EIS O DOURO! PARA TERMINAR AS VÁRIAS ROTAS DO VINHO EM PORTUGAL, TERMINAMOS NO DOURO! CONHEÇA ALGUNS DOS PRODUTORES DE UMA DAS MARAVILHAS DO MUNDO!

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OS VINHOS DO DOURO
OS VINHOS DO DOURO

 

CAROS LEITORES E SIMPATIZANTES DO ROTEIROSEVENTOS, TAL COMO PROMETIDO… AQUI TERMINA A ETAPA DA «VOLTA A PORTUGAL DOS VINHOS», COMO LHE CHAMEI NO INÍCIO. índice

ALGUMAS ROTAS DE OUTROS PRODUTOS QUE O ROTEIROSEVENTOS CRIOU, ENTENDEMOS INICIAR PELO NORTE DE PORTUGAL, DESTA VEZ ENTENDEMOS INICIAR DE SUL PARA NORTE E DEIXÁMOS O DOURO PARA O FIM… JULGO QUE ELE NÃO SE IRÁ IMPORTAR… SEJAM BENVINDOS AO MUNDO ENCANTADO DO DOURO E CONHEÇAM ALGUNS DOS PRODUTORES DESTES PRECIOSOS NÉCTARES. QUERIA APENAS JÁ NO INICIO DEIXAR BEM CLARO… ESTA ROTA PRETENDE DAR A CONHECER ALGUNS PRODUTORES DE VINHO DO DOURO, E, COMO SEMPRE FOI MEU HÁBITO… VAMOS ABORDAR ALGUNS MENOS CONHECIDOS, MAS QUE FAZEM VINHOS TÃO BONS COMO OS «GRANDES DO DOURO»(PEÇO QUE ME PERDOEM).images

 

Considerada a região demarcada mais antiga do mundo, a região do Douro tornou-se famosa graças à produção de um vinho fortificado de características únicas – o Vinho do Porto. A partir de 1756, altura em que a região do Douro começou a produzir vinhos de elevada qualidade, a paisagem foi transformada num belo vale esculpido em socalcos que actualmente merece a classificação de Património da Humanidade pela UNESCO.images

Com o decorrer dos anos, o terreno acidentado e os montes escarpados que outrora pareciam de cultivo impossível foram modelados pela mão humana numa impressionante escadaria coberta de vinhedos. São estes socalcos que fazem do Douro uma região tão especial e estão na origem do seu reconhecimento como Património Mundial.images

O rio Douro e os afluentes que serpenteiam pela região, bem como as serras do Marão e de Montemuro, que a protegem dos ventos, criam as condições ideais para a produção de uvas suculentas.

A abundância de castas no Douro é notável, e algumas das videiras mais antigas permitem produzir vinhos com uma estrutura e complexidade únicas. As principais castas usadas na região do Douro incluem a Touriga Franca, a Touriga Nacional, a Tinta Barroca, a Tinto Cão e a Tinta Roriz. Além do vinho do Porto, os vinhedos do Douro produzem também deliciosos vinhos de qualidade brancos e tintos.imagem_05

Durante a visita à região do Douro poderá apreciar o processo de produção do vinho do Porto numa das numerosas quintas abertas ao público ou fazer um passeio de comboio ou barco ao longo do rio para contemplar as magníficas paisagens.

 

 

QUINTA DA SEARA D’ORDENS, EM PESO DA RÉGUA PRODUZ CERCA DE 300 MIL GARAFAS DE VINHO DE DOURO E  PORTO, LANÇOU PELA PRIMEIRA VEZ A EDIÇÃO VINDIMAS, COM 1212 GARRAFAS

 Contactos Sociedade Agricola Quinta Seara d'Ordens, Lda Morada: Quinta Seara d'Ordens 5050-341 Poiares PRG Telefone: 254 906 415 || Fax: 254 906 202 E-Mail: geral@searadordens.com

Contactos
Sociedade Agricola Quinta Seara d’Ordens, Lda
Morada: Quinta Seara d’Ordens
5050-341 Poiares PRG
Telefone: 254 906 415 || Fax: 254 906 202
E-Mail: geral@searadordens.com

Estávamos nos finais do século XVIII, quando a família Leite adquiriu uma grande extensão de terreno num sítio perto da Seara de Poiares. O seu proprietário, fascinado com a beleza do sitio e com a sua excelente localização, prontamente investiu nos acessos à propriedade e na plantação de vinha, oliveiras e amendoeiras. quintasaeradordens_presentation

Anos mais tarde, o seu filho, apesar de ser militar de carreira, nunca deixou de se preocupar com a propriedade e a sua evolução. Entretanto chegou a comandante do quartel de Lamego, mas mesmo assim passava muito tempo na sua propriedade da Seara. Durante a sua ausência do quartel eram enviados soldados à Seara receber ordens do comandante. Os populares, admirados pela passagem dos soldados a cavalo, perguntavam:

-Para onde vão?
A que os soldados respondiam:
-Vamos à Quinta da Seara receber ordens do comandante…
E então, a partir dessa altura, o sítio passou a chamar-se

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Irão aparecer vinhos de grande nível da colheita 2015, afirma José Moreira, da Quinta Seara d’Ordens

ROTEIROEVENTO R.E. – Como foi a campanha deste ano, anível de quantidade e qualidade?

