A ROTA DO TURISMO RURAL TRÁS-OS MONTES E ALTO DOURO

O Turismo no Espaço Rural apresenta características próprias, pouco tendo em comum com as modalidades convencionais de turismo. Com efeito, esta actividade tem como objectivo essencial, oferecer aos utentes a oportunidade de reviver as práticas, os valores e as tradições culturais e gastronómicas das sociedades rurais, beneficiando da sua hospedagem e de um acolhimento personalizado.PRODUTOALMEIDA_264_AV
Visto pela perspectiva do desenvolvimento rural, o turismo no espaço rural é uma das actividades mais bem colocadas para assegurar a revitalização do tecido económico rural, sendo tanto mais forte, quanto conseguir endogeneizar os recursos, a história, as tradições e a cultura de cada região.
Ele é não só um factor de diversificação das actividades agrícolas, como um factor de pluriactividade, através da dinamização de um conjunto de outras actividades económicas que dele são tributárias e que com ele interagem. É o caso do artesanato, da produção e venda na exploração de produtos tradicionais, dos quais se destacam os produtos agrícolas e géneros alimentícios certificados, dos serviços de transporte, de animação, de guias etc, etc.032
Importa, pois, promovê-lo de forma harmoniosa e sustentada, no respeito pelas diferenças que caracterizam cada região e pelos requisitos de qualidade e de comodidade exigidos pela clientela que o procura.
Foi com base nestes pressupostos que o Governo adoptou um conceito de turismo no espaço rural, entendido como um produto completo e diversificado que integra as componentes de alojamento, restauração, animação e lazer, baseado no acolhimento hospitaleiro e personalizado e nas tradições mais genuínas da gastronomia, do artesanato, da cultura popular, da arquitectura, do folclore, e da história.

QUARTO VISTA JARDIM

Face a um crescimento de apostas em turismo rural a nível nacional, já há muito se reclama a sua respectiva Rota.

Assim, o Roteiroseventos pretende com esta Rota, explorar cada cantinho de Portugal, abordando nesses mesmos locais, os ponto de interesse para visita (o que visitar), algumas sugestões para aproveitar a estadia (o que fazer),bem como indicará um local para repasto (onde comer) e o respectivo turismo rural para a respectiva pernoita.Piscina1

Daremos aos nossos leitores algumas centenas de locais e ideias para uma viagem ao mundo rural e ao seio da natureza.

UMA VEZ QUE A ROTA DO TURISMO RURAL A NÍVEL NACIONAL SE REVELA BASTANTE EXTENSA, GRAÇAS À BASTANTE ADESÃO DOS OPERADORES TURÍSTICOS QUE FIZERAM O FAVOR E TIVERAM A AMABILIDADE DE COLABORAR CONNOSCO,

RESOLVEMOS SUBDIVIDIR A ROTA DO TURISMO RURAL POR REGIÕES.

EIS A ROTA DA REGIÃO DE TRÁS OS MONTES ALTO DOURO!

Venha daí viajar connosco!

 

AO VISITAR TRÁS OS MONTES, NÃO SE ESQUEÇA DE PROVAR ALGUNS DOS MELHORES AZEITES DO MUNDO, ONDE O AZEITE ACUSHLA, PELA QUALIDADE E PRÉMIOS DE RECONHECIMENTO QUE VEM AMEALHANDO, MERECE O SEU DESTAQUE!

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Acushla S.A. Sede Rua Frei Leão de Santo Tomás, 468 B 4785-154 Ervosa – Trofa – Portugal Telefone: +351 252 490 010 Fax: +351 252 490 019 Email: acushla@acushla.com

 

CONHEÇA O DOURO INTERNACIONAL, NA FRONTEIRA DE MIRANDA DO DOURO, APRECIE OS SABORES MIRANDESES, A CULTURA E A IDENTIDADE DA SEGUNDA LÍNGUA NACIONAL, APRECIE OS RECANTOS DO DOURO, O PLANALTO MIRANDÊS E FIQUE UNS DIAS  NA CASA DO BODELGO, EM SENDIM PARA FUGIR AO STRESS DO MEIO URBANO

MIRANDA

A casa do Bodelgo está inserida na zona antiga de Sendim, inserida em pleno parque do Douro Internacional, oferece aos seus clientes todo conforto moderno mas mantendo sempre a traça antiga da região e em particular do Planalto Mirandês.
O proprietário oferece a todos os seus clientes licores, nozes e amêndoas da sua exploração agrícola.
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Casa do Bodelgo Rua do Bairro Alto, nº 102 5225-000 Sendim email: casa@bodelgo.pt Telef: (+351) 937 383 993

A região do Planalto Mirandês, inserida em pleno Parque Natural do Douro Internacional, oferece-lhe belezas naturais e culturais impares.

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Sede de concelho com 17 freguesias, Miranda do Douro situa-se na parte mais meridional de Trás-os-Montes, sobre a margem direita do rio Douro que a separa dos vastos planaltos da província de Leão (Espanha).
Conquistada pelos árabes em 716, estes deram-lhe o nome de “Mir-Andul” que ao longo dos tempos evoluiu para “Miranda”. Foi elevada a vila em 1286 e a cidade em 1545.
Actualmente, o concelho tem no comércio, na indústria e na hotelaria as suas bases económicas. No ramo industrial destacam-se as indústrias de cutelarias, tanoaria, enchidos regionais e padarias. O ambiente paisagístico e a variedade da flora e fauna são propícios à observação da natureza e prática de caça e pesca desportiva nas albufeiras das barragens do concelho.

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Miranda do Douro é o único concelho do país onde se pode ouvir falar o “Mirandês” – única variedade linguística com traços dos dialectos leoneses que sobreviveu ao tempo em território português e tem hoje reconhecimento legal.
A «Pauliteiros de Miranda», dança masculina inicialmente guerreira, executada ao toque da gaita de fole com grande espectacularidade, tanto no colorido dos trajos de origem milenar, como nos movimentos e som, é traço bem conhecido desta região de tantas e tão ricas tradições culturais.

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OS PAULITEIROS DE MALHADAS, MIRANDA DO DOURO

A riqueza da sua história é testemunhada pelos monumentos espalhados pelo concelho e por aqueles que se situam no centro histórico da cidade. A riqueza das suas tradições espelha-se nas romarias, sendo as principais a de Nossa Senhora do Monte, realizada a 15 de Agosto em Duas Igrejas e a de Nossa Senhora do Nazo, realizada nos dias 7 e 8 de Setembro, na freguesia da Póvoa.TABAFEIAS

IR A MIRANDA DO DOURO, CONHECER AS ARRIBAS DO DOURO, APRECIAR A CULTURA DESTE POVO, CONHECER A RURALIDADE, VISITAR AS RUÍNAS DO CASTELO E DA MURALHA, APRECIAR A HISTÓRIA DO MENINO JESUS DA CARTOLINA, PROVAR OS PRODUTOS DA REGIÃO, COMO OS FAMOSOS ENCHIDOS (BUTELO, AS FAMOSAS TABAFEIAS (ALHEIRAS), A POSTA MIRANDESA, A BOLA DOCE, O FOLAR MIRANDÊS, O MEL DA REGIÃO, O VINHO QUE SE PRODUZ EM SENDIM, É UM DESFIO QUE NINGUÉM PODE DEIXAR DE ACEITAR.

NÃO DEIXE DE VISITAR SENDIM, A CERCA DE 20 KMS DE MIRANDA, PROVAR A POSTA DA GABRIELA, SABOREAR OS VINHOS E LICORES DO AQUILINO RIBEIRO (VINHOS MESETA E LICORES L’ALMA PENADA). AO DECIDIR INSTALAR-SE EM SENDIM, OPTA POR FICAR NO CENTRO DE UMA REGIÃO ONDE TEM MIRANDA DO DOURO A CERCA DE 20 KMS, PODENDO ADMIRAR AS MARAVILHOSAS PAISAGENS DA BEMPOSTA MESMO AO LADO E, A CERCA DE 30 KMS, ENCONTRA MOGADOURO.meseta

Além de todos estes encantos, o município promove anualmente inúmeros festivais e feiras de produtos regionais que trazem a esta região milhares de turistas,

dos quais destacamos em finais de Janeiro o Festival Sabores Mirandeses, na altura da Páscoa, promove-se o festival da Bola Dôce. Durante o mês de Agosto, as Festas da cidade promovem os produtos regionais, que decorre numa semana onde todos os dias tem actuações musicais.

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BOLA DOCE DE MIRANDA

Não deixe de conhecer o posto Zoo técnico de Malhadas, bem como a sua Igreja, setecentista, que até encantou José Saramago.

DESCANSE UNS DIAS POR TERRAS DE MIRANDA NA CASA DO BODELGO

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A Casa do Bodelgo é uma unidade de agro-turismo situada em Sendim, concelho de Miranda do Douro.

A casa é constituída por três quartos com camas de casal, dois wc, cozinha e sala.

Aqui poderá encontrar todo o conforto para usufruir da estadia na companhia da sua família e/ou amigos.

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ROTEIROSEVENTOS R.E. – : Há quanto tempo existe a vossa Casa de Turismo enquanto casa de turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

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AQUILINO GINJO  A.G.  – A casa existe há 1 ano, Foi com o objectivo de manter as tradições desta terra e reconstruir o património dos meus antepassados.

R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a quinta?

A.G. – A casa tem 3 quartos, duas casas de banho,sala e cozinha com todo o equipamento necessário a confecção de refeições, 3 bicicletas btt .BODELGO5

R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

A.G. – O sector está muito parado, todas as casas deste sector deveriam oferecer aos turistas  uma rede de visitas por toda a região.

R.E. –  A Câmara e o turismo de Miranda e Municípios vizinhos têm contribuído para trazer o turismo à região?
A.G. – Sim, todos municípios têm  tentado ajudar na medida do possível.

VISITE BRAGANÇA, A CIDADE, OS ARREDORES, CONHEÇA A TRANQUILIDADE DA NATUREZA QUE O MONTESINHO E O PARQUE BIOLÓGICO DE VINHAIS LHE OFERECE. DELICIE-SE COM A GASTRONOMIA DE TRÁS OS MONTES, APRECIE O MEL DE MONTESINHO E DELICIE-SE COM UNS DIAS DE REPOUSO NA CASA DE TURISMO RURAL IGUAL HABITAT, EM RABAL

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A Igual Habitat é uma casa de Turismo Rural localizada em Rabal, uma aldeia típica do Nordeste Transmontano, rodeada pelo fantástico Parque Natural de Montesinho onde a natureza os cheiros e as espécies únicas, fascinam todos os nossos sentidos.

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Morada Rua da Veiga N.º 51 5300-791 Rabal – Bragança – Portugal +351 918 666 138 +351 912 681 141

A Igual Habitat é caracterizada pela fusão de uma tradicional casa transmontana e a modernidade, conforto e comodidades dos nossos tempos.

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A Igual Habitat é a única casa de turismo rural que têm características únicas na sua Arquitectura e acabamentos que a tornam 100% acessível a pessoas com mobilidade condicionada, está dotada de todos os equipamentos necessários por forma a tornar a sua estadia o mais confortável possível.

Não deixe de visitar, porque este é “Um Reino Maravilhoso.”, AQUI FICA O NOSSO CONVITE, PELAS PALAVRAS DE ANA PEIXOTO, A PROPRIETÁRIA DESTE SONHO TORNADO REALIDADE.

CONHECER BRAGANÇA, O MONTESINHO E VINHAIS… A REGIÃO DA NATUREZA POR EXCELÊNCIA  E FICAR UNS DIAS A REPOUSAR NA IGUAL HABITAT SERÁ TÃO GRATIFICANTE QUE NÃO RESISTIRÁ A VOLTAR!

O distrito de Bragança, situado no Nordeste Transmontano, é limitado a norte e a este por Espanha. É composto por duas regiões distintas: a norte, as regiões de maior altitude constituem a Terra Fria Transmontana, ou o Alto Trás-os-Montes, onde a paisagem é dominada pelos baixos declives do planalto trasmontano; a sul, fica a Terra Quente Trasmontana, de clima mais suave, marcada pelo vale do rio Douro e pelos vales dos seus afluentes.

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O Douro constitui a característica geográfica mais importante, visto que serve de limite ao distrito ao longo de toda a sua fronteira sul, e da maior parte da fronteira oriental, até à extremidade nordeste do território português.
Pouco explorado ainda, o distrito de Bragança tem muito para oferecer a quem o visita. Desde cenários naturais e selvagens às vilas e aldeias de pedra carregadas de história a uma gastronomia regional muito rica e um estilo de vida ainda bastante marcado pelas tradições.

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O porco é o rei da gastronomia transmontana Assado, cozido, salgado ou dependurado sob a forma de enchidos no fumeiro de todos os lares, o porco é desde há séculos a base da alimentação dos Transmontanos.


Dos principais pontos de interesse, destacam-se o Parque Natural de Montesinho, uma das maiores áreas protegidas de Portugal, a vila antiga e muralhada de Miranda do Douro e a vila de Torre de Moncorvo.

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TODOS OS ANOS, O MUNICÍPIO DE BRAGANÇA, EM CONJUGAÇÃO COM OUTRAS ENTIDADES PROMOVEM UM CONJUNTO DE CERTAMES ONDE SE PROMOVE A GASTRONOMIA E OS PRODUTOS REGIONAIS.

