A ROTA DO VINHO DO DÃO! BENVINDOS AO DÃO!

 

 

 

 

expressoes

Caros leitores, tal como me propus no início quando decidi abordar os vinhos em portugal, chegou a hora dos vinhos do Dão. Iniciámos a «volta de portugal em vinhos» pelo Alentejo, e neste momento estamos a chegar ao «coração de Portugal».

No berço da Touriga Nacional nascem os vinhos mais elegantes.images

Qualidade, personalidade, diferença, elegância, frescura e suavidade.

O Dão é tudo isto e muito mais.

Descobrir os seus vinhos é entrar num mundo novo de aromas e sabores que cativam e seduzem, e cedo se tornam inconfundíveis e inesquecíveis.

Para além das condições edafo-climáticas especiais, dos métodos de produção praticados e do grande engenho e sabedoria vitivinícola da sua população, as características particulares dos vinhos do Dão estão profundamente relacionadas com o uso das castas mais apropriadas, dentro das recomendadas para a região.No Dão tinto, para além de outras castas, resaltam-nos como principais o alfrocheiro, o jaen, o touriga nacional,trincadeira e tinto-cão.images

Nos brancos, há que enumerar o encruzado, o bical, verdelho, malvasia fina e rabo de ovelha.

A região vitivinícola produtora dos vinhos Doc Dão, situa-se no centro-norte de Portugal, na província da Beira Alta.

Na Região Vitivinícola do Dão estão já individualizadas – por produzirem vinhos com uma personalidade própria – as sub-regiões de Alva, Besteiros, castendo, Serra da Estrela, Silgueiros, Terras de Azurara e Terras de Senhorim.

A fim de se aproveitar melhor as enormes potencialidades dos vinhos de qualidade da região, para além da denominação de origem “Dão”, foram oficializadas pelo novo Estatuto da Região Vitivinícola do Dão, as seguintes: – “Dão Nobre“, “Dão Novo” e “Dão Clarete“.images

Esta região produz, maioritariamente, Vinhos Tintos caracterizados por possuírem um teor alcoólico médio de 12ºC, uma inimitável coloração rubi, corpo redondo e consistência aveludada na boca.

Convenientemente envelhecidos tornam-se mais macios e suaves, ao passo que a coloração rubi toma subtis reflexos atijolados, adquirindo, então, um esplendoroso “bouquet” e um final longo.

Já os Vinhos Brancos – também com um teor alcoólico médio de 12ºC – possuem, quando jovens, uma bela cor citrina, aromas frutados relativamente complexos, mas delicados, são frescos na boca e têm um final delicado e elegante.

Caracterizam-se, ainda, por terem a rara faculdade de envelhecer de uma forma nobre e harmoniosa.

Os Vinhos Tintos e alguns Vinhos Brancos estão sujeitos a estágio mínimo obrigatório de duração diversa, em função da sua denominação e menções tradicionais qualificativas que, nos vinhos tintos, pode chegar aos 48 meses, antes de serem comercializados.images

Os vinhos Doc Dão mais prestigiados são produzidos e/ou engarrafados por produtores-engarrafadores e pelas principais empresas que “trabalham” os mesmos.

QUINTA DE REIS LANÇOU HÁ UM MÊS DOIS NOVOS DOC DE GRANDE QUALIDADE:O TINTO 2012 E O BRANCO 2014

 QUINTA DE REIS | Jorge Almeida F. Reis | Oliveira de Barreiros 3500-892 Viseu | Portugal | Tlm +351 914 788 531, T/F +351 232 441 032, e-mail: quintadereis@sapo.pt

QUINTA DE REIS | Jorge Almeida F. Reis | Oliveira de Barreiros 3500-892 Viseu | Portugal | Tlm +351 914 788 531, T/F +351 232 441 032, e-mail: quintadereis@sapo.pt

Nesta pequena conversa com jorge Reis, proprietário da QUNTA DE REIS, à saída de Viseu em direcção a Nelas, mais concretamente em Oliveira de Barreiros, conseguimos saber um pouco mais dos excelentes néctares que ali se produzem:10

ROTEIROEVENTOS R.E. –  Como foi a campanha deste ano, em termos de quantidade e qualidade?