 

JOSÉ MOREIRA J.M. – Podemos considerar um ano excelente em termos de qualidade e quantidade, irão aparecer vinhos de grande nível da colheita 2015.p_-1

 

R.E. – Qual a área plantada e a média de produção anual?

 

J.M. – Temos uma área de vinha de 60ha, estamos a produzir cerca de 300.000grfs de Douro e Porto.

R.E.  – Lançou ou vai lançar novo vinho no mercado?

 

J.M. – Além das novas colheitas do Reserva Vinhas Velhas 2012 e do TalentVs grande Escolha 2012, lançamos pela primeira vez a Edição VINDIMAS com o 20ª Vindima 2012, uma edição limitada a 1.212 garafas.Seara_Wineenthsiast

 

R.E. – Como analisa o mercado? A marca «Douro» é uma mais valia para a ajuda no escoamento?

J.M. – Estamos a passar por uma fase boa, onde os vinhos Portugueses se impõem e projetam cada vez mais nos mercados Internacionais e claro o Douro lidera em termos de prestígio/qualidade o que está a ser muito importante para todos os vinhos Portugueses.Quinta-Seara-D-Ordens-Reserva-1-5L_garrafa

 

R.E. –  Quais os mercados que atinge com a produção de vinho do Porto?

 

J.M. – Estamos presentes em cerca de 20 Países (nichos de Mercado), para dar um exemplo só em França temos 6 pequenos representantes em regiões diferentes.

 

 

 

 

QUINTA DO SILVAL, NO VALE DO PINHÃO, EM VALE DE MENDIZ, TEM 30 HÉCTARES DE VINHA E LANÇOU O SEU PRIMEIRO VINHO DO PORTO  –  TORQUATO DE MAGALHÃES –  EM 1870. ALÉM DO FAMOSO DORNA VELHA NOS DOC DOURO  E DOS AFAMADOS VINTAGE, NOS VINHOS DO PORTO, A QUINTA OFERECE UM TURISMO RURAL DE EXCELÊNCIA

 

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Hotel / Reservas / Vinhos Quinta do Silval 5085-104 Vale de Mendiz Tel. (+351) 254 730 060 Tlm. (+351) 926 604 734 / 967 450 621 reservas@quintadosilval.pt

A nossa marca principal, Dorna Velha, uma das primeiras marcas de vinho DOC do Douro, terá uma nova imagem, mais atual e sofisticada, traduzindo a qualidade do nosso vinho. No final de 2016 temos planeado o lançamento de uma nova marca produzida apenas com vinhos excecionais, afirma Luís Ribeiro, responsável comercial da QUINTA DO SILVAL

 

 

ROTEIROSEVENTOS –  Há quantos anos existe a Quinta do Silval e que serviços oferece aos seus clientes, além dos vinhos que produz?

 

LUIS RIBEIRO  L.R. – A Quinta do Silval tem as suas propriedades no Vale do Rio Pinhão, no coração da Região Demarcada do Douro, onde se produz o afamado Vinho do Porto. 

Tem cerca de 30 hectares de vinha e está situada na freguesia de Vale de Mendiz, no Vale do Rio Pinhão e no Roncão, a 6 Km da Vila do Pinhão.

Todos os quartos estão equipados com ar condicionado, televisão e acesso Wi-Fi gratuito.

Dispõe de um conjunto de infraestruturas, como piscina, programas de passeios pedestres, de bicicleta, de barco e de jipe, piqueniques campestres, as aulas de cozinha tradicional, provas de vinhos e tapas e os cursos de iniciação à prova. Possui ainda estacionamento privado gratuito.

 

A Quinta do Silval tem uma longa história, que data desde os meados do século XIX. A Quinta do Silval lançou em 1870 o seu primeiro vinho do Porto com marca própria – Torquato de Magalhães. No final do século XX, em 1985, o patriarca da família Magalhães – Carlos Magalhães decidiu reavivar a produção do seu singular vinho do Porto e iniciar a produção de vinhos DOC Douro.

 

 

R.E.-  Como foi a campanha deste ano a nível de qualidade e quantidade?

