A ROTA DO TURISMO RURAL – VISITE E APAIXONE-SE PELOS AÇORES

 

VISITE OS AÇORES, CONHEÇA LOCAIS DE SONHO NO MEIO DA NATUREZA,  AS BELÍSSIMAS PAISAGENS, CONHEÇA A GASTRONOMIA E A IDENTIDADE DE UM POVO!

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Perdido no Atlântico, estende-se o mais profundo dos segredos. Num silêncio propositado, por entre o verde das fajãs e o mar azul das baleias,
o sentimento de um povo brota em cascata, embelezado pelas hortênsias, nascidas no coração de cada açoriano. A alma encerra a canção da terra,
que o vento leva em coro aos ouvidos de quem nada sabe. Uma utopia tornada realidade, onde o Homem se mistura com o chão e o céu, num orgulho infinito que leva para onde o destino o conduz. Um paraíso isolado que teima em continuar perdido, no meio da bruma e do assobiar das gaivotas.
 
A mãe Natureza, sábia e hábil, conseguiu dar origem a tão belos paraísos nos mais diferentes cantos do mundo. Os Açores são um deles e convidamo-lo a inspirar-se e conhecer as suas particularidades: a paisagem, a gastronomia, os desportos náuticos, os costumes.
 

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As nove ilhas do Arquipélago dos Açores são todas de origem vulcânica e encontram-se  em plenoAtlântico Norte, dispersas ao longo de uma faixa com cerca de 600 km de extensão de Santa Maria ao Corvo e sensivelmente entre 37° e 40° de latitude norte e 25° e 31° de longitude oeste. Residem 246 772 pessoas (dados de 2011) neste território insular de 2 325 km2, que está a uma distância de 1 600 km do continente europeu e 2454 km do continente norte-americano (Canadá).

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As ilhas do arquipélago foram divididas em três grupos geográficos: o Grupo Oriental, composto por Santa Maria e São Miguel, o Grupo Central integra as ilhas Terceira, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial, e o Grupo Ocidental constituído pelas ilhas Corvo e Flores. Os Açores, juntamente com os arquipélagos da Madeira, Canárias e Cabo Verde definem a região biogeográfica da Macaronésia, designação que significa “ilhas afortunadas”, para quem as habita e quem as visita.

NA ILHA DO PICO, NOS AÇORES, AS ADEGAS DO PICO TÊM OS  O CONFORTO NO MEIO DA NATUREZA À SUA ESPERA DE BRAÇOS ABERTOS PARA VOS RECEBER!

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Contactos Rua do Ramal 14 9940 – 062 Praínha Ilha do Pico Tel: +351 (933) 256 277 info@adegasdopico.com

VISITE SÃO ROQUE, A CAPITAL DO TURISMO RURAL

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«A ILHA DO PICO oferece antes de mais os seus três clássicos: baleias, montanha e vinha. Mas convida também a passeios pedestre cénicos, belos banhos de mar nas piscinas naturais, exploração de grutas e a provas de mariscos e queijos. Para isso e para outros momentos para recordar nós estamos nas Adegas do Pico para receber quem nos visita, de braços abertos e sempre disponíveis».EIS OS CONVITE DE JOSÉ MAIA PARA QUE VISITEM ESTE CANTINHO DO PARAÍSO E FIQUEM UMA SEMANA NO CONFORTO QUE AS ADEGAS DO PICO LHE PROPORCIONAM, DESCANSANDO NO SEIO DA NATUREZA MARAVILHOSA DA REGIÃO!

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As Adegas do Pico são um conjunto de doze casas de basalto localizadas na aldeia da Praínha, Ilha do Pico, onde os hóspedes são acolhidos pela hospitalidade dos amigos Maria Serpa e José às vivências de uma genuína aldeia açoriana.

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As fachadas de pedra, a pequena praia e as piscinas naturais; a gastronomia da terra e do mar do restaurante local; as pequenas mercearias de aldeia e os produtos locais; o encanto das ilhas e da paisagem oceânica; tudo sob a vista deslumbrante do mar que as Adegas do Pico oferecem em permanência aos seus, num ambiente de vizinhança e calma – o lifestyle autêntico da ilha do Pico.

