ramo?

M.B. – Falta de apoio por parte das entidades oficiais e pouca valorização por parte do consumidor final especialmente quando não tem poder de compra razoável.
R.E. –  Quais os principais prémios e o que significam para a empresa?Bolachas Aveia Integral

M.B. – O nossos produtos foram Premiados num concurso “Taste de Portugal” do Ministério da Agricultura através da loja do Ministério “Portugal Rural” organizado pela Gerente à época Engª Elsa. É uma mais valia e a motivação para continuarmos. Pena que este evento tenha sido, tanto quanto julgamos saber, de edição única. E é uma pena porque nos sentimos confortáveis em ter os nossos produtos junto de outros produtos artesanais de referência e o resultado é sempre motivador.

 

 

QOMPOTAS C/Q RESULTOU COMO FORMA DE ALIAR A PRODUÇÃO DE MIRTILLOS  E FRUTOS VERMELHOS HÁ 3 ANOS ATRÀS, QUANDO MARIA JOÃO GUEDES CRIOU O PROJECTO  «MAIO VERDE», ALIANDO OS SEUS FRUTOS A UMA RECITA DE FAMÍLIA PARA CONFECÇÃO DE COMPOTAS SEM CORANTES NEM ADITIVOS QUE SE REVELOU UM SUCESSO

 

ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo e como surgiu a ideia de iniciar a produção de compotas?
Cardosas
maioverde.mirtilo@gmail.com
MARIA JOÃO GUEDES M.J.G. – No ano de 2013 resolvemos fazer compota de mirtilo para oferecer aos familiares e amigos no Natal. A nossa  plantação produziu no Verão desse ano pela primeira vez e embora a quantidade fosse pequena, a verdade é que, numa plantação de 2,7 hectares uma primeira colheita já são uns kgs consideráveis, o que nos permitiu preparar os nossos presentes de Natal.GeleiaMirtilo4
No Natal seguinte ainda tínhamos alguns frascos de compota que tinham ficado esquecidos num armário e para nossa surpresa, estava óptima! A receita de família que havíamos usado tinha funcionado na perfeição. Embora não usássemos qualquer tipo de aditivo/conservante além da adição de açúcar, a compota estava excelente!
Em 2014 consideramos a possibilidade de criar um pequeno negócio de compotas e comercializá-las. Este projecto “Qompotas c/ Q” tem um ano de vida! 
O projecto “MaioVerde” – produção de frutos vermelhos tem 3 anos de existência!mirtilo+sementes chia
R.E. –  Na sua opinião, o que marca diferença ou o que as distingue da maior parte das outras compotas?
M.J.G. – Apenas produzimos compota de Mirtilo e Framboesa ou misturas destes com outros frutos. Apostamos numa linha de compotas gourmet sempre com a base dos frutos vermelhos de produção própria. 
Pensamos que o que distingue a maior parte das nossas compotas é a qualidade do fruto, o facto de não ter qualquer tipo de aditivo/conservante, os métodos de produção artesanais conjugados com muita imaginação, fazem das nossas compotas únicas, saborosas, com muita “Qualidade” e sempre inovadoras para satisfazer os palatos mais exigentes.Mirtilo_framboesa_cebola
R.E. –  Com está o mercado?
MJ.G. – O mercado das compotas está bom, embora a concorrência seja muita! O que sentimos é que quando o potencial comprador prova a nossa compota acaba por levar para casa 3 ou 4 variedades… O feed-back é muito bom e faz-nos acreditar que estamos no caminho certo!
mirtilo+pétalas de camélia
mirtilos com pétalas de camélias
R.E. – Qual a maior dificuldade sentida pelo produtor?
MJG. – A maior dificuldade sentida por um produtor de compotas é o equilíbrio entre a Qualidade e o Preço. A taxa de 23% de IVA sobre o produto é demasiada.Mirtilo+Limão
R.E. –  Consegue garantir matéria prima suficiente ou sente necessidade de recorrer a outros produtores?
M.J.G. – Com quase 3 hectares de produção a nossa produção artesanal está garantida. 
 
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2 thoughts on “A ROTA DAS COMPOTAS E LICORES DE PORTUGAL… VAMOS ADOÇAR OS NOSSOS LEITORES!

    • jmsmartins5 19 de Janeiro de 2016 / 15:50

      OLÁ, DONA MARIA GAMEIRO, ANTES DEMAIS, OBRIGADO PELO SEU COMENTÁRIO. TEMOS TODO O PRAZER EM ABORDAR OS VOSSOS LICORES E COMPOTAS. JÁ ENVIEI UM MAIL PARA O SEU CONTACTO. PEÇO LHE PARA ESTAR ATENTA AO SPAM, CASO NÃO ENCONTRE O MEU MAIL.
      CUMPRIMENTOS, JOSÉ MARTINS

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