O TURISMO RURAL NA REGIÃO DÃO LAFÕES

 

TAL COMO FIZEMOS COM A ROTA DO TURISMO RURAL EM TRÁS OS MONTES E ALTO DOURO, CRIÁMOS TAMBÉM A  ROTA PARA A REGIÃO DE DÃO-LAFÕES

Frecha da Miserela

 

 

Face a um crescimento de apostas em turismo rural a nível nacional, já há muito se reclama a sua respectiva Rota.

Assim, o Roteiroseventos pretende com esta Rota, explorar cada cantinho de Portugal, abordando nesses mesmos locais, os ponto de interesse para visita (o que visitar), algumas sugestões para aproveitar a estadia (o que fazer),bem como indicará um local para repasto (onde comer) e o respectivo turismo rural para o merecido repouso .

 

Daremos aos nossos leitores algumas centenas de locais e ideias para uma viagem ao mundo rural e ao seio da natureza.

Venha daí viajar connosco!

 

 

AROUCA, PELA SUA BELEZA E GASTRONOMIA, PROPORCIONA MOMENTOS DE EMOÇÃO AOS SEUS VISITANTES VISITE AROUCA E FIQUE UNS DIAS  NA REGIÃO!

 

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Situada numa ampla várzea verdejante, a 275 m de altitude, Arouca é sede de um concelho formado por 20 freguesias. Os inúmeros monumentos megalíticos e proto-históricos existentes neste território atestam a sua ocupação desde a pré-história.
As actividades mais importantes do concelho são a pecuária, a silvicultura e as indústrias ligadas ao sector do calçado, plásticos e confecção. O monte cónico da Senhora da Mó, 1,5 km a leste de Arouca, tem esplêndida vista sobre o vale e o casario.

AROUCA

 

Refiram-se, ainda, o monte de São Pedro-o-Velho, situado 15 km a sueste (altitude 1085 m) e a famosa queda do rio Caima, a Frecha da Misarela, em Albergaria da Serra.

 

MISERELA

 

É de destacar a Festa da Rainha Santa, no dia 2 de Maio e a romaria dedicada à Senhora da Mó, nos dias 7 e 8 de Setembro. Arouca destaca-se ainda pelo seu FESTIVAL DAS COLHEITAS (Setembro)  e pelo seu FESTIVAL DA CASTANHA (Outubro).

O Geopark Arouca, correspondendo à área administrativa do Concelho de Arouca, é reconhecido pelo seu excepcional Património Geológico de relevância internacional, com particular destaque para as Trilobites gigantes de Canelas, para as Pedras Parideiras da Castanheira e para os Icnofósseis do Vale do Paiva.

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O valioso e singular Património Geológico inventariado, cobrindo um total de 41 geossítios, constitui a base do projecto Geoparque Arouca, aliados a uma estratégia de desenvolvimento territorial que assegurará a sua protecção, dinamização e uso. Em simultâneo e em complementaridade, associam-se outros importantes valores como os arqueológicos, ecológicos, históricos, desportivos e/ou culturais e ainda a promoção da etnografia, artesanato e gastronomia da região, tendo em vista a atracção de um turismo de elevada qualidade baseado nos valores da Natureza e da Cultura.big_1259860668
Muitos destes sítios de interesse encontram-se integrados na intensa Rede de Percursos Pedestres, num total de 13, numa perspectiva de valorização e divulgação e promoção deste inestimável património.

 

Sever do Vouga

Nos limites do distrito de Aveiro, Sever do Vouga fica localizado junto à serra do Arestal, numa área bastante florestada, na margem direita do rio Vouga. A sua história está documentada desde o século IX, embora apenas tenha recebido foral manuelino em 1514.
No concelho, rico em Natureza, merecem referência a cascata da Cabreia, em Silva Escura, e a praia fluvial da Quinta do Barco nas margens do Vouga, em Pessegueiro do Vouga. No património histórico, sobressaem diversos vestígios arqueológicos, como o Forno dos Mouros ou o Castro de Cedrim, bem como alguns pelourinhos, como o cruzeiro barroco da Igreja Matriz ou as várias alminhas espalhadas pelo concelho.