 

L.R. – Em termos de qualidade será um ano excepcional, talvez um dos melhores da década. Em quantidade tivemos um ligeiro crescimento em consonância com a região, apesar do nosso foco estar centrado na qualidade.

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R.E. – O que destacaria nos vossos vinhos?

 

 L.R.  – A Quinta do Silval está localizada em Vale de Mendiz e toda a nossa área de vinha é classificada com letra A, o terroir aliado a castas nobres da região do Douro, faz com que os nossos vinhos sejam verdadeiros vinhos do Douro, muito elegantes, frutados e com um potencial de envelhecimento único.

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R.E. – : Lançou ou vai lançar algum vinho/marca nova no mercado?

 

 

L.R. – A nossa marca principal, Dorna Velha, uma das primeiras marcas de vinho DOC do Douro, terá uma nova imagem, mais atual e sofisticada, traduzindo a qualidade do nosso vinho. No final de 2016 temos planeado o lançamento de uma nova marca produzida apenas com vinhos excecionais.

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R.E. –  A Marca « Douro» é uma mais valia para garantir o escoamento?

 

L.R. – A marca “Douro” é sem dúvida uma mais-valia em termos comerciais, para além de ser a região demarcada mais antiga do mundo, o vinho do Porto é um património reconhecido mundialmente.

 

 

R.E. –  Em relação ao Vinho do Porto, como analisa o mercado? e o que destacaria nos vossos vinhos do Porto?

 

L.R. – No vinho do Porto apenas produzimos as categorias especiais (LBV, Vintage), que naturalmente são produtos de nicho. É um mercado estável, no entanto há alguns países que estão com crescimentos muito grandes no consumo de vinho do Porto.

Devido ao nosso terroir os nossos vinhos do Porto são vinhos muito concentrados e aromáticos, e por isso podem ser guardados por longos anos.reserva (2)

 

 

 

R.E. –  O que significam para a Quinta do Silval os prémios que vão amealhando?

L.R. – Não nos guiamos pelos prémios mas, naturalmente que são o reconhecimento do trabalho que tem sido feito, confirmando que estamos no bom caminho.

Alguns mercados internacionais são bastante sensíveis a prémios e em termos comerciais é importante esse reconhecimento.

 

 

 

CASA DOS LAGARES – FRAGULHO ENGARRAFOU NO PASSADO MÊS DE AGOSTO DOIS TINTOS – UMA COLHEITA E UM RESERVA DOC –  EM DEZEMBRO ENGARRAFARÃO UM BRANCO 2015, UM PORTO TAWNY 20 ANOS E UM RESERVA MOSCATEL DE 2010.FRAG PORTORAÍZES QUE DÃO FRUTOS

NO FUTURO, A CASA DA QUINTA, SENDO A CASA MÃE DO CONJUNTO PATRIMONIAL, PODERÁ PASSAR, FUTURAMENTE PELA CONSTRUÇÃO DE UM HOTEL RURAL

CASA COM NEVE

A CASA DOS LAGARES,  com armazém e lagares de vinho, foi construída em 1923 com a finalidade de ser casa de habitação. Nos anos noventa, com a necessidade de se retomar o fabrico de vinho, restauraram-se os imóveis e voltaram-se a utilizar os tradicionais lagares, tendo sido desenvolvido um robô de pisa mecânico.AS VINHAS

Em 2003 foi aqui fundada a Colecção Visitável da Casa dos Lagares. Esta Colecção caracteriza-se por um espaço onde se reúne um espólio de instrumentos, utensílios e documentos que ilustram um percurso de varias gerações de uma família do Douro, na actividade vitivinícola.

A Casa dos Lagares caracteriza-se por uma empresa familiar que há várias gerações está ligada ao vinho e à vinha. Esteve sempre situada em Cheires, na Região do Douro, onde tudo isto representa um forte determinismo histórico e cultural.

FRAGULHO
Casa dos Lagares, Soc. Agrícola e Comercial, Lda. , Casa da Quinta, Cheires, 5070 -342 Sanfins do Douro

Aqui foi fundado, no séc. XVII, um morgadio, sendo edificada uma casa (com um torreão, ainda existente), uma capela (datada de 1659) e outras construções que fundam uma exploração agrícola e terão dado origem à actual povoação de Cheires. É o ponto de partida nesta história.

 O crescimento das exportações de vinho do Porto origina o alargamento progressivo da área de vinha na Região do Douro e a sua demarcação. As culturas iniciais são substituídas pela vinha e pelo azeite, que se tornam a principal actividade da quinta, dando origem a novas estruturas como lagares de vinho e de azeite.

