A ROTA DO TURISMO RURAL SUB-REGIÃO DA COSTA VICENTINA E BARLAVENTO ALGARVIO

EIS A ROTA DO LITORAL ALENTEJANO E ALGARVIO… BEM-VINDOS À COSTA VICENTINA E BARLAVENTO ALGARVIO… ONDE AS SERRAS, A NATUREZA COMBINAM COM O MAR…

COSTA

Esquecida pelo Turismo Industrial em décadas anteriores por ser considerada “território desolado”, a Costa Vicentina foi descoberta nos anos 90. É hoje a poção de litoral europeu mais bem conservado e a sua beleza continua a cativar e provocar o regresso compulsivo de todos os que já a percorreram.

Mesmo que não tenha três semanas  para a percorrer a pé, menos de três dias para a Costa Vicentina é um crime. É possível fazer… mas as praias não se conhecem de cima das falésias, é preciso descer e enterrar os pés na Areia em cada uma delas e usufruir de um mar que não termina.

E Praias nesta Costa são muitas, belas, amplas e de uma beleza poética e grandiosa. Se sobrarem dias, considere incluir um ou dois dias de Caminhada nos trilhos recentemente sinalizados.

O Alentejo tem uma clara vocação para o Turismo Activo e de Natureza. A beleza da paisagem convida aos passeios a pé, em btt e a cavalo, e as estradas municipais, apesar da ausência de ciclovias, são excelentes para cicloturismo. Nos rios, nas albufeiras e na costa são possíveis múltiplas actividades naúticas. As praias são de eleição. E o céu, com este fantástico clima, é ideal para o paraquedismo, o parapentismo, os passeios em ultra-leve e o balonismo.

COSTA

É um permanente fascínio descobrir esta parte do Alentejo que se abre ao mar. Marginando os sapais do estuário do Sado, atinge-se uma imensa linha de costa que, entre a ponta de Tróia e o cabo de Sines, toma a forma de um ininterrupto areal. No interior, onde se destaca a exuberante verdura da serra de Grândola, o montado de sobro convive com densas manchas de pinhal, os rios represam-se em belas albufeiras e a abundância da água dá vida a extensos arrozais.

Ecoturismo no Litoral Alentejano 2

Subitamente, a paisagem muda. Para sul de Sines, as fantasias mais caprichosas do tempo geológico fizeram do mar e do vento seu escopro e cinzel, talhando falésias, contorcendo blocos de xisto, criando cordões dunares que bordejam areais, fazendo e desfazendo pequenas e secretas praias, definindo novos contornos à vegetação, temperando o planalto costeiro, alimentando a vida de algas, peixes, répteis, aves e mamíferos raros …

 

As praias são muito procuradas pelos praticantes de windsurf. É nesta península que se inicia um extenso areal, baptizado de Costa da Galé, que se prolonga até ao Cabo de Sines. É uma zona com boas condições para surf e bodyboard, como o comprovam os adeptos que sempre se encontram nas praias da Comporta e do Carvalhal. Não devem perder-se as acolhedoras e abrigadas praias do Pinheirinho, da Galé e da Aberta Nova, enquadradas por belas arribas.
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Do Cabo de Sines ao Porto de Azenha do Mar

Sines, terra de Vasco da Gama. Não se assuste: vai sentir-se num pólo industrial mas sair da sua zona de influência é mais rápido do que parece. Sem pressa, entre neste antiquíssimo porto pesqueiro, percorra as ruas medievais do Centro Histórico e visite os ex-libris do seu património.

E, claro, aproveite estar ao pé do mar em terra de pescadores para se relembrar do sabor do peixe fresco acabadinho de pescar. Aqui e em todos os locais da Costa Alentejana onde encontrar tasquinhas e pequenos restaurantes junto às praias e aos portos de pesca.
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É a sul de Sines que entramos no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, com as suas pequenas praias envolvidas por escarpas xistosas. Os acessos sinalizados indicam, na maioria dos casos (não em todos), praias com apoios: estacionamento, vigilância, bares e restaurantes. Os praticantes de turismo de natureza que quiserem levar mais longe a sua descoberta não se sentirão defraudados: a quase totalidade da falésia pode percorrer-se a pé pelas veredas dos pescadores.
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Em Porto Covo, há que visitar a sua pequena praça – o Largo Marquês de Pombal –, considerada uma das jóias da arquitectura popular portuguesa. Inspirada no modelo pombalino da baixa de Lisboa, é uma encantadora “sala de estar” da zona, onde apetece ficar nas esplanadas a picar um petisco e a tomar uma bebida fresca na companhia daquele belo casario de traça oitocentista.
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Mais uns quilómetros e encontra-se a Praia do Almograve, considerada uma das mais bonitas do Sudoeste Alentejano. Tem excelentes apoios e boas condições para surf e bodyboard. Na vila está sinalizado um percurso pedestre, o PR1 “Lapa de Pombas” (8,9 kms, dificuldade baixa, duração aproximada de 3,30 h). Parte do centro de Almograve, propõe uma incursão de ida e volta ao Porto da Lapa de Pombas, prossegue entre as lindíssimas arribas das praias de Almograve e Brejo Largo e regressa à vila pelos campos cultivados do interior. A temática não podia ser mais apropriada: as formações dunares e rochosas que nos falam de uma história com mais de 300 milhões de anos.

A beleza desta costa merece contemplação e estamos perto de um dos seus miradouros mais fantásticos: o Cabo Sardão. Para os observadores de aves tem ainda outro atractivo: é este o único local do mundo onde a cegonha branca nidifica em falésias do mar. Vá agora visitá-lo e, a partir dele, mesmo que não seja adepto de grandes caminhadas, passeie um pouco para sul sobre a falésia. É um deslumbramento e, se quiser, pode ir a pé ou em btt até à Zambujeira do Mar.

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Caso queira descansar da praia e respirar o ar do campo e da serra, está no sítio certo para fazer agora uma incursão a Odemira, vila branca disposta em cascata sobranceira ao Mira.

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A partir de Odemira ou de Vila Nova de Milfontes, tem mais dois percursos pedestres para fazer: o PR2 “S. Domingos” (início na aldeia de S. Luís, 8,1 km, dificuldade média), que versa os temas da arquitectura tradicional e da flora e fauna da serra; e o PR3 “Troviscais” (início na aldeia de Troviscais, 13,5 km, dificuldade média), que nos leva à descoberta do rio Mira e do montado da região.

 

 

Não deixe de provar os perceives, a caldeirada de peixe, a carne de porco à alentejana e os pastéis de batata-doce. E, claro, todo o peixe grelhado que encontrar! Para Sul de Milfontes São 95 km de absoluta beleza natural, os que tem de percorrer entre Vila Nova de Milfontes e Lagos. O trajecto deve ser sempre feito junto à costa, pois é lá que se encontram pequenas povoações como Odeceixe, Aljezur ou Carrapateira, bem bonitas na sua simplicidade.

Por fim, não se esqueça de provar o DOM RODRIGO, o doce típico da região.

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NA HERDADE DA COMPORTA, O BREJO DA AMADA PROPORCIONA AOS SEUS VISITANTES UMA ESPAÇO DE COMODIDADE, CONFORTO E TRANQUILIDADE, CONJUGANDO TRADIÇÃO, SIMPLICIDADE E MODERNIDADE. CONCILIE UNS DIAS DE PRAIA, VISITE O PORTINHO DA ARRÁBIDA, EIS O ESPAÇO INDICADO ONDE A NATUREZA PURA SE CONCILIA COM OS ARES DA PRAIA!

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A REGIÃO:

Grândola tinha apenas 250 moradores quando D. João III lhe concedeu foral de vila em 1544. Ficou conhecida como “Vila Morena” pela canção de Zeca Afonso, um dos maiores cantores portugueses do séc. XX, que serviu de senha para as operações militares que deram origem à Revolução do 25 de Abril. Composto por 5 freguesias, o concelho possui algum património arquitectónico importante como a Igreja Matriz ou a Capela de Nossa Senhora da Penha onde se realiza na Segunda-feira de Pascoela uma concorrida romaria. do concelho faz parte a Península de Tróia.

GOLFINHOS

Tróia terá sido habitada pelo menos até ao século VI. A invasão árabe terá sido o acontecimento que provocou a destruição do povoado que lá existia. Depois disso, as areias soterraram aquele que foi um povoado florescente, que no século IV a.C. era cantado pelo poeta Rufino Avieno como a Ilha de Achale.

Hoje, Tróia é um grande complexo turístico situado entre o mar e a margem esquerda do Estuário do Sado ocupando a extremidade de uma península arenosa. Após um período de decadência, entre os anos 70 e 80, Tróia tem agora planos para uma plena recuperação como zona turística.

TROIA

A gastronomia local pauta-se pelas influências do litoral e do interior alentejano, resultando numa deliciosa miscelânea culinária. Por um lado, temos os pratos de peixe e marisco, resultado das actividades piscatórias artesanais, sobressaindo as sopas e massas de peixe e marisco, os ensopados e as caldeiradas, não esquecendo as famosas enguias.

