OS VINHOS DA BEIRA INTERIOR, CONHEÇA UM POUCO MAIS E VENHA PROVÁ-LOS CONNOSCO!

APÓS UMA «VOLTA AO NOSSO MARAVILHOSO VINHO DE PORTUGAL» E PARA TERMINAR A ROTA DOS VINHOS, FALTA ABORDAR UM REGIÃO, ÀS VEZES ESQUECIDA, MAS QUE PRODUZ VINHOS DE EXCELÊNCIA, AO NÍVEL DE OUTRAS REGIÕES.

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EIS A ROTA DOS VINHOS DA BEIRA INTERIOR

A Beira Interior é uma zona de castelos e fortificações ou não estivéssemos “paredes meias” com Espanha. A defesa da região foi sempre uma das preocupações dos povos que a habitaram, por isso são inúmeros os vestígios e monumentos de carácter bélico na região. Destes destacam-se a torre de Centum Cellas construída pelos romanos, provavelmente para armazenar alimentos, e Almeida, vila defendida por fortificações construídas no século XVII.

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O cultivo da vinha na região encontra-se essencialmente nas zonas de Pinhel e Castelo Rodrigo, onde as vinhas contrastam com o granito dos castelos. A sul da região a paisagem é dominada pela Serra da Estrela, a mais elevada de Portugal Continental.

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A cultura da vinha nesta região é muito antiga, sabendo-se que já no séc. XIV a actividade estava bem implantada. Compreendendo três sub-regiões – Castelo Rodrigo, Pinhel e Cova da Beira, os vinhos da Beira Interior, tanto os tintos como os brancos, têm vindo a conquistar adeptos. Nesta região são muitos os pontos de interesse, estando a rota estruturada em três percursos.

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A Covilhã, uma das portas de entrada para a Serra da Estrela, é o ponto de partida para o itinerário “Da Serra ao Côa” que nos leva também a Belmonte, com o seu belo castelo, a Sortelha, uma bem preservada aldeia que mantém as suas casas de granito, e a Castelo Mendo, notável povoação fortificada.

O segundo percurso, “Ao Longo da Fronteira”, faz-nos recuar no tempo, até à época em que as disputas fronteiriças eram uma constante. Almeida, com a sua imponente praça-forte, é um dos melhores exemplos. images

A Denominação de Origem Beira Interior foi criada a 2 de Novembro de 1999, resultado da aglutinação das regiões de Castelo Rodrigo, Cova da Beira e Pinhel, que passaram a sub-regiões desde então. Tem um passado histórico vitivinícola que remonta à fundação da nacionalidade portuguesa, está localizada no interior centro de Portugal, tem cerca de 16 000 hectares de vinhas e uma grande variedade de castas. Destacam-se nas brancas a Síria, Fonte Cal, Malvasia e Arinto e, nas Tintas, a Rufete, Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.

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Os vinhos são influenciados pela montanha, rodeados pelas serras da Estrela, Marofa e Malcata e pela altitude com variações entre os 400 e os 700 metros. Os solos são de origem granítica na sua maioria, sendo os restantes essencialmente de origem xistosa. O clima da região é muito agreste, com temperaturas negativas no Inverno e Verões muito quentes e secos. Desta combinação de factores resultam vinhos brancos de grande exuberância aromática e muita frescura e, nos tintos, vinhos com aromas complexos a frutos silvestres e especiarias, aliados a uma frescura marcante.

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Esta região produz vinhos brancos, tintos, rosados e palhetes, bem como espumantes naturais de qualidade, contribuindo para tal a grande variedade de castas que têm permitido a descoberta constante de novos aromas e sabores.

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Nos últimos anos, tem-se dado nesta região uma grande evolução relativa ao aumento do número de produtores e à qualidade dos seus vinhos. A Beira Interior quer afirmar-se como uma região de excelência e qualidade na produção de vinhos e ocupar o seu legítimo lugar juntamente com as grandes regiões vitivinícolas portuguesas.