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe A Adega do Pico  como turismo  de habitação e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?
JOSÉ MAIA (J.M.) – A primeira das Adegas do Pico, Casas de Campo – Turismo no Espaço Rural, surgiu em 2000 e temos vindo a renovar e adicionar casas ao projecto até chegarmos às actuais 14 casas.
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R.E. –   Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a quinta?

J.M. – De momento temos uma capacidade de alojamento de 50 pessoas. Os nossos hóspedes são envolvidos em actividades que decorrem na vizinhança tais como pesca de costa e pesca de mar, mergulho, kayaking e actividades de caráter etnográfico como workshops de artesanato e de fabrico de queijos ou visitas guiadas ao estaleiro de construção naval tradicional ou às vinhas. Num raio mais alargado, as subidas à montanha do Pico e a observação de baleias são das actividades mais populares entre quem nos visita.
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R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

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J.M.  – É um sector saudável com um crescimento moderado e sustentado. Com honrosas excepções, lamenta-se a falta de qualificação da mão de obra no sector o que limita a qualidade do produto e do serviço e assim restringe os mercados que podemos captar e as tarifas que podemos praticar. Cabe, antes de mais, aos empresários apostarem na melhoria contínua do talento da sua equipa e esse investimento acaba por se desmultipicar no produto e nos resultados.
R.E. –  A Câmara e o turismo da região têm contribuído para trazer o turismo à região?
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J.M. – Sim, a Câmara de São Roque do Pico tem efectuado consideráveis esforços aos desenvolvimento do turismo no espaço rural, ou não fosse a Capital do Turismo Rural ®. Da parte do Governo Regional este sector de oferta tem recebido atenção crescente na sua estratégia de desenvolvimento turístico sustentável.
CONHEÇA A RICA GASTRONOMIA DA ILHA DO PICO:

Torresmos de porco, morcela, linguiça com inhames, molha de carne, são os pratos fortes de uma cozinha que, com o caldo de peixe e o polvo guisado em vinho e o bolo de milho, faz a delícia dos bons garfos. Os apreciadores de marisco têm no cavaco, lagosta e caranguejo de fundo dignos companheiros do seu apetite.

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A massa branca e macia do queijo fresco do Pico é um bom começo de uma refeição, que pode terminar com o típico e delicioso queijo de São João, de casca amarela, pasta mole e cheiro intenso, produzido com leite de vaca. A massa sovada, as rosquilhas, as vésperas e o arroz-doce são a doçaria típica da ilha, ligada aos festejos do Espírito Santo, completada ainda pelos doces do período de Carnaval, as filhoses, os coscorões e os sonhos. As aguardentes de figo e de nêspera, destiladas em velhos alambiques de cobre, são apreciados digestivos. Aos que gostam de bebidas doces, o Pico oferece a típica “angelica”.

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Um verdelho famoso. Nascidos de um solo de lava, protegidos dos ventos por paredes de pedra negra e áspera, aquecidos pelos raios de sol, os cachos de uvas ganham a doçura do mel. Espremidos, produzem um vinho branco seco, com uma graduação alcoólica dos 15 a 17 graus. Depois de envelhecido, dá um excelente aperitivo, que, no século passado, era exportado para muitos países da Europa e da América, chegando às mesas da corte russa.

As vinhas, que marcam a paisagem da ilha, produzem igualmente um vinho branco seco, fresco, leve e frutado, que é a companhia ideal para um prato de marisco ou de peixe, e também o tinto “vinho de cheiro”, presença obrigatória nas mesas dos dias de festa.

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A Ilha-pomar. O chão de lava, o sol, o clima seco fazem do Pico o pomar dos Açores, onde macieiras e pereiras, damasqueiros e pessegueiros, ameixoeiras e laranjeiras florescem e produzem frutos doces e sumarentos, levados de manhã cedo, na “lancha da fruta”, para a cidade da Horta, por homens e mulheres que os expõem e vendem. Mas são os figos, de interior vermelho como o rubi, verdadeira gulodice para os apreciadores, que melhor simbolizam a deliciosa fruta do Pico.

DESCUBRA A ILHA DO PICO E FIQUE UNS DIAS NA CASA DA ATAFONA, O ESPELHO DO QUOTIDIANO RURAL DO PICO E DEIXE-SE ENCANTAR COM AS MARAVILHOSAS VISTAS PARA SÃO JORGE!