 

ROTEIROSEVENTOS R.E  –  Como foi a campanha deste ano a nível de qualidade e quantidade?
JOSÉ MORAIS J.M.  -A campanha deste ano para nós foi de quantidade moderada mas suficiente, resultando sempre vinhos bastante completos e equilibrados. Julgamos que se tratará de uma boa qualidade a desta vindima.
R.E. –  Qual a área plantada e média de produção anual?
J.M. -A área plantada é de 17ha, dos quais 7 estão em fase de prévia de serem reconvertidos, por isso pouco produtivos.
Aproxima-se a produção de 65000 litros de vinhos tinto e branco DOC e Vinho do Porto.
R.E. – Lançou ou vai lançar novo vinho no mercado?FRAGULHO1
J.M. -Em Agosto engarrafamos dois tintos, um colheita e um reserva DOC ambos de 2012.
Em Dezembro engarrafaremos um branco 2015, um Porto tawny 20 anos e um Reserva moscatel de 2010.
R.E. –  Como está o mercado? A marca Douro é uma mais valia para o produtor escoar?
J.M. – O mercado parece saturado de marcas e escasso em clientes.
A idoneidade e o trabalho dos produtores do Douro tem sido o mais importante, a marca Douro está a ajudar muito.ROSÉ
R.E. –  Quais os mercados internacionais que o vosso Vinho  já atinge  a exportação é uma das formas mais eficientes para garantir o escoamento?
J.M. -Pouco conseguimos no estrangeiro.
COlocamos um pouco de vinho na Bélgica, Luxemburgo e França.
CASA AGRÍCOLA HORTA OSÓRIO LANÇOU NO FINAL DE NOVEMBRO O H.O.  – GRANDE ESCOLHA TINTO 2012, ELEITO O MELHOR TINTO NO EVENTO «ENCONTRO COM O VINHO».
H.O.-Grande Escolha 2012
Casa Agricola Horta Osório, S.A. Quinta do Pontão – Cumieira 5030 – 046 Santa Marta de Penaguião Telemóvel: (+351) 91 3404 028

Os vinhos “H.O. – Horta Osório Wines” provêm exclusivamente de uvas produzidas nas próprias quintas da Casa Agrícola Horta Osório onde, além de “vinhas velhas”, “novas vinhas” foram plantadas com as melhores castas tradicionais do Douro, em “terroirs” únicos.hortaosoriocasaacores

As uvas são colhidas no momento em que apresentam uma perfeita maturação fenólica, o que ocorre normalmente na 4ª semana de Setembro. Toda a vindima é feita manualmente o que possibilita uma escolha e selecção apurada. O transporte das uvas da vinha para a Adega, é feito em pequenos contentores de 20 Kg. Todo o processo de vinificação é acompanhado, mantendo a fermentação com temperatura controlada, para garantir a elevada qualidade dos vinhos.P1020361

Para a produção de vinhos brancos as uvas são mantidas antes do esmagamento, em câmara frigorífica.

À  conversa com João Azevedo Mendes, Assessor do Conselho de Administração, permite-nos conhecer um pouco mais destes aut~enticos néctares que a quinta produz:

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como foi a campanha desta ano a nível de quantidade e qualidade?

 

JOÃO AZEVEDO MENDES J.A.M. – A campanha de 2015 relativamente à venda de vinhos do ano passado, registará uma subida nas vendas a rondar os 65 a 70% relativamente ao ano anterior.

H.O._Moscatel Galego Branco 2014
Escritórios em Lisboa: H.O. – Horta Osório Wines Avenida Duque de Loulé, 110 1050-093 Lisboa – Portugal Telef.: (+351) 21 371 5870 – Fax: (+351) 21 385 7805 e-mail: geral@hortaosoriowines.pt

No que à vindima diz respeito, prevemos que os vinhos da colheita de 2015, se revelem com qualidade acima da média, aumentando também a quantidade.H.O.-Rosé 2014

 

 

R.E. – : Qual a área de plantação de vinha, bem como o média de produção?

 

J.A.M . – A área total de vinha são 45hectares, sendo parte da uva vendida para beneficio (+/-30%).P1020342

 

R.E –  Quais as características que destacaria nos vossos vinhos?

 

J.A.M.  –  Tratam-se de Características únicas de vinhos produzidos com paixão em condições de excelência.H.O.-Touriga Nacional tinto 2012

 

R.E. –  Lançou ou vai lançar algum vinho novo no mercado?

 

J.A.M.  – Lançámos no final de Novembro, o H.O.-Grande Escolha tinto 2012, eleito no Encontro com o Vinho, o melhor vinho tinto do evento.H.O.-Grande Escolha 2012

 

 

R.E. –  A Marca «Douro» é uma mais valia para a promoção dos vossos vinhos?

 

J.A.M.  – Sem dúvida!

 

 

 

 

 

VINHOS CONCEITO, DO VALE DA TEJA PARA O MUNDO!