JORGE REIS J.R. – A colheita vinícola de 2015 no Dão é de excepcional qualidade, sendo que a quantidade de uvas foi também muito boa.
Em suma os deuses estiveram connosco!8

R.E. – Qual a superficie de vinha plantade e qual a vossa média de produção?

J.R. –  A média da produção por hectare nos 15 da Quinta de Reis ronda os 6200Kg.

R.E. Lançou há pouco tempo ou cai lançar algum vinho no mercado?

J.R.-  Lançámos há um mês dois novos D.O.C. de grande qualidade: o tinto 2012 e o branco de 2014.14

R.E. – Quais as castas mais predominantes e o que destacaria nas qalidades dos seus vinhos?

J.R.-  Dentro das  Castas Nobres (e só essas) que integram os Vinha de Reis, destaco o Encruzado nos vinhos brancos e a Touriga-Nacional nos tintos.

R.E. – Na sua opinião, a marca «Dão» constitui uma mais valia para o escoamento dos vossos vinhos?3

J.R. – A marca Vinhos do Dão não é AINDA  factor favorecedor do comércio dos nossos vinhos, mas estou em crer que o será a curto prazo.
É preciso divulgar e chegar a mais pessoas pois, quando os consumidores os provam, reconhecem a sua qualidade.

QUINTA DA BICA EM SANTA COMBA DE SEIA, PRODUZ VINHOS DÃO DE EXCELENTE QUALIDADE NUMA ÀREA DE 11Ha EM VINHAS GRANÍTICAS IMPLEMENTADAS A 400 m DE ALTITUDE

Quinta da Bica Santa Comba de Seia 6270-184 Seia Portugal Telf: (00351) 238311937
Quinta da Bica
Santa Comba de Seia
6270-184 Seia
Portugal
Telf: (00351) 238311937

FILIPA SACADURA BOTTE fala-nos um pouco da QUINTA DA BICA e dos seus néctares:

«A região do Dão situa-se no centro de Portugal estando a quinta da Bica situada na sub-região da serra da Estrela, somos por esta razão um produtor de vinhos de altitude, uma das características

 http://www.facebook.com/quintadabicavinhos www.quintadabica.com GPS: 40º 26' 25.30'' N / 7º 42' 23.48'' W
http://www.facebook.com/quintadabicavinhos
http://www.quintadabica.com
GPS: 40º 26′ 25.30” N / 7º 42′ 23.48” W

desta sub-região são as grandes amplitudes térmicas durante os meses de verão rondando  entre os 32ºa 38º a temperatura diurna e os10º a12º a temperatura nocturna, temos por isso características muito diferentes das outras zonas do Dão.

As vinhas da quinta estão implementadas em solos graníticos e a uma altitude média de 400 metros.

Matilde de Saldanha Sucursal Avenida das Acácias, 14 2765-389 Monte Estoril Portugal Tlm: (00351) 919194276 Telf: (00351) 214667013
FILIPA SACADURA BOTTE
Sucursal
Avenida das Acácias, 14
2765-389 Monte Estoril
Portugal
Tlm: (00351) 919194276
Telf: (00351) 214667013

Somos um pequeno produtor temos uma área de vinha de 11ha onde predominam as castas

touriga nacional, alfrocheiro, jaen, ruffete e tinta roriz sendo que a média de idade ronda os 40 anos.

A colheita de 2015 na quinta da bica foi sem duvida nenhuma uma colheita de uma qualidade excelente, sendo que a quantidade também foi muito superior aos últimos dois anos.

A  média de produção por ha é de cerca de 5 toneladas. image1

 Em breve lançaremos novos vinhos mas na devida altura comunicaremos à imprensa.

Em relação ao mercado nota-se um forte aumento dos vinhos do Dão, tanto no mercado interno como externo, mas há ainda muito trabalho a fazer em  especial da parte da CVRDÃO».

 

 

 

QUINTA DA PENSEIRA VAI LANÇAR O TOURIGA NACIONAL 2011, JÁ MEDALHADO COM OURO NOS CONCURSOS DO DÃO

Quinta da Penseira, Rua da Paz- Bela Vista 3500- 531 Silgueiros, Viseu
Quinta da Penseira, Rua da Paz- Bela Vista
3500- 531  Silgueiros, Viseu

Situado em pleno coração da sub-região de Silgueiros, na Região Demarcada do Dão, fica a Quinta da Penseira, que o proprietário adquiriu em 1996 e iniciou a reestruturação das suas vinhas centenárias, com base em tecnologias vitícolas actuais, mas tendo sempre presente as tradições da cultura na região.