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TODOS OS ANOS, EM MEADOS DE JANEIRO, DECORRE O FESTIVAL DO BUTELO E DAS CASULAS, UM PRATO TRADICIONAL DA REGIÃO, ONDE ALÉM DOS BUTELOS E DAS CASULAS, ESTÃO EM DESTAQUE OS FAMOSOS FUMEIROS TRANSMONTANOS, BEM COMO O MEL DA SERRA DE MONTESINHO, AS COMPOTAS E O FAMOSO PÃO E FOLAR DA REGIÃO,ALÉM DO VINHO DE TRÁS OS MONTES, EM FRANCO CRESCIMENTO NO MERCADO.Mel Montesinho

NO FINAL DE OUTUBRO, REALIZA-SE A NORCAÇA, NORPESCA E NORCASTANHA, POIS A REGIÃO, MUITO ATRACTIVA PARA A CAÇA E PESCA, É TAMBÉM A CAPITAL DA CASTANHA EM PORTUGAL.

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DECORRE AINDA, DURANTE O ANO, A EXPO TRÁS OS MONTES, ONDE MAIS UMA VEZ SÃO EXPOSTOS OS MELHORES PRODUTOS DE TRÁS OS MONTES.

QUER MAIS RAZÕES PARA NOS VISITAR?

ROTEIROSEVENTOS R.E. – : Há quanto tempo existe a vossa Casa de Turismo enquanto casa de turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

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ANA PEIXOTO (A.P.) –  A igual habitat existe como estabelecimento aberto ao público desde o início de maio de 2015.

A ideia deste projecto nasce de uma necessidade detectada na minha profissão, enfermeira especialista em reabilitação em que denotava muito poucos espaços para receber pessoas com limitações o que despertou a ideia de um projecto para este nicho de mercado ou seja um turismo inclusivo que chegasse a todos os clientes mesmo clientes com necessidade especiais.

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A casa foi pensada para receber clientes grávidas, com com carrinhos de bebés; idosos com dificuldades na locomoção, paraplégicos, tetraplégicos e as suas famílias sem que o espaço físico constituísse uma barreira ao prazer do turismo rural e uma vez que na área de trás dos montes não existia o conceito de turismo 100% acessível, a aventura começou…

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R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a casa?

A.P. – Tem 5 suites; 3 camas extras e dois berços, sendo que o máximo de ocupantes perfaz o total de 13 adultos e 2 crianças.

A casa está totalmente equipada para um alojamento confortável e acessível, as camas são articuladas com estrados eléctricos.

Tem um elevador panorâmico de acesso às suites e ao terraço, tem garagem no interior da habitação, a cozinha está totalmente equipada, para se poderem confeccionar as refeições.IGUAL6

Tem um terraço com churrasqueira e espaço exterior de refeições.

Está equipada com cadeira de rodas e cadeiras de banho para os utentes que delas beneficiem.

Os clientes podem usufruir de wifi gratuito em toda a habitação, Tem televisão por cabo e telefone fixo. As televisões são todas smartv (s);

Pensamos também nos mais pequenos e também para eles existem instalações à sua medida: fraldário; zona de lazer, e utensílios de alimentação.

Existe serviço de pequeno-almoço.

Quanto ao contraste do conceito antigo – moderno, penso que quando eu e o meu marido começamos a “encher” a casa não tínhamos uma linha muito rígida da decoração fomos sim reaproveitando materiais, inventando aqui e acolá e mais pintura, mais um pormenor, mais uma escolha resultou nesta fusão que para nós nos agradou, fizemo-la como para nós e para que quem nela priva, se sinta feliz e bem.

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As opiniões que vamos recebendo tem sido muito agradáveis…

Temos parcerias com restaurantes da região que fazem a entrega na casa, e parcerias com empresas de animação turística da zona para os passeios no parque e também na cidade de Bragança.

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R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

QUARTO

A.P. –  Não temos experiência no sector, nós somos de uma zona do país diferente somos do distrito do porto, o que faz com que a nossa noção não seja muito relevante. Relativamente ao nosso projecto é muito precoce para se tirarem muitas conclusões, apostamos na qualidade em tudo, para poder vingar neste mercado, pois somos uma jovem família e o investimento foi estrondoso…

O que penso que se pode melhorar: com este projecto já tentamos melhorar um bocadinho (ainda que muito pequenino) do turismo acessível a todos e para todos que é o nosso lema….

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R.E. –  A Câmara e o turismo de Bragança e Municípios vizinhos têm contribuído para trazer o turismo à região?

A.P. –  Os turistas que até nós chegam tem vindo por diversos canais: pelo website; pelas plataformas de turismo online: toprural, booking; pelo boca a boca, pelo website da câmara de Bragança, e penso que as feiras que vão decorrendo, os eventos, as romarias acabam por também ajudar na taxa de ocupação da Igual habitat.

 

FREIXO ESPADA À CINTA TEM PAISAGENS MARAVILHOSAS SOBRE O DOURO QUE DEVE CONHECER E VISITAR VENHA CONHECER FREIXO ESPADA À CINTA CONNOSCO E APROVEITE UNS DIAS PARA RELAXAR NUMA JANELA DO PARAÍSO NA CASA DO CONSELHEIROFreixo-de-Espada-a-Cinta

Em Freixo de Espada à Cinta não pode deixar de visitar a sua Igreja Matriz, mandada edificar por D. Manuel I, a Torre Heptagonal, designada pelos habitantes como Torre de Galo, e o seu Pelourinho também de estilo manuelino.

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Sendo a Seda o ex-libris da Vila de Freixo, uma visita ao seu Centro de Artesanato é obrigatória.
As gravuras rupestres de Mazouco , nomeadamente o “Cavalo de Mazouco” e também a “Calçada de Alpajares” são dois locais merecedores de uma visita. Podemos terminar o nosso passeio, em Freixo de Espada à Cinta, com uma visita aos espectaculares Miradouros do Penedo Durão, do Carrascalinho, do Colado e do Carril.

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Freixo de Espada à Cinta, muitos conhecem e muitos mais ouviram falar. É lugar de paisagens naturais inigualáveis pertencentes ao Douro Internacional, este, que num sopro nos absorve e nos torna dele.

É terra de história que não tem fim, que nos transporta para os monumentos e edifícios de estilo manuelino que compõem das mais distintas arquiteturas em Portugal.

É terra de poeta, Guerra Junqueiro e na boca do povo que nunca o esquece está a maior das homenagens.

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Para quem se encontra pelo interior e quer aproveitar estes dias de calor, as praias fluviais são a melhor opção.

Em pleno parque natural do Douro Internacional, em Freixo de Espada à Cinta, a Praia Fluvial da Congida é uma dessas opções. É um óptimo local para passar algumas horas ou dias de lazer e praticar

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A Praia Fluvial da Congida, fica situada junto a Freixo de Espada à Cinta. Situada na margem do Douro, usufrui das aguas calmas proporcionadas pela albufeira da barragem de Saucelle.

Dispõe de diversas infraestruturas como um parque de merendas, parque infantil, piscinas municipais, uma piscina fluvial, bar com esplanada à beira rio e ainda várias zonas de sombra. Tem ainda parque de estacionamento.

FREIXO DE ESPADA A CINTA FAZ PARTE DA ROTA DAS AMENDOEIRAS EM FLOR. NESTA ALTURA, A PAISAGEM-SE TORNA-SE BRANCA E COR DE ROSA.freixo109

Durante quase um mês Freixo de Espada à Cinta  comemora a época das amendoeiras em flor, através de uma série de actividades ligadas à música, ao desporto e às tradições, onde também pode encontrar os produtos regionais que bem se produzem na região, de onde destacaria o azeite, o vinho, a amêndoa e os enchidos, de onde destacaria os produtos de Gilberto Pintado (azeite, cerveja artesanal e vinho, todos eles produzidos em modo biológico).freixo

Além das amendoeiras em flor, destacaria também a FEIRA TRANSFRONTEIRIÇA, que decorre entre Fevereiro e Março e onde mais uma vez os produtos regionais estão em destaque.

A CASA DO CONSELHEIRO É O LOCAL INDICADO PARA DESCANSAR E APRECIAR AS MAGNIFICAS PAISAGENS DE FREIXO ESPADA À CINTA. RELAXE NO MEIO DA NATUREZA TRANSMONTANA!

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Rua da Fonte Seca nº 11, 5180-142 Freixo de Espada à Cinta Telefone: 915550362 Email: geral@casadoconselheiro.pt

Venha visitar a Casa do Conselheiro e queira ficar por muitos e bons 

motivos.

Quem passa por Freixo de Espada à Cinta terá certamente vontade de ficar se o que procura for o conforto e a tranquilidade. E este é o cartão de visita da Casa do Conselheiro. Esta casa de turismo de espaço rural é única em Freixo de Espada à Cinta. Aqui repousará rodeado de história. A casa data do século XV e mantém as características originais como a fachada de estilo  judaico e o interior rústico, este, que parece ganhar vida quando a luz rasga e percorre cada canto.

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Lá fora, a calma. O espaço é rodeado por recantos onde a natureza reina e faz transparecer a quietude de uma casa de campo.9655e5_e11cd61dc1fb4283ac0e8ecb9eeabb5c

São todos estes motivos que fazem querer ficar e repousar no ambiente místico que envolve qualquer um dos quartos que este espaço oferece porque cada qual conta uma história pela identidade que transporta. O quarto “Bilros” pelos pormenores da cabeceira da cama; o quarto D.Maria II, pelas réplicas da cama de D. Maria II; o quarto “Transmontano” pela cama tipicamente transmontana e o quarto “Arte Nova” relacionado também com as características da mobília. Aqui terá a sensação que nada fica ao acaso.

E para que nada falte no ambiente tradicional a Casa do Conselheiro proporciona-lhe o prazer de degustar os mais variados doces típicos desta região, feitos com o que de melhor se produz na nossa terra.

«A Casa do Conselheiro tem capacidade para 8 hospedes distribuídos por 4 quartos, 2 Twin e 2 duplos. Tem um espaço para pequenos eventos», descreve-nos Patrícia Lopes.

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À conversa com Patrícia Lopes, podemos descobrir um pouco mais deste empreendimento de turismo rural, que recomendamos nas próximas visitas ao Nordeste transmontano, pois Trás os Montes recebe muito bem!

R.E. – Há quanto tempo existe a Casa do Conselheiro como turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?
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PATRICIA LOPES P.L. – A Casa do Conselheiro existe a partir de Agosto de 2015 e surgiu devido a alterações pessoais/profissionais. Ela já existia como turismo rural mas estava à venda.9655e5_f8ff3c36384d47329f5d1339ac648363
R.E. – Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a quinta?
P.L. –  A Casa do Conselheiro tem capacidade para 8 hospedes distribuídos por 4 quartos, 2 Twin e 2 duplos. Tem um espaço para pequenos eventos.
R.E. – Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?9655e5_93a7cba08c8240d096d1d1382d81574e
P.L. – O sector podia estar melhor. Há falta de divulgação e atividades ao ar livre.
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R.E. – A Câmara e o turismo de  Freixo de Espada à Cinta e Municípios vizinhos têm contribuído para trazer o turismo à região?
P.L. –  Têm contribuído pouco. Deviam trabalhar melhor este sector e divulgar muito mais a região. 
 VISITE BARCA D’ALVA, APRECIE AS PAISAGENS MARAVILHOSAS JUNTO ÁS ARRIBAS DO DOURO, NO SEIO DO DOURO VINHATEIRO E USUFRUA DO CONFORTO E TRANQUILIDADE QUE A TERRA D’ALVA – TURISMO RURAL TEM PARA SI!
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TERRA D’ALVA CONTACTOS Terra d’Alva Agricultura e Turismo, Lda. Quinta do Joanamigo 6440-071 Barca d’Alva Tlm. 969673800 info@terradalva.com terradalva@gmail.com
A REGIÃO:
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Ao longo de mais de 130km, o rio Douro e o seu afluente Águeda constituem a fronteira natural entre Portugal e Espanha.

A vida selvagem, em especial a avifauna, assume clara relevância à escala nacional e em diversos aspectos à escala internacional.

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São 86 mil hectares, distribuídos por quatro concelhos: Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo. Inclui nos seus limites 44 povoações, num total aproximado de 17 mil habitantes.

É ao longo do Rio Douro, que uma sensível comunidade de aves tem o seu habitat, como são os casos da cegonha preta, do grifo, da águia-real, da águia de Bonneli, do milhafre-real e do abutre do egipto.

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Ao aventurar-se por uma das muitas veredas que vão dar às arribas do Douro Internacional poderá contemplar uma das mais esmagadoras paisagens do troço internacional do Douro.

A QUINTA TERRA D’ALVA

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Situa-se na margem direita do Rio Douro, a cerca de 500m de Barca D’Alva, em plena região demarcada do Vinho do Porto. São aproximadamente 85ha que se desenvolvem desde a margem do rio Douro até ao coroamento do vale e se distribuem pelas culturas da região: amendoal, olival, pomar de citrinos e vinha para produção de Vinho do Porto.

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O núcleo de edificios é constituído pela casa principal e por um conjunto composto pela casa de caseiro e instalações agrícolas construído na primeira metade do Sec. XX.