Por outro lado, temos os pratos tradicionais da gastronomia alentejana, começando pelos enchidos, passando pelos pratos de caça, javali, porco e borrego e pelas açordas. Tudo temperado com as ervas aromáticas tipicamente alentejanas: os coentros, os orégãos, a hortelã, o poejo, o alecrim e o manjericão. Sem esquecer, como complementos, o delicioso pão, o frutado azeite alentejano, o mel e os tentadores doces tradicionais.

Não poderia aqui faltar uma referência ao cozido à portuguesa, um dos pratos mais tradicionais da gastronomia nacional, que atinge a sua máxima expressão na localidade de Canal Caveira que é, por essa razão, justamente conhecida como a Capital do Cozido!

Mas, como um bom prato deve ser sempre acompanhado por um bom vinho  DE ONDE SE DESTACAM OS VINHOS PRODUZIDOS NA CADEIA DE PINHEIRO DA CRUZ.

NOS FINAIS DE OUTUBRO, GRÂNDOLA PROMOVE TODOS OS ANOS A SEMANA GASTRONÓMICA, ONDE RESSALTAM OS COGUMELOS, A BATATA DOCE, O CHOCOLATE E OS FRUTOS SECOS, ONDE SE CONFECCIONAM MAIS DE 100 PRATOS DIFERENTES BASEADOS NESTE INGREDIENTES.

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NOS FINAIS DE JANEIRO, O MUNICÍPIO PROMOVE AINDA A SEMANA GASTRONÓMICA DO PORCO DO PORCO, SOPAS E AÇORDAS.

POR ÚLTIMO, HÁ QUE REFERIR OS DIVERSOS FESTIVAIS DE GASTRONOMIA PROMOVIDOS PELO MUNICÍPIO DE SETÚBAL, DADA A SUA RIQUEZA GASTRONÓMICA, ONDE O CHOCO FRITO É REI E SENHOR, MAS ONDE O MARISCO E AS CERVEJAS ARTESANAIS  ASSUME TAMBÉM UM PAPEL PREPONDERANTE DURANTE O MÊS DE AGOSTO.

MARICO

QUER MAIS RAZÕES PARA VISITAR A REGIÃO? ESTAMOS À VOSSA ESPERA!

BREJO DA AMADA… O LOCAL ONDE FICAR, ALIANDO A PRAIA COM A NATUREZA!

BREJO

Imagine-se uma semana num local, onde num instante se encontra nas melhores parais do Sado, perto de Tróia e ao mesmo tempo tem a possibilidade de descansar num empreendimento no seio da natureza…  venha connosco descobrir este local!

COMPORTA PRINCIPAL
CONTACTOS: José Oliveira Bastos Muda CCI 3950 7570-337 Grândola telm: 93 814 32 22 tel: 269 44 00 07 brejodamada@netcabo.pt

A CERCA DE 1H15 MINUTOS DE LISBOA E A 10 KMS DAS PRAIAS, EIS O LOCAL INDICADO ONDE NÃO FALTARÃO OPÇÕES DIVERSAS NA SUA SEMANA DE ESTADIA

O Brejo da Amada está situado a 1 hora e 15 minutos da Cidade de Lisboa, na Herdade da Comporta, a 10Km das praias do Pego e Carvalhal.

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É um espaço rústico, que soube manter inalteráveis as características e a traça arquitectónica rural da região, onde se respira a verdadeira alma alentejana, numa área natural de 60ha.

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Foi concebido para proporcionar comodidade, conforto e tranquilidade. Conjuga tradição, simplicidade e modernidade.
A herdade do Brejo da Amada é o espaço ideal para quem é apreciador de campo, praia, pesca, gastronomia variada e passeios pedestres e bicicleta.

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A Casa da Várzea


Serviços:
Turismo ecológico, eventos e passeio de barco no estuário do Sado, com visita das praias do Portinho da Arrábida e Tróia, ruínas Romanas e local onde habitam os “golfinhos” com as suas crias.

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O Brejo da Amada é um conceito, dentro de um  novo projecto, em espaço natural com vários bungalows de excelente construção no meio da natureza, mas que contempla dentro da mesma um conforto grande e a possibilidade de libertação total do espírito e mente. A vertente espiritual tem hoje uma importância grande na nossa operação de turismo de natureza. Possuímos ainda suites na casa principal. Piscina, lagos, muitos jardins, árvores centenárias e o embalar ao som de uma musica natural de todo um variado conjunto de aves, passarinhos e outros seres que nos rodeiam.

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A ideia nasceu há bastante tempo, embora a sua concretização seja recente com este projecto novo. José Bastos, proprietário deste empreendimento, foi comandante da TAP toda a vida e apaixonado por esta zona da Comporta. Construiu a sua casa, casa  mãe (Casa principal) em 2003 quando estava a terminar a carreira de aviador. Tudo de raiz. Na altura, a zona limitava-se a um pinhal da herdade da comporta. Dado não haver, ou melhor haver pouquíssimos alojamentos nesta zona lindíssima, com uma das melhores e maiores praias de Portugal e mesmo da Europa, decidiu apostar neste empreendimento.

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José Bastos descreve-nos um pouco do BREJO da AMADA pelas suas próprias palavras:

  • Nos meses de verão, a partir de 1 de Junho até 15 de Setembro, e em épocas especiais, Final do Ano, dia dos Namorados e Páscoa, temos a funcionar  junto à piscina grande  (700 mts2) ao pé da casa principal, um espaço totalmente novo, “ Restaurante-Bar “, muito acolhedor , com sala interior com zona de leitura e convívio e grande e agradável lareira.
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    A Suite da Eira

No exterior existem também lareiras de jardim, pufes  para repousar , e música ambiente suave , onde é servido à noite sempre um prato especial (incluindo churrascos por encomenda) e servidas durante todo o dia excelentes refeições ligeiras, feitas na hora  além de tostas, saladas, e bebidas várias . Possuímos ainda bicicletas todo o terreno, gratuitas, que permitem  fazer excelentes passeios  que poderão também ser feitos a pé, podendo ser utilizado um circuito privado de manutenção de 1,5 km com exercícios específicos, dentro da herdade.

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  • Organizamos durante todo o anoexcelentes passeios de barco, acompanhados por historiador e tripulante, no estuário do Sado, com a duração de 02:30 h, para visita à única colónia de Golfinhos e suas crias ainda existente em Portugal, espectáculo que normalmente as crianças e não só adoram, praias lindíssimas onde só se pode chegar e tomar banho de barco e por último a visita às Ruínas Romanas, também local que não se pode deixar de visitar.
  • Organizamos (só no verão e por marcação) (Baptismos e iniciação de mergulho na nossa piscina grande por instrutores especializados.

AMADA

  • Serviço de massagens de relaxamento e shiatsu, (época alta) por marcação.
  • Durante os meses de verão, fins de semana e datas pre-marcadas, temos aulas de Hata yoga (para iniciados) e meditação guiada, orientadas por Maria João Viana.
  • Internet WIRLESS, gratuita no Restaurante e em todo o espaço através de Hotspots.
  • Estamos a 10 min de carro das duas belas praias  do Pego e Carvalhal além do Badoca Parque a 18 km, que as crianças adoram sempre visitar.
  • Por último nos meses de verão a partir de 2016 dispomos de moto-quatros disponíveis para passeios.  www.brejodamada.co
  • Refúgio

José Bastos defende ainda que o sector como  não está com muita saúde, pois alguns dos grandes projectos para a zona estão neste momento congelados e caso esses projectos avançassem, poderiam tirar da zona esta situação de sazonalidade ( 5/6 meses anuais), mas há que continuar com fé de melhores dias. O facto de os municípios também estarem com orçamentos apertados não lhes permite apoiar muito mais.

ENTRE ODEMIRA E OURIQUE

Bem-vindo ao Paraíso!

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CONTACTOS: Endereço Quinta do Barranco da Estrada, 7665-880 Santa Clara a Velha, Portugal O email info@paradiseinportugal.com Telefone (+351) 283 933 065

CONHEÇA A QUINTA DO BARRANCO DA ESTRADA, ONDE TUDO O QUE SONHOU ANS SUAS FÉRIAS, AQUI VAI ENCONTRAR!

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Bem-vindo ao paraíso. A Quinta é um turismo de charme, um turismo rural em todos os aspectos, situado no sudoeste de Portugal. Junto de um belo lago, a Quinta está rodeada por uma paisagem intocável, que serve de lar para uma grande biodiversidade de animais selvagens e diversas aves raras. Com uma oferta variada de actividades e com uma cozinha baseada nas tradições portuguesas e internacionais, são por si só um bom motivo para passar umas férias diferentes, mas todos os que visitam a Quinta, apreciam a tranquilidade, o sossego e o profundo bem-estar.

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Faça um passeio, a pé, de bicicleta, de canoa ou de jipe e descubra maravilhas escondidas numa zona ainda totalmente selvagem. E aproveite a oportunidade, observe pássaros com um dos mais experientes ornitólogo de Portugal e amante da natureza.

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Situada junto a um magnífico lago, no Alentejo, a Quinta é rodeada por uma paisagem de uma natureza espetacularmente intacta. Com uma grande diversidade de espécies selvagens e com uma enorme variedade de pássaros raros, tanto nos jardins como nas zonas envolventes.