À conversa com Paulo de Lemos Esteves, conseguimos descobrir um pouco mais destes magníficos néctares do Dão:

«Em Portugal há menos consumidores embora cada vez mais aparecem apreciadores destes vinhos.  A região do Dão está a aumentar a sua quota no mercado nacional e cada vez mais a conquistar os mercados internacionais especialmente os EUA», refere-nos Paulo Lemos de Esteves, proprietário da Quinta da Penseira

Telem - 00351919068091 info@quintadapenseira.eu
Telem – 00351919068091
info@quintadapenseira.eu

 

ROTEIROSEVENTOS R.E. – como foi a campanha desta ano a nível de qualidade e quantidade?photo_vignes

PAULO DE LEMOS ESTEVES P.L.E. – A colheita deste ano é de muito boa qualidade e no que respeita à quantidade é +/- equivalente aos outros anos.

Vista aérea da Quinta da Penseira
Vista aérea da Quinta da Penseira


R.E.  – Qual a área de plantação e a média de produção?
P.L.E. – A média de produção é como habitualmente de +/- 3500 l /ha nas parcelas destinadas a engarrafamento sobre uma área de vinha de 4ha.
R.E. –  Lançou ou vai lançar algum vinho novo no mercado?
P.L.E. – O próximo vinho que vai sair será a Touriga Nacional de 2011 que obteve uma medalha de ouro no concurso dos produtores do Dão e que estagiou em garrafa durante 2 anos.2011
R.E. –  Quais as principais castas predominantes na vossa produção e quais as características que destacaria nos seus vinhos?
P.L.E.  -A vinha é constituida de 4 castas dominada a 50% pela Touriga Nacional  sendo depois as restantes ,Tinta Roriz/Alfrocheiro/Jaen.
Os vinhos produzidos são concentrados e marcados por uma acidez agradàvel e frescura mesmo os vinhos com mais de 10 anos.Ainda existem na Quinta vinhos de 2002 e seguintes anos.
R.E.  –  Como está o mercado? a marca «Dão» é uma mais valia para garantir o escoamento?chais
P.L.E. – Apostamos em vinhos com alguns anos de estágio. Estes vinhos são bastante apreciados na maior parte dos países europeus. Em Portugal há menos consumidores embora cada vez mais aparecem apreciadores destes vinhos.  A região do Dão está a aumentar a sua quota no mercado nacional e cada vez mais a conquistar os mercados internacionais especialmente os EUA.
SOCIEDADE AGRÍCOLA DE SILGUEIROS (QUINTA DA FALORCA) VAI LANÇAR NO INÍCIO DE 2016 O QUINTA DA FALORCA  RESERVA 2011 E O QUINTA DA FALORCA TOURIGA NACIONAL 2011.
VAI AINDA LANÇAR UMA NOVA MARCA –  O QUINTA DA FALORCA NOBLESSE  OBLIGÉE2011
garrafas
Quinta Vale das Escadinhas – Sociedade Agrícola de Silgueiros, S.A. Pindelo de Silgueiros – 3500-543 Silgueiros | Telef: 232 95 00 90 E-mail: qve@qve.pt
«QUEM COMPRA, QUER BOM VINHO», diz-nos Pedro Figueiredo, da Sociedade Agrícola de Silgueirostinto
ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como foi a colheita deste ano a nível de Quantidade e qualidade?

 

PEDRO FIGUEIREDO P.F.  – O Ano de 2015, foi de grande qualidade e quantidade. Julgo que poderá ombrear com a colheita de 2011., uma Colheita Sensacional.

R.E. –   Qual a média da vossa produção e qual a área de vinha plantada?

 

P.F. –  Nós produzimos o nosso vinho só das nossas uvas. São cerca de 13 ha. Em anos normais de produção poderemos engarrafar cerca de 90.000 garrafas de vinho todo ele DOC.rose

R.E. –  Lançou ou vai  lançar algum vinho novo no mercado?