 

 

BACALHOA VINHOS PRODUZ CERCA DE 900 MIL GARRAFAS POR ANO NA BEIRA INTERIOR

 

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BACALHÔA, Vinhos de Portugal, S.A. | EN 10 | Apartado 54 | 2925-901 Azeitão – Portugal |Tel: (+351) 212 198 060 | Fax: (+351) 21 2198086 | http://www.bacalhoa.pt ALIANÇA, Vinhos de Portugal, S.A. | Rua do Comércio | Apartado 6 | 3781-908 Sangalhos – Portugal |Tel: (+351) 234 732 000 | Fax: (+351) 234 732 005/6 |www.alianca.pt

A Bacalhôa Vinhos de Portugal, S.A., uma das maiores e mais inovadoras empresas vinícolas em Portugal, desenvolveu ao longo dos anos uma vasta gama de vinhos que lhe granjeou uma sólida reputação e a preferência de consumidores nacionais e internacionais. Presente em 7 regiões vitícolas portuguesas, com um total de 1200ha de vinhas, 40 quintas, 40 castas diferentes e 4 centros vínicos (adegas), a empresa distingue-se no mercado pela sua dimensão e pela autonomia em 70% na produção própria. A cada uma das entidades que constituem a Bacalhôa Vinhos de Portugal, S.A. – Aliança Vinhos de Portugal, Quinta do Carmo e Quinta dos Loridos – corresponde um centro de produção com características próprias e um património com intrínseco valor cultural.

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A Bacalhôa dispõe de adegas nas regiões mais importantes de Portugal: Alentejo, Península de Setúbal (Azeitão), Lisboa, Bairrada, Dão e Douro.

ANA FILIPA LOPES, RESPONSÁVEL PELAS RELAÇÕES PÚBLICAS, FALA-NOS UM POUCO MAIS SOBRE OS VINHOS NA BEIRA INTERIOR:

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«A Beira Interior produz vinhos muito interessantes , uma vez que a região está apta para o cultivo de um grande número de castas diferentes. No nosso caso, os nossos vinhos produzidos nesta região constituem um sucesso comercial, sendo dos vinhos que mais vendemos no Canadá e EUA (que são mercados exigentes), por exemplo, nomeadamente as marcas Terra Boa e Vista».

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como foi a campanha deste ano a nível de quantidade e qualidade?

 

ANA FILIPA LOPES (A.F.L.) – A qualidade foi bastante boa tanto em branco como em tinto.

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R.E. –  Qual a área de plantio e média de produção na Região?VISTA

 

A.F.L. – Nesta região, possuímos 88 hectares de vinha, que correspondem a 900 mil garrafas.

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R.E. –  O que destacaria nos vossos vinhos da Beira Interior?

 

A.F.L. – A identidade e o carácter dos vinhos destacando-se a frescura e o aptidão gastronómica dos mesmos.

 

 

R.E. –  Como analisa a Beira Interior no mercado vitivinícola?

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A.F.L. – A Beira Interior produz vinhos muito interessantes , uma vez que a região está apta para o cultivo de um grande número de castas diferentes. No nosso caso, os nossos vinhos produzidos nesta região constituem um sucesso comercial, sendo dos vinhos que mais vendemos no Canadá e EUA (que são mercados exigentes), por exemplo, nomeadamente as marcas Terra Boa e Vista. Produzimos excelentes vinhos Tinta Roriz e Touriga Nacional, que são dos mais apreciados no mercado de exportação.

 

 

VINHOS BONJARDIM, DE HUBERTUS LENDERS  LANÇOU UM BRANCO 75% ALVARINHO E 25% FERNÃO PIRES, ALÉM DE UM ROSÉ ESPUMANTE DA CASA BAGA

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CONTACTOS: Albergue do Bonjardim 6100-460 Nesperal, Sertã – Portugal N 39° 48′ 47″, W 08° 09′ 46″ Tel.: (+351) 274809647 Tel.: (+31) 0247506332 E-mail: info@bonjardim.nl

O Albergue do Bonjardim é uma pequena vinha que remonta ao ano 1756. Está situado em um planalto rodeado por pinheiros, situado geográficamente no centro de Portugal. O processo de fabrico de vinho manteve-se sempre o mesmo: uvas saudáveis com muito sumo, sem resíduo, fermentados em lagares de granito sem qualquer adição de fermento.

 

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Todos os anos também é feita uma quantidade limitada de “Bonjardim Rose”. Devido ao processo de vinificação tradicional este é um produto excelente, muitas vezes com uma cor bastante escura, muito frutado, seco e ainda um sabor complexo.