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A Quinta é um refúgio sossegado, onde todos podem relaxar, num ambiente, calmo, familiar e hospitaleiro. As refeições caseiras, são todas confeccionadas com produtos locais e provenientes da horta biológica, baseada numa mistura deliciosa de cozinha portuguesa e internacional.

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Com 8 quartos duplos, uma suite familiar e uma suite de lua de mel, todos com casa de banho privativa e um pequeno terraço com vistas para o lago, a Quinta é sem dúvida um turismo de charme. As salas de estar com lareira, o alpendre com esplanada, os jardins floridos, o vasto arvoredo e um relvado que desce em direcção à água, são sem dúvida espaços de descanso encantadores.

CONHEÇA ESTE EMPREENDIMENTO DE  Daniela McClintock

A QUINTA DO BARRANCO DA ESTRADA É UM EMPREENDIMENTO DE DANIELA MCLINTOCK, QUE EXISTE DESDE 1987 COM TER.

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COM CAPACIDADE PARA ALOJAR 26 PESSOAS NA QUINTA, OS SEUS VISITANTES E HÓSPEDES PODEM BENEFICIAR DE REFEIÇÕES TÍPICAS COM A GASTRONOMIA REGIONAL E OS BONS VINHOS DO ALENTEJO.

PASSEIOS DE BICICLETA, CANOAGEM, BARCO À VELA, SAUNA, PING PONG, MASSAGEM SHIATSU E PASSEIOS GUIADOS DE ORNITOLOGIA, SÃO UM VASTO LEQUE DE ACTIVIDADES AO DISPÕR DOS HÓSPEDES.

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DANIELA ENTENDE QUE O TURISMO RURAL JÁ CONSTITUI UMA BOA ALTERNATIVA AO TURISMO «CONVENCIONAL».

APESAR DA AJUDA DOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO, DANIELA ENTENDE QUE O ESFORÇO TAMBÉM TEM QUE VIR DOS OPERADORES DE TER PARA QUE SE CONSIGA «ENCHER A CASA».

 

 

 

PRÓXIMO DO LITORAL ALENTEJANO E PERTO DO RIO GUADIANA, A 13 KMS DE MÉRTOLA, O MONTE DA EIRINHA PROPORCIONA-LHE UM AMBIENTE DE REQUINTE E COMODIDADE
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Contactos para Reserva: Telemóvel + 351 968 461 466 Telefone +351 286 675 341 Email montedaeirinha@gmail.com
«O turismo rural pode-se constituir como uma alavanca para o desenvolvimento local de muitas zonas rurais, em particular as de baixa densidade. Trata-se de um sector em franca expansão, que permite dinamizar as actividades económicas tradicionais e valorizar as especificidades culturais locais, proporcionando oportunidades de emprego aos jovens nas zonas rurais e travando ao mesmo tempo o êxodo rural», CONTA-NOS RICARDO BERNARDINO.
Casa do Monte
A CASA do MONTE
O Monte da Eirinha localiza-se no Baixo Alentejo, próximo da vila de Mértola (cerca de 13 km), entre as localidades de Moinhos de Vento de Cima e Moinhos de Vento de Baixo, na zona limítrofe do Parque Natural do Vale do Guadiana. O Monte da Eirinha é um conjunto típico da paisagem do Alentejo. Parcela de uma exploração agrícola, era o local, o nome assim o indica, onde as espigas recolhidas nas searas envolventes eram trabalhadas para delas se extrair o grão com o qual se fazia a farinha e, por fim, o pão. Agora é uma Casa de Campo, com todas as comodidades para o seu conforto, bem localizada, o local ideal para uns dias de lazer no sul alentejano, próximo ao rio Guadiana e do litoral algarvio. Os quartos são muito luminosos – devido a uma privilegiada exposição solar – e misturam elementos antigos e modernos, procurando criar um ambiente de requinte e comodidade.
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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe o vosso empreendimento como turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?
RICARDO BERNARDINO (R.B.) – O nosso empreendimento abriu ao público em 21 Maio de 2015 aproveitando a realização da 7ª edição do Festival Islâmico, evento que se realiza bianualmente na Vila de Mértola. A ideia surgiu de uma conversa entre amigos com espírito empreendedor que decidiram investir num sector com bastante potencialidade no concelho de Mértola, mas que apresenta algumas deficiências em termos de quantidade e qualidade dos alojamentos existentes. Tratou-se, portanto, de aproveitar a oportunidade que se identificou, num sector em clara expansão. O facto do turismo rural na modalidade de casa de campo puder ser co-financiado através do subprograma 3 do PRODER foi decisivo na hora de tomar a decisão de avançar para a concretização do nosso projecto.
Quarto
R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a quinta?
R.B. – O Monte da Eirinha é constituído por: Casa do Monte, com 5 quartos duplos (todos com casa de banho privativa), TV e ar condicionado, Internet, e (em partilha) sala de estar, cozinha, sala de refeições, além da área de recepção. A casa é rodeada por um amplo espaço ajardinado, onde os nossos hóspedes dispõem ainda de um espaço coberto equipado com barbecue, bancadas de apoio e lava-loiças. Casa da Piscina, com 3 quartos duplos (todos com casa de banho privativa), TV e ar condicionado, internet, e (em partilha) sala de estar, cozinha, sala de refeições e um pátio. Na zona exterior existe um quintal com piscina, uma pérgula, um alpendre e um espaço ajardinado onde se destacam algumas árvores de sombra.Sala de Estar
Espaço Bar, espaço destinado a serviço de bebidas no qual os hóspedes que desejem podem beber um copo pela noite fora sem perturbar os demais clientes. A mesma área pode, ainda, ser utilizada para jogos de mesa (cartas, damas, dominó, xadrez, etc.). Este espaço também dispõe de uma pequena cozinha onde se podem preparar alguns “petiscos”. Dispomos de serviço de pequeno-almoço. O Monte da Eirinha dispõe de 4 boxes para cães e 3 boxes para gatos, devidamente equipadas para proporcionar aos seus animais condições de conforto e segurança. Este serviço é gratuito para os animais de companhia dos hóspedes. O Monte da Eirinha tem parcerias estabelecidas com empresas de animação e de restauração que permitem uma marcação rápida destes serviços, beneficiando de preços com desconto.
R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?
R.B. – O turismo rural pode-se constituir como uma alavanca para o desenvolvimento local de muitas zonas rurais, em particular as de baixa densidade. Trata-se de um sector em franca expansão, que permite dinamizar as actividades económicas tradicionais e valorizar as especificidades culturais locais, proporcionando oportunidades de emprego aos jovens nas zonas rurais e travando ao mesmo tempo o êxodo rural.DSC_0083.JPG
Contudo, do nosso ponto de vista, é necessário uma maior organização do sector, de trabalho em rede, de promoção e divulgação (que nalguns casos pode ser conjunta, entre vários empreendimentos) tendo vista conseguir uma maior escala, afirmação e visibilidade para o sector. As parcerias com o sector da restauração, produtos locais, artesanato e da animação turística são também bastante importantes para melhorar e potenciar o turismo rural enquanto produto turístico.
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R.E. –  A Câmara e o turismo da região têm contribuído para trazer o turismo à região?
R.B. – A Câmara Municipal e a região de turismo, têm efectuado alguns esforços no sentido de organizar e promover o sector. A recente criação e apoio às rotas e circuitos turísticos, cuja estruturação passa pela promoção e divulgação dos empreendimentos turísticos, pode de facto ser bastante interessante na medida em que inclui os turismos em espaço rural em produtos turísticos mais integrados e sustentáveis. 

RELAXE NA CARRAPATEIRA, EM PLENA COSTA VICENTINA!

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NUM AMBIENTE PRIVILEGIADO EM CONTACTO COM A NATUREZA CONHEÇA O MONTE DO SAPEIRO E FIQUE UNS DIAS A DESCANSAR NA TERRA JUNTO AO MAR…. CONCILIE A NATUREZA, O LITORAL E O DESCANSO

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MONTE DO SAPEIRO CONTACTOS: Vilarinha, Carrapateira 8670-238 Bordeira, Aljezur, Portugal Tel: (+351) 282 973 108 Tlm: (+351) 96 287 55 31 E-mail: info@montedosapeiro.pt

MONTE DO SAPEIRO, ONDE A TERRA SABE A MAR E A NATUREZA PARECE AINDA VIRGEM VENHA DAÍ E ENCANTE-SE COM O QUE O MONTE TEM PARA LHE OFERECER E MOSTRAR

O MONTE DO SAPEIRO SURGIU DE DE UMA APOSTA FORTE E CORAJOSA DO AMOR PELA SUA REGIÃO, DEIXANDO OS SEUS EMPREGOS PARA APOSTAR NA REGIÃO, EIS UM EXEMPLO DE EMPREENDEDORISMO COM CORAGEM E SUCESSO!

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«O Monte do Sapeiro é a nossa casa, uma casa que queremos partilhar consigo. Um Monte pertencente à mesma família há mais de 4 gerações, mas votado ao abandono durante alguns anos. A paixão pela Costa Vicentina, pela natureza e pelo mar, foram apelos mais do que suficientes para rumarmos a  sudoeste e recuperarmos o espaço, transformando-o num alojamento de turismo rural, cheio de charme, que o vai receber como se fosse da família».