Conceito RED Wine 2011 South Africa

VINHOS CONCEITO VAI LANÇAR O PRIMEIRO ESPUMANTE, « uma cuvée limitada feita com Grüner Veltliner plantado num planalto granítico», CONTA-NOS RITA MARQUES, ENÓLOGA E PROPRIETÁRIA DA MARCA.

Conceito Porto Tawny 10Y.o.
CONCEITO – VINHOS TELEM.: + 351 939 000 350 TEL./FAX: + 351 279 778 059 GPS: N 41° 2.397′; W 7° 18.094′ CONCEITO@CONCEITO.COM.PT WWW.CONCEITO.COM.PT

 

Os vinhos CONCEITO traduzem a forma como Rita Marques concebe o vinho, o entendimento que tem da região, eis o ponto de partida do projecto e inspiração da história destes vinhos.Conceito Branco Douro x

O ideal de produção de um vinho, está na capacidade desse vinho estar bem em todas as fases da sua evolução. Este ideal só é possível com uma associação perfeita entre concentração e elegância, conferindo ao vinho o seu aspecto mais importante: o equilíbrio! esta é a palavra chave de uma produção baseada no respeito pelo terroir._MG_6490

ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como foi a campanha desta ano a nível de quantidade e qualidade?
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RITA MARQUES R.M. – Muito boa. Os vinhos têm muito equilíbrio entre fruta e estrutura, entre complexidade e precisão.

R.E. –  Qual a área de plantação de vinha, bem como o média de produção?

 

R.M. – Temos 83 hectares de vinhas. Cada parcela é diferente, já que temos uvas para Porto, branco, tinto, vinhas velhas e outras mais recentes. A média andará nas 4 toneladas por hectare._MG_6479

R.E. –  Quais as características que destacaria nos vossos vinhos?

 

R.M. – Dada a localização das nossas vinhas em altitudes entre 450m e 600m, e o nosso desejo de vinhos equilibrados, eu diria que a característica que é comum a todos é a acidez natural, que se sente na suavidade e frescura em prova.

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R.E. –  Lançou ou vai lançar algum vinho novo no mercado?

 

R.M.  – Estou a lançar o meu primeiro espumante, uma cuvée limitada feita com Grüner Veltliner plantado num planalto granítico.

R.E. –  A Marca «Douro» é uma mais valia para a promoção dos vossos vinhos?

R.M. – Apesar de tudo, penso que sim.

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CONCEITO VINTAGE

 

R.E. –  O que significam, para vós, os prémios que vão amealhando?Contraste Tinto 2011

 

R.M. – Ajudam na parte comercial, acabando também por ser o reconhecimento do nosso trabalho. No entanto, o maior prémio é a preferência dos nossos clientes, que se traduz numa fidelidade às nossas marcas, que nós procuramos honrar com consistência de qualidade, tentando que cada garrafa do nosso vinho seja um mensageiro do nosso terroir directamente para os copos dos nossos clientes em todo o mundo.

 

 

 

 MUXAGAT VINHOS:  A EXCELÊNCIA NO DOURO SUPERIOR, ALIANDO A EXPERIÊNCIA COM A INOVAÇÃO, RESULTAM VINHOS QUE TODOS OS ANOS VÊEM O RECONHECIMENTO DO TRABALHO, NOS NUMEROSOS PRÉMIOS AMEALHADOS

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Mateus Nicolau de Almeida é filho de João Nicolau de Almeida, enólogo que há muitos anos desenha os perfis dos melhores vinhos na Ramos Pinto e neto de Fernando Nicolau de Almeida, o criador do Barca Velha.

Mateus quis ganhar mundo e depois de ter estudado e trabalhado em Bordéus lançou em 2003 um projecto próprio, a empresa Muxagat Vinhosimages

Neste momento, a Muxagat Vinhos sofreu uma remodelação e Susana Lopes assumiu a gerência, a par do seu pai. A produção de vinhos de qualidade excelente continua garantida, com a enologia entregue a Luís Seabra, que durante muitos anos esteve ao serviço da Nieport.

A política seguida na produção baseia-se sobretudo em interferir o menos possível na vinificação permitindo que as características do solo de cada vinho possam desenvolver-se e mostrar-se no vinho, com um acompanhamento constante e próximo dos trabalhos na vinha e adega.

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Muxagat Vinhos, Lda morada: Av. Gago Coutinho e Sacadura Cabral – 6430-183 localidade: Mêda Portugal N.C.: 506534952 tel: +351 279 883 009 Telemóvel: +351 93 526 32 62 geral@muxagat.pt

 

«O Douro é neste momento umas das regiões a despertar maior interesse na comunidade internacional do sector, como tal, sentimo-nos orgulhosos por fazer parte dela aproveitando também as contrapartidas que podemos obter daí.», conta-nos Susana Lopes

ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como foi a campanha desta ano a nível de quantidade e qualidade?