 

P.F. –  Vamos dar início às colheitas de 2011. Vão ser lançados já em Janeiro de 2016, o Quinta da Falorca Reserva 2011; Quinta da Falorca Touriga Nacional 2011. Logo de seguida o Quinta da Falorca Garrafeira 2011 e o e-falorca 2011.

Temos uma marca nova a ser lançada – Quinta da Falorca Noblesse Oblige 2011.
R.E. –  Quais as castas predominantes e o que destacaria nos seus vinhos?

 

P.F. – Castas para Tintos – Touriga Nacional, Jaen, Tinta Roriz, Alfrocheiro e Rufete.  Castas para Brancos – Encruzado e Malvasia Fina.images
R.E. –  Como está o mercado? A marca Vinhos do Dão constitui uma mais valia para a comercialização?branco
P.F. – Depois de um período mais difícil, noto uma maior facilidade de venda, principalmente na restauração de maior qualidade.

Nós exportamos cerca de 95% dos nossos vinhos. E aí não notamos nem a força, nem a fraqueza da marca Dão. Quem compra quer vinhos bons.

 

 

 

 

BOAS QUINTAS PRODUZ VINHOS DA VÁRIAS REGIÕES. NA REGIÃO DO DÃO, ENTRE A QUINTA DA GIESTA E A QUINTA DA FONTE DO OURO, POSSUI UM TOTAL DE 12 HECTARES DE VINHA PLANTADA

ENCOSTA
Sociedade Agrícola Boas Quintas Lda. Rua Dr. João Lopes de Morais, 4 3450-153 Mortágua | Telef + 351 231 921 076  Email wines@boasquintas.com

EM 2015, A BOAS QUINTAS LANÇOU NO MERCADO DOIS NOVOS VINHOS: O FONTE DO OURO ROSÉ E O FONTE DE OURO COLHEITA TARDIA. EM BREVE, HAVERÃO MAIS NOVIDADES.

FD COLHEITA

 

“Um enólogo, várias regiões, perfis distintos de vinho”  ultrapassa a fronteira do mote, tornando-se um testemunho vivo de descoberta das características únicas de cada região e da concepção de vinhos que se afirmam pela originalidade.

Boas Quintas nasceu em 1991 na região do Dão, mas só em 2010 segue como projecto multi-regional que alia o que há de melhor da Quinta da Giesta, da Quinta da Fonte do Ouro e da Herdade de Gâmbia .

NUNO cANCELA ABREU

Com boa receptividade por parte dos críticos e com um rol de prémios desde 1998, a expansão para novas quintas e regiões dá continuidade à fundação originalmente familiar, evoluindo para um projecto ambicioso de produção de vinhos nas regiões do Dão, da Península de Setúbal e do Alentejo.

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Com Quintas e Herdades no Dão, na Península de Setúbal e no Alentejo, a filosofia Boas Quintas assenta na diversidade e defende por isso que cada um dos seus vinhos tem uma natureza e identidade própria.

A empresa brinda os seus consumidores com uma produção de vinhos certificados de alta qualidade, resultado da experiência vitivinícola e do recurso a tecnologias de topo que permitem potenciar as qualidades de cada néctar, atribuindo sofisticação e complexidade.

Nova imagem.JPG

À conversa com Sofia Roquette, Directora da comunicação e imagem, podemos descobrir um pouco mais sobre estes preciosos néctares dos Deuses:

ROTEIROSEVENTOS R.E. – Como foi a colheita deste ano a nível de Quantidade e qualidade?

 

SOFIA ROQUETTE  S.R. – A pureza e finesa organolética dos mostos e dos vinhos, bem como o seu equilíbrio deixam adivinhar uma colheita de 2015 superior. A produção foi acima do normal para esta região onde obtivemos produções médias por hectare a rondar as 9 toneladas, o que corresponde a rendimentos de 60 a 75 hl/ha.FO-Encruzado1

Em termos qualitativos, a  excecionalidade desta vindima faz-nos ansiar por Brancos com potencial aromático surpreendente marcado pelos frutos brancos no Encruzado, cítricos e tropicais no Arinto e florais na Malvasia. Por sua vez, os vinhos Tintos apresentam-se genuinamente limpos de aroma com destaque nos frutos vermelhos, com taninos volumosos sem adstringência exagerada e com uma acidez notável, característica da região, que proporciona boas condições de envelhecimento.