A Terra d’Alva situa-se em pleno Parque do Douro Internacional,na Região Demarcada do Vinho do Porto. Ao longo do ano poderá desfrutar de diferentes paisagens, desde as amendoeiras em flor na Primavera, aos tons quentes das vinhas em pleno Outono.  Aventurando-se pelas muitas veredas que vão dar às arribas do Douro Internacional poderá contemplar uma das mais esmagadoras paisagens do troço internacional do Douro.
A localização da casa e da sua piscina  proporcionam uma estadia em contacto directo com a natureza permitindo-lhe usufruir do silêncio e de uma vista privilegiada sobre o rio Douro e suas arribas. Eis o convite de Irene Ferreira, proprietária a Quinta para a visitar a Quinta TERRA D’ALVA!
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 A Terra d’Alva como  Turismo em Espaço Rural existe a partir do ano de 2008. A ideia desta aposta prende-se pela excepcional localização da casa em pleno Parque do Douro Internacional e pelas suas características arquitectónicas.
 Com capacidade máxima para  8 pessoas, a CASA TERA D’ALVA  inclui alojamento e pequeno-almoço. A piscina é de utilização exclusiva dos hóspedes.  Dispõe de algumas actividades, nomeadamente canoagem, passeios de bicicleta e percursos pedestres.
Tal como a maioria dos TER  nesta região do Alto Douro o grande problema do turismo rural é a sua  sazonalidade, o que torna pouco rentável a actividade.
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 Desconhecem-se quaisquer iniciativas visando o envolvimento/empenhamento das estruturas autárquicas no processo de divulgação do turismo nesta região,segundo nos conta Irene Ferreira.

VISITE TORRE DE MONCORVO E DESCANSE UNS DIAS NA CASA DO TI LATOEIRO

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TORRE DE MONCORVO SITUA-SE NO CORAÇÃO DE TRÁS OS MONTES, NO SEIO DE PAISAGENS MARAVILHOSAS. DE UM LADO, O DOURO AO SEUS PÉS, E DO OUTRO A FOZ DO RIO SABOR PELA SUA LOCALIZAÇÃO NO ALTO, PROPORCIONA AOS SEUS VISITANTES VISTAS MAGNÍFICAS SOBRE O PINHÃO E SOBRE O VALE DA VILARIÇA.

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Endereço: Rua da Igreja -Açoreira,Torre de Moncorvo / Telefone: 938618623 CEP: 5160-011 Website: http://www.casadotilatoeiro.pt info@casadotilatoeiro.pt

TODOS ESTES ASPECTOS, ALIADOS À GASTRONOMIA DA REGIÃO, ENCONTRARÁ MIL RAZÕES PARA VISITAR TORRE DE MONCORVO

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ZONA FÉRTIL EM AZEITE AMÊNDOA, VINHO E A CAPITAL DO CÉLEBRE BORREGO E CABRITO TRANSMONTANOS, NÃO IRÁ RESISTIR ÀS OFERTAS GASTRONÓMICAS DA REGIÃO. UM REFERÊNCIA AINDA AOS CELEBRES QUEIJOS TERRINCHO, DOP QUE ALI SE PRODUZEM

A REGIÃO:

Torre de Moncorvo situa-se no Norte de Portugal, no Sul do Nordeste Transmontano, perto da fronteira com Espanha, na confluência dos rios Sabor e Douro.

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Os rios Sabor e Douro são uma marca na paisagem deste concelho, ainda assim não menos importantes são o Vale da Vilariça e a Serra do Reboredo.
Numa visita à Vila de Torre de Moncorvo, não passa desapercebida, a sua Igreja Matriz classificada como Património Nacional e considerada como o maior templo religioso da Província de Trás-os-Montes.

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Para visitar esta vila , aconselha-se um percurso a pé pelo centro histórico, Núcleo Medieval onde se incluem as casas solarengas, o Museu do Ferro, as inúmeras “oficinas artesanais” de venda de produtos regionais e confecção da “amêndoa coberta de Moncorvo”.

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FIQUE UNS DIAS NESTA REGIÃO E APROVEITE O CONFORTO DA CASA DO TI LATOEIRO

QAURTO

«Nesta região do alto Douro, tal como noutras áreas do nosso Portugal  temos as nossas tradições, o património histórico bem como a gastronomia típica.
De realçar as esplêndidas  paisagens sobre o Douro ou o Sabor bem como os nosso pratos típicos (Borrego, posta e claro Feijoada)Foi somente o maravilhoso sol desta região transmontana.

COZINHA

Trata-se de uma familiar e aconchegante casa de campo, localizada a 10 km da Vila de Torre de Moncorvo e a 8 km da estação do de caminho-de-ferro do Pocinho (fim da linha do Douro). A habitação é composta por 4 quartos com WC e AC, sala e serventia de cozinha e de pequeno-almoço.

Esta casa pretende receber todos aqueles que a queiram visitar, sejam nacionais ou estrangeiros que gostem de viver e contar histórias, podendo eles apreciar a beleza de uma casa esquecida no tempo e que hoje, restaurada, conta a história do “Ti Latoeiro”.VISTA

 
Por tudo isto e pela comodidade e localização da “Casa do Ti Latoeiro” atrevo-me a dizer….

Venha Visitar-nos!»AQUI FICA  O NOSSO E O CONVITE DE RITA GIL

A Casa do Ti Latoeiro está localizada em Açoreira, a 8 km de Torre de Moncorvo. A unidade fica a 9 minutos de carro das margens do Rio Douro.

Os quartos duplos ou twin, com acesso Wi-Fi gratuito, possuem ar condicionado e acesso a uma varanda. A casa de banho privativa está equipada com banheira ou chuveiro e produtos de higiene pessoal gratuitos.

Os hóspedes podem preparar as suas próprias refeições na cozinha partilhada. Em alternativa, o centro de Torre de Moncorvo fica a 10 km e dispõe de restaurantes tradicionais portugueses.

RITA GIL, PROPRIETÁRIA DA CASA, FALA-NOS NA PRIMEIRA PESSOA SOBRE O SEU EMPREENDIMENTO:

A Casa do Ti Latoeiro existe à sensivelmente um ano e meio. Numa breve discrição, tratava-se de uma habitação pertencente aos meus avós maternos no qual o meu avô de nome Júlio e de alcunha Ti Latoeiro, tornando-se fácil o surgimento do nome, simbolizando ao mesmo tempo uma homenagem a ele. A habitação por sua vez degradada mas com uma excelente localização, fez-nos pensar e dar-lhe um destino, que seria, vende-la ou restaura-la e dar-lhe uma utilidade. Essa mesma utilidade transformou-se em Turismo Rural, que veio colmatar com a nossa exploração agrícola, porque nos dias de hoje ate mesmo no sector primário temos que diversificar o leque de actividades. A exploração agrícola assenta em produção de vinho, azeite, amêndoa e gado, o surgimento do Turismo Rural trouxe a ideia de promover a aldeia a agricultura e os nossos produtos endógenos assentes numa postura de dinamismo e diversificação para a região em todos os sectores.vista1

Nesta primeira fase, dispõem de dois quartos duplos e dois quartos twin. As actividades que dispõem neste momento são: passeios pedestre; passeios todo-terreno; demonstração de toda actividade agrícola (vindimas, apanhada da amêndoa e azeitona) e passeios de barco no Douro Superior.

Em Portugal,  a meu ver, o Turismo rural tem feito um percurso paralelo ao dos restantes países europeus. Desde 1986 até a esta parte  têm contribuindo não só a parte legislativa como também as abordagens e investimentos do poder local ao nível dos Municípios, como também o investimento dos privados no Turismo de Habitação, o agroturismo, aliando o Turismo de natureza e ecoturismo por forma a incrementar a procura e a tornar os territórios mais capacitados para desenvolver este tipo de Turismo.

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O potencial existente supera, no entanto, o seu valor actual. Para as zonas rurais, o ” ter”  representa uma forma de diversificar as fontes de receitas, não só pelo alojamento, mas pelo que o turista poderá gastar nas pequenas empresas locais – tanto na restauração, como nas actividades de lazer ou outros serviços.

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Por Conseguinte, o desenvolvimento do turismo rural depende efectivamente:

1 – Da Capacidade de preservar o Património Cultural e Natural das zonas rurais, respeitando não só a identidade e histórica de cada território como as suas características e potencialidades naturais.

2 – Preservação do Património arquitectónico das áreas rurais. A arquitectura tradicional faz parte do património cultural das zonas rurais e constitui em si um atractivo turístico.

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3 – Promover parcerias com os operadores comerciais e com isso é preciso articulação entre as várias entidades envolvidas. ‘Conseguir que o turismo rural tenha um peso maior no sector do turismo nacional é possível e até inevitável, mas não sem as responsabilidades próprias do Estado central e das autarquias locais, que tutelam o território, cujo desempenho articulado, para o bem e para o mal, marcará a linha entre o sucesso e o insucesso do novo rumo para o turismo em geral.

O município de Torre de Moncorvo em termos de política e de estratégica de desenvolvimento local tem realizado uma grande aposta no sector tanto da cultura como no turismo em termos de:

  1. Touring Cultural Paisagístico e dos Patrimónios – visita e percurso dos 23 pontos de Interesse ao nível do Património Arquitetónico em Torre de Moncorvo, onde se incluem a visita a unidades Museológicas, Igrejas e capelas, solares, edifícios de interesse Histórico e cultural.

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Turismo de Natureza – descoberta de Miradouros, Serra, e usufruir de momentos de lazer na aldeia piscatória – Foz do Sabor -, e ecopista do Sabor.

Gastronomia e vinhos – descoberta da gastronomia típica, vinhos e produtos locais, através das diversas unidades de restauração existentes em Torre de Moncorvo, bem como adegas e lojas de produtos locais;  participação em eventos temáticos como o Festival de vinhos – Summer Douro Fest Wine- realizado no sentido de promover a produção vitivinícola local. Também ênfase para o festival do Peixe e das Migas na Foz do SaborOLYMPUS DIGITAL CAMERA

Turismo Religioso – procura de rotas históricas pelos visitantes, participação em eventos religiosos: Natal, Semana Santa – Páscoa.

Afluência e presença significativa em outros eventos culturais como por exemplo: Festividades da Vila em Agosto (homenagem à padroeira Nossa Senhora da Conceição; homenagem a artistas oriundos de Torre de Moncorvo com projecção nacional ou internacional como é o caso de Constantino o Rei dos Floristas.

Sublinha-se, ainda, a época em que decorre a Feira Medieval. O Eco das memórias medievais recriadas na rota das Amendoeiras em Flor.

amendoeirasAnualmente, os meses de Fevereiro e Março dão as boas vindas à época alta da Região do Douro, através da festa natural de luz e cor das Amendoeiras em Flor. Inspirados neste cenário de transformação da natureza, e cumprindo o seu programa de festividades, o Município de Torre de Moncorvo, em conjunto com o agrupamento vertical de escolas, enceta uma emotiva e colorida viagem a uma época da História do Homem e da civilização. Durante três dias, a Vila de Torre de Moncorvo respira a Época Medieval, reatando, assim, um diálogo vivo com as memórias que nos chegam do ambiente vivido no espaço rural do séc. XIII. O artesanato, os produtos da terra, as tasquinhas entre outras animações de rua fazem o deleite dos visitantes de Turistas/visitantes cujo número aumenta significativamente nesta altura.

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  1. Participação em eventos nacionais e internacionais para promoção do território.
  2. Valorização do seu património Histórico e cultural e promoção da história e identidade local através de visitas guiadas aos Museus de Arte Sacra, Núcleo Museológico da casa da Roda, e Núcleo de Fotografia do Douro superior. E criação de um plano de Marketing concentrado no apoio e recurso às novas tecnologias de comunicação e informação.

 

VISITE CHAVES, VIDAGO E PERNOITE EM LOIVOS, NA CASA GRANDE DO SIXO, ONDE PODE ALIAR UM TURISMO RURAL AO ENOTURISMO E PROVAR OS VINHOS ERBON!

Da freguesia de Loivos faz parte também a aldeia do Seixo .

Loivos é conhecido essencialmente pela sua Banda de Música.

Nas épocas altas, a densidade populacional desta magnífica aldeia duplica. Esta povoação é também conhecida pela sua festa realizada no penúltimo fim-de-semana de Julho em honra à Sta. Bárbara.

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Vista panorâmica de Loivos

Quem chega a Loivos apercebe-se logo que  não é uma aldeia qualquer. Aproveitou o início da encosta da montanha para se instalar deixando todo um rico vale para cultivo. Ainda hoje assim é. Claro que a aldeia cresceu e saiu do seu núcleo histórico, sobretudo ao longo da estrada, com um pequeno aglomerado na saída para Vidago.

Situada a 17 kms de Chaves e  a cerca de 8 de Vidago, esta aldeia é o local indicado para o visitante usufruir de paisagens fantásticas no seio da natureza, ideal para um bom repouso.

Em Chaves: o que visitar:

– Jardins: o centenário Jardim Público é o mais antigo espaço verde da cidade; o Jardim do Tabolado (Termas); o Jardim do Bacalhau; e o Jardim do Castelo, com vistas fantásticas e os antigos canhões.1Chaves

– Castelo: é daqui que tem a melhor vista, sobre parte da cidade e sobre o rio Tâmega. Também pode visitar aqui o Museu Militar. A Torre de Menagem do Castelo é Monumento Nacional desde 1938 e pode ser visitada (Horário: 9h00-13h30 e 14h00-17h30. Encerra aos feriados.)

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– Museu da Região Flaviense: tem peças e história sobre o mundo romano que aqui cresceu. O bilhete para a Torre de Menagem também dá entrada aqui.TAMEGA

– Centro histórico: repleto de ruas pedonais, com casas rústicas e de cores vivas. Passe na Rua Direita, uma das mais pitorescas da cidade.