 

SUSANA LOPES S.L. – A qualidade foi óptima, as condições meteorológicas ao longo do ano vitícola foram favoráveis para que as uvas chegassem à adega em bom estado sanitário e com os níveis de maturação que nós pretendíamos.  Em termos de quantidade, decidimos não aumentar muito a produção, mantivemos o mesmo que o ano passado.

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R.E.-  Qual a área de plantação de vinha, bem como o média de produção?

 

 S.L – A Muxagat Vinhos não tem vinha própria, mas, nós, os sócios temos em paralelo uma quinta em que temos cerca de 80 ha de vinha. A produção ronda as 300 toneladas, mas para a muxagat vieram apenas 50 toneladas, e o resto vendemos para outros produtores de vinho. O resto das nossas uvas provêm de pequenas parcelas da aldeia de Muxagata de Vila Nova de Foz-Côa.

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R.E. –  Quais as características que destacaria nos vossos vinhos?

 

S.L – Em todas as vindimas produzimos vinhos que pretendemos que expressem o “terroir” que deu origem às uvas e as características que as condições meteorológicas lhes conferem.

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R.E. – Lançou ou vai lançar algum vinho novo no mercado?

 

 S.L. – Fizemos algumas experiências e por enquanto não passam disso mesmo, mas ainda é muito cedo para afirmar uma coisa dessas, vamos ver como correm e decidiremos mais tarde.

 

R.E. –  A Marca «Douro» é uma mais valia para a promoção dos vossos vinhos?

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S.L. – O Douro é neste momento umas das regiões a despertar maior interesse na comunidade internacional do sector, como tal, sentimo-nos orgulhosos por fazer parte dela aproveitando também as contrapartidas que podemos obter daí.

 

R.E. –  O que representam para vós os prémios que vão amealhando nos concursos?

 

S.L. – São o reconhecimento do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido. É sinal de que aquilo que fazemos é bem feito e o nosso objetivo de fazer chegar ao consumidor, vinhos de qualidade, é cumprido.

 

 

R4VINHOS, NO BAIXO CORGO PRODUZ 2 GRANDES MARCAS DE VINHOS: O MÃOS E O IRMÃOS:

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rarpmiranda@r4vinhos.com +351969207903

«Temos 2 grandes marcas, o MÃOS e o IRMÃOS, onde o MÃOS surge como a nossa gama média/alta e onde nós mostramos vinhos monovarietais como MÃOS Codega do Larinho, MÃOS Tinta Roriz, o primeiro MÃOS Encruzado do Douro, o primeiro MÃOS Cerceal do Douro e não ficaremos por aqui, é uma promessa», afirma Rafael Miranda, um dos quatro irmãos (Roberto, Ricardo,Rudolfo e Rafael) que deram as mãos neste projecto.

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R4VINHOS INICIOU UM PROJECTO COM  22 HECTARES DE VINHA E  HOJE EM DIA POSSUEM  150 HECTARES, DISTRIBUÍDOS POR 6 QUINTAS, ONDE BUSCAM A MELHOR QUALIDADE, NUM DESAFIO DIFÍCIL MAS AGRADÁVEL.999650_544532992273348_2094656744_n

«Os nossos vinhos destacam-se pela frescura e juventude, por trazerem algo novo para o mercado, de castas pouco usadas, um pouco esquecidas ou que os Produtores/Engº/Enólogos não acreditavam nelas e nós acreditamos que conseguimos diferenciar e tirar o máximo proveito da casta. Somos produtores do Baixo-Corgo e queremos mostrar mesmo isso, vinhos elegantes, complexos ao mesmo tempo e cheios de história. Vinhos prontos a entrar no mercado, comerciais por isso, mas que se sente a boa acidez destes e o seu potencial de envelhecimento».293242_437192332969712_394638357_n

ROTEIROSEVENTOS R.E. – Como decorreu a campanha desta ano a nível de quantidade e qualidade?

RAFAEL MIRANDA R.M. –  A nossa vindima correu muito bem, tendo correspondido a quantidade à qualidade, um ano excepcional, com lotes muito bem seleccionados de enorme potencial de qualidade. Maturações equilibradas e finalizadas no período correcto, tendo as chuvas iniciais ajudado a melhorar toda a sua evolução.
Matéria prima de excelência para a produção de grandes vinhos.


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R.E. – Qual a área de plantação de vinha, bem como o média de produção?480023_547434368649877_889181835_n

R.M – O nosso projecto começou com 22ha, hoje em dia possui 150ha distribuídos por 6 quintas com exposições e altitudes diferentes, algo que nos dá mais componente qualitativa e capacidade diferenciadora. Conseguimos ter diferentes castas em terroirs completamente diferentes e palmilhar as 6 quintas em busca da melhor qualidade possível é sempre um desafio difícil, mas que ao mesmo tempo nos dá um prazer enorme.