 

 

FONTE DO OURO
R.E. –  Qual a média da vossa produção e qual a área de vinha plantada?

 

S.R. – Entre a Quinta da Giesta e Quinta da Fonte do Ouro temos na região do Dão um total de 12 hectares de vinha plantada com uma produção média de 90.000 litros anuais dando origem a cerca de 120.000 garrafas.ENCOSTA BRANCO

 

R.E. –  Lançou ou vai  lançar algum vinho novo no mercado?

 

S.R. – No ano de 2015 lançámos duas novas referências que fizeram crescer a gama Fonte do Ouro com as novidades Fonte do Ouro Rosé e Fonte do Ouro Colheita Tardia, e contámos ainda com o lançamento da marca Encosta da Vinha branco e tinto como gama de entrada.

Para 2016 estamos a preparar mais novidades que deverão ser anunciadas a devido tempo.

 

R.E. –   Quais as castas predominantes e o que destacaria nos seus vinhos?

 

S.R.Para os brancos as castas de eleição são o Encruzado e o Arinto, acompanhadas pela floral Malvasia Fina, enquanto nos tintos, a casta Touriga Nacional exuberante e equilibrada será a mais icónica dos nossos vinhos, sem esquecer as elegantes Tinta Roriz, Alfrocheiro e Jaen.FD COLHEITA

Com a pluralidade de regiões vitivinícolas, o destaque dos vinhos Boas Quintas recai sobre a filosofia assente na diversidade de portefólio, motivo pelo qual, defendemos que cada um dos nossos vinhos transporta uma natureza e identidade próprias. Trabalhamos para brindar os consumidores com uma produção de vinhos de Excelência com a assinatura do reconhecido Enólogo Nuno Cancela de Abreu, que com uma carreira construída ao longo de mais de 30 anos, tem a capacidade de manter intacta a expressão de cada terroir respeitando a segmentação das marcas. Esta segmentação é frequentemente reconhecida pelo consumidor através da fantástica relação qualidade/ preço que oferecemos, já várias vezes destacada pelos críticos no mercado nacional.

FO-Rose

R.E. –  Como está o mercado? A marca Vinhos do Dão constitui uma mais valia para a comercialização?

 

S.R. – No âmbito comercial, a Boas Quintas apresenta uma natural apetência exportadora, tendo já entrado em 20 mercados, mantemos elevadas expectativas na consolidação da nossa posição competitiva nos mercados já conquistados e abrir novos mercados como o Japão, Rússia e Canadá.

Depois do grande esforço feito nos últimos tempos por parte dos produtores do Dão na melhoria e sustentabilidade da qualidade dos seus vinhos a região, finalmente, começa a ter o devido reconhecimento por parte dos médias e dos consumidores finais. Com esta mudança de paradigma sentimos que a marca Dão  iniciou um novo ciclo no sentido da materialização da mais valia na procura e vendas dos nossos vinhos.

 

 

 

 

 

 

CAMINHOS CRUZADOS, UMA REFERÊNCIA NOS VINHOS DO DÃO, VÃO LANÇAR UMA NOVA MARCA, RESULTANTE DE UMA PEQUENA PRODUÇÃO DE EXCELÊNCIA: O ESPELHO DA IDENTIDADE DA «CAMINHOS CRUZADOS»

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CAMINHOS CRUZADOS CONTACTOS: Caminhos Cruzados, Lda. Largo Vasco da Gama, 23 3520-079 Nelas Portugal +351 232 940 195 Caminhos Cruzados, Lda Rua Tomás da Fonseca, Torre G, 1º 1600-209 Lisboa Portugal +351 210 993 049 geral@caminhoscruzados.net Lígia Santos (CEO) ligia.santos@caminhoscruzados.net Departamento Comercial comercial@caminhoscruzados.net

 

 

CAMINHOS CRUZADOS GANHOU PRÉMIO DE PRODUTOR REVELAÇÃO DO ANO 2015 ATRIBUÍDO PELA REVISTA VINHOS

A Caminhos Cruzados nasce pela iniciativa e vontade de Paulo Santos, natural de Nelas, que, determinado a regressar às suas origens para investir no mundo do vinho, decide transformar uma antiga empresa agrícola numa moderna empresa produtora e engarrafadora de vinhos.