–  Igreja Matriz de Santa Maria Maior (construída no século XII e reconstruída no século XVI) está na Praça da República.Chaves1.jpg

– Igreja da Misericórdia fica na Praça Caetano Ferreira, próxima do castelo. Foi construída no século XVII, e tem estilo barroco.

– Ponte Romana sobre o Tâmega. A construção terminou entre o final do século I e o princípio do século II d.C. Tem 150 metros de comprimentos e 12 arcos.

– Forte de São Neutel, construído no século XVI.

– Forte de São Francisco: é hotel e também é conhecido como Forte de Nossa Senhora do Rosário. Construído no século XVII, é Monumento Nacional desde 1938. Abriu como hotel em 1997.Chaves2

– Museu Ferroviário: com locomotivas em exposição e vagões. Nota histórica: o comboio chegou a Chaves em 29 de Agosto de 1921.

– Praça de Camões: está na parte antiga da cidade com diversos monumentos em seu redor: igrejas, estátuas, Castelo e Torre de Menagem e a Câmara Municipal.

TERMAS

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As termas em Chaves

Chaves é também conhecida pelo seu Parque Termal e águas quentes. Da nascente saem águas a temperaturas superiores a 70 graus.

As Caldas de Chaves estão situadas no Largo das Caldas, a cerca de 200 metros do Centro Histórico de Chaves, na margem direita do Rio Tâmega.

As suas águas estão  especialmente indicadas para tratar doenças do aparelho digestivo, reumáticas, musculares e esqueléticas.

O QUE PROVAR ? GASTRONOMIA FLAVIENSE:

A gastronomia flaviense é muito rica e, entre as iguarias, que tem de provar, encontra os pastéis de Chaves, o presunto de Chaves (e outros enchidos como salpicão e alheiras), o folar de carne (uma espécie de bolo salgado, com enchidos), o cabrito, a vitela, o porco bísaro, o cozido à transmontana, a feijoada à transmontana, os milhos à romana e as trutas recheadas com o presunto de Chaves.pastel

Não deixe de apreciar também os célebres enchidos e fumeiros de Chaves, bem como o seu folar típico, que encontrará em várias casas.ARTE

Nos fumeiros e enchidos, destacaria, pela sua criatividade e originalidade da Dona Antónia, em Izei, a  ARTEFUMO:

ANTONIA

VINHOS ERBON E ENOTURISMO NA CASA GRANDE DO SEIXO
JOSÉ NOBRE JUNTA A VITICULTURA COM ENOTURISMO
Quinta da Casa Grande do Seixo Seixo 5425-102 Loivos Email: geral@casagrandedoseixo.pt Site: www.casagrandedoseixo.pt

Quinta da Casa Grande do Seixo
Seixo
5425-102 Loivos
Email: geral@casagrandedoseixo.pt
Site: http://www.casagrandedoseixo.pt

«O enoturismo é uma óptima combinação para mostrar a nossa região,  associando o vinho à gastronomia e ao lazer. O facto da casa ter uma adega com lagar e prensa do século XVIII ainda em funcionamento, dá valor acrescentado ao vinho aqui produzido, proporcionando aos turistas estrangeiros, e também nacionais,  ver como se fazia o vinho séculos atras como um processo que ainda hoje é utilizado, o que é coisa única nas suas vidas», conta-nos José Nobre. 

Tel: (+351) 967 552 306 Tel: (+351) 939 858 482 Tel: (+351) 276 341 106

Tel: (+351) 967 552 306
Tel: (+351) 939 858 482
Tel: (+351) 276 341 106

Além de produzir cerca de 12 mil litros de vinho com o seu Rotulo Erbon, José Nobre aproveitou uma casa familiar do séc. XVIII com bastante interesse arquitetónico e transformou-a em turismo rural, proporcionando aos turistas um espaço onde podem usufruir do conforto e saborear a  rica gastronomia da região regado com o néctar que a própria quinta produz.
Aqui fica o convite aos nossos leitores
ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como foi a campanha deste ano a nível de qualidade e quantidade?
JOSÉ NOBRE  J.N. – A campanha de 2015 foi boa quer em termos de quantidade, quer no que concerne à qualidade. Consegui-se aproveitar a chuva e o sol para o equilíbrio da acidez e açúcar das uvas.FullSizeRender-1
R.E.  Qual a área de plantação e a média de produção?
J.N. – Aproximadamente 3 ha, produzindo em ano normal (sem geadas), à volta de 15.000 kg de uvas, a que corresponde 10.000-12.000 litros de vinho.
R.E. –  Como estão os vinhos de Trás os Montes a nível de mercado?DSC_0071-160x120
J.N. – Atendendo a que esta região de Trás-Os-Montes não está classificada como região demarcada, os seus vinhos, pese embora alguns com muita qualidade, tem enorme dificuldade em se afirmar no mercado, precisamente por não serem produzidos numa região demarcada e pouco conhecidos. A falta de divulgação por parte das diversas entidades,  locais e nacionais, não beneficiam o sector.IMG_9630-160x120
R.E. – Como surgiu a ideia de criar o turismo rural associado ao vinho? Acha que o enoturismo é uma forma de promover os próprios vinhos?
J.N. – O objectivo foi recuperar uma casa familiar do século XVIII, em avançado estado de degradação, mas classificada como de interesse arquitectónico, histórico e cultural, de forma a lhe dar nova vida impedindo este bonito espaço de entrar em ruínas. 
A plantação da vinha foi feita para utilizar o solo que estava livre e onde há décadas atrás já existiu produção de uvas e vinho. essas propriedades e respectivas vinhas foram sendo abandonadas a partir da década de sessenta do século passado. IMG_47771_2-160x120
R.E. –  Para quando está prevista a abertura da sala de provas?
J.N.  – Se tudo correr bem e o projecto for aprovado, durante o próximo ano, antes da época de verão.  

R.E. –  Qual a capacidade de lotação da casa?

QUARTO VISTA JARDIM

QUARTO VISTA JARDIM

J.N. –  A casa tem 7 amplos quartos, sendo 2 suites. 
R.E. –  De que podem usufruir os hóspedes / turistas que procuram esses locais recatados e magníficos para descanso?
J.N. –  A casa tem cozinha, restaurante (refeições a pedido), biblioteca, capela para retiro espiritual ou simplesmente para meditação, amplo espaço de estacionamento, adega, prova de vinhos, licores e compotas feitos com produtos produzidos na quinta, piscina, enorme espaço verde à volta da casa e duas serras e ribeira que delimitam o vale onde está localizada a propriedade.
VISITAR VIDAGO

Vidago está situada a quinze quilómetros de Chaves, sede do concelho a que pertence. Fica na zona sul da circunscrição, sendo atravessada pela estrada nacional nº2. A vila está localizada no fundo de um vale apertado onde confluem o rio Avelames e a Ribeira de Oura, em cujas margens se plantam videiras. Em volta estão as serras do Alvão e da Padrela.

A norte está o pico de Santa Bárbara, local de grande passado nacionalista. O vale, em tempos muito arborizado está agora mais despido de vegetação, por ter sido, na década de 80, vítima de incêndios devastadores.

VIDAGO
Vidago

Vidago é ainda conhecido pelas suas águas termais e pelo ex-libris da vila:TERMASV

As águas de Vidago, muito especialmente as da nascente n.º 1, de uma alcalinidade superior a qualquer água portuguesa, excedem também em alcalinidade a de Vichy. Na Europa só há outra estância, onde se dão injecções de água viva, Uriage (França). Tais injecções são intramusculares, para a cura de eczemas, coriza hidroreica, urticária, bronquites, asma, etc.

Passando em Vidago, não deixe de visitar a QUINTA DO ARCOSSÓ, onde Amílcar Salgado estará sempre pronto para vos receber á boa moda dos transmontanos e lhe dar a provar um dos néctares que há muito, pela sua qualidade, atravessou fronteiras e oceanos:images

QUINTA DE ARCOSSÓ – Na ribeira de Oura entre Vidago e Chaves,Trás os Montes,Norte de Portugal,encontramos um lugar único para a produção de vinhos de excelência, a Quinta de Arcossó.3

Situada numa região com fortes tradições viticolas que remontam à ocupação pré-romana,as suas vinhas estão situadas em encostas com forte exposição solar e com 400 metros de altitude e declives de cerca de 20%. No seu solo granítico desenvolvem-se castas cuidadosamente seleccionadas e que melhor se adaptam à Região de Trás Os Montes.

 

 

PERTO DE MASCARENHAS, A 12 KMS DE MIRANDELA, A CASA DE GURIBANES PROPORCIONA-LHE DIAS DE SOSSEGA APÓS JORNADAS INTENSAS A VIVER TRÁS OS MONTES. CONHEÇA O NORDESTE TRANSMONTANO, PROVE OS ENCHIDOS E AS FAMOSAS ALHEIRAS DE MIRANDELA, APRECIE O SABER RECEBER TRANSMONTANO E APROVEITE O CONFORTO DA CASA DE GURIBANES

GURIBANES
CASA DE GURIBANES +351 917059033 Rua De Cima s/n, Guribanes Guribanes, Região do Norte, 5370-172, Portugal ccesteves_05@hotmail.com

A Casa de Guribanes  é uma Casa de Campo localizada na margem  do rio Tuela  em pleno nordeste transmontano,  a cerca de 12km de Mirandela,  perto de Mascarenhas.

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Recentemente reconstruída e adaptada para fins turísticos, promete-lhe dias de descanso, tranquilidade e conforto em comunhão com a natureza no seu estado mais puro. Desfrute do vasto património natural e gastronómico da região onde paisagens de cortar a respiração se aliam a um vasto património gastronómico, com destaque para as famosas casulas, o butelo, os grelos com alheira, o javali entre muitos outros.

GURIBANES

A casa encontra-se totalmente equipada e poderá usufruir dela na sua totalidade. Tem capacidade para 6 a 8 pessoas e é constituída por: Cozinha e Sala de jantar com recuperador; 3 quartos todos com casa de banho; 1 sala de jogos e piscina exterior. A Casa de Guribanes dispõe de roupa de cama e banho, máquina de lavar roupa, loiça e aquecimento em todas os espaços. Está também equipada com televisão e todos os electrodomésticos necessários e possui acesso a Wi-Fi gratuito.

GURIBANES

Durante a sua estadia pode usufruir das seguintes atividades:

Pesca,

Banho de piscina ou banhos de rio já que a casa se encontra a cerca de 50m do rio Tuela.

Dispomos de bicicletas para que os nossos hóspedes possam disfrutar dos muitos caminhos rurais que circundam a casa.

Caminhadas – trekking, , Passeios pedestres, observação da natureza.

Caça

MIRNADELA

Pode ainda visitar:

  • Mirandela
  • Mascarenhas
  • Macedo de Cavaleiro
  • Aldeia do Romeu
  • Albufeira do Azibo (uma das 7 maravilhas de Portugal)
  • Castelo de Bragança
  • Minas de Murçós
  • Poço dos Paus
  • Casa do Careto (Podence)
  • Real Filatório de Chacim
  • Centro de Interpretação Geológica de Morais
  • Serra de Bornes
  • Falha da Vilariça
  • Parque aquático de aquafixe
  • Parque natural Douro Internacional
  • Vila Flor
  • Valpaços

EIS O CONVITE DE CARLA ESTEVES PARA VISITAREM A SUA CASA, ONDE O SABER RECEBER TRANSMONTANO É O ESPELHO DA SUA CASA!

ALÉM DAS JÁ CONHECIDAS FEIRA DA ALHEIRA E FESTIVAL DO AZEITE NOVO, EM MIRANDELA, MASCARENHAS PROMOVE NOS FINAIS DE ABRIL A FESTA DA CEREJA. ANTES DA PÁSCOA, VALPAÇOS PROMOVE A FEIRA DO FOLAR E SÃO PEDRO VELHO PROMOVE A FEIRA DO MORANGO E DO VINHO… QUER MAIS RAZÕES PARA NOS VISITAR? VENHA Daí…

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CASA DE GURIBANES

Oferecendo um jardim e terraço, Casa de Guribanes está situado em Guribanes, 44 km de Bragança. Chaves fica a 31 km da propriedade. Há uma área de estar e / ou jantar em algumas unidades. Algumas unidades também possuem uma cozinha, equipada com máquina de lavar louça e forno. Casa de Guribanes apresenta Wi-Fi gratuito. Toalhas e lençóis são destaques. Casa de Guribanes também inclui um terraço. A propriedade também oferece entrega de supermercado. Você pode jogar dardos na propriedade, e aluguer de bicicletas está disponível. Pode participar em diversas actividades, tais como ciclismo, pesca e caminhadas. Pedras Salgadas é de 37 km de Casa de Guribanes.
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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe a Casa de Guribanes e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

CARLA ESTEVES (C.E. ) – A Casa de Guribanes foi restaurada e encontra-se a funcionar desde Agosta de 2015. A ideia de apostar no turismo surgiu da paixão que eu e o meu marido sentimos pela aldeia desde o primeiro dia e que ali estivemos. É um local mágico junto ao rio Tuela, onde a natureza está no seu estado mais puro e nos envolve de tal maneira que é impossível ficar indiferente.GURIBANES

R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a Casa?

C.E. – A casa tem capacidade para 6 a 8 pessoas.