COM 3 HA DE VINHA E UMA PRODUÇÃO EM MODO BIOLÓGICO, UTILIZANDO LEVEDURAS AUTÓCONES,SELECÇÃO MANUAL DOS BAGOS, OS VINHOS DE BONJARDIM REVELAM UMA ALMA DIFERENTE!

 

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O ALBERGUE DO BONJARDIM, ALÉM DE PRODUZIR ESTES MAGNÍFICOS NÉCTARES, TEM AO SEU DISPÔR SETE QUARTOS DEVIDAMENTE EQUIPADOS PARA O RECEBER, ALÉM DA CASA DO ALAMBIQUE, JUNTO À ADEGA, COM CAPACIDADE PARA 8 PESSOAS

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«O que eu acho que importante é que a filosofia  que está por trás da produção na vinha e do vinho tem mas influência na qualidade do que a região.
Nós produzimos em modo biológico com leveduras autoctoness, com uma selecção manual dos bagos e com lagares abertos para a fermentação. Deste modo reduzimos a quantidade com 40% mas com uma alma no vinho completamente diferente.», eis a filosofia de Hubertus Lenders

 

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R.E. –  Como foi a campanha deste ano a nível de quantidade e qualidade?

HUBERTUS LENDERS (H.L.) – Temos de voltar para o ano 2014 que foi pouco e má. O ano 2015 só há uma falta de superlativos porque era muito e bom, uma combinação que no mundo dos vinhos não existe.

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R.E. –  Qual a área de plantio e média de produção na Região?

H.L. – Só temos três Ha. A média na região serã em volta disso. A Nossa região sempre produziu vinho leves para auto consumo.

A zona só engloba só duas vilas Cernache do Bonjardim e Nesperal. Situado num planalto de 350 metros com um microclima muito favorável para a produção de fruta e produzir vinho.

Em 1989  começámos a produzir vinhos fortes com potencia de envelhecer. O ministério da agricultura nem quis certificá-los porque a região não pertencia a nenhuma  região demarcada. Fomos para Santarém, Mealhada, via a região do Vinho de Sícó… finalmente para a Guarda Vinho Regional Terras da BEIRA INTERIOR. Esta região não tem nada em comum em termos das características das vinhas e dos vinhos, mas por enquanto é a melhor demarcação que há.

Entretanto mais 5 agricultores começaram a produzir vinho de qualidade com grande sucesso.

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R.E. –  Lançaram ou vão lançar em breve algum novo vinho no mercado?

H.L. – LANÇÁMOS um branco com 75% Alvarinho e 25% Fernão Pires e um rosé espumante da casta Baga.

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R.E. –  O que destacaria nos vossos vinhos da Beira Interior?

H.L. – Temos vinhos muito mais encorpados, com mais cor e corpo e com mais potência de envelhecimento.
R.E. –  Como analisa a Beira Interior no mercado vitivinícola?


H.L. – Não tem grande impacto ainda. Nós conseguimos vender os nossos vinhos nos mercados internacionais porque os vinhos são únicos e não que sejam da Beira Interior.

 

 

 

 

 

QUINTA DOS TERMOS, EM BELMONTE ADQUIRIU UMA NOVA QUINTA EM LOUSA, CASTELO BRANCO COM CERCA DE 90 HECTARES, ONDE VÃO PLANTAR MAIS 28 HECTARES DE VINHA

 

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QUINTA DOS TERMOS LANÇOU DOIS NOVOS VINHOS NO MERCADO: O VINHO PASSITO, ELABORADO A PARTIR DA UVA EM PASSA, IDEAL PARA A SOBREMESA E QUE FALTAVA NO PORTOFÓLIO. O SEGUNDO VINHO, JOVEM COM SEIS MESES E LANÇADO PARA BEBER JÁ…COMO JOVEM QUE É, APRESENTA UMA COR VERMELHA VIVO COM LAIVOS VIOLÁCEOS E SABOR INTENSO… EIS O NOSSO JOVEM QUINTA DOS TERMOS!

 

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A Quinta dos Termos está situada no centro de Portugal, nas faldas da encosta Sul da Serra da Estrela (montanha mais alta de Portugal Continental – 2.000 m), assim resguardada dos ventos frios do Norte e ensolarada pela sua exposição a Sul, permite-lhe atingir no Verão temperaturas por vezes superiores a 50ºC, o que conduz a um grau de maturação superior, dando origem a vinhos complexos, aromáticos e de boa consistência. Esta região, denominada de Beira Interior, produz vinhos desde tempos ancestrais, sendo várias vezes referenciada na história de Portugal, e protagonista de lendas pelos seus bons vinhos.