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«Nos nossos vinhos destaco a sua extrema elegância e honestidade», Refere-nos Lígia Santos

Titular Colheita Tinto 2013

A filosofia da empresa baseia-se na produção de vinhos de qualidade, com uma vertente de tradição aliada ao modernismo e constante diferenciação que o mercado exige.Terras de Nelas Branco 2014

Os seus vinhos são feitos a partir de uvas de produção própria e de produtores seleccionados, reconhecidos pela sua qualidade e excelência de castas, todos na região do Dão.

A Caminhos Cruzados resulta da união de ideias e projectos, e promete ajudar a voltar a pôr no mapa o nome de Nelas como terra de vinhos de eleição.

 

 

No ano da graça de dois mil e doze pela vontade dos homens nasceu a adega Caminhos Cruzados, que se dedica à elaboração de vinhos que nascem de uma criteriosa selecção das melhores castas portuguesas e dos saberes de gerações.”

Os vinhos Titular foram premiados no International Challenge 2016. O Titular Encruzado 2014 e o Touriga Nacional 2013 foram premiados com medalha de PRATA, o Titular Encruzado/Malvasia Fina 2014 com medalha de BRONZE e o Titular Colheita Tinto 2013 com medalha de RECOMENDADO.

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Quinta da Teixuga, a outra  quinta dos vinhos cruzados


Situada em Vilar Seco, concelho de Nelas, no distrito de Viseu, a Quinta da Teixuga é uma propriedade rural com cerca de 30 hectares.

Titular Alfrocheiro 2011

Esta Quinta está situada em pleno coração da Região do Dão, sendo rodeada por maciços montanhosos, como a Serra da Estrela e Caramulo. Isto permite excelentes amplitudes térmicas para uma boa maturação das uvas, pois pode arrefecer muito durante a noite e estar quente durante o dia, levando a que o lento amadurecimento das uvas produza vinhos de aromas ricos e boa acidez.

Titular Encruzado Malvasia Fina 2014

Composta por várias parcelas de floresta e vinha, a propriedade é um espaço onde o contacto com a natureza é privilegiado.
Nas parcelas de vinhas da “Teixuga”, algumas com idades médias de 50 anos, podemos encontrar as melhores castas da região do Dão:

Castas tintas – Touriga Nacional, Tinta Roriz, Jaen, Alfrocheiro
Castas brancas – Malvasia-Fina, Encruzado e Bical.

Lígia Santos, da CAMINHOS CRUZADOS, fala-nos um pouco dos vinhos ali produzidos e um pouco também sobre o mercado e os vinhos do Dão:

 

 

ROTEIROSEVENTOS  R.E. –  Como foi a colheita deste ano a nível de Quantidade e qualidade?

 

O ano de 2015 foi em termos quantitativos um ano dentro da média habitual para a Região do Dão. Em termos qualitativos, quem teve o cuidado de vindimar no momento certo cada parcela e cada casta obteve uma qualidade acima da média, podendo mesmo ser considerado um ano muito bom.

Titular Touriga Nacional 2013
 R.E. – Qual a média da vossa produção e qual a área de vinha plantada?

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LÍGIA SANTOS (L.S.) – Os Caminhos Cruzados dispõem neste momento de cerca de 25 há de vinha, dos quais 5 há foram recentemente plantados. Cerca de 8 há são de vinha velha. A produção média actualmente ronda os 90.000 KgTitular Reserva 2013

 

 

R.E. – Lançaram ou vão  lançar algum vinho novo no mercado?

 

L.S. – Em 2016, além das novas colheitas da nossas marcas, vamos lançar uma nova marca. É uma produção pequena e de excelência que espelha a identidade da Caminhos Cruzados.

 

R.E. –  Quais as castas predominantes e o que destacaria nos seus vinhos?

 

L.S. – As castas predominantes são as castas típicas da nossa região, sempre com destaque da Touriga Nacional e do Encruzado. Nos nossos vinhos destaco a sua extrema elegância e honestidade.

R.E. – Como está o mercado? A marca Vinhos do Dão constitui uma mais valia
para a comercialização?