Atividades aquáticas: Pesca. Banhos de rio ou piscina.

Atividades em terra: Dispomos de bicicletas para que os nossos hóspedes possam disfrutar dos muitos caminhos rurais que circundam a casa. Podem ainda fazer Caminhadas – trekking, Caça, Passeios pedestres, observação da natureza.

GURIBANES

R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

C.E. – Seria necessário mais divulgação da região.GURIBANES

R.E. –  A Câmara e o turismo de Mirandela e Municípios vizinhos têm contribuído para trazer o turismo à região?

C.E. – As diferentes feiras que têm surgido e o reavivar de antigas tradições tendem a atrair cada vez mais turistas à região.

 

VENHA APRECIAR O DOURO, CONJUGUE AS PAISAGENS VINHATEIRAS DO DOURO COM A MONTANHA E OS VALES TRANSMONTANOS, UM CENÁRIO MAGNÍFICO, IDEAL PARA ALIAR O CONFORTO AO SOSSEGO! DEIXE-SE MARAVILHAR COM ESTE CENÁRIO E FIQUE UNS DIAS NA QUINTA DE FIÃES

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EM TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO EXISTEM LUGARES COMO ESTES, QUE COM A INTERVENÇÃO DO HOMEM, COM RESPEITO PELA NATUREZA E AMOR PELA TERRA, O TRANSFORMA DE MODO A TORNÁ−LO MELHOR.

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QUINTA DE FIÃES CONTACTOS: « QUINTA DE FIÃES » VILAR DE MAÇADA 5070-572 VILAR DE MAÇADA. TELEFONE: +351 259 919 275 FAX: +351 259 919 275 GPS: 41°20’0,32″N 7°34’36,46″O EMAIL: GERAL@QUINTADEFIAES.PT

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A QUINTA DE FIÃES INSERE−SE NUMA ZONA LIMÍTROFE DA REGIÃO DEMARCADA DO DOURO, A MAIS ANTIGA REGIÃO DEMARCADA DO MUNDO, INSTITUÍDA PELO MARQUÊS DE POMBAL NO SÉCULO XVIII.

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SOBRANCEIRA A VILAR DE MAÇADA, ABARCA UMA GENEROSA PERSPECTIVA ENTRE A PAISAGEM VINHATEIRA DURIENSE, E A MONTANHA TRANSMONTANA, UMAS ENCAIXADAS POR VALES PROFUNDOS, OUTRA ERGUENDO−SE AO CÉU COMO UMA PRECE, ENQUANTO BEBE A SUA INSPIRAÇÃO DAS ÁGUAS DO RIO PINHÃO QUE BANHAM A QUINTA.

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SITUADO NO ENCANTADOR VALE DO RIO PINHÃO, INCLUÍDA NA MAIS ANTIGA REGIÃO DEMARCADA DO MUNDO − O DOURO VINHATEIRO − A QUINTA DE FIÃES OFERECE-LHE UMA HARMONIOSA COMBINAÇÃO ENTRE O CONFORTO DA MODERNIDADE E O CHARME DE OUTRAS ÉPOCAS, ALIADA À TRANQUILIDADE DO CAMPO.

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É difícil imaginar um cenário mais belo do que as encostas do Douro. Sobre a paisagem
verdejante, o rio corre compassado, transmitindo uma sensação de tranquilidade. Agora
imagina isso conjugado com uma quinta senhorial que te fará sentir como se estivesses
na tua própria casa. A Quinta de Fiães é o ponto de partida ideal para uma viagem
inesquecível à região do Alto Douro. Desfruta das paisagens fascinantes e de uma
gastronomia de chorar por mais. Aventura-te num dos muitos passeios pelas infindáveis
vinhas, prova os melhores néctares e deixa-te seduzir por um dos maiores tesouros de
Portugal!, EIS O CONVITE DE CRISTIANA FERNANDES

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 ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como e quando surgiu a Quinta de Fiães como unidade de
Turismo?

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CRISTIANA FERNANDES (C.F.) –  A Quinta de Fiães surgiu como unidade de turismo em 2012.

 

R.E. –  Além do turismo, que outros produtos promove a Quinta?

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C.F. –  Este Hotel de Quinta proporciona, além do alojamento(15 quartos duplo), provas de vinhos, refeições tradicionais, Programas( por nós elaborados) com os diversos Roteiros para grupos, a pensar nos diversos público-alvo,embora estejamos inteiramente disponíveis para criar programas mais personalizados.

 

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R.E. –  Quais as principais dificuldades do sector?

C.F. – Falta de incentivos de diversas entidades públicas; Escassez nos apoios que incentivam a promoção e divulgação do empreendimento e até mesmo da região; Encargos fiscais muito elevados entre outros como a conjuntura económica do nosso País.


R.E. –  O que falta, no vosso entender, para que se cative mais a
opção do turismo rural?

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C.F. – Criar uma promoção mais ajustada á realidade, mudar as mentalidades das pessoas relativamente á tipologia Turismo Rural, hoje em dia o turismo rural é um espaço que conjuga na perfeição a natureza, a história e o conforto.

 

 

EIS O CORAÇÃO DO DOURO VINHATEIRO: CONHEÇA UMA DAS MAIS BELAS PAISAGENS, RECONHECIDAS MUNDIALMENTE E DESCANSE UNS DIAS NO SEIO DESTE PATRIMÓNIO MUNDIAL: PERCA-SE NO DOURO E ENCONTRE-SE AO FIM DA JORNADA NA CASA DA TRIGUEIRA, EM ALIJÓ!

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A Casa da Trigueira – “um cantinho no Douro à sua espera” localiza-se a cinco

minutos do IC5. Pela A4, se sair do Porto ou Norte Litoral; pela A1 e A24, se partir de

Lisboa, ou da Região Centro, é fácil chegar. Pode contar connosco para fruir o Douro

em toda a sua plenitude – a beleza da paisagem, a riqueza do património cultural, a

gastronomia, os museus, as quintas e o rio para um cruzeiro ficam mesmo aqui.

Cruzeiros do Douro Foto 6

ROTEIROSEVENTOS(R. E.) – Há quanto tempo existe a vossa casa como turismo Rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo?

Casa da Trigueira (C. T.) –  A Casa da Trigueira está aberta e recebe hóspedes desde

Agosto de 2014.

Localizada na freguesia de Santa Eugénia, concelho de Alijó, integra a Região Demarcada do Douro desde o seu início, em 1756  e faz parte da zona de protecção do Alto Douro Vinhateiro, Património da Humanidade na classificação da UNESCO.

Estendendo-se o seu termo pela margem direita do rio Tinhela , é abrangida pelo

Parque Natural Regional do Vale do Tua.

Se acrescentarmos a riqueza de património arqueológico da zona norte do município de Alijó, assim como do de Murça, temos motivos suficientes para a opção de transformar a casa de lavrador da família, datada dos meados do século XVIII, num turismo rural, na tipologia de agroturismo, vocacionada para uma oferta compósita, que passa pelo Turismo Cultural, pelo Turismo da Natureza e pelo Enoturismo. Em 2015 recebeu o galardão da Chave Verde.

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R. E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a vossa

Casa?

C. T. –  O alojamento possui cozinha, sala comum, sete quartos, todos com casa de

banho privativa (um dos quais com banheira de hidromassagem) e televisão; dois

deles comunicam entre si.

 Cada um dos quartos é identificado com a designação de uma das propriedades rústicas herdadas da família. Dispõe ainda de um espaço para jogos e um outro para reuniões, degustação de vinhos e azeites, produtos endógenos desta região.

Pelo recolhimento e silêncio, este espaço pode também ser utilizado para pequenos encontros de quadros de empresas. 

Sala Comum Foto 2 Disponibiliza-se Wi-Fi gratuito.

A Casa da Trigueira serve o pequeno-almoço, aproveitando muitos dos seus produtos para disponibilizar aos hóspedes. O pão é cozido em forno de lenha local.

Na aldeia há um restaurante, A Fonte, que serve cozinha tradicional. Proporciona-se o contacto com a Quinta de Santa Eugénia para degustação de vinhos e com uma Cozinha Regional para a compra de fumeiro produzido à maneira da terra.

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Os turistas podem visitar campos cultivados, participar em algumas actividades agrícolas, plantar uma árvore ou apadrinhar outra já plantada e  aceder a provas de vinhos.

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Em ambiente de lareira, este espaço possibilita a organização de tertúlias culturais que permitem reviver os serões desta aldeia.

É facultado um apoio personalizado nas visitas que os hóspedes do alojamento pretendam realizar, em pacotes devidamente preparados, disponibilizando transporte e guia. 

No touring privilegia-se a passagem por zonas de beleza natural e humanizada, com realce para os socalcos das vinhas com muros de xisto. Proporcionam-se percursos para caminhadas a pé. O Núcleo Museológico Pão e Vinho, na Aldeia Vinhateira de

Favaios, o Museu do Douro, assim como o Museu e o Parque Arqueológico do Côa também integram este tipo de oferta.

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R. E. –  A Câmara e o turismo da região têm contribuído para trazer o turismo à região?

C. T. –  Há um grande caminho a fazer a este nível. As aptidões do Douro para o turismo podem ser ainda mais potenciadas. É preciso uma visão de conjunto e uma atitude de parceria e cooperação entre todos os agentes, públicos e privados. Importa investir de forma clara na promoção externa. Não podem ser só os empresários a fazer esse investimento. E como o Douro possui muitas pequenas unidades de turismo rural, esse desiderato torna-se ainda mais difícil de atingir.

A REGIÃO:

Grande parte do concelho é marcado pelos vales profundos e apertados dos rios Douro e do Tua, com encostas acentuadas onde nascem muita fruta e vinho do Porto de qualidade. Já a área onde se localiza a vila (o chamado Planalto de Carrazeda) é envolvida por altas serras e um clima de Inverno onde não é raro chover frequentemente ou até nevar.

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A região é habitada desde tempos remotos, como comprovam as antas de Vilarinho da Castanheira, as pinturas rupestres da Fraga Pintada do Cachão da Rapa e o velho castelo (em ruínas), situado num local habitado provavelmente há mais de 5000 mil anos. Do património da vila destacam-se também a Igreja de São Salvador de Ansiães – templo românico único em Portugal – e a Casa de Selores, construída nos séculos XVII e XVIII.
No concelho de Carrazeda fica situado um dos pontos mais bonitos do Alto Douro (margem direita), conhecido como Senhora da Ribeira. O nome resulta do facto de se situar aqui a confluência da ribeira da Uceira com o Douro. De referir ainda o miradouro de Beira Grande que oferece esplêndidos panoramas para o Douro e seus vinhedos.sribeira01

Carrazeda de Ansiães promove, todos os ano, no final de Agosto, a Feira da Maçã, do Vinho e do Azeite, onde os produtos regionais também estão em destaque. Aqui produzem-se dos melhores azeites do mundo. destaque ainda para a famosa mação da região e onde os vinhos com o Douro ao lado, nem sequer precisam de apresentação.maçã

Em redor de Carrazeda, para completar um roteiro que nunca mais se esquecerá, não podemos esquecer as várias Festas das amendoeiras em flor, onde Vila Nova de Foz Côa e  Vila Flor, pela proximidade, são um convite que não pode perder.

Saboreie os enchidos da região, pois Carrazeda e Vila Flor, pela tradição transmontana possuem enchidos de elevada qualidade, das quais destacaríamos as alheiras e linguiça da Glória & Filho, em Vila Flor.VilaFlor3853

Por fim, não podemos  esquecer um bom vinho para acompanhar, onde destacaremos os vinhos Holminhos de Victor Teixeira, em Seixo de Manhoses:

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CONHEÇA O VALE ENCANTADO DO VAROSA, DELICIE-SE COM AS PAISAGENS DO DOURO VINHATEIRO, APRECIE A GASTRONOMIA DA REGIÃO E NÃO RESISTA AO CONFORTO DE UNS DIAS DE DESCANSO NA QUINTA DOS PADRES SANTOS, EM TAROUCA! UNS DIAS, ONDE NÃO FALTARÃO OS VINHOS, OS ESPUMANTES, A DOÇARIA, OS FUMEIROS E AS FRUTAS DA REGIÃO! DELICIE-SE AINDA COM O FAMOSO CABRITINHO ASSADO NO FORNO A LENHA E O BACALHAU À QUINTA DOS PADRES SANTOS!

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A REGIÃO:

Encravada num cenário edílico banhado pelo Vale do Varosa e protegida pela serra de Santa Helena encontra-se a vila de Tarouca. Outrora conhecida por reis e monges como Castro Rei, pertenceu aos domínios do Infante D. Henrique e mereceu dois forais nos séculos XIII e XVI.

TAROUCA
Lugar de culto e meditação ao longo dos séculos, recebeu dos monges de Cister a sua maior herança patrimonial. Por estas terras extensas e fecundas prosperaram Mosteiros, Conventos e Abadias Cistercienses.

Desde o alto do monte de Santa Helena, um dos mais soberbos miradouros sobre o Vale do Varosa, até onde a vista alcança casario, culturas e pastagens, o horizonte mostra-se pontilhado por belos exemplares de arquitectura medieval como o Mosteiro de Salzedas, a Igreja do Mosteiro de S. João de Tarouca, a Torre da Ucanha, exemplar único na Península Ibérica de ponte fortificada.SrraCrz2

A sabedoria e o espírito dinâmico dos monges que ali fundaram o primeiro Mosteiro de Cister em Portugal, perpetuou-se no génio das suas gentes. Nas feiras e mercados e em dias de festas aos santos padroeiros encontra-se todo o tipo de artesanato típico e à mesa não faltam os sabores da rica gastronomia, acompanhada pelos brancos e tintos da Região Demarcada Távora-Varosa e o melhor espumante da Região.