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OMonte do Sapeiro é um lugar de sonhos, de paz, de encantos mil, de tranquilidade. É um lugar de cheiros. Do cheiro a esteva e a rosmaninho, a alecrim e a água salgada. E é também um lugar de sons. Do som do mar, do coaxar dos sapos, do chilrear dos pássaros, do canto dos grilos e das cigarras, e do silêncio, do silêncio gritante.

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«Aqui, em plena Costa vicentina, onde a terra sabe a mar, debaixo de um céu estrelado, com uma vista maravilhosa sobre o vale, o monte é o local ideal para descansar.

Este é o Monte do Sapeiro, a 5 minutos das praias da Carrapateira, do Amado e da Bordeira, duas das mais belas praias da Costa Vicentina e em pleno percurso da Rota Vicentina.

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Os leitores do RoteirosEventos se não conhecem a Costa Vicentina, devem fazê-lo e não se vão arrepender, não só pela beleza da região, uma vez que está inserido no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, onde as paisagens permanecem quase inexploradas, com cerca de 3 dezenas de praias ao redor do Monte do Sapeiro, uma gastronomia riquíssima em termos de pescado e marisco, nomeadamente os perceves, uma Rota Vicentina para ser explorada pelos amantes das caminhadas, uma fauna e flora vastíssima, sendo Sagres uma região privilegiada para observação de aves e cetáceos, e claro os cheiros inebriantes da vegetação, que nos deixa extasiados». NATÉRCIA PIRES, EM CONSONÃNCIA COM O ROTEIROSEVENTOS, DEIXA-NOS AQUI UM BELO CONVITE PARA UMA SEMANA DE CONFORTO, BENEFICIANDO DO SOSSEGO JUNTO AO MAR E A PROFITAR DA NATUREZA VENHA CONNOSCO!
AMADO

ROTEIROSEVENTOS  R.E. – Há quanto tempo existe o vosso empreendimento como turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

NATÉRCIA PIRES (N.P.) –  A ideia surgiu da necessidade de criação de emprego. Eu era responsável de marketing e publicidade numa grande cadeia de distribuição, o meu marido era funcionário público e estávamos um pouco saturados de viver em função do trabalho e resolvemos deixar a cidade e os nossos empregos e viemos em busca de qualidade de vida. Como para mim, sobretudo na minha área profissional e nesta área de residência, não era fácil encontrar emprego, as coisas acabaram muito naturalmente por acontecer e decidimos abrir as portas da nossa casa, criando assim uma ocupação para mim, que me dá muito gosto desenvolver.

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R.E. – Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe o vosso Monte?

N.P – o Monte do Sapeiro é um espaço pequeno, o que nos permite de alguma maneira criar um serviço de “self-tailoring”, ou seja, sempre que os clientes nos pedem que lhes proporcionemos algum tipo de actividade ou serviço que tenham em mente, através dos nossos parceiros, tentamos sempre criar soluções que vão ao encontro das expectativas e desejos de todos, desde que estejam ao nosso alcance.

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R.E. – Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

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N.P  –  Eu diria que com a situação internacional, Portugal tem beneficiado um pouco em termos de turismo, pois ainda somos um país tranquilo e seguro para se viajar. No entanto, com a possibilidade de em breve podermos vir a ter extracção de petróleo e gás natural através do medo do fracking, ao longo da nossa costa portuguesa e em especial no Algarve, as perspectivas não são muito animadoras.monte-do-sapeiro (3)

R.E. – A Câmara e o turismo da região têm contribuído para trazer o turismo à região?

N.P  – sim, creio que há um esforço nesse sentido, pois é uma área com enormes potencialidades e estando o Algarve Sul (como nós lhe chamamos), completamente saturado, a Costa Vicentina, no seu estado natural acaba por se tornar num foco de atracção e captação de um turismo alternativo, sustentável, de boas práticas.

 

 

DESFRUTE DE UMA SEMANA NA COSTA ALGARVIA, CONHEÇA OS ENCANTOS DO PARQUE NATURAL E REFUGIE-SE NO SOSSEGO DO MUNDO RURAL EM PLENO ALGARVE, ONDE AS PRAIAS E A PAISAGEM DO MUNDO RURAL SE COMBINAM NUM ENCANTO A QUEM NINGUÉM RESISTE!
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O Parque Natural da Costa Vicentina oferece os visitantes atentos impressões inesquecíveis. Os perfiles serrilhados de altas arribas mergulhando nas águas espumosas. As praias que se prolongam terra adentro em dunas extensas ou são conchas de areia bordejadas por rochas altaneiras. As formas majestosas do Cabo de São Vincente e da Ponta de Sagres avançando indómitas pelo Oceano. Entre muito mais isso aplica o fascínio de uma paisagem que fala de tempos imemoriais e quase faz esquecer a presença humana.
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A fauna também é muito rica. Para além das raposas, javalis, texugos e gatos bravos as aves são a grande atracção da Costa Vicentina. Nas ribeiras e zonas húmidas habitam muitos espécies com garças, cegonhas, guarda-rios e galinhas de água. As rochas da costa abrigam corvos, pombos da rocha e torcazes, gaivotas, gralhas e muitos outros. Aves de rapina como as águias, açores, gaviões, mochos, e corujas partilham os céus com mais de trinta pássaros diferentes que, como o melro, o rouxinol e o pintassilgo fazem ouvir os seus maravilhosos cantos por toda a região.
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A CASA DO CANAL, O REFÚGIO IDEAL PARA UNS DIAS DE DESCANSO  A USUFRUIR DAS BELEZAS NATURAIS DA REGIÃO!
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CASA DO CANAL Endereço: Sitio da Barradinha, Alfambras, Algarve, Aljezur, Portugal Clique aqui para ver nossa localização. Telefone: +351 962 364 460 Telemóvel: +351 962 364 460 Pessoa de Contacto: Raquel Morais +351 918914615 +351 218874247 Email: info@casadocanal.com

A Casa do Canal situa-se dentro do Parque Natural (PNACV), no Vale de Alfambras, região que se caracteriza pela sua paisagem rural preservada e proximidade de locais de grande beleza natural, como são exemplos as Praias do Canal, Vele Figueiras, Amado, Bordeira, Monte Clérigo e Arrifana.

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A sua localização favorece ainda a prática de inúmeras actividades promovidas pela Casa do Canal através de parcerias locais (ciclismo, passeios pedestres, pesca, surf, mergulho, observação de aves, passeios a cavalo e burro, entre outras) e a visita a locais de interesse patrimonial e cultural próximos, dos quais de destacam as vilas de Sagres, Aljezur Odemira, Monchique e a cidade de Lagos.

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A Casa do Canal dispõe de duas unidades distintas: a casa Amarela que tem uma capacidade máxima de 10 pessoas (8 + 2 camas extra) e a casa Vermelha de 2 adultos (+ 2 crianças). Esta tipologia pretende dar resposta à procura de alojamento de qualidade por parte de famílias numerosas ou grupos de amigos que pretendam partilhar uma casa autónoma, colmatando, na nossa opinião, um défice deste tipo de oferta com qualidade nesta região.

As duas unidades possuem alpendres equipados com mobiliário de exterior (mesas, cadeiras e espreguiçadeiras) que permitem a sua utilização em separado, partilhando o estacionamento, parte do espaço exterior ajardinado (relvado) e horta / árvores de fruto.

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A sua decoração interior e exterior pretende ser confortável e apelativa, de forma a abranger diversos gostos, caracterizando-se por uma intervenção sóbria com alguns apontamentos que podem ser alterados consoante as épocas do ano (ex: mantas de exterior, ramos de flores secas, etc). Pretende-se manter o seu bom aspecto exterior e interior, fazendo as manutenções necessárias, assim como complementar algum equipamento e mobiliário, por vezes sugerido pelos próprios hospedes.

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe a vossa Quinta enquanto casa de turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

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RAQUEL MORAIS  (R.M.) – Existe desde 2011, abertura em Março na altura da Páscoa.

A ideia surgiu pela necessidade de tornar o Investimento sustentável financeiramente.

R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõem nos vossos turismos rurais?

R.M. – São 2 casas que partilham o jardim e estacionamento.

Na Casa Amarela dispomos:

Quarto 1 – 2 camas (cama casal)

Quarto 2 – 2 camas (cama casal)

Quarto 3 – 2 camas (cama casal ou 2 camas individuais)

Mezzanine 1 – 2 camas individuais

Mais 2 camas extra individuais

Na Casa Vermelha:

Quarto 4 – 2 camas (cama casal)

Mezanine 2 – 2 camas individuais (para utilização de crianças a partir dos 6 anos)

Total nº camas: 14 camas

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Incluído no preço incluímos alguns «miminhos» para os nossos hóspedes:

– Cabaz de Boas Vindas: 
Oferta de cabaz com produtos alimentares da região;

– Kit com açúcar, sal, azeite, chá e café + guardanapos e rolo de papel de cozinha;

– Kit de higiene pessoal + rolo papel higiénico;CANAL

– Oferta diária de pão alentejano.