Terras de Santar Rose¦ü 2014

L.S. – O mercado está a abrir-se mais para os vinhos do Dão, reconhecendo-lhes a qualidade que eles merecem. Hoje em dia e, espero que de futuro, a marca Vinhos do Dão dá ao consumidor a garantia de uma experiência singular e de qualidade ímpar.

 

 

 

 

QUINTA DO CARVALHÃO TORTO EM NELAS INICIOU INICIOU RECENTEMENTE A PRODUÇÃO DE VINHOS BRANCOS. EM BREVE LANÇARÃO O QUINTA DO CARVALHÃO TORTO 100 POR CENTO ENCRUZADO

A Quinta do Carvalhão Torto fica situada no concelho de Nelas, centro geográfico da Região Demarcada dos vinhos do Dão.

A sua história tem um passado indelevelmente ligado à produção de vinho do Dão, sendo propriedade de uma família ancestralmente ligada ao precioso néctar, herdeira deste “saber fazer”.

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Carvalhão Torto Soc. Vinhos Unipessoal, Lda. Rua Dr. Eurico Amaral, 39 3520-050 Nelas Tel. / Fax. +351 232 944 385 Telemóvel +351 912 637 676 carvalhao.torto@sapo.pt

As suas vinhas cultivadas em regime de protecção integrada, estão implantadas a uma altitude média de 440 metros em solos granítico quartzíticos.
Enológicamente somos adeptos das características endógenas, da genuinidade dos vinhos produzidos, reveladores da especificidade das castas e do “Terroir” local.

 

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«Temos visto a qualidade dos nossos vinho ser reconhecida internacionalmente ao sermos galardoados em vários concursos Internacionais»

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CONTA-NOS LUÍS OLIVEIRA, QUE EM BAIXO NOS FALA UM POUCO MAIS DOS SEUS MAGNÍFICOS VINHOS.

 

 

ROTEIROSEVENTOS R.E. –  – Como foi a colheita deste ano a nível de Quantidade e qualidade?
LUÍS OLIVEIRA (L.O) – A colheita de 2015 foi excelente quer ao nível de qualidade quer de quantidade.

 

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R.E. –  Qual a média da vossa produção e qual a área de vinha plantada?

 

L.O. – Temos uma área de produção de cerca de 6 hectares e dependendo dos anos a produção pode variar entre as 20 a 30 mil garrafas.

 

 

RESERVA

 

R.E. –  Lançou ou vai lançar algum vinho novo no mercado?

L.O. – Iniciamos recentemente a produção de vinhos brancos e prevemos lançar em breve a nova colheita do “QUINTA DO CARVALHÃO TORTO” – 100 % Encruzado.

 

Dão Quinta do Carvalhão

 

R.E. –  Quais as castas predominantes e o que destacaria nos seus vinhos?

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L.O. – No caso dos vinhos tintos as castas predominantes são a Touriga Nacional, Tinta Roriz, o Jaen e Alfrocheiro, relativamente aos brancos o Encruzado.
Destacaria ainda que, os vinhos da Quinta do Carvalhão Torto diferenciam-se pela sua tipicidade.
Enológicamente somos adeptos das características endógenas, da especificidade das castas e do “Terroir” local, produzindo vinhos genuínos. Considerados por alguns críticos, os vinhos que melhor representam o “Dão Clássico”.
Exemplo disso é o nosso ”Quinta do Carvalhão Torto de 2005” elaborado com as castas Jaen e Alfrocheiro.

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Esta combinação singular associada a um processo de fermentação e estágio, sem intervenção de madeira, que em tudo respeita a tradição, permite produzir vinhos, com grande longevidade, elegantes, com excelente estrutura e complexidade, e aromas bastante frescos.

 

R.E. –  Como está o mercado? A marca Vinhos do Dão constitui uma mais valia para a comercialização?

 

L.O. – Apesar de nos últimos anos e até à corrente data a marca Dão não ser uma mais valia, felizmente começasse a verificar uma maior receptividade para os vinhos desta região.
Infelizmente, fruto da falta de capacidade em comunicar a região caiu no esquecimento, e como em tudo, quem não é visto não é lembrado.