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CASA DA ATAFONA CONTACTOS Rua de Baixo de S.Vicente nº 34 (S.Roque do Pico) 9940 – 355 S. Roque do Pico Telefone: 00351 962 476 447 Fax: 00351 292 642 847 Email – cazasdopico@gmail.com
A Casa da Atafona é  um local privilegiado para observação de aves (sem sair de casa), desde os “açores”, às “cagarras” (que voam e se ouvem à noite) e aos espécimens 
endémicos, e, junto ao mar, das aves marinhas (como os garajaus) numa zona de nidificação nas rochas negras que envolvem a baía da Furna (a 500m da casa) – deslumbrante local selvagem onde nadar e mergulhar (numa gruta submarina abobadada, com entrada de luz por uma abertura na parte superior) constituirá uma experiência inesquecível.
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VENHA DAÍ VISITAR A ILHA DO PICO E TENHA DIAS DE CONFORTO E SOSSEGO NO SEIO DO MUNDO RURAL, COMO MAR À SUA FRENTE!
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A  CASA DE ATAFONA é  uma  casa rural  em pedra de lava, situada na pequena localidade de S. Vicente (concelho de S. Roque).

Decorada com elementos do quotidiano rural do Pico,  possui ainda  uma soberba vista para o mar e para a ilha de S. Jorge.

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Para além da Casa – com uma sala grande, 2 quartos, wc e cozinha – dispõe ainda da atafona, onde se moíam e guardavam os cereais e alfaias, agora com o piso superior convertido em sala de verão com uma ampla janela para o mar.

A Casa tem uma cozinha com: fogão a gás (c/ forno), micro-ondas, frigorífico e ferro de passar roupa. Não tem máquina de lavar loiça nem máquina de lavar roupa.

A CASA DA ATAFONA é alugada com roupa de cama e de casa de banho (lençóis, cobertores e 3 toalhas turcas por pessoa). A roupa de cama e toalhas são substituídas no final da semana. As toalhas turcas não devem ser usadas como toalhas de praia.

Existe uma piscina de água do mar a 2km, com piscina de crianças. Neste local pode também tomar-se banho no mar.

Junto à piscina existe um restaurante.

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A ilha é servida por camionetes que dão a volta à Ilha duas vezes por dia durante a semana e uma vez ao fim de semana. Existe uma paragem a 50m da Casa da Atafona.