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R.E. – Quais as características que destacaria nos vossos vinhos?


R.M. –  Os nossos vinhos destacam-se pela frescura e juventude, por trazerem algo novo para o mercado, de castas pouco usadas, um pouco esquecidas ou que os Produtores/Engº/Enólogos não acreditavam nelas e nós acreditamos que conseguimos diferenciar e tirar o máximo proveito da casta. 1016540_535807683145879_1437510701_n

Somos produtores do Baixo-Corgo e queremos mostrar mesmo isso, vinhos elegantes, complexos ao mesmo tempo e cheios de história. Vinhos prontos a entrar no mercado, comerciais por isso, mas que se sente a boa acidez destes e o seu potencial de envelhecimento.
É importante referenciar sempre que os nossos vinhos têm cheiro e carácter a Douro, e aqui é que queremos honrar a região.

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R.E. – Lançou ou vai lançar algum vinho novo no mercado?


R.M. – Temos 2 grandes marcas, o MÃOS e o IRMÃOS, onde o MÃOS surge como a nossa gama média/alta e onde nós mostramos vinhos monovarietais como MÃOS Codega do Larinho, MÃOS Tinta Roriz, o primeiro MÃOS Encruzado do Douro, o primeiro MÃOS Cerceal do Douro e não ficaremos por aqui, é uma promessa.1012002_539711122755535_496315707_n

 


R.E. –  A Marca «Douro» é uma mais valia para a promoção dos vossos vinhos?


R.M. –   A marca DOURO, foi, é e será sempre uma mais valia para nós e para todos os produtores da região, basta conseguir trazer os clientes/parceiros a um miradouro e o negócio está semi concluido.
Sobre este assunto gosto muito de dizer “que a nossa marca é o DOURO à qual os IRMÃOS deram as MÃOS, assim sendo temos que cuidar do Douro como uma marca nossa.”

 

 

 

 

QUINTA DO NOVAL, NO CORAÇÃO DO VALE DO DOURO (PINHÃO) É O ÚNICO EXPORTADOR HISTÓRICO DE VINHO DO PORTO QUE TEM O NOME DA SUA VINHAimages

ESTE ANO, COM UMA CAMPANHA DE EXCELÊNCIA, ATINGIRAM A PRODUÇÃO DE 500.000 LITROS

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A Quinta do Noval distingue-se pela beleza dos seus terraços, pela casa, armazém e lagares típicos, que continuam em utilização corrente.

Referenciada pela primeira vez em 1715, a Quinta do Noval foi adquirida em 1894 por António José da Silva, que a desenvolveu nas três décadas seguintes. Os seus descendentes (recentemente, a família van Zeller) mantiveram a quinta até 1993, ano em que foi adquirida pela AXA. Em 1997, a Quinta do Noval foi pioneira a centralizar todas as suas atividades no vale do Douro, em vez de em Vila Nova de Gaia.

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Nas suas vinhas e lagares foi produzido o Quinta do Noval Nacional 1963, eleito um dos 12 melhores vinhos do século XX pela publicação americana Wine Spectator.

A vinha, totalmente classificada com letra A , está plantada com as castas nobres da região do Douro: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinto Cão, Tinta Barroca, Tinta Francisca, Sousão.

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As parcelas da vinha possuem uma diversidade geográfica rica.

. altitude : dos 100m aos 500m

. exposição : a todos os pontos cardeais

. solo : xisto com fragmentos de argila, de mistura variável

Estas características conferem aos vinhos diferentes nuances conforme a sua parcela de origem. Da fusão dessas nuances nasce a magia dos vinhos da Quinta do Noval.

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«O nome Quinta do Noval evoca para mim acima de tudo um lugar. Um lugar mágico, um lugar histórico. Um pedaço de terra capaz de produzir vinhos que se encontram entre os melhores do mundo. Os vinhos da Quinta do Noval exprimem a grandeza deste «terroir», desta paisagem majestosa. Evocam também os séculos de história necessários para que estes vinhos maravilhosos possam existir.»

Christian Seely

Diretor-Geral

 

«Lançámos recentemente o Cedro do Noval Branco 2014, produzido a partir das castas Viosinho e Gouveio»,  conta-nos Rute Monteiro», Directora comercial da Quinta do Noval.noval_harvest_2__image_9_740

 

ROTEIROSEVENTOS R.E. – : Como foi a campanha deste ano a nível de quantidade e qualidade?

RUTE MONTEIRO R.M – A campanha de 2015 foi de excelente qualidade e resultou numa produção de cerca de 500.000 litros600

 

R.E. – Qual a área de plantação de vinha, bem como o média de produção?