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Todas as vinhas da Quinta dos Termos são tratadas segundo as regras da Produção Integrada, de forma a não haver agressividade ambiental (não são utilizados produtos nocivos ao ambiente, nem à saúde) e conduzir à produção de uvas isentas de produtos tóxicos. Assim, a curto prazo, passar-se-á para a produção biológica (o que na prática já hoje acontece). Após o pintor é iniciado um controlo rigoroso da maturação, casta a casta, o que permite verificar a evolução do amadurecimento das uvas e determinar o momento óptimo de vindima.

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PORTOFOLIO

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O portfólio da Quinta é composto por 28 vinhos, sendo 16 Tintos, 5 Brancos, 1 Clarete, 1 Rosé e 3 Espumante Natural, ao que acrescentamos os dois novos lançamentos «PASSITO e NOSSO JOVEM», todos eles com a marca Quinta dos Termos, e assim denominados: Tinto Garrafeira 2009, Tinto Escolha Virgílio Loureiro 2006, Tinto Escolha O Pecado de Virgílio Loureiro 2007, Tinto Escolha O Deslize de Virgílio Loureiro 2009, Tinto Escolha A Surpresa de Virgílio Loureiro 2011, Tinto Reserva Touriga Nacional 2013, Tinto Reserva Tinta Roriz 2007, Tinto Reserva Trincadeira 2010, Tinto Reserva Vinhas Velhas 2013, Tinto Selecção 2013, Tinto Colheita Seleccionada 2008, Tinto Escolha 2008, Tinto Reserva do Patrão 2012, Tinto Reserva Talhão da Serra 2013, Tinto Reserva 2011, Tinto DOC 2013, Reserva Clarete 2011, Rosé DOC 2012, Branco Garrafeira 2010, Branco Reserva 2015, Branco Reserva Fonte Cal 2014, Branco Reserva Riesling 2014, Branco DOC 2015, Espumante Natural Tinto Baga 2008, Espumante Natural Rosé 2010 e Espumante Natural Branco 2013. O Branco Reserva Fonte Cal, (a casta Fonte Cal, outrora predominante na região da Beira Interior, foi abandonada, tendo sido seleccionada e recuperada a partir de cepas antigas da Quinta com mais de 50 anos) com características organolépticas excelentes e qualidade excepcional, marca a identidade dos vinhos brancos da Beira Interior.