Disponível na casa: 


– Roupa de cama e toalhas;

– TV +  aparelhagem de som
+ Internet wireless;

– Aquecimento central;

– Equipamento básico de cozinha e casa de banho:
fogão, frigorífico, congelador, máquina de lavar-loiça, forno, micro-ondas, torradeira, tostadeira, varinha, secador cabelo;

– Berço/cama de viagem (criança 0 – 3 anos) + cadeira de refeição (criança 6 meses – 3 anos).

Serviços adicionais:

– Limpeza

– Roupa de cama e Toalhas

– Aluguer de bicicletas

– Venda de produtos da região (artesanato, bebidas e doçaria + café e chás)

– Lavandaria

– Parcerias com várias empresas da região na área do lazer (hipismo, ciclismo, actividades naúticas – surf, mergulho e pesca lúdica)

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Condições:

– Crianças até os 3 anos não pagam estadia, estando incluída cama de viagem e roupa/toalha.

R.E. – Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

R.M. – Desde a abertura que se mantém estável a percentagem de aluguer.

Novembro, Dezembro (excepto passagem do ano), Janeiro e Fevereiro – máx. 5% ocupação

Março, Abril, Maio, Outubro – máx. 60% ocupação

Restantes meses – entre 80 a 100% ocupação

Ter serviço de refeição com produtos próprios e cozinha caseira, venda de produtos da região (alargando mais a oferta) e se tivesse piscina, seriam, com certeza  factores que aumentariam significativamente a nossa procura.

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R:E –  A Câmara e o turismo da região e Municípios vizinhos têm contribuído para trazer o turismo à região?

R.M – Penso que de alguma forma sim.

 

 

VISITE AS BELAS PAISAGENS DE CASTRO VERDE, CONJUGUE O MAR  (A CERCA DE 50KM) E O SOSSEGO DAS PLANÍCIES ALENTEJANAS. DELICIE-SE COM A RICA GASTRONOMIA DA REGIÃO E FIQUE UNS DIAS NO MONTE DA AMEIXA COUNTRY HOUSE

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A REGIÃO:

Castro Verde fica na zona sul do distrito de Beja, em plena planície alentejana. A localidade é conhecida pelas suas grandes feiras de gado, nomeadamente a Feira de Castro, (OUTUBRO)e pelas importantes minas de cobre de Neves Corvo. A região apresenta ainda condições naturais privilegiadas para a caça, dada a existência de uma fauna silvestre bastante rica.

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Castro Verde é uma lindíssima e histórica vila Alentejana, sede de concelho, situada no coração do chamado “Campo Branco”, por entre as planícies do Alentejo que encostam à serra do Caldeirão.

O fervor religioso de Castro Verde está presente nos seus importantes monumentos, que demonstram igualmente a ascensão da agricultura e pecuária na região, como é visível na Basílica Real ou Igreja Matriz do século XVI, a Igreja das Chagas do Salvador (século. XVII), a Capela da Misericórdia e os muitos templos que se podem encontrar nas redondezas da vila, como a Igreja de São Miguel dos Gregórios e a Ermida de São Pedro das cabeças, entre muitos outros.
Vale a pena conhecer o interessante Museu da Lucerna com um importante espólio Romano, ou visitar o Centro de Educação Ambiental do Vale Gonçalinho que centra a sua atenção na avifauna local.CV

A sua essência é maioritariamente rural, e assim se tem mantido ao longo dos séculos, com campos cultivados e de pastagens a perder de vista, e antigas explorações de minérios que ajudaram a fixar populações desde cedo.
A sede do concelho embelezou-se com arte pública, incluindo esculturas de Cutileiro e outros autores. À volta, existem diversas igrejas interessantes, desde Santa Bárbara, local de culto pré-romano, a Nossa Senhora de Aracoelli (em Salto, na fronteira com Mértola) ou São Pedro das Cabeças, ligada à lendária batalha de Ourique entre D. Afonso Henriques e os mouros.CV
Em Vale Gonçalinho, a Liga para a Protecção da Natureza instalou um centro de educação ambiental, que promove, por exemplo, actividades de observação da avifauna (onde se podem ver abetardas, por exemplo).

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Na gastronomia salientam-se os queijos artesanais, as carnes, os enchidos e o pão caseiro, indispensável para as tão apreciadas açordas e, ainda, uma rica e variada doçaria. No artesanato, a tónica vai para as mantas alentejanas, as cadeiras de buinho, as peças em ferro forjado e as violas campaniças.

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Monte da Ameixa, Piçarras 7780-258 – Castro Verde Classificação: Casa de Campo Telefone: +351 286010016 Email: bd.ameixa@gmail.com

O Monte da Ameixa Country House está localizado em Castro Verde. Fica situado no topo de uma colina e apresenta modernas casas de férias com vistas para a paisagem circundante. Os hóspedes beneficiam de acesso a uma piscina partilhada e desfrutam de espreguiçadeiras.

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O acesso Wi-Fi gratuito está disponível nestas casas de férias. Todas incluem ar condicionado e uma sala de estar com televisão por satélite.

No Monte da Ameixa Country House poderá ainda encontrar um jardim, um terraço e um bar. As outras comodidades da propriedade englobam um salão de estar partilhado, uma sala de jogos e um local para armazenar bagagens.

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Os hóspedes poderão usufruir de uma variedade de actividades no local ou nos arredores, tais como caminhadas e passeios de bicicleta. A propriedade providencia estacionamento gratuito. Esta casa de campo está a 72 km do Aeroporto de Faro.

«Se são amantes da natureza, do silêncio e do sossego, não deixe de nos visitar. Poderá usufruir de uma estada em que a harmonia estará presente e em que terá todas as comodidades necessárias sem sair do local. 

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Para quem desejar conhecer a região, existe uma vasta gama de igrejas, conventos e museus. Poderão realizar passeios pedestres enquanto apreciam as aves existentes numa zona protegida, o Vale Gonçalinho. Degustem a famosa cozinha alentejana nos variados restaurantes da região e não deixem de provar as saborosas sobremesas.», Eis o desfio que António Pedrosa, proprietario do MONTE DA AMEIXA COUNTRY HOUDE vos deixa.monte-da-ameixa-country

Existe uma grande discrepância de preços entre os turismos rurais e os outros tipos de alojamento, visto que, estes têm grande capacidade de alojamento e os turismos rurais sendo mais pequenos não conseguem combater as promoções existentes. Talvez fosse necessário uma lei que não permitisse os preços baixarem tanto. Haver um limite mínimo e um máximo de preços, AFIRMA ANTÓNIO PEDROSA, que numa breve entrevista nos deixa mais alguns promenores deste empreendimento magnífico.

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe o vosso empreendimento como turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?monte-da-ameixa-country

ANTÓNIO PEDROSA (A.P.) – O Monte da Ameixa Country House abriu ao público no dia 1 de Março de 2015. 

Este projecto começou com a vontade de reconstruir o Monte da família que tinha sido deixado quando a mesma saiu da terra à procura de uma vida melhor. Depois da filha da proprietária ver a sua destruição em plena planície alentejana, decidiu regressar às origens e criar um sítio harmonioso e sossegado para os amantes da natureza e do silêncio. 

R.E.  –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a quinta?monte-da-ameixa-country

A.P. – O Monte da ameixa Country House possui 5 quartos duplos com possibilidade de colocação de cama extra e um apartamento com 2 quartos. Todos os alojamentos possuem WC privativo com secador e amenities, AC, TV, rádio, mini frigorífico, sofá e mesa de apoio e dão para uma esplanada/varanda com vista sobre a planície alentejana. O apartamento possui cozinha totalmente equipada e sala com lareira. É um hotel amigo dos animais, isto é, os clientes podem trazer os seus animais de estimação, ficando no quarto se o animal for de pequeno e médio porte ou no nosso canil se for um animal de grande porte. O Hotel possui uma sala comum com snooker, consola de jogos, mesa de jogos, TV, biblioteca e lareira. No exterior, existe uma piscina, uma esplanada e um espaço de jogos com matraquilhos, ténis de mesa, trampolim e um espaço dedicado aos mais pequenos. Há, também, a possibilidade, de aluguer de bicicletas e de caminhadas pelos arredores do Monte. 

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R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

A.P. – Em termos de procura na época alta, pensamos que o Turismo Rural já se encontra bastante presente na ideia dos turistas. Cada vez mais, existe uma procura por locais mais calmos e que possuam todas as comodidades necessárias. Existe uma grande discrepância de preços entre os turismos rurais e os outros tipos de alojamento, visto que, estes têm grande capacidade de alojamento e os turismos rurais sendo mais pequenos não conseguem combater as promoções existentes. Talvez fosse necessário uma lei que não permitisse os preços baixarem tanto. Haver um limite mínimo e um máximo de preços. 

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R.E. –  A Câmara e o turismo da região têm contribuído para trazer o turismo à região?

A.P. – O Alentejo interior é esquecido em termos de eventos. Temos câmaras que promovem feiras e eventos temáticos e que ajudam a ocupar os alojamentos da zona quando já têm alguma visibilidade, senão são eventos para as populações locais que não procuram onde ficar. É verdade que notamos pouco investimento na divulgação da região e que a câmara poderia promover mais, por exemplo, no fim de ano, não houve qualquer programa de festa, existindo 6 turismos pertencentes ao mesmo município.