Em perfeita harmonia com o progresso do novo século, Tarouca e todo o planalto onde estão incrustadas as suas freguesias é também paraíso dos amantes de desportos ao ar livre e praticantes de parapente e asa delta. Não obstante todo o concelho constituir para os seus visitantes uma autêntica viagem ao passado, onde a história se cristalizou e a Arte deixou traços de imortal beleza.

CONHEÇA A REGIÃO E INSTALE-SE UNS DIAS NA QUINTA DOS PADRES SANTOS

« Todo poeta tem um sonho, seja ele alegre ou tristonho. O meu sonho é poder sonhar! E um dia sonhei com este lugar. Este é um lugar longe de se ver, onde o azul passa todos os dias, onde o sol que aquece o corpo e a alma brilha durante o dia, onde a lua ilumina a noite escura e protege os corpos que se amam e descansam, onde todos os sons da natureza se ouvem e os cheiros nos inebriam. Aqui eu sei que se vai sentir em casa, porque é a sua casa, e não se vai querer ir embora. Ou se vai eu sei que vai querer voltar, porque nós vamos estar à sua espera para lhe proporcionar momento únicos e especiais, pois queremos muito mimá-lo…você merece.
Acho que nos devia vir conhecer e por cá ficar, porque aqui o Sonho andou, anda e nunca acabará.
Visite-nos…
www.quintapadressantos.com​ », Eis o convite de Cátia Gonçalves, da QUINTA DOS PADRES SANTOS! 

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A actual Quinta dos Padres Santos é o que resta de uma propriedade duriense de um casal que por darem pão aos pobres se tornaram os Padres Santos, nos finais do Séc. XIX, nos domínios da Ordem de Cister em Portugal.

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Situa-se no vale encantado do Varosa, concelho de Tarouca, onde abundam mosteiros e abadias com propriedades agrícolas cujo expoente máximo é o Mosteiro de S. João de Tarouca para além do Convento de Salzedas, entre os de mais. A Torre de Ucanha, junto ao vau do rio Varosa, um dos vários monumentos nacionais de Tarouca e anterior à nacionalidade, 1143, é a mais antiga portagem feudal europeia e local de passagem obrigatória para os caminheiros de S. Tiago. Rico é o vale de frutas, carnes, fumeiros, doçarias, néctares, vinhos e espumantes. Terra de mistérios e encantos de mouras, donzelas, profecias, potes de ouro e traições dos Távoras. Por vales enternecedores e repletos de magia, entre o Douro e o Varosa, pode ainda deliciar-se com as águas calmas de rios e riachos, capazes de apaziguar as almas mais desconcertantes.

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe a Quinta dos Padres santos como turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?
CÁTIA GONÇALVES (C.G.) – – A Quinta dos Padres Santos, Agroturismo & Spa abriu as suas portas ao público desde Março de 2012.
A ideia de apostar no turismo rural surgiu de uma vontade antiga da minha mãe, anfitriã da Quinta dos Padres Santos e dos seus 2 filhos (Cátia e Tiago) em quererem dar uma nova vida à existente Quinta, originária do séc. XIX.
Gostamos de receber pessoas e de as fazer felizes, gostamos da proximidade e contacto com o cliente, gostamos de os mimar, de os fazer sentir em casa. Aqui o cliente deixa de ser cliente e passa a ser amigo.

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R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a Quinta?
C.G. – A Quinta dos Padres Santos, é um empreendimento de agroturismo que alia a agricultura, nos seus 3 hectares de plantação de cerejeiras, ao património etnográfico, com 2 moinhos de água transformados em suites, 2 vilas t1, e 5 quartos duplos/twin na casa principal, na totalidade 9 alojamentos.
Para lazer e animação dispomos de um Spa completo (piscina ao ar livre, jacuzzi, banho turco, sauna, duche tropical, cascata de gelo, sala de massagens e ginásio); sala de jogos; parque infantil; capela e sala multiusos.
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Temos serviço de restaurante/bar, onde a cozinha é regional e muito apreciada pelas suas iguarias (especialidades – Cabritinho assado no forno de lenha e Bacalhau à Quinta dos Padres Santos).
Os cliente podem participar em actividades agrícolas sazonais (vindimas, apanha da cereja, maça, poda, etc..);
Actividades e locais de interesse na região
. Provas de vinhos Comentada;
. Visitas às Quintas da região
. Cruzeiros no rio Douro;
. Passeios pedestres com ou sem piquenique;
. Passeio BTT;
. Passeios em viatura todo o terreno;
. Visitas locais e regionais aos principais marcos históricos da região (Salzedas, Ucanha, S. João de Tarouca e Lamego);
. Visita às caves Murganheira e Raposeira;
. Animação com actuações de acordeão, concertina, cavaquinho, viola, entre outros;
. Desportos de aventura…
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R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?PADRE4

C.G. – Penso que o turismo rural está em crescimento e noto a evolução no crescimento do volume de reservas. Acho que neste momento o público já começa a procurar mais um turismo de experiências, que é o que pretendemos proporcionar.
No Douro temos o problema da sazonalidade, a época baixa é muito penosa para o sector. As instituições públicas do sector do turismo podiam  ajudar-nos na divulgação em massa tanto em Portugal como no exterior. O turismo precisa de se unir para obter ganhos maiores.
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R.E. –  A Câmara e o turismo de Tarouca e Municípios vizinhos têm contribuído para trazer o turismo à região?
C.G. – Julgo que as entidades Começaram a fazer esse trabalho com mais visibilidade durante o ano passado. Espero que comece a trazer frutos à região. Mas muito mais há a fazer pela região.

A recuperação dos diversos monumentos históricos/mosteiros da região foi uma mais valia.

 

 

 

CELORICO DE BASTO TEM VARIADÍSSIMAS RAZÕES PARA UMA VISITA:

AO  VISITAR CELORICO DE BASTO, FIQUE UNS DIAS A RESPIRAR O AR PURO DA NATUREZA E CONHEÇA OS VINHOS E A QUINTA DAS ESCOMEIRAS, EM ARNOIA

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Celorico de Basto é uma vila portuguesa no distrito de Braga, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 2 500 habitantes.

É sede de um município com 181,07 km² de área e 20 098 habitantes (2011), subdividido em 15 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Cabeceiras de Basto, a leste por Mondim de Basto, a sul por Amarante, a sudoeste por Felgueiras e a oeste por Fafe. Alberga as vilas de Celorico de Basto, Fermil de Basto e a Gandarela de Basto.

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Celorico de Basto é um concelho marcadamente rural, cujos traços profundos no território e na paisagem se devem à actividade agrícola, que dominou a ocupação das pessoas deste concelho até finais do século passado. A emigração permanente marcou igualmente o último século, numa primeira fase para o Brasil, nas décadas de 60 e 70 para França e mais tarde para a Suíça.

Celorico de Basto está hoje num processo de profundas mudanças. O aparelho económico tradicional está em profunda transformação. O sector primário, outrora dominante, é hoje praticamente residual. A produção de vinho verde ao longo do Vale do Tâmega e a pecuária nas freguesias de montanha, marcam a actividade agrícola. A construção civil, o comércio e os serviços são hoje os sectores empregadores do concelho.CELOR1

O concelho de Celorico de Basto é um óptimo local para visitar. Possui um vasto património Histórico, Arquitectónico e Arqueológico.

A Capela da Quinta de S.Silvestre, o Centro interpretativo do Castelo de Arnóia, o Circuito turístico dos Moinhos de Argontim, o Núcleo Museológico do Planalto de Montelongosão locais a não perder na sua visita.
Os vários espaços verdes como parques de Lazer, ou áreas sazonais de Banho proporcionam uma estadia agradável.
Durante a visita poderá ainda desfrutar das belas paisagens, apreciando o seu encanto natural e visitar os famosos jardins de camélias.

POR FALAR EM CAMÉLIAS, ELAS SÃO TÃO FAMOS NA REGIÃO, QUE DERAM ORIGEM AO FESTIVAL DAS CAMÉLIAS, QUE TODOS OS ANOS DECORRE NESTA CIDADE.CELORICOCAMELIAS

Além deste festival, são vários os momentos de festas e romarias nesta cidade:

  • Festas do Concelho em honra de S. Tiago realizam-se na vila a 25 e 26 de Julho
  • Senhora do Viso, em Caçarilhe, realiza-se no 2º domingo de Setembro
  • Festas de S. Pedro em Britelo
  • O Clamor da roda, em Vale de Bouro, no domingo mais próximo do dia 22 de julho.
  • Senhora de Oliveira, na Gandarela, no 2º domingo de Agosto
  • Senhora da Goma, em Gagos, domingo de Pascoela
  • Festa de S. Bernardo em S. Romão do Corgo, a 4 de julho.

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A NÍVEL DE GASTRONOMIA, NÃO PODE PASSAR NA REGIÃO SEM PROVAR:

As gostosas couves com feijão, acompanhadas com toucinho que são um prato típico com tradição. O arroz de cabidela de frango “pica no chão” continua a fazer as delícias dos apreciadores de boa mesa.
O bacalhau, fiel amigo, tem presença assegurada em todas as mesas e preparado das mais diversas maneiras. Famoso ficou o chamado “bacalhau à Freixieiro”, preparado com broa e bom presunto.
O cabrito assado com arroz de forno, a vitela assada, o cozido à portuguesa, a feijoada com chispe e uma carne da ilhada assada na brasa com batatas a “murro”, são as preferências dos apreciadores de carne, que as temos boas e que faz crescer água na boca aos apreciadores da boa gastronomia.
Os fumeiros, com destaque para o presunto e salpicão, servem-se a qualquer hora. A delicadeza vem com a doçaria: pão-de-ló, cavacas, rosquilhos, galhofas pudim caseiro.E, por cima de tudo isto, a bênção espirituosa de um bom vinho verde.

POR FIM, UMA REFERÊNCIA AO ARTESANATO, ONDE OS BORDADOS A FIO DE OURO SE DESTACAM, PELA SUA TRADIÇÃO, CONSTITUINDO JÁ UMA MARCA DE CELORICO .

QUINTA DAS ESCOMEIRAS, EM ARNÓIA, CELORICO DE BASTO CERTIFICOU A PRODUÇÃO E UVAS EM MODO BIOLÓGICO E A COLHEITA DE 2015 SERÁ A PRIMEIRA EM MODO BIOLÓGICO.  ALÉM DOS MAGNÍFICOS VINHOS, A QUINTA DE TURISMO RURAL OFERECE 9 QUARTOS , ALÉM DE VISITAS E PERCURSOS PEDESTRES, EIS O LOCAL IDEAL PARA UM REPOUSO  NA SUA VIAGEM A CELORICO DE BASTO

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Quinta das Escomoeiras – Lourido 4890-055 Arnoia – Celorico de Basto Telefone: +351 255 322 785 | +351 935 322 786 Fax: +351 255 322 785 Email: geral@quintadasescomoeiras.com Coordenadas GPS Latitude: 41º20.668’N Longitude: 7º59.890’W

A Quinta das Escomoeiras – Agricultura e Turismo, S.A. – é uma sociedade anónima, constituída em 1996, cujas atividades principais consistem na produção vitivinícola e no turismo no espaço rural. Dedica-se ainda à fruticultura  e ao cultivo de ervas aromáticas.logotipo_final

Trata-se de uma sociedade de cariz familiar, basicamente assente no apoio do seu promotor e principal acionista. Sediada no Lugar de Lourido, freguesia de Arnóia, concelho de Celorico de Basto, a Quinta – na margem direita do rio Tâmega, nos contrafortes da Serra do Marão – tem uma área total de 10,5 hectares, dos quais 3 hectares são de vinha e 6,5 hectares de floresta.

A Quinta das Escomoeiras conserva cerca de meio hectare de vinha velha, que se estende por um conjunto de socalcos sobranceiros aos edifícios utilizados para o turismo rural, como testemunho dos sistemas tradicionais de cultivo e condução da vinha. Nessa área, podem ser observadas mais de 16 castas diferentes e inúmeras videiras com várias dezenas de anos, uma delas, centenária, da casta “batoca”.vinho.adega

A vinha nova, instalada em 1997, com cerca de 2 hectares e meio, desenvolve-se em socalcos que descem o monte, confinando com a floresta que a separa do rio. Dividida em setores, compõe-se das castas brancas azal e pedrenã ou arinto e das castas tintas borraçal, padeiro e vinhão – todas elas castas típicas da região.

O solo granítico e xistoso e a exposição a nascente e sul favorecem a produção de um vinho frutado e seco, com reduzida acidez e teor de álcool médio/alto.vinho1

À conversa com Fernando Fernandes, proprietário da Quinta, descobrimos alguns pormenores sobre esta quinta fantástica e dos seus maravilhosos néctares.

ROTEIROSEVENTOS R.E.  – Como foi a campanha deste ano a nível de quantidade e qualidade?

FERNANDO FERNANDES F.F. – Como se verificou a nível geral em toda a região dos vinhos verdes, sobretudo devido às favoráveis condições climáticas que se registaram, a última campanha foi boa, quer em quantidade quer, especialmente, em qualidade.vinho4

R.E. –  Qual área de plantação e média de produção de vinhos?