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Distinções / Prémios

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– Vinho Branco – Fonte Cal Reserva 2004 – Revista Néctar Diploma de Classificação como um dos melhores vinhos do ano de 2006;– Vinho Tinto – Touriga Nacional Reserva 2004 – Revista Néctar Diploma de Classificação como um dos melhores vinhos do ano de 2007; –Vinho Tinto – Colheita Seleccionada 2004 – Revista Néctar Diploma de Classificação como um dos melhores vinhos do ano de 2007;– Vinho Tinto – Reserva 2004 – Galardão “Medalha de Prata” – Concurso Nacional de Vinhos Engarrafados 2007;– Vinho Tinto – Touriga Nacional Reserva 2004 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2007;– Vinho Tinto – Colheita Seleccionada 2004 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2007; – Vinho Tinto – Touriga Nacional & Syrah Reserva 2005 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2008; – Vinho Tinto – Trincadeira Reserva 2006 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2008; – Vinho Branco – Fonte Cal Reserva 2006 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2008; – Vinho Tinto – Escolha Virgílio Loureiro 2006 – Galardão “Melhor vinho DOC da Beira Interior” – 1º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2008; – Vinho Tinto – Escolha Virgílio Loureiro 2006 – Galardão “Medalha de Ouro” – 1º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2008; – Vinho Tinto – Touriga Nacional Reserva 2006 – Galardão “Medalha de Prata” – 1º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2008; – Vinho Tinto – Tinta Roriz Reserva 2006 – Galardão “Medalha de Prata” – 1º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2008; – Vinho Tinto – Garrafeira 2004 – Galardão “Medalha de Prata” – 1º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2008; – Vinho Tinto – Reserva 2005 – Galardão “Medalha de Prata” – Wine Masters Challenge 2009; – Vinho Tinto – Reserva do Patrão 2006 – Galardão “Medalha de Prata” – Wine Masters Challenge 2009; – Vinho Tinto – Garrafeira 2004 – Galardão “Medalha de Bronze” – Wine Masters Challenge 2009; – Vinho Tinto – Escolha Virgílio Loureiro 2006 – Galardão “Recommended” – Wine Masters Challenge 2009; – Vinho Tinto – Reserva do Patrão 2006 – Galardão “Medalha de Prata” – International Wine Challenge 2009; – Vinho Tinto – Escolha Virgílio Loureiro 2006 – Galardão “Medalha de Bronze” – International Wine Challenge 2009; – Vinho Tinto – Tinta Roriz Reserva 2006 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2009; – Vinho Tinto – Reserva do Patrão 2006 – Galardão “Medalha de Ouro” – 2º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2009; – Vinho Tinto – DOC 2007 – Galardão “Medalha de Prata” – 2º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2009; – Vinho Branco Reserva 2008 – Galardão “Menção Honrosa” – 2º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2009; – Vinho Tinto – Escolha Virgílio Loureiro 2006 – Melhor Vinho da Beira Interior – Revista dos Vinhos – Os Melhores do Ano – Fevereiro 2010; – Vinho Tinto – Selecção 2007 – Galardão “Medalha de Ouro” – Wine Masters Challenge 2010; – Vinho Tinto – Reserva Vinhas Velhas 2006 – Galardão “Medalha de Prata” – Wine Masters Challenge 2010; – Vinho Tinto – Escolha Pecado Virgílio Loureiro 2007 – Galardão “Medalha de Prata” – Wine Masters Challenge 2010; – Vinho Tinto – DOC 2008 – Galardão “Medalha de Prata” – Wine Masters Challenge 2010; – Vinho Tinto – Reserva Vinhas Velhas 2006 – Galardão “Medalha de Bronze” – International Wine Challenge 2010; – Vinho Tinto – Selecção 2007 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2010; – Vinho Tinto – Escolha Pecado Virgílio Loureiro 2007 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2010; – Vinho Tinto – Selecção 2007 – Galardão “Medalha de Ouro” – 3º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2010; – Vinho Tinto – Escolha Pecado Virgílio Loureiro 2007 – Galardão “Medalha de Prata” – 3º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2010; – Vinho Tinto – Tinta Roriz Reserva 2007 – Galardão “Menção Honrosa” – 3º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2010; da Beira Interior 2008; – Vinho Tinto – Reserva 2005 – Galardão “Medalha de Prata” – Wine Masters Challenge 2009; – Vinho Tinto – Reserva do Patrão 2006 – Galardão “Medalha de Prata” – Wine Masters Challenge 2009; – Vinho Tinto – Garrafeira 2004 – Galardão “Medalha de Bronze” – Wine Masters Challenge 2009; – Vinho Tinto – Escolha Virgílio Loureiro 2006 – Galardão “Recommended” – Wine Masters Challenge 2009; – Vinho Tinto – Reserva do Patrão 2006 – Galardão “Medalha de Prata” – International Wine Challenge 2009; – Vinho Tinto – Escolha Virgílio Loureiro 2006 – Galardão “Medalha de Bronze” – International Wine Challenge 2009; – Vinho Tinto – Tinta Roriz Reserva 2006 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2009; – Vinho Tinto – Reserva do Patrão 2006 – Galardão “Medalha de Ouro” – 2º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2009; – Vinho Tinto – DOC 2007 – Galardão “Medalha de Prata” – 2º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2009; – Vinho Branco Reserva 2008 – Galardão “Menção Honrosa” – 2º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2009; – Vinho Tinto – Escolha Virgílio Loureiro 2006 – Melhor Vinho da Beira Interior – Revista dos Vinhos – Os Melhores do Ano – Fevereiro 2010; – Vinho Tinto – Selecção 2007 – Galardão “Medalha de Ouro” – Wine Masters Challenge 2010; – Vinho Tinto – Reserva Vinhas Velhas 2006 – Galardão “Medalha de Prata” – Wine Masters Challenge 2010; – Vinho Tinto – Escolha Pecado Virgílio Loureiro 2007 – Galardão “Medalha de Prata” – Wine Masters Challenge 2010; – Vinho Tinto – DOC 2008 – Galardão “Medalha de Prata” – Wine Masters Challenge 2010; – Vinho Tinto – Reserva Vinhas Velhas 2006 – Galardão “Medalha de Bronze” – International Wine Challenge 2010; – Vinho Tinto – Selecção 2007 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2010; – Vinho Tinto – Escolha Pecado Virgílio Loureiro 2007 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2010; – Vinho Tinto – Selecção 2007 – Galardão “Medalha de Ouro” – 3º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2010; – Vinho Tinto – Escolha Pecado Virgílio Loureiro 2007 – Galardão “Medalha de Prata” – 3º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2010; – Vinho Tinto – Tinta Roriz Reserva 2007 – Galardão “Menção Honrosa” – 3º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2010; – Vinho Tinto – Reserva do Patrão 2009 – Galardão “Medalha de Ouro” – Wine Masters Challenge 2013 – Vinho Tinto – DOC 2010 – Galardão “Medalha de Prata” Wine Masters Challenge 2013. – Vinho Tinto – Reserva Talhão da Serra 2009 – Galardão “Medalha de Bronze” – International Wine Challenge 2013. – – Vinho Tinto – Reserva do Patrão 2009 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2013. – Vinho Tinto – Reserva Talhão da Serra 2009 – Galardão “Medalha de Bronze” – Decanter World Wine Awards 2013. – Vinho Tinto – Reserva do Patrão 2009 – Galardão “Commended” – Decanter World Wine Awards 2013. – Vinho Tinto – Escolha O Deslize de Virgílio Loureiro 2009 – Galardão “Medalha de Prata” – Concurso Mundial de Bruxelas 2013. – Vinho Tinto – Reserva do Patrão 2009 – Galardão “Medalha de Bronze”- Concurso de Vinhos de Portugal 2013. – Vinho Tinto – Selecção 2010 – Galardão “Medalha de Ouro” – 6º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2013. – Vinho Tinto – Reserva Talhão da Serra 2009 – Prémio Região – Uva d’Ouro 2013. – Vinho Branco – Reserva Riesling 2012 – Galardão “Medalha de Prata” Wine Masters Challenge 2014. – Vinho Tinto – Reserva Trincadeira 2010 – Galardão “Medalha de Prata” Wine Masters Challenge 2014. – Vinho Tinto – Selecção 2010 – Galardão “Medalha de Prata” Wine Masters Challenge 2014. – Vinho Branco – Reserva Riesling 2012 – Galardão “Commended” – Decanter World Wine Awards 2014. – Vinho Tinto – Selecção 2010 – Galardão “Commended” – Decanter World Wine Awards 2014. – Vinho Branco – Reserva Riesling 2012 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2014. – Vinho Tinto – Reserva Trincadeira 2010 – Galardão “Medalha de Bronze” – International Wine Challenge 2014. – Vinho Tinto – Selecção 2010 – Galardão “Commended” – International Wine Challenge 2014.quinta dos termos