 

 

CONHEÇA VILA DO BISPO E DELICIE-SE COM A RURALIDADE QUE O CONCELHO LHE OFERECE, PROPORCIONANDO-LHE DIAS DE SOSSEGO E TRANQUILIDADE NO SEIO DO ALGARVE
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Com 60% da sua área inserida no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, o concelho de Vila do Bispo é um dos poucos locais da região do Algarve onde a natureza selvagem, aliada a um património histórico cultural riquíssimo, se mantém intacta.
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Localizando-se no extremo mais ocidental da região, e com condições únicas e belezas raras que convidam a uma visita prolongada, apresenta duas realidades distintas: a costa ocidental – pouco recortada, e onde desaguam pequenos cursos de água doce – e a costa meridional, mais recortada em resultado da erosão, oferecendo uma magnífica visão de enseadas e baías. Desde as suas gentes, à sua variadíssima gastronomia e paradisíacas praias, Vila do Bispo proporciona a prática dos mais variados tipos de turismo e desportos, possibilitando um contacto saudável e harmonioso com a Natureza, na verdadeira acepção da palavra. Sol, mar e um vasto património histórico cultural perfazem, assim, a conjugação perfeita para quem quer sentir o misticismo do passado e a dinâmica do presente. Por todos estes motivos, e por muitos mais que certamente irá descobrir, Vila do Bispo convida…
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Apesar do seu nome imponente, Vila do Bispo é agora uma povoação tranquila, longe das multidões do centro do Algarve. Possui uma atmosfera rural, já que a região é rica em cereais, e até existem alguns moinhos de vento ainda a funcionar.
Gastronomia

A gastronomia do concelho de Vila do Bispo é similar à do restante Algarve. Baseia-se no peixe fresco, marisco e, também, alguma confecção de carnes. O peixe é muito variado podendo-se destacar o sargo, tamboril, peixe espada, linguado, salmonete, besugo, pescada, dourada, ferreira, peixe galo, carapau, sardinha, entre outros.

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Estes são confeccionados das mais variadas formas, cozidos, assados, fritos, grelhados ou estufados Para além dos peixes há a destacar alguns invertebrados marinhos, como o polvo, a lula e o choco, que são de grande importância na alimentação desta zona. O marisco mais consumido é o camarão, sapateira, santola, ostras, mexilhão e perceve, que se comem cozidos com bastante sal, ou então assados na chapa, caso sejam bivalves.

PERCEVES

Quanto à carne, pode-se referir a carne de porco, o coelho e a lebre, que constituem um recurso cinergético desta zona. Os doces regionais têm como ingredientes base a amêndoa, o figo, a gila e os ovos, pelo que as bebidas características são a aguardente de medronho e a aguardente de figo.

Da a afluência do perceve na gastronomia local, todos os anos, o município promove o FESTIVAL DO PERCEVE, em meados de Agosto.

 A ALDEIA DA PEDRALVA TEM 24 CASAS DE CAMPO PARA O ACOLHER NESTE CANTNHO DO PARAÍSO, ONDE OS SEUS DIAS SE TORNARÃO EM AUTÊNTICAS AVENTURAS. CONHEÇA AS CASA E O QUE A ALDEIA DA PEDRALVA TEM À SUA ESPERA!

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Aldeia da Pedralva Rua de Baixo – Casa da Pedralva 8650-401 Vila do Bispo Portugal Telefone principal: +351 282639342 Fax principal: +351 282639158 Reservas: +351 282639342 Grupos: +351 282639342 Email geral: reservas@aldeiadapedralva.com Reservas: reservas@aldeiadapedralva.com

«Descubra o “Outro Algarve”. Troque o carro por uma caminhada entre as aldeias de um Algarve que poucos conhecem. Fique em lugares genuínos e autênticos onde os produtos locais fazem as delícias dos pratos típicos da região. Perceves da Costa Vicentina, Lapas na Chapa, Choquinhos à Algarvia, Arroz de Polvo, Sargo, Dourada, Javali.…. Se ficar na Aldeia da Pedralva – Turismo de Aldeia, no concelho de Vila do Bispo, experimente o nosso Bacalhau à Moda da Pedralva, servido em Pão Saloio e depois durma no silêncio de uma aldeia que renasceu das ruínas em 2010. Conheça o projecto em www.aldeiadapedralva.com» O ROTEIROSEVENTOS E ANTÓNIO FERREIRA, UM DOS SÓCIOS DESTE EMPREENDIMENTO FABULOSO, CONVIDA-VOS A VISITAR VILA DO BISPO E FICAREM NAS CASAS DA ALDEIA DA PEDRALVA… VENHA DAÍ CONNOSCO E DEIXE-SE SONHAR….

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe a vossa Quinta enquanto casa de turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

ANTÓNIO FERREIRA A.F. – Surgiu de uma vontade de mudar de vida, da cidade para o campo e assim a procura de uma casa de férias transformou-se na compra de grande parte da Aldeia e a concretização da mudança de vida. No inicio do projecto desafiei 3 amigos, hoje meus sócios, que embora mantivessem as suas vidas em Lisboa estão de alma e coração no projecto.

  O ANTES…. E O DEPOIS…

R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõem nos vossos turismos rurais?

A.F. – Temos recuperadas 24 Casas de Campo, casas estas que têm entre 1 e 3 quartos, representando no total uma oferta de 40 quartos. Muitas casas têm sofá cama para crianças até 12 anos o que resulta numa capacidade de receber até 120 pessoas. Temos ainda restaurante e um café central. Infra-estruturas de lazer como a piscina ou a zona do forno comunitário e uma imensa oferta de actividades de natureza como o aluguer de bicicletas (temos 32 bicicletas), aluguer de GPS com trilhos, Geocaching, Escola de Surf, Cursos de Mergulho entre muitas outras actividades.

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R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?
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A.F. – O sector está em franco crescimento. O Algarve esteve muitos anos focado nos produtos Sol e Mar e Golfe, mas nos últimos anos entendeu a necessidade de implementar produtos complementares, sendo um deles o Turismo de Natureza. O Algarve tem um território fabuloso que vai de Vila do Bispo e Aljezur até Alcoutim, passando por sítios tão fantásticos como Monchique, Estoi ou São Brás.aldeia-da-pedralva-gallerykite-surf-bordeira-beach1

Na medida que existam mais infra-estruturas de Turismo de Natureza como boas redes de trilhos pedestres, clicáveis, abrigos para Birdwatching, roteiros de mergulho, escolas de Surf e na medida que todas estas actividades estejam devidamente monitorizadas e legisladas, garantindo o melhor serviço ao Cliente, teremos um Algarve mais completo e a funcionar todo o ano. Até porque todas estas actividades têm épocas altas fora do tradicional Verão, o que ajuda a combater e sazonalidade e sobretudo a dinamizar os territórios de Baixa Densidade.

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R.E. –  A Câmara e o turismo da região e Municípios vizinhos têm contribuído para trazer o turismo à região?

A.F. – Penso que todas as entidades passaram a ter o Turismo de Natureza na sua agenda. Já não é possível passar ao lado deste segmento de mercado.

 

 

SAGRES FOI O PONTO DE PARTIDA DOS EXPLORADORES PORTUGUESES… TORNE-SE UM NOVO EXPLORADOR, VENHA VISITAR A REGIÃO E FIQUE UNS DIAS NO PURA VIDA DIVE HOUSE, APROVEITANDO TODAS AS AVENTURAS QUE A REGIÃO E A CASA TEM PARA SI!
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Sagres exibe algumas das mais impressionantes paisagens do Algarve. A força da natureza é tão forte na ponta mais a sudoeste de toda a Europa continental que os visitantes logo percebem porque os antigos colonos a apelidaram de “sagrada”, porque foi o ponto de partida dos exploradores portugueses no século XV rumo ao desconhecido e como conseguiu manter a sua fascinante beleza natural.

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Sagres é uma vila histórica, inserida no Parque Natural da Costa Vicentina, um lugar ideal para variadas actividades de Natureza, tal como passeios de kayak, passeios de bicicleta, trekking, snorkeling, escalada, passeios a cavalo, birdwatching, surf, windsurf e mergulho.

O Parque Natural apresenta uma mistura de vegetação Mediterrânea, Atlântica e Norte Africana. Há cerca de 750 espécies diferente, das quais 100 são endémicas, raras ou locais; 12 não existem e mais nenhum lugar do Mundo, algumas são consideradas vulneráveis e outras encontram-se protegidas pela União Europeia.

As aves são dos principais protagonistas desta área! Aqui encontram uma plataforma importante para a migração entre a Europa e o Norte de África.

A diversidade natural do fundo e a confluência de massas de água distintas – Mediterrâneo, Atlântico Norte e Atlântico Tropical – bem como as correntes de upwelling proveniente do fundo marinho, contribuem em grande parte para a alta biodiversidade. Pequenas ilhas, baías e cabos são excelente habitats para abrigo, alimentação, crescimento e reprodução de muitas espécies marinhas.

 

A Pura Vida leva-te à descoberta das maravilhas d’O Fim do Mundo, o lugar mais próximo do Pôr-do-Sol na Europa Continental, de uma forma amiga do ambiente.