 

 

 

 

 

 

QUINTA DO CRUZEIRO, DE JULIA KEMPER, EM MANGUALDE PRODUZ CERCA DE 220000 GARRAFAS POR ANO

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Contactos JULIA KEMPER WINES Quinta do Cruzeiro – Oliveira 3530-239 Mangualde quintacruzeiro@gmail.com +351 213 568 180

 

Foi há centenas de anos que a Família Melo topou as Terras de Azurara e assim foi achado o terroir do DÃO – o planalto onde se localizam as vinhas do vinho Julia Kemper.

KEMPER

Ao longo do tempo houve parcelas de terra – algumas vinhas – que saíram da esfera da Família mas tal como um boomerang, elas retornaram e hoje, uma parte, estão nas mãos de Julia de Melo Kemper.

Ao longo dos séculos a Família Melo sempre tocou as suas vinhas com o amor do agricultor que sabe fazer parte do todo magnífico de um terroir abençoado.KEMPER

Como o bom pai de família, assim o agricultor Melo sempre enamorado da sua vinha, dedicou-lhe o melhor da sua vida, e ao longo das gerações –  transmitindo conhecimentos feitos de sabores testados -, se consolidou um vinho: o liquido precioso que um dia Julia de Melo Kemper decidiu dar a conhecer ao mundo

Em 2000, Julia de Melo Kemper, advogada de profissão, em Lisboa, foi chamada por seu Pai, também um Melo, António Melo, para continuar o legado da família Melo no DÃO. E foi assim no DÃO, e na Quinta do Cruzeiro, em Mangualde que Julia Kemper se tornou também numa agricultora.

KEMPER

Nas palavras da própria Julia, “não se olhe para as vinhas Julia Kemper  como uma sorte de herdeira escolhida. Eu recusei a herança vários anos!”

Mas um dia Julia Melo Kemper aceitou o desafio… e em 2003 (nas palavras da própria) “ dei início a uma das mais belas experiências que penso podemos ter”; talvez porque a final, nós, humanos, somos urbanos recentes e entrando em contacto direto com as leis da natureza algo desperta e de que não tínhamos consciência.” No meu caso, prossegue, “o facto de ter optado pela agricultura biológica – nem me passou pela cabeça  não tratar a minha terra como  o fazia com a minha família –  intensificou esta experiência da natureza. As minhas vinhas passaram a ser prados onde toda a vida labora, para me ajudar a produzir as melhores e mais saudáveis uvas para fazer vinho.

Pretende-se dar a conhecer a nobreza e carácter da Região do Dão, através dos vinhos de JULIA KEMPER o vinho de cultura biológica. Um vinho Boutique, elegante com uma deliciosa acidez, aromas florais e uma textura incrível que só a sabedoria ancestral de uma produtora como JULIA KEMPER pode atingir.

 

JULIA KEMPER  FALA-NOS UM POUCO DOS VINHOS DE JULIA KEMPER WINES E DA REGIÃO DO DÃO:

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R.E.  – Como foi a colheita deste ano a nível de Quantidade e qualidade?

 

JULIA KEMPER (J.K.) – Foi uma quantidade razoável e uma muito boa qualidade

R.E. –   Qual a média da vossa produção e qual a área de vinha plantada?

1

J.K. – Temos 22 ha e podemos produzir até 220.000 garrafas de 0,75cl, cada ano.

R.E. – Lançou ou vai  lançar algum vinho novo no mercado?

KEMPER

J.K. – Sim vamos lançar  novos vinhos
R.E. –  Quais as castas predominantes e o que destacaria nos seus vinhos?

 

J.K. – As castas do Dão sempre! … mas não só. O que podemos destacar na experiência com os vinhos Julia Kemper é que se trata sempre de vinho muito bom que recordamos de forma muito animadora, para beber apenas, por si só, mas também quando bem acompanhado e preferencialmente harmonizado com produtos de  qualidade.

R.E. –  Como está o mercado? A marca Vinhos do Dão constitui uma mais valia
para a comercialização?
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J.K. – O mercado mundial tem-se interessado pelo vinho português e o Dão com grande destaque nesse crescimento. 

A marca do Dão foi durante décadas a melhor marca de vinhos de Portugal  – foi muito danificada mas há 15 anos alguns produtores encheram-se de brio e voltaram a mostrar, desta vez ao mundo inteiro e não apenas aos portugueses, a garra e a enorme valia  dos vinhos do Dão.

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