– Vinho Tinto – Grande Escolha 2011 – Galardão “Medalha de Ouro” – Wine Masters Challenge 2015 – Vinho Tinto – Grande Escolha 2011 – Galardão “Commended” – Internacional Wine Challenge 2015. – Vinho Tinto – Grande Escolha 2011 – Galardão “Commended” – Decanter World Wine Awards 2015. – Vinho Tinto – Escolha a Surpresa de Virgílio Loureiro 2011 – Galardão “Medalha de Ouro” – Wine Masters Challenge 2015 – Vinho Tinto – Escolha a Surpresa de Virgílio Loureiro 2011 – Galardão “Medalha de Prata” – Concurso Vinhos de Portugal 2015.– Vinho Tinto – Escolha a Surpresa de Virgílio Loureiro 2011 – Galardão “Commended” – Internacional Wine Challenge 2015. – Vinho Tinto – Escolha a Surpresa de Virgílio Loureiro 2011 – Galardão “Commended” – Decanter World Wine Awards 2015 – Vinho Tinto – Reserva Vinhas Velhas 2011 – Galardão “Medalha de Ouro” – Concurso Mundial de Bruxelas 2015. – Vinho Tinto – Reserva Vinhas Velhas 2011 – Galardão “Medalha de Ouro” – 8º Concurso de Vinhos da Beira Interior 2015. – Vinho Tinto – Reserva Vinhas Velhas 2011 – Galardão “Medalha de Prata” – Wine Masters Challenge 2015. – Vinho Tinto – Reserva Vinhas Velhas 2011 – Galardão “Medalha de Bronze” – Internacional Wine Challenge 2015. – Vinho Tinto – DOC 2012 – Galardão “Medalha de Prata” Wine Masters Challenge 2015.  