Basicamente: partindo de uma casa rural característica da região (e como tal incluída no Inventário Oficial do Património Arquitectónico de S.Roque), não só pela tipologia, como pela técnica de construção e materiais utilizados, a aposta era adaptá-la a alojamento turístico, sem lhe fazer perder a “alma” – o que nem sempre se consegue em casos semelhantes,conta-nos António Baião, que nos fala uma pouco mais da sua CASA:
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Embora se trate de uma casa de quinta, com as dependências tradicionais, à volta de um pequeno pátio com uma figueira –  incluindo a atafona (que lhe deu o nome), com o equipamento de moagem intacto, a “rua do boi” adjacente, o tanque (cisterna de captação de água da chuva), a casa do carro de bois e as pocilgas, com abertura para a saída e entrada dos bácaros – na respectiva “quinta” (de reduzidas dimensões), em que há ainda vestígios do cultivo da vinha, num maroiço (monte de pedras que mantêm o calor que permite o amadurecimento regular das uvas, apesar da irregularidade da exposição solar) não há hoje actividade significativa (para além de uma pequena horta e de um cerrado com gado caprino), sendo, ainda assim, curioso lembrar práticas antigas, como as de acelerar o amadurecimento dos figos, passando um a um com um pano embebido em azeite na ponta de um pau, ou a reunião de pessoas em cima de um palanque no meio das searas para afugentar os pardais.
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Na casa de habitação (com 2 quartos) mantiveram-se as soluções tradicionais – telhado independente da cozinha, forno de pedra (ainda utilizável), para fazer pão e assados, e ausência de chaminé exterior, com eficaz saída do fumo através de aberturas em paredes opostas – influenciadas pela origem dos primeiros colonos e testadas e transmitidas através de gerações – tendo o piso superior da Atafona (espaço tradicional de celeiro/palheiro e arrecadação de utensílios e ferramentas), sido convertido numa sala de verão com uma janela panorâmica, mas sem electricidade (como no passado), com paredes de pedra seca, em que é fácil visualizar a técnica de construção tradicional de travamento dos vãos com pedras desencontradas.
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Quanto a actividades : a partir da Casa da Atafona, podem percorrer-se trilhos na zona de “currais” (classificada como Património da Humanidade) – quadrícula de muros de pedra seca construídos para arrumar a pedra retirada dos locais de cultivo e proteger as videiras e figueiras dos ventos do mar –  seguir as “rodeiras” dos carros de bois, marcadas na pedra por gerações de agricultores, até aos locais onde as pipas eram descarregadas em rampas para o mar, flutuando depois até aos barcos para serem transportadas, (“carregadouros”), passando pelos “poços de maré” – onde na maré baixa era possível era ir buscar água salobra, para lavar roupa e outros usos domésticos, antes da generalização dos tanques de recolha da água da chuva – ou, ainda, subir até à vigia da baleia (no Cabeço de Sant’Ana) – de onde eram lançados foguetes quando eram avistadas baleias, que nos dias de hoje, poderão ser observadas em barcos adequados a partir das vila das Lajes
VISITE A ILHA DAS FLORES E APRECIE O CONFORTO E A BELEZA DA ALDEIA DA CUADA, TURISMO DA ALDEIA… EIS AQUI O PARAÍSO!
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No extremo mais ocidental da Europa,num planalto sobranceiro ao Oceano, onde a Natureza guarda os seus mistérios, a ALDEIA DA CUADA é um lugar à medida do isolamento da Ilha das Flores.
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SEM PRESSA, DEIXE-SE ENVOLVER PELO SOM DOS PÁSSAROS, PELA FRAGRÂNCIA DA ERVA FRESCA E DOS LOUREIROS COM O PERFUME ADOCICADO DA CANA ROCA. NESTE MUNDO, ONDE A PAISAGEM EMBRIAGA,A TRANQUILIDADE É COMPANHEIRA FIEL. É AQUI O PARAÍSO!
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«A Aldeia da Cuada já deu provas que o turismo rural consegue competir com as grandes industrias hoteleiras.
Já ganhámos vários prémios internacionais e os Açores, em especial a ilha das Flores oferece condições únicas de natureza», AFIRMA SÍLVIO GONÇALVES, DA ALDEIA DA CUADA, TURISMO DA ALDEIA.
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A ALDEIA DA CUADA DISPÕE DE TODOS OS SERVIÇOS QUE AS UNIDADES HOTELEIRAS TAMBÉM COSTUMAM DISPÕR, DESDE RECEPÇÃO 24H POR DIA, LAVANDARIA, SERVIÇO DE TRANSFERS, CONCIERGE E EXCURSÕES.
A Aldeia da Cuada é um paraíso dentro de outro paraíso: a Ilha das Flores. A meio do Atlântico Norte, entre a Europa e a América, a Ilha das Flores está povoada de inúmeras paisagens de rara beleza, onde predominam o verde exuberante.
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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe A Aldeia da Cuada  como turismo  de habitação e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?
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SÍLVIO GONÇALVES (S.G.) – Estamos abertos ao publico desde 1999 e a ideia surgiu após reconhecermos o potencial deste tipo de turismo nos Açores.
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R.E. – Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a quinta?

S.G. – Temos uma capacidade de 65 pessoas. Oferecemos exactamente os mesmos serviços que um hotel: -Lavandaria; -Transferes; -Recepção 24h; -Consierge; Excursões.

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R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?
S.G. – O turismo nos Açores tem vindo a crescer a um ritmo incrível. No entanto achamos que devia haver um maior controlo sobre as unidades a operar ilegalmente, e também uma aposta maior num turismo vocacionado para o turismo rural e de natureza.

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R.E. –  A Câmara e o turismo da região têm contribuído para trazer o turismo à região?
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S.G. – Temos vindo a notar uma maior proximidade entre o governo e as unidades hoteleiras. Isto claramente traz vantagens para todos.