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PuraVida Divehouse Dive School & Accommodation (+351) 913210716 puravidadivehouse@gmail.com Rua da Pedra Negra, Baleeira 8650-362 Sagres http://www.puravidadivehouse.com Check us on facebook: http://www.facebook.com/puravidadivehouse

Esta típica casa de Sagres já está na família há 3 gerações.  Foi completamente remodelada há dois anos para o tornar num alojamento totalmente equipado e pronto a receber quem quiser visitar e provar a Pura Vida. O mobiliário também foi restaurado ou feito de raíz na  casa, com a preciosa ajuda de amigos habilidosos – esta foi mesmo uma maneira de  assegurar que a casa transparece paz, alegria e carinho.

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PuraVida Divehouse
Dive School & Accommodation
Rua da Pedra Negra, Baleeira
8650-362 Sagres
Check us on facebook:

  A Pura Vida Divehouse e Guesthouse são duas casas que oferecem diferentes estilos de alojamento: 9 Confortáveis suites com cama dupla ou individual, 4 camas em 2 aconchegantes dormitórios e um estúdio romântico com kitchenette. As duas casas dispõem de cozinha, sala-de-estar e um pátio exterior com jardim e grelhador.

As instalações estão à disposição, podendo os hóspedes usar a cozinha para as suas refeições e descontrair, ler, jogar jogos, ver TV, tocar piano e guitarra e muito mais na  sala-de-estar. No jardim, poderão encontrar áreas chillout – uma varanda com uma cama-de-rede, puffs ou simplesmente sentarem-se na relva. O estúdio privado está junto à casa principal e é independente, com kitchenette, casa-de-banho e quarto privados, para até 4 pessoas.

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Ah! E não se esqueçam de visitar o  centro de mergulho, mesmo em frente ao alpendre principal, para começar ou continuar a vossa aventura de mergulho!pura2

Se também quiserem explorar mais Sagres à superfície, existem várias actividades que a  PURA VIDA DIVEHOUSE  pode organizar. Venham visitar!

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«Assim que chegares a Sagres, encontrarás o tesouro mais bem guardado da Europa, vais perder a vontade de sair. As pessoas, a paisagem única, a história, as praias intocadas, o pôr do sol e um ambiente descontraído, são alguns dos ingredientes disponíveis na região para criar umas férias muito especiais.

Todos os dias haverá um novo lugar para descobrir e uma nova aventura para viver.

Escolhe o estilo de alojamento na nossa casinha, adiciona um pouco de diversão, mergulha ou explora a Natureza e cria o teu pacote de férias perfeito … vem viver a PuraVida!», EIS O CONVITE DE JOANA E CRISTÓVÃO CATARINO, QUE NÓS PARTILHAMOS… VENHA DAÍ CONNOSCO!

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ROTERIOSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe a vossa CASA enquanto  e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?
 CRISTÓVÃO CATARINO (C.C.) – Esta ideia não surgiu de algo espontâneo, mas sim de um conjunto de experiências, vividas ao longo alguns anos a viajar e a trabalhar em destinos internacionais dos mais procurados para turismo.
A colecção destas experiências começou a dar origem a um sonho, que foi ganhando cada vez mais pormenores, ainda sem forma concreta, enquanto viajava-mos.
Ao voltar para Portugal o sonho começou cada vez a ganhar mais sentido, Portugal tinha todos os ingredientes!
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Uma cultura genuína de gente, ainda ligada ás antigas tradições, uma riquíssima gastronomia sem comparação, uma vasta variedade de produtos caseiros que são marcas de cada região e o património natural e histórico que não deixa ninguém indiferente.
Sagres, no concelho da Vila do Bispo, foi a região escolhida, ao ínicio como lugar ídilico para viver e contituir famíla e só mais tarde para empreender um negócio familiar.
Esta região apresenta características únicas para o turismo rural e para as actividades de Natureza.
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Num local só, é possível encontrar pessoas que vivem do que a terra e o mar produzem, ainda através de técnicas tradicionais e não invasivas ou industriais, entre uma Natureza composta por uma flora e fauna de valor incalculável e uma herança histórica e arqueológica, que se pode visitar, mas ainda com muito para desvendar. 
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Nesta região existe um incrível potencial para o crescente turismo de consciência. Este novo tipo de turista, procura regiões do mundo genuínas e ricas em cultura e tradições, longe de turismo massificado, e que têm menos impacto humano no Ambiente.
Escolhemos esta região também pela riqueza subaquática. Na costa de Sagres é possível o acesso a naufrágios da 1º Guerra Mundial, artefactos arqueólogicos submersos do Sec. XVI, grutas e cavernas submersas que fazem parte de uma paisagem subaquática incrível e uma variedade e quantidade de vida marinha digna de enciclópedia.  
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A nossa casa abriu as portas ao público em Junho de 2013. O projecto PuraVida Divehouse foi a forma, que nós encontrámos, de associar a vontade de valorizar, alguns dos melhores bens nacionais a um estilo de vida que assente em determinados princípios que passam pela sustentabilidade e pela boa utilização dos recursos disponíveis, sem prejuízo ou com o mínimo impacto possível, para o meio ambiente.
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A partir de uma casa com condições de alojamento, em ambiente acolhedor e familiar, oferecemos a possibilidade de desfrutar da Natureza, em terra ou no mar, de uma forma saudável, através de formação e diferentes actividades lúdicas.
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A estrutura está equipada com equipamentos de qualidade e com profissionais devidamente qualificados para acompanhar os clientes nas suas actividades diárias.
No final do dia, levamos as pessoas a vêr o mais belo Pôr do Sol no Cabo de São Vicente, o Fim do Mundo, para abrir o apetite para o deliciosos jantares preparados no nosso churrasco com peixe da costa e vegetais dos produtores locais. 
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R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõem nos vossos espaços de turismo?

C.C. – A nossa capacidade de alojamento, é de 30 pessoas entre quartos privados com casa de banho própria ou em quartos partilhados, tipoHostel. As duas casas de hóspedes estão equipadas para usufruto dos clientes: Cozinha totalmente equipada, sala de estar preparada com meios audio-visuais e biblioteca, Wi-Fi gratuíta, pátio exterior com área coberta e camas de rede, jardim, churrasqueira, lavandaria e serviço de quarto.
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O nosso serviço inclui sempre o pequeno-almoço, os nossos pacotes podem ser feitos ao gosto do cliente. Podem escolher incluir também outras refeições como refeições ligeiras durante o dia ou um jantar com um prato tradicional.
Durante o dia os hóspedes podem usufruir de actividades como o mergulho autónomo, na nossa escola de mergulho certificada, localizada no nosso jardim, passeios de Kayak e SUP, alugueres e passeios de bicicleta e Yoga

R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

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C.C. – O sector está em crescimento, o turismo rural e de actividades de  Natureza é já um dos principais objectivos de férias, segundo os últimos dados do turismo no mundo. Para que este sector se possa afirmar definitivamente é necessário mais apoio do Turismo de Portugal. Esta entidade tem que apostar de um forma mais séria na promoção e divulgação do território Português, é necessário colocar Portugal no mapa dos melhores destinos do mundo, de férias de Natureza.

Geralmente as empresas de turismo rural, são pequenas empresas com meios limitados, com dificuldades para alcançar uma grande parte do potencial mercado. 

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R.E. –  A Câmara e o turismo da região e Municípios vizinhos têm contribuído para trazer o turismo à região?
C.C. – A Câmara da Vila do Bispo, tem feito um enorme esforço para contribuir para trazer turismo para a região. Um dos maiores exemplos, foi o apoio financeiro da Câmara para levar algumas empresas locais vocacionadas para este sector, a uma das maiores feiras internacionais de Náutica em Dusseldorf na Alemanha no passado mês de Janeiro, a qual resultou num enorme êxito. Existe já um plano para continuar com esta iniciativa em futuros eventos do mesmo género.

O turismo a região parece ainda muito voltado para o popular turismo de Golfe e praia e não se nota grande aposta para o melhor potencial que existe no Algarve.

 

ALJEZUR: ONDE O MAR E A SERRA SE CONJUGAM NA PERFEIÇÃO
ALJEZ
IMAGINE UNS DIAS DE DESCANSO ONDE PODE CONCILIAR O MAR ALGARVIO COM AS SERRAS E O SOSSEGO DA NATUREZA… VENHA VISITAR ALJEZUR DEIXE-SE REPOUSAR NA CASA ALVA, SEMPRE PREPARADA PARA TORNAR AINDA MELHOR A SUA ESTADIA NA REGIÃO!
ALVA
CASA ALVA Contacto: 918032176 ou 282 995 169. Mail: Fernanda_castanheira@hotmail.com https://www.facebook.com/CasaAlva15?ref=bookmarks

A Casa Alva está localizada numa reserva natural, a 2 km do centro de Aljezur e perto da Via Algarviana e da Rota Vicentina, assim como a 24 km de Lagos e a 15 minutos de carro das Praias da Arrifana, de Monte Clérigo e da Amoreira.

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O TERRAÇO DO T1

A propriedade proporciona alojamento em estúdios e quartos duplos. Cada unidade inclui ar condicionado, uma casa de banho privativa e acesso Wi-Fi gratuito. Os estúdios possuem uma área de estar com uma televisão de ecrã plano. É fornecida roupa de cama e toalhas.