 

«A campanha de 2015 situa-se num nível de qualidade que talvez seja o  mais alto dos últimos 15 anos»,  afirma Lurdes Carvalho,  co-proprietária da Quinta dos Termos

 

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LURDES CARVALHO (L.C.) – A campanha de 2015 situa-se num nível de qualidade que talvez seja o  mais alto dos últimos 15 anos. Estamos com grandes expectativas relativamente aos tintos. No que respeita aos brancos, já foram engarrafados e  já estão no mercado, com muito boa aceitação. A nível qualitativo, tivemos uvas muito equilibradas em termos de acidez, pH e  teor alcoólico assim como nos parâmetros organoléticos.

Quanto à quantidade, mantivemos a mesma produção, pois todos os anos fazemos monda de cachos, de forma a podermos obter vinhos equilibrados e concentrados.

 

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ROTEIROSEVENTOS (RE ) –  Qual a área de plantio e média de produção na Região?

 

L.C. – Na Quinta dos Termos temos actualmente 190 ha, dos quais 56 ha  são de vinhas. Acabamos de adquirir uma nova Quinta na zona de Castelo Branco, mais precisamente na Lousa – Quinta da Bica, com cerca de 90 ha e na qual vamos plantar mais 28 ha de vinha. Estamos neste momento a iniciar a  plantação.

 

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R.E. –  Lançaram ou vão lançar em breve algum novo vinho no mercado?

 

L.C. – Lançamos agora dois novos vinhos: um vinho Branco Passito, elaborado a partir de passas de uva, da casta Verdelho. É um vinho que faltava no nosso portfolio, pois queríamos ter um vinho adequado a cada fase da refeição. Com efeito, temos espumantes e vinhos tranquilos para acompanhar a refeição, mas faltava um vinho para a sobremesa. Por isso decidimos fazer um Colheita Tardia que tem a particularidade de ter sido feito com uvas em passa, dai o nome Passito. É um vinho com 15% vol. Álcool e com 70 g de açúcar residual. Com uma linda cor ambarina, surpreende pelos aromas singulares que revela, onde se vislumbram notas de flores brancas, frutos secos e algumas especiarias. Na boca mostra-se intrigante, pois a pouca doçura, mascarada pela acidez do Verdelho, deixa evidenciar a exótica faceta aromática. Torna-se, por isso, desafiante em termos gastronómicos, podendo acompanhar uma refeição criativa do princípio ao fim. Depois do copo vazio vale a pena apreciar o rasto aromático que deixa, permitindo confirmar toda a sua originalidade.

O segundo vinho que lançamos agora chama-se o Nosso Jovem e é um vinho de 2015, ou seja tem 6 meses. A ideia deste vinho é fazer um vinho jovem para beber já, muito apelativo, quer nos aromas, quer na boca. Como jovem que é apresenta uma cor vermelho vivo com laivos violáceos. O aroma é intensamente frutado, lembrando as notas dos morangos e das cerejas. Na boca é fresco, aveludado, elegante e com final atraente, em resultado de um intenso aroma de boca.

 

R.E. –  O que destacaria nos vossos vinhos da Beira Interior?

 

L.C. – Os vinhos da Beira Interior são ímpares no que respeita à frescura. O facto das vinhas desta região estarem plantadas em altitude, resulta em vinhos com uma excelente acidez que confere uma muito agradável frescura. Outra particularidade é o facto de termos aqui castas únicas, como por exemplo a casta Fonte Cal que só existe na Beira Interior. Esta casta estava quase desaparecida por ser pouco produtiva. A Quinta dos Termos recuperou-a nas Vinhas Velhas e voltou a plantá-la, tendo neste momento um campo de desenvolvimento desta casta, em parceria com o ISA e o Ministério da Agricultura.