 

No que concerne a gastronomia, os partos de vitela e caça são as principais especialidades locais, pois estamos à porta de Lafões. as trutas são também uma referência na região.

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Dos eventos gastronómico e festivais de produtos regionais, destacamos, o Festival da Lampreia e,  em Junho, a Feira nacional do Mirtilo, que acarreta centenas de milhares de pessoas a Sever do Vouga.

 

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Os melhores Locais a visitar em Sever do Vouga, Aveiro

  • Cascata da Cabreia

  • Desafios – Desporto e Aventura, Lda.

  • Feira das Velharias

  • Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção

  • Igreja Matriz de Pessegueiro do Vouga

  • Parque da Serra do Arestal

  • Pedra da Moura

  • Praia Fluvial Quinta do Barco

  • Rota da Lampreia e da Vitela

 VISITE A REGIÃO DE LAFÕES, CONHEÇA AS MARAVILHOSAS PAISAGENS DE SEVER DO VOUGA, CAPITAL DO MIRTILO. A VOUGALDEIAS,EM COUTO DE ESTEVES, JUNTO À MARGEM DO RIO VOUGA, TEM AO SEU DISPÔR 3 CASAS AO VOSSO DISPÕR PARA RELAXAR EM SINTONIA COM A NATUREZA.

CONHEÇA VOUZELA, CAPITAL DA VITELA DE LAFÕES, A SERRA DA FREITA, VALE DE CAMBRA E A REGIÃO DE CAMPIA EO  CARAMULO. AS MAGNÍFICAS PRAIAS DE AVEIRO FICAM ALI TÃO PERTO!

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SITUADO EM COUTO DE ESTEVES, NUMA DAS MARGENS DO RIO VOUGA,O EMPREENDIMENTO TURÍSTICO VOUGALDEIAS TEM AO SEU DISPÔR 3 CASAS RECONSTRUÍDAS PARA LHE OFERECER O CONFORTO NO SEIO DA NATUREZA E DO AR PURO . FIQUE POR CÁ DURANTE UMA SEMANA… NÃO LHE FALTARÃO LOCAIS LINDÍSSIMOS QUE A NATUREZA RESERVOU PARA SI!
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ONDE ESTAMOS PARA O RECEBER E OFERECER O NOSSO SERVIÇO Morada Lugar do Couto de Baixo 3740-036 Couto de Esteves Sever do Vouga Portugal Telefone +351 966 313 040 Email geral@vougaldeias.com GPS 40.752376, -8.305765

«A todos vocês que querem descobrir algo novo, a Vougaldeias convida-vos a respirar o ar puro da natureza que nos envolve, convida-vos a passear pelos trilhos outrora marcados pelos passos pesados de quem trabalha de sol a sol, a Vougaldeias convida-vos a viver! A todos aqueles que apenas querem escapar do tumulto da cidade e da confusão, a Vougaldeias convida-vos a entrar, desfrutar e esquecer o mundo lá fora». EIS O CONVITE DE PATRÍCIA CARDOSO PARA VISITAR A REGIÃO E FICAR NAS CASAS DE CAMPO DA VOUGALDEIAS

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe o vosso empreendimento enquanto casa de turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

PATRÍCIA CARDOSO (P.C.) – A Vougaldeias é um empreendimento turístico que, neste momento, conta com três casas reconstruídas, a Casa da Tulha e as Casas da Seara. Tudo começou com o gosto pelo espaço rural e com a oportunidade de criar algo diferente. O sonho de fazer “renascer” parte da nossa história deu origem ao início da criação/reconstrução de uma pequena aldeia na margem do rio Vouga. Aldeia essa que queremos que seja visitada por muitos e que esses muitos levem a bom porto a boa nova de que, em Couto de Esteves existe um empreendimento assim, diferente, e que traz mais vida e reconhecimento ao nosso país e ao nosso turismo. 