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A cozinha partilhada está equipada com máquina de lavar louça, assim como um forno, um micro-ondas, uma máquina de café e uma chaleira. Também está disponível estacionamento privado gratuito no local.

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A propriedade providencia aluguer de bicicletas/automóveis e encontra-se numa zona popular para caminhadas. A Casa Alva fica a 29 km de Portimão e a 35 km de Sagres. O aeroporto mais próximo é o Aeroporto de Faro, a 78 km.

CONHECER ALJEZUR:

VENHA Conhecer o Concelho de Aljezur!

Bordeira

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Aldeia envolta em serranias e campos de cultivo. Algumas ruas mantêm o pitoresco das casas tradicionais. Ruínas de antigo solar. Vale a pena uma visita à sua igreja matriz, do século XVIII. Possui no altar-mor e nos colaterais bela talha barroca, merecendo apreciação o arco triunfal e o retábulo do altar-mor, com as imagens de Nossa Senhora da Encarnação (séc. XVIII), de São Francisco, Santo António e São Luís (séc. XVII) e um São Sebastião (provavelmente do séc. XVI). Retábulos laterais (séc. XVIII). Ao lado da porta principal da igreja existe um portal manuelino (séc. XVI) de proveniência desconhecida e de grande beleza.

Carrapateira
Uma fortaleza, recentemente restaurada, para defesa contra os corsários berberes e argelinos (séc. XVII) e uma igreja dedicada a Nossa Senhora da Conceição são os únicos monumentos desta povoação debruçada sobre o mar. Na igreja, com portais manuelinos (séc. XVI), retábulo de talha no altar-mor com imagens dos sécs. XVII e XVIII. Imagem de Nossa Senhora do Rosário (séc. XV?) e dois painéis figurando Santo António e São Pedro, provavelmente do séc. XVI. Pia baptismal manuelina (séc. XVI).
Próximo da povoação, e sobre uma escarpada falésia, existem ruínas de um povoado sazonal de pescadores muçulmanos (séc. XII).

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Odeceixe
Paisagem apinhada de casario espraiando-se em colinas, tendo o mar como fundo. A ribeira de Seixe, que banha a vila, serpenteia a fértil várzea indo desaguar na praia.
Numa das ruas, uma curiosa adega-museu reconstrói o ambiente tradicional de produção e armazenagem do vinho.ODE1
A igreja matriz em honra de Nossa Senhora da Piedade (séc. XVII) tem algumas boas imagens do mesmo período. Curiosa pia baptismal heptagonal manuelina (século XVI) e arco triunfal em pedra da mesma época. O moinho de vento devidamente recuperado está em pleno funcionamento, constituindo um pólo de atracção turística.

Rogil
Aldeia pitoresca. Na charneca ventosa, o moinho da Arregata mostra como, durante séculos, o vento foi aproveitado para moer cereais.

ROGIL

Agricultura
O ameno clima do Algarve é propício ao cultivo de espécies exóticas. A demonstrá-lo, os amendoins grados e saborosos que saem da terra em Rogil e noutras povoações do concelho de Aljezur. Para delícia dos apreciadores, é sobretudo em Rogil e na várzea de Aljezur que se produz a melhor batatadoce do país. Fazendo jus à sua fama, não espanta que decorra em Aljezur o Festival da Batata-doce por alturas de Outubro, um certame que já se impôs como uma referência na região do Algarve.

Prazer do Sol e do Mar
O mar escavou nas colinas de xisto e grauvaque altas arribas onde nidificam aves e crescem flores. Aqui e além abrem-se, em baías viradas para o Sol e para o oceano, longos areais morenos, ao longo de quase 40 quilómetros de uma magnífica e preservada costa.

Odeceixe e Adegas
Praia extensa cortada pela foz da ribeira de Seixe. Equipamento de apoio. Tranquila e familiar. Miradouro da Ponta Branca, com um amplo horizonte de mar. A sul da praia de Odeceixe existe uma pequena enseada, localmente conhecida por praia das Adegas, acessível na maré baixa ou pelo acesso recentemente construído através da falésia, estando classificada como sítio oficial para a prática naturista.

Vale dos Homens e Carreagem
Praias tranquilas e pouco frequentadas, possuidoras de uma beleza selvagem

Amoreira
A praia da Amoreira localiza-se na foz da ribeira de Aljezur. Sendo uma praia ampla, com um extenso areal, permite banhos de mar e de rio. Extensa área de dunas, à qual os locais denominam de “medos”.

Monte Clérigo
Praia familiar, extensa, com bons acessos e equipamento de apoio. Envolta por curiosa zona dunar.

Arrifana
Enseada convidativa, apresenta um considerável areal abrigado pelas altas falésias. Equipamento de apoio. Pitoresco porto de pesca.
Na Ponta da Arrifana, autêntico miradouro natural sobre a Costa Vicentina que proporcionando panoramas grandiosos, é possível observar uma curiosa formação rochosa no mar, ao largo da praia, denominada de “Pedra da Agulha”. Também na Ponta da Arrifana existem os restos de uma antiga fortaleza (séc. XVII) erguida para defesa das armações de pesca do atum.

ARRIFANA

Canal e Vale Figueira
Praias extensas de grande beleza natural. Pouco frequentadas.

Bordeira
A praia da Bordeira situa-se na foz da ribeira da Carrapateira, envolta em grandes dunas e paisagens grandiosas. É extensa, um tanto ventosa, mas convidativa ao lazer. Próximo, encontra-se a formação rochosa do Pontal da Carrapateira, recortada por altas falésias e angras.

Amado
Praia extensa, localizada a sul da povoação da Carrapateira, paraíso dos amantes do surf e do bodyboard, rodeada por altas falésias. Perto do Amado, a Pedra do Cavaleiro no meio do mar.

Pesca e Surf, Percursos Pedestres e em BTT -Desportos de Aljezur
Paraíso dos pescadores desportivos, desejosos de capturar pesados peixes, toda a costa do concelho de Aljezur é um pesqueiro. Aqui, capturam-se ao sabor das marés os grandes pargos, sargos, corvinas, douradas, congros, robalos, besugos e muitos outros peixes que fazem parte das histórias contadas ao anoitecer, entre amigos, na companhia de um copo de vinho da região.
A Baía dos Tiros, Samouqueira, Esteveira, Vale dos Homens, Carriagem, Pipa, Fonte Santa, Atalaia, Canal, Vale Figueiras, Bordeira, Pontal e Amado são alguns dos pesqueiros mais famosos.
Os surfistas e praticantes de bodyboard têm nas praias de Aljezur as suas ondas preferidas para passarem horas percorrendo o dorso das vagas.
Também os amantes da natureza têm aqui o sítio ideal para a prática de BTT e do pedestrianismo, duas actividades que permitem ao visitante explorar a riquíssima diversidade e o encanto destas paragens.

O Bom Sabor da Cozinha
O mar próximo dá o peixe fresco. A habilidade das cozinheiras transforma-o em deliciosos grelhados e em saborosas caldeiradas. O marisco não falta, para delícia dos apreciadores, com um destaque muito especial para os percebes arrancados das rochas banhadas pelo mar.percebes-470x260
A batata-doce, cultivada nos vales férteis e ricos em água, está presente em pratos e bolos típicos da região, que podem ser acompanhados pelo vinho bem apaladado produzido nas encostas soalheiras e, também, pela perfumada aguardente de medronho, destilada em velhos alambiques de cobre nas zonas serranas. pela sua abundância, a Batata doce, tornou-se o ícone da região, onde todos os anos o município promove o festival da Batata doce

  A CASA DO ALVA, O LOCAL ONDE FICAR!

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Fernanda Castanheira fala-nos um pouco da CASA DO ALVA, UM PROJECTO A PENSAR EM SI!
«Na Casa Alva temos 4 unidades de alojamento. Na casa principal  temos para alugar dois quartos (suites) com  sala de estar partilhada entre eles e, ao lado, na casa mais pequena temos 2 Studios. Cada Studio é composto por 2 pisos, um Quarto em Mezzanine, e no piso térreo encontramos uma sala de estar,  wc, bem como terraços.
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Cada quarto  tem capacidade para duas pessoas ( e eventual cama extra e berço para criança pequena). Na sala de estar existe sempre um sofá cama.
 Na Casa Alva no R/C da casa principal,  existe uma  sala de refeições e uma cozinha  comuns. Ainda assim, todas as salas de estar das 4 unidades dispõem de mesa e cadeiras onde se pode tomar as refeições em privado (se assim o preferirem).
Temos um deck entre as duas partes da casa e, neste deck, encontramos um espaço exterior comum onde estão sofás e mesa.RIBEIRA DA CASA ALVA
Os  dois Studios  dispõem de um terraço próprio. A cama de casal será uma junção das duas camas single.
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A cama single tem as medidas: 90×200 cm. A cama de casal terá 180 cm largura por 2m de comprimento.
Todos os quartos poderão ter cama de casal pois a base são as duas camas singles. 
Todas os quartos têm wcs privados e luz natural.  Na Casa existe um sistema de aquecimento central e um bom isolamento térmico, e todas as divisões  da Casa Alva têm ar condicionado.

Existe também TV de écran plano em todas as salas de estar.

Dispomos de net Wi-fi.»
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