R.M. – A nossa área de plantação actual ronda os 145 hectares com uma média de produção de entre 27 e 30 hectolitros por hectare.

 

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R.E. –  Quais as características que destacaria nos vossos vinhos?

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R.M. – Os vinhos da Noval destacam-se sempre pela pureza de fruto, elegância, poder e finesse.qdn_vin

 

R.E. –  Lançou ou vai lançar algum vinho novo no mercado?

 

R.M – Lançámos recentemente o Cedro do Noval Branco 2014, produzido a partir das castas Viosinho e Gouveio.

 

 

R.E. –  A Marca «Douro» é uma mais valia para a promoção dos vossos vinhos?cedro-do-noval-2010-vinho-tinto

R.M. – A marca “Douro”, associada à marca Noval é uma mais-valia.

Por exemplo, o Cedro do Noval é um vinho Regional Duriense e é o vinho mais vendido pela Noval.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VINHOS DUORUM É O RESULTADO DE UM PROJECTO DE DOIS ENÓLOGOS PENSADO A REGIÃO CIMA CORGO E DOURO SUPERIOR.

 

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A DUORUM JÁ PLANTOU 43 HECTARES DE VINHA, E NESTE MÊS TERMINARÁ O SEU PROCESSO, COM MAIS 18 HA, PERFAZENDO UM TOTAL DE 60 HECTARES

RECENTEMENTE LANÇARAM NO MERCADO UM RESERVA ESPECIAL DO DOURO: O O. LEUCURA2011!LEUCEURA

DUORUM VINHOS, UMA MARCA PORTUGUESA DUAS VEZES CONSECUTIVAS NA LISTAGEM DOS TOP 100 VINHOS DO MUNDO

Mais uma vez os vinhos portugueses dão que falar.

 

A Duorum Vinhos pertence ao grupo João Portugal Ramos Vinhos, um projecto encabeçado pelos enólogos João Portugal  e José Maria Soares Franco, que aliam o melhor da tradição à modernidade, com um grande enfoque para a conduta ambiental seguindo uma política de biodiversidade e de desenvolvimento rural sustentável.

Tons de Duorum Tinto 2013 é produzido a partir das castas Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz. Apresenta uma cor vermelha intensa, com aroma a morango e framboesa resultando num final fresco, suave e elegante.
E deixamos o melhor para o fim: o preço. Pode encontrar o Tons de Duorum Tinto 2013 na moderna distribuição por 3,99 euros (PVP). Por cá, e um pouco por todo o mundo!

Dois enólogos que marcam a história do vinho em Portugal nas últimas décadas, em duas regiões que o mundo reconhece como de elevada qualidade e personalidade, o Douro e o Alentejo, reencontram-se num projecto pensado para o Douro, nas regiões do Cima Corgo e Douro Superior, dois terroirs excepcionais e protegidos. Assim nasce DUORUM, um projecto sonhado e realizado nos vinhedos milenares do Douro.

DUORUM

A DUORUM Vinhos iniciou a sua actividade em Janeiro de 2007 e exprime a vontade de João Portugal Ramos e de José Maria Soares Franco de juntarem as suas actividades profissionais de enólogos num projecto de produção de vinhos do Douro de características únicas e de dimensão internacional.

José Maria Soares Franco aceitou o nosso desafio de nos falar um pouco dos VINHOS DUORUM

DUO

 

ROTEIROSEVENTOS R.E. –  como foi a campanha deste ano a nível de qualidade e quantidade?

VINHAS

JOSÉ MARIA SOARES FRANCO  J.M.S.F. – 2015 foi um ano de muito boa qualidade na Região do Douro e de quantidade ligeiramente superior à média.
R.E. –  Qual a área plantada e média de produção anual?
DUO
J.M.S.F.  – A Duorum já plantou 43 ha e está em fase de plantação neste mês de cerca de 18 ha, perfazendo um total de vinha para o futuro de 60 ha.
A média de produção anual é neste momento de cerca de 5 000 kg/ha.
DUORUM
Duorum Quinta de Castelo Melhor EN 222, Km 216.8 5150-146 Vila Nova de Foz Côa Portugal E-mail: duorum@duorum.pt
R.E. –  Lançou ou vai lançar novo vinho no mercado?
J.M.S.F. –  – Lançámos recentemente o O. Leucura 2011, um Reserva Especial do Douro
R.E. –  Como está o mercado? A marca Douro é uma mais valia para o produtor escoar?
DUO
J.M.SF. –  O mercado de Vinhos Do Douro está em crescente e atinge níveis de notoriedade muito bons a nível nacional e Internacional. A marca Douro é óbviamente  uma mais valia na comercialização dos nosso Vinhos.

 

 

 

 

 

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