CONHECER A ILHA DAS FLORES
Integrada na rede mundial de Reservas da Biosfera da Unesco, a ilha das Flores, território mais ocidental dos Açores e da Europa, tem paisagens que são verdadeiros paraísos. Esta ilha integra o Grupo Ocidental do arquipélago dos Açores em conjunto com a ilha do Corvo.

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Se há lugares privilegiados pela natureza, a ilha das Flores é um deles, e aos seus 141,4 km2 de superfície repartidos por 2 concelhos, o de Santa Cruz e o das Lajes, acresce a simpatia da população, tornando-a num destino obrigatório nos Açores.

Caracterizada por uma costa muito recortada e extremamente escarpada, as Flores conjugam-se sob o elemento água: cascatas, lagoas, ribeiras e poços formam um catálogo de experiências inesquecíveis, parecendo que concentram dentro de si toda a beleza natural que se encontra dispersa pelas outras ilhas do Arquipélago.
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A Baía de Alagoa, constituída por um conjunto de ilhéus e baixios, é perfeita para fazer mergulho, especialmente na Baixa do Amigo, Ponta da Caveira e no ilhéu do Garajau, onde é habitual a aparição de Meros.
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Adicionalmente podemos pescar em rochedo, no mar ou nas ribeiras, onde há trutas em abundância. O canyoning é também uma excelente opção para explorar esta ilha, sendo os melhores locais para o praticar as Ribeiras dos Algares, do cabo, dos Mosteiros e do Monte Gordo.

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Regressados a terra aproveitamos para relaxar um pouco nas piscinas naturais. Podemos optar pelas de Santa Cruz ou pelas praias junto às Lajes das Flores. Para algo mais “selvagem” então a escolha deverá recair nas poças formadas na base das cascatas, já que a ilha tem inúmeras, sendo a da Ribeira Grande, com uma queda de água de 300 metros e a do Poço do Bacalhau, com 90 metros de altura de água metros, imperdíveis!

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Enquanto se percorrem os diversos trilhos da ilha, podem observar-se as diversas aves migratórias que por aqui voam, pois as Flores são um dos melhores destinos dos Açores para o birdwatching, especialmente na Lagoa Branca, na zona central da ilha, sendo os meses de Setembro a Novembro os melhores para esta actividade.

Não podemos deixar de visitar a zona central da ilha, onde existem sete crateras vulcânicas que se transformaram em belas lagoas, as quais constituem uma paisagem magnífica, merecendo especial relevo a Lagoa Funda, com 105 metros de profundidade. Mas as seis restantes – Branca, Seca, Comprida, Rasa, Lomba e Funda das Lajes – são igualmente belas e merecedoras de uma visita.
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No passeio por terra, um dos monumentos naturais mais famosos dos Açores é a Rocha dos Bordões. Trata-se de um conjunto de grandes colunas verticais de basalto que, no seu conjunto, se assemelham a um gigantesco órgão de tubos.Também a não perder é a vista que se obtém a partir do Morro Alto, o ponto mais elevado da ilha com 911 m de altitude, de onde se vislumbra uma paisagem de verde intenso, onde a nativa floresta de Laurissilva ainda marca presença.

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Nas Flores fica também o ponto mais ocidental da Europa, o Ilhéu de Monchique, que serviu no tempo da navegação astronómica, como ponto de referência para acerto das rotas e verificação dos instrumentos náuticos.

Em Santa Cruz das Flores, podemos visitar a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, que sobressai dos restantes edifícios pela sua grandiosa fachada e a central Praça do Marquês do Pombal com o seu colorido Império. De destacar ainda a igreja de São Boaventura, e o Museu Regional das Flores que engloba o Museu Etnográfico e a Casa Museu Pimentel de Mesquita.

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Nas Lajes das Flores, destaca-se a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, de onde se avista o porto e parte da vila e de onde se pode partir à descoberta dos impérios, das casas de cantaria de basalto e da ponte de 1743 sobre a Ribeira dos Morros.

As Flores ganham mais animação durante as Festas do Espírito Santo, que têm profundo significado também nesta Ilha, bem como nas festas de Santa Cruz e na festa do Emigrante, nas Lajes.vol_festas_Espirito_Santo_acores_584px_1

Para levar uma recordação desta viagem para casa, as rendas e os bordados, as mantas tecidas em antigos teares e as flores de miolo de hortênsia são boas opções.

 

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