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R.E. –  Como analisa a Beira Interior no mercado vitivinícola?bi

 

L.C. – A produção e  comercialização de vinhos produzidos na região da Beira Interior tem vindo a aumentar de ano para ano, e penso que se mantém esta tendência de crescimento para os próximos anos.  Estão a surgir novos produtores particulares, a produzir vinhos muito interessantes e isto eleva a região junto aos consumidores. A região começa a ser conhecida pelos excelentes brancos que produz- frescos e aromáticos, o que leva a que algumas empresas que já produziam vinhos noutras regiões vitivinícolas e virem instalarem-se na Beira Interior, acrescentando aos seus portfolios vinhos desta região. Relativamente aos tintos, este apresentam a mesma frescura, são aromáticos com elegantes taninos e excelente corpo. Também nos apercebemos que o mercado está cada vez mais a procura de boas novidades, preferindo-as até, nalguns casos, aos clássicos.

 

 

 

 

ADEGA COOPERATIVA DE PINHEL COMEMORA O SEU 65º ANIVERSÁRIO, APROVEITANDO A DATA PARA MUDAR A IMAGEM E LANÇAR 4 NOVOS VINHOS NO MERCADO:  O D. MANUEL 2013, O PINHEL REGIONAL 2013 EM TINTOS, UM NOVO SIRIA 2015 E UM NOVO ESPUMANTE COM DENOMINAÇÃO DE ORIGEM

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ADEGA COOPERATIVA DE PINHEL CONTACTOS: Largo Combatentes da Grande Guerra│Apartado – 5│6400-348 Pinhel│PORTUGAL Tel: +351271413352 / Fax: +351271413371 http://www.acpinhel.com│adega-pinhel@mail.telepac.pt│geral@acpinhel.com

 

 

Como a maioria das Adegas Cooperativas, a Adega de Pinhel surge há mais de 50 anos,  concretamente em 1951, completando exactamente este ano 65 anos de existência. Atualmente tem capacidade de recepção de 17 mil toneladas de uva. No ano de de 2015 recebeu cerca de 14.500 toneladas de uvas provenientes de 1285 sócios que entregam as suas uvas à experiência da equipa desta adega.

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Entre as obras mais recentes contam-se investimentos de ampliação, aquisição de central de frio e há pouco tempo foi instalado dos mais modernos sistemas de decantação e filtragem de vinhos do país, que se repercute ao nível do enchimento e engarrafamento de qualidade.

 

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Agostinho Monteiro, presidente da Adega Cooperativa de Pinhel fala-nos um pouco da adega, dos novos desafios e um pouco também dos vinhos da Beira Interior:

 

ROTEIROSEVENTOS (R.E.) –  Como foi a campanha deste ano a nível de quantidade e qualidade?

AGOSTINHO MONTEIRO (A.M.) – A campanha de 2015 foi excelente, tanto ao nível da qualidade como da quantidade, tivemos um tempo excelente durante o período de vindima o que muito contribuiu para a qualidade dos nossos vinhos. Em termos quantitativos recebemos 14.500.000Kilos. Pelo que esperamos excelentes vinhos com um bom bom grua e excelentes aromas.

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R.E –   Quantos associados tem neste momento  a adega e qual a  média de produção?

A.M. – Neste momento temos 1400 associados e entregaram uvas 1285, com uma produção esperada de 15.000.000Kilos. 

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R.E – Lançaram ou vão lançar em breve algum novo vinho no mercado?

A.M. – Em 2016 vamos mudar a imagem dos nossos vinhos, visto que fazemos 65 anos e é altura de vestir roupa nova. Pretendemos lançar 4 novos produtos. D. Manuel I 2013, Pinhel Regional 2013 em tintos e um novo Síria 2015, bem como um novo espumante com Denominação de origem

 

R.E. –  O que destacaria nos vossos vinhos da Beira Interior?

A.M. – Nos brancos a sua frescura e aromas inconfundíveis em consequência da sua altitude e especificidade dos solos.

 

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R.E. –  Como analisa a Beira Interior no mercado vitivinícola?

A.M. – A Beira Interior está num processo de afirmação e a percorrer um caminho que  nos levará a afirmação no mercado nacional e internacional. será um caminho longo e dificil de percorrer, mas que penso que valerá a pena percorrer porque a qualidade das nossas uvas, bem como o trabalho que se está a desenvolver em termos enológicos certamente dará bons frutos

 

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