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R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõem nos vossos turismos rurais?
P.C. – A oferta da Vougaldeias é, de certa forma, diferente já que os edifícios reconstruídos estão divididos por apartamentos o que permite aos hóspedes uma independência e organização diferentes. Temos disponíveis dois apartamentos de tipologia T2, oito apartamentos T1 e ainda uma suite independente que também pode ser utilizada como complemento a qualquer apartamento. Também como complemento, mas ao alojamento, temos ainda espaços interiores e exteriores de utilização comum, como o salão de convívio onde são servidas refeições e organizados alguns eventos e vários terraços e jardins ( alguns equipados com churrasqueiras) que proporcionam uma vista única sobre o rio ou até da montanha. 
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A Vougaldeias pretende ainda reabilitar outras três casas, que permitirão uma oferta de mais de 30 quartos. Neste momento, temos prevista a construção de um circuito de manutenção e já está em curso a construção de uma área de lazer comum às várias casas que inclui piscina com terraço, ginásio interior com sauna e jacuzzi e ainda um bar de apoio. A todas estas inúmeras possibilidades de diversão podemos ainda acrescentar as parcerias que temos com empresas locais de desportos radicais e as maravilhas desta nossa terra, como os trilhos da natureza ou as festas da zona, a Feira do Mirtilo ou a FicaVouga. 
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R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

P.C. – Neste momento o turismo rural é um sector que acreditamos estar em forte expansão, no entanto ainda não foram tomadas as devidas medidas para que o seu crescimento seja suficientemente forte e se faça sentir. A criação de rotas específicas de turismo rural traria segurança e conforto a quem escolhe onde passar as férias, mostra a confiança e presença do sector no meio turístico. A criação de diferentes actividades ou opções durante a estadia leva os hóspedes a prolongar as suas visitas à nossa terra/país e consequentemente a melhorar a economia local. Sem contar que quanto mais diversificadas forem as opções maior a probabilidade de atrair turistas nas épocas baixas. Consideramos necessário e urgente credibilizar o Turismo Rural com a legalização de todos os alojamentos. 

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R.E. –  A Câmara e o turismo de Vouzela e Municípios vizinhos, bem como a ADLAP têm contribuído para trazer o turismo à região?

P.C. – As entidades referidas não têm uma intervenção directa no trabalho da Vougaldeias, no entanto temos outras entidades como a Câmara Municipal de Sever do Vouga, a AGIM ou a ADRIMAG que realmente dão apoio a iniciativas como esta e fazem crescer o sector do turismo nesta zona. Podemos perceber por parte destas entidades um esforço adicional em promover e divulgar eventos que possam contribuir para o promoção desta região.
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ALÉM DA MAGNÍFICAS PAISAGENS QUE A NATUREZA NOS OFERECE NA REGIÃO, SEVER DO VOUGA PROMOVE, NUMA PARCERIA ENTRE A AGIM E O MUNICIPIO, A FEIRA NACIONAL DO MIRTILO. SEVER DO VOUGA ENCONTRA-SE TAMBÉM INSERIDO NA ROTA DA LAMPREIA.

Além destes festivais, a região proporciona-nos inúmeras variedades de actividades e locais a visitar:

Cascata da Cabreia

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Uma queda de água (proveniente do rio Mau) sobre uma bacia fluvial, envolta numa vegetação densa, onde o verde se estende até ao alcance da vista. A cascata da Cabreira, na serra com o nome homónimo, tem 25 metros de altura. Uma atmosfera romântica e convidativa, complementada com estruturas de apoio, como o parque de merendas.

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O concelho de Sever do Vouga dispõe neste momento de 10 percursos pedestres.
3 desses percursos são na freguesia de Couto de Esteves perto da Vougaldeias, são esses o Trilho dos Amiais, o Trilho da Agualva e o Trilho da Pedra Moura.
O Trilho do Gresso também fica relativamente perto, na freguesia vizinha em Rocas do Vouga.

 

Ecopista de Sever do Vouga

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A Ecopista de Sever do Vouga resulta da parceria entre o município de Sever do Vouga e a Refer para a reabilitação da antiga Linha Ferroviária do Vouga (Serenada do Vouga – Viseu).
Com inicio no lugar da Foz, ao lado da foz do rio Mau, a Ecopista segue para norte sempre paralela ao rio Vouga e à EN 16. Passa o edifício da antiga estação de Paradela e continua até aos limites do concelho com Oliveira de Frades em