F.F. – A Quinta das Escomoeiras é uma pequena unidade vitivinícola, dispondo de uma área de vinha de cerca de 3 hectares. A produção média anual, que decresceu nos últimos três anos devido ao processo de conversão em modo biológico, ronda as 10000 garrafas (0,75 lt) de vinho (branco, rosé e tinto);Vinho 5

R.E. – O que destacaria nos seus vinhos?

F.F. – Os vinhos Quinta das Escomoeiras são vinhos produzidos exclusivamente com uvas da própria vinha e a partir das castas típicas da sub-região de Basto. As características da região, mais afastada do Atlântico e próxima das serranias que a separam da região vizinha do Douro e as condições do clima conferem-lhe uma especificidade muito particular levando muitos a considerá-lo um vinho de transição.Concluído recentemente o processo de conversão em modo biológico e certificadas as uvas, os vinhos da colheita de 2015 serão, pela primeira vez, biológicos.

R.E. –  Além da produção do vinho e das compotas elaboradas a partir dos frutos produzidos na quinta, que outros serviços tem a Quinta para oferecer?

F.F.  – A Quinta das Escomoeiras é uma unidade de turismo no espaço rural (Casa de Campo), dispondo de 9 quartos e funcionando no regime de alojamento e pequeno-almoço. A Quinta pertence à Rota dos Vinhos Verdes e, nesse âmbito, oferece visitas guiadas que incluem percurso pedestre pela vinha, visita aos estábulos (burro de Miranda e égua lusitana), à horta biológica e à Adega, terminando no terraço da casa principal com prova dos nossos vinhos. Na loja da Quinta os visitantes podem adquirir os nossos vinhos, compotas e ervas aromáticas.

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PENAFIEL: UM LOCAL A VISITAR, PELA SUA LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA, PERTO DO MARÃO, AO LADO DO  DOURO E NO VALE DE SOUSA. CONHEÇA ESTA CIDADE, OS SEUS ARREDORES, A GASTRONOMIA E FIQUE UNS DIAS POR CÁ NA CASA VALXISTO, NO MEIO DA NATUREZA E PERTO DE TUDO

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Penafiel é uma bonita cidade do norte de Portugal, sede de concelho, onde abundam fantásticas paisagens e um rico património, conjugados com uma tradição ancestral .

Outrora conhecida como São Martinho de Moázeres e como Arrifana de Sousa, Penafiel é uma cidade antiga, tendo sido comenda da Ordem de Cristo que auxiliou algum do seu desenvolvimento na época medieval.
Ainda hoje toda a região de Penafiel mantém um aspecto graciosamente rural, pese embora todo o desenvolvimento industrial e progresso que a região tem manifestado.

A arquitectura tradicional elaborada com os materiais da região, granito e xisto, foi em muitos locais devidamente conservada.

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Penafiel orgulha-se do seu rico património, albergando importantes Monumentos, tais como a renascentista Igreja Matriz, ou Igreja de São Martinho, que acolhe a capela-mor gótica da anterior Igreja consagrada ao Espírito Santo, onde em 1540 foi estabelecida a confraria do Santíssimo Sacramento.
Muitos outros monumentos são dignos de registo, como o altaneiro Santuário de Nossa Senhora da Piedade ou do Sameiro, a Igreja da Misericórdia de Penafiel, a Igreja da Ajuda, o Pelourinho, as Capelas de Santa Luzia, Nossa Senhora da Guia, São Roque, São Cristóvão ou do Senhor dos Passos, entre outros pontos de interesse tais como o Museu Municipal de Penafiel instalado no belo Palácio dos Pereira do Lago e dedicado à história, arqueologia e etnografia da região.

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Pela região encontram-se diversos Palacetes e Casas Senhoriais, bem como belas Quintas, que espelham o poder económico que Penafiel tem conseguido ao longo dos séculos, como são exemplo os Palácios do Barão do Calvário ou as Casas da Aveleda.

TODOS OS ANOS, O MUNICÍPIO PROMOVE A AGRIVAL, A  MAIOR FEIRA AGRÍCOLA DO NORTE E CENTRO DO PAÍS. DURANTE O ANO, A ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PENAFIEL PROMOVE TAMBÉM A FEIRA DOCES SABORES, NO INICIO DE DEZEMBRO.

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ALÉM DO VINHO VERDE, PENAFIEL É REGIÃO, ONDE O CABRITO E A LAMPREIA FAZEM PARTE DA TRADIÇÃO GASTRONÓMICA.

Em Penafiel, os pratos mais típicos são o cabrito ou o anho assado com arroz de forno, o cozido, o sável frito ou de escabeche, e ainda a lampreia, à bordalesa ou em arroz de sangue, tudo bem acompanhado com o excelente vinho verde da região.

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Na doçaria, são os doces de feira os que mais se consomem, sobretudo os bolinhos de amor, o pão-de-ló, o pão podre, os rosquilhos, os brinquedos ou os doces de São Gonçalo. A originalidade doceira de Penafiel é, no entanto, mais bem representada pela sopa seca, o sarrabulho doce e pelas tortas de São Martinho, muito apreciados por naturais e visitantes, sendo as últimas exclusivas de Penafiel.

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A QUINTA DE VALVERDE DEU ORIGEM A UM ESPAÇO DE TURISMO RURAL –  A CASA DE VALXISTO – COUNTRY HOUSE, PELA PAIXÃO DO TURISMO EM ESPAÇO RURAL DOS PROPRIETÁRIOS EM QUINTADONA, A DOIS PASSO DE PENAFIEL, ENCONTRE UM LOCAL DE SONHO, ONDE NO SEIO DA NATUREZA, PODE DISPÕR DE TODO O CONFORTO E MIMINHOS DO TURISMO RURAL ONDE NÃO FALTA O MARAVILHOSO SERVIÇO DE MASSAGENS E A AROMATERAPIA. VENHA DÁI CONNOSCO, INSTALAR-SE NA CASA VALXISTO E CONHECER PENAFIEL, COM O DOURO AOS SEUS PÉS

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Pela sua localização, Penafiel torna-se um local convidativo a visitar e por lá permanecer durante uns dias.

Situado na zona do vinho verde, esta cidade encontra-se a cerca de 20 minutos de Amarante, a cerca do mesmo percurso da zona metropolitana do porto. além do mais, encontra mesmo ali, as magníficas paisagens do Douro.

Em 40 minutos, pode também estar em plenos encantos da  Serra do Marão, com vila Real, Mesão Frio e Peso da Régua à mão. É caso para que se diga: prefere Verde ou Douro??

A Casa Valxisto – Country House é um projecto de vida, criado com amor e dedicação para oferecer aos seus hóspedes momentos únicos de lazer, quer através dos espaços quer dos serviços, primando pela simpatia e qualidade.

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A Casa Valxisto – Country House é também um local ligado à nossa cultura, encontra-se inserida na Aldeia rural preservada de Quintandona, classificada como Aldeia de Portugal, caracterizada pelas suas casas com uma mistura de ardósia (xisto) e granito e está rodeada de importantíssimos monumentos históricos, principalmente da época do românico, daí ser a Casa ideal para descansar durante uma visita à Rota do Românico do Vale do Sousa.valxisto-02.thumb

Estamos geograficamente localizados no centro de 3 zonas classificadas como Património Mundial da Humanidade, a 30 minutos da cidade do Porto, 45 minutos da cidade de Guimarães e a 60 minutos da cidade do Peso da Régua já na região do Douro vinhateiro.

Temos todo o gosto em dar as boas vindas e em ajudar os nossos hóspedes a planear os seus percursos na região para que possam aproveitar ao máximo o seu tempo de visita aos magníficos mosteiros, igrejas, pontes, memoriais, enfim… para que possam apreciar e saborear o que esta terra tem para oferecer.

ROTEIROSEVENTOS R.E. – Há quanto tempo existem a Casas de Valxisto como turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

ANA OLIVEIRA (A.O.) – A Casa Valxisto – Country House foi inaugurada em Julho de 2013 e surgiu da paixão pelo turismo em espaço rural e no que o mesmo oferece aos seus hóspedes, em particular a singularidade, proximidade e vivência com os usos e costumes, dando relevo ao património material e imaterial da região e da sua gastronomia.

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A base do projecto foi a recuperação da outrora casa agrícola familiar, da Quinta de Valverde, com 5,5 ha, a qual foi recuperada harmonizando os elementos rurais com os modernos e sofisticados, para que em cada espaço da Casa se sinta os aromas do campo e o conforto dos tempos de hoje.

R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a quinta?

A. O. – O empreendimento está dotado de oito quartos de tipologias distintas: quarto duplo ou twin, quarto duplo superior e estúdio, os dois últimos com kitchenette. Três dos quartos estão preparados para receber pessoas com mobilidade reduzida e todos estão equipados com casa de banho privativa e ar condicionado.valxisto-04.thumb

O restaurante da Casa oferece uma ementa baseada na gastronomia regional e funciona mediante reserva. As refeições são confeccionadas na cozinha que conserva a lareira e um típico forno a lenha e são servidas na antiga adega onde se preserva o lagar ou a pedido no quarto.4

Para os dias de calor, a Casa dispõe de uma esplanada e piscina exterior com queda de água para a vinha de vinho verde, para que os hóspedes possam desfrutar de momentos relaxantes e refrescantes. Não podendo nunca faltar a referência ao nosso fantástico serviço de massagens com aromaterapia para proporcionar uma estadia verdadeiramente relaxante e rejuvenescedora.

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Na Quinta os hóspedes são convidados a passear pelas plantações de frutos vermelhos ou pela horta de hortícolas produzidos em modo biológico, e se assim entenderem participar nas próprias actividades agrícolas.

Para os hóspedes mais aventureiros a Casa disponibiliza gratuitamente bicicletas para que possam explorar a natureza envolvente, podendo deliciar-se com um piquenique preparado pela Casa.

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R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

A.O. – É um sector em crescimento em que se verifica o reconhecimento interno e externo das ofertas turísticas de Portugal e da sua diversidade. O turismo rural tem o seu espaço no mercado, quer pelo que consegue oferecer aos seus hóspedes, quer pela crescente procura do regresso às origens, permitindo o gozo do descanso e relaxamento, bem como o contacto com a natureza que se consegue nas unidades de turismo em espaço rural.

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Nos últimos anos a qualidade das unidades turísticas classificadas como turismo em espaço rural tem se elevado, colocando à disposição dos hóspedes o conforto a que as pessoas estão habituadas e ao mesmo tempo preservando a ruralidade.

R.E. –  A Câmara e o turismo de  Penafiel e Municípios vizinhos têm contribuído para trazer o turismo à região?

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A.O. – A Câmara e a unidade de turismo de Penafiel, bem como dos Municípios vizinhos tem procurado dinamizar a oferta turística da região, através da preservação dos costumes, tradições e da sua promoção, dotando também a região de infraestruturas e equipamentos que despertam o interesse dos turistas e os cativa a visitar-nos.

tratamentos spa; rafting no Rio Paiva; provas de vinhos e de gastronomia local em quintas do Vale do Sousa; percursos pedestres e trilhos em BTT na Rota do Românico com guias especializados, visitas aos monumentos da Rota do Românico.

 

 

QUINTA SÃO MIGUEL DE ARCOS, EM VILA DO CONDE, PERMITE-LHE DIAS DE DESCANSO NA NATUREZA, CONCILIANDO O SOSSEGO DA NATUREZA, COMO O MAR ALI AO LADO! VISITE VILA DO CONDE E FIQUE UNS DIAS NA QUINTA!

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CONTACTOS Contacto: Sr. António José Rodrigues Morada: Rua da Igreja, 209 Arcos 4480-018 Vila do Conde Porto – Portugal Telef.: (+351) 919 372 202 Fax: (+351) 252 652 074 E-mail: ajr@quintasaomiguel.com

Situada a escassos quilómetros de importantes centros como Vila do Conde e Póvoa de Varzim, a Quinta São Miguel de Arcos, harmoniosamente integrada numa bela paisagem natural, convida todo o ano. Com vários quartos, inseridos numa magnifica casa rústica do século XVIII, os hospedes da Quinta São Miguel de Arcos têm assegurada uma vasta gama de serviços, encontrando, ainda, a um passo, os mais diversos pólos de atracção que, passando pela praia e o campo, englobam ainda toda a animação da cidade de Vila do Conde.

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Vila do Conde é uma lindíssima cidade do Norte de Portugal, sede de concelho, situada na margem do Rio Ave, bem próxima do mar, e um importante centro industrial, porto de pesca e, cada vez mais, centro turístico.

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As origens da localidade são bem antigas, tendo existindo um castro Celta no século VIII a.C, no monte sobranceiro ao Rio Ave. A partir do século III a.C é ocupada por Romanos que escolhem deslocar a população para terras baixas, em volta do monte. Vila do Conde foi também povoada por Suevos, entre os séculos V e VI.

A não perder é toda a herança arqueológica da região, destacando-se o Castro de São Paio, em Labruge, com as ruínas de uma povoação piscatória pré-romana e o Castro de Bagunte, com vestígios de ocupação castreja entre o primeiro milénio a.C. e o século IV d.C.

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Por todo o concelho existem diversas casas senhoriais que atestam a riqueza que os férteis terrenos, o rico mar, e o infindável oceano trouxeram ao longo dos anos.

As praias da região são também de grande beleza, atraindo bastantes visitantes no verão.

Vila do Conde é sobejamente conhecida pela sua produção artesanal, nomeadamente pelas Rendas de Bilros, numa tradição que remonta ao século XVI, e que está devidamente registada no interessante Museu das Rendas, e preservada na Escola de Rendas. O artesanato da região está fortemente representado na Feira Nacional que acontece anualmente entre Julho e Agosto e reúne inúmeros visitantes.

Além da Feira Nacional do Artesanato, decorre também todos os anos, na Freguesia de São Pedro de Rates, a AGROLEITE, promovida pela LEICAR.

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A QUINTA DE SÃO MIGUEL DE ARCOS: O LOCAL INDICADO PARA FICAR UNS DIAS FIQUE INSTALADO NA QUINTA E DESCUBRA OS ENCANTOS DA REGIÃO

SAOMIGUEL

Este lindo e encantador hotel está a harmoniosamente integrado na paisagem natural circundante, oferecendo confortáveis e modernas acomodações longe da confusão dos grandes centros urbanos.

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A Quinta São Miguel de Arcos fica apenas a uma curta viagem de carro das cidades e centros importantes, mas está um ambiente rural de beleza natural, permitindo uma verdadeira experiência singular de férias.

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe a Quinta São Miguel de Arcos e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?
ANTÓNIO RODRIGUES A.R. – Esta unidade existe à 18 anos e a ideia surgiu da renovação da parte velha da casa que estava em ruínas onde começamos com 2 quartos que ano após ano fomos ampliando até aos dias de hoje onde contamos já com 12 quartos.

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R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a quinta?

A.R. – A Quinta de São Miguel tem  capacidade é de 12 unidades sendo 2 apartamentos privativos, 6 quartos duplos privativos e 4 quartos duplos com casa de banho partilhada.

Na quinta temos 2 piscinas, bicicletas, jogos e mapas com passeios pedestres nos arredores. PISCINASAOMIGUEL

R.E. –   Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

A.R. – O sector está em crescimento contudo neste tipo de alojamento está dificil a sobreviver devido à sazonalidade e o cliente de Portugal não vê este tipo de alojamento como sendo diferenciado.

R.E.  A Câmara e o turismo de  Vila do Conde e Municípios vizinhos têm contribuído para trazer o turismo à região?

A.R.  – Julgo que a a câmara tem feito alguns esforços , tem apoiado nos postos de turismo, mas poderá, no meu ver, apoiar um pouco mais, e temos essa esperança.

VISITE ARCOS DE VALDEVEZ, APRECIE A NATUREZA NO SEU ESTADO MAIS PURO E DELICIE-SE COM UNS DIAS DE AVENTURA NA REGIÃO E NO PARQUE NATURAL DO GERÊS. O EIDO DO POMAR TEM UM CONJUNTO DE CASAS DE TURISMO RURAL, INCLUINDO UM MOÍNHO ONDE PODERÁ DESFRUTAR DE UNS DIAS DE CONVÍVIO COM A NATUREZA!

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Contactos / Contacts Telefone / Telephone +351 933 471 271 EIDO DO POMAR: E-mail geral@eidodopomar.com Morada / Address Eido do Pomar Unipessoal Lda. Lugar do Pomar, Vila Fonche 4970-738 Arcos de Valdevez Portugal

Arcos de Valdevez é uma pequena vila do norte de Portugal, conhecida pelo ambiente calmo e em perfeita harmonia com toda a natureza envolvente.

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O Parque Nacional Peneda-Gerês, reconhecido mundialmente pelos seus trilhos, lagoas naturais e paisagens de tirar a respiração, oferece as mais diversas experiências aos seus visitantes.

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Não podemos deixar de salientar o cartaz cultural desta vila que tem despertado curiosidade entre todas as gerações, tanto pela sua polivalência e actualidade como pela presença de artistas de renome internacional.

Tudo isto torna Arcos de Valdevez num destino de férias perfeito! Venha passar uns dias em família e em contacto com a natureza!

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Bem-vindos ao Eido do Pomar

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Venha viver uma experiência única no mundo do turismo rural…

Desfrute do ar puro e relaxante da natureza. Aproveite com um passeio pelos trilhos do Parque Nacional Peneda Gerês, um mergulho no rio, uma tarde na piscina, um serão à lareira…

Explore as nossas casas e descubra as diferentes experiências escondidas em cada uma delas…

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«Explore a Magia e o Encanto das terras de Arcos de Valdevez, na tranquilidade que só a Mãe natureza nos pode oferecer. Descubra paisagens de tirar a respiração, mergulhe nas lagoas naturais esculpidas pelos rios e delicie-se com toda a gastronomia e simpatia da região. Viva uma experiência única no mundo do Turismo Rural no conforto e paz com que sempre sonhou». VENHA DAÍ CONNOSCO CONHECER A REGIÃO E VISITAR ESTE EMPREENDIMENTO DE NUNO RODRIGUES E FICAR POR CÁ DURANTE UNS DIAS!

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como e quando surgiu o EIDO do POMAR como unidade de Turismo?
      NUNO RODIRGUES (N.R.) –  O Eido do Pomar trata-se de uma pequena empresa familiar criada em 2011, com o intuito de oferecer aos nossos visitantes uma verdadeira experiência da vida rural. Surgiu da vontade em partilhar a paixão que temos pelas gentes e costumes de Arcos de Valdevez e sua Natureza envolvente.
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R.E. –  Além do turismo, que outros produtos promove a Quinta?
N.R. – O Eido do Pomar disponibiliza aos nossos visitantes um conjunto de casas situadas no concelho de Arcos de Valdevez. A oferta varia desde um antigo moinho na margem do Rio Lima, casas típicas e pitorescas no centro de pequenas aldeias, até à tranquilidade do alto da serra com acomodações no coração do Parque Nacional Peneda Gerês (PNPG). Disponibilizamos também parcerias para que os nossos visitantes experienciem caminhadas guiadas, por trilhos da Serra d’Arga e no PNPG. Brevemente também teremos aos dispor mais actividades, como passeios de BTT e descidas de rio em Kayak no Rio Lima e no Rio Vez.
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R.E. –  Quais as principais dificuldades do sector?
N.R. – Do nosso ponto de vista, a maior dificuldade advém da falta de iniciativa local na divulgação das atracções e actividades turísticas de Arcos de Valdevez. Muito e bem tem sido feito na divulgação da nossa gastronomia, no entanto áreas como as Actividades na natureza, repletas de esplendor e maravilhas escondidas no PNPG tem sido esquecias.
        Também há alguma dificuldade na oferta de mão de obra qualificada e multidisciplinar.
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R.E.- O que falta, no vosso entender, para que se cative mais a opção do turismo rural?
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N.R. – O turismo rural tem vindo a melhorar significativamente quanto à qualidade oferecida, no entanto ainda encontramos pessoas bastante reticentes a este tipo de turismo, devido à ideia que foi generalizada durante anos de que este tipo de turismo apenas oferecia casas antigas, com poucas comodidades e muitas vezes já degradadas. Actualmente, e como nós fazemos questão que seja com as nossas acomodações, tem-se apostado muito na qualidade das construções e no conforto dos hóspedes, respeitando a comunhão com o meio e as tradições locais.

VISITE MINHO, AS SUAS PAISAGENS, A GASTRONOMIA E APRECIE A IDENTIDADE DE UMA REGIÃO FORTEMENTE MARCADA POR TRADIÇOES. A CASA DAS ANAS, SITUADA EM ANAIS, LOCALIZADA NUM PONTO ESTRATÉGICO, É O LOCAL IDEAL PARA QUEM APRECIA A BELEZA NATURAL E A TRANQUILIDADE

PARALELAMENTE À CASA DAS ANAS, OS VISITANTES PODEM USUFRUIR DE UMA VASTO CONJUNTO DE ACTIVIDADES DE AVENTURA, UM EMPREENDIMENTO DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA TAMBÉM PROPRIEDADE DE ANA SILVA. CONHEÇA A ALTERNATIVA XL

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A “Casa das Anas – Turismo Rural” situa-se na freguesia de Anais, concelho de Ponte de Lima. A 5 minutos do nó de acesso da A3, em pleno coração minhoto, e  está localizada a :

– 10 Km de Ponte de Lima
– 22 Km de Braga
– 15 Km de Vila Verde
– 25 Km de Viana do Castelo
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CASA DAS ANAS -TURISMO RURAL Travessa do Rainho, nº 227 4990 Anais Ponte de Lima http://www.casadasanas.pt Contactos: – 962 778 173 – 969 073 094 – 253 927 399

«Sabendo que a área do turismo está em franca expansão no nosso país e também porque a vila de Ponte de Lima é bastante apelativa e visitada. A Quinta que acolhe a Casa das Anas, com cerca de 1 hectare, vem de família. Nutrimos por ela um carinho especial.CASA DAS ANAS - Turismo Rural - Ponte de Lima (5)

Existia uma casa muito velhinha sem condições de habitabilidade. Sempre que olhava para ela, a vontade de a reconstruir e fazer daquele espaço, um local idílico, invadia-me. Como sou uma aventureira e uma apaixonada pelos meus sonhos, tinha de “meter mãos à obra”. E ao fim de quase 5 anos, surge a Casa das Anas, um local cheio de ruralidade, onde o antigo e contemporâneo se abraçam numa simbiose perfeita. Quem a visitou, deixou as mais simpáticas palavras no nosso livro de honra. Tem sido um gosto para nós, recebermos os nossos hóspedes e partilharmos com eles momentos de puro convívio e informalidade. Venha conhecer a Casa das Anas – Turismo Rural.» ANA SILVA, PROPRIETÁRIA FALA-NOS UM POUCO MAIS DA CASA DAS ANAS E DO TURISMO RURAL

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe o vosso empreendimento e como surgiu a ideia de apostar no sector?

 

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ANA SILVA (A.S.) –  A Casa das Anas abriu as suas portas em Dezembro de 2014.

Este projecto de turismo rural é um projecto de família, muito querido para nós, e que já há muito andava para se concretizar. Eu chamo-me Ana, e as minhas 2 filhas têm “Ana” no nome, Ana Beatriz e Ana Matilde. Fomos buscar o nome comum às três, e resultou na “Casa das Anas”.

Eu sou natural da covilhã. E há 12 anos que vim viver para Braga. Trazia na ideia a criação de um projecto meu. Onde pudesse dar largas à imaginação e acolher, acolher pessoas oriundas dos mais variados sítios. Adoro receber, adoro conhecer, adoro mimar. É isso que faço a quem visita a Casa das Anas. Nestes 12 anos, os últimos 5 anos foram dedicados ao projecto de turismo rural.

 

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R.E. –  Que avaliação faz do sector, pela vossa experiência?

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A.S. –  Nós temos desde Agosto de 2005, uma empresa de animação turística, a Alternativa Xl Animação Turística Unipessoal Lda. Organizamos as mais variadas actividades de aventura. Rapel, slide, manobra de cordas, paintball, percursos de btt e pedestres, jogos populares, tiro com arco, besta, zarabatana, entre outras. Muitos dos nossos clientes pediam-nos, quando organizavam actividades para um fim de semana, se podiam acampar no nosso terreno. Não havendo outra possibilidade de alojamento ali perto, permitíamos que o fizessem. O “bichinho” do Turismo Rural há muito que me percorria.
Consideramos que é um sector em franca expansão.

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R.E. –  O que falta para que o sector atinja e consiga cativar mais adeptos deste turismo?

 

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A.S. –  Penso que a divulgação é fundamental. A entidades nacionais e regionais ligadas ao setor poderiam criar canais específicos, para a divulgação do turismo no espaço rural.

 

PONTE DE LIMA: A VILA QUE NÃO QUIS SER CIDADE

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Ponte de Lima

Não será por acaso que a Vila mais antiga de Portugal é reconhecida como um património universal, um território sem fronteiras mediador de um movimento que entende o nosso planeta como um lugar sagrado.

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Soube astuciosamente gerir um distanciamento sadio dos valores que regem a nossa cultura actual e orientar o culto à ciência e ao racionalismo para as áreas do Património, Ambiente e Ruralidade. O culto da terra e da tradição são os pilares basilares de desenvolvimento, inscrito nas mais profundas raízes limianas e que traça o perfil marcadamente rural. Esta matriz genuína evidencia a nobre herança de outrora, gravada nas fachadas imponentes que sobressaem da paisagem natural e revelada, de forma sublime, nas relações de proximidade e na arte do bem receber.

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Ponte de Lima é berço do Turismo de Habitação, da casta Loureiro que distingue o Vinho Verde e do Arroz de Sarrabulho apreciado nos mais recônditos lugares do mundo. É a Vila mais florida e mais antiga de Portugal.

Dignos de registo é a Área de Paisagem Protegida, o Festival Internacional de Jardins, a Feira do Cavalo ou mesmo o Caminho Português de Santiago, como polos de atracção turística cada vez mais internacional.

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Além destes festivais sobejamente conhecidos, Ponte de Lima promove ainda todos os anos um série de eventos e Festivais que trazem à região centenas de milhares de pessoas por ano, tais como  a Feira do Bacalhau de cebolada, a Feira Gastronómica da Lampreia, a Feira do porco e as Delícias do Sarrabulho, a Festa do vinho Verde e dos Produtos Regionais, a Feira da Caça, da Pesca e do Lazer, e a  Vacas com Cordas.

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One thought on “A ROTA DO TURISMO RURAL TRÁS-OS MONTES E ALTO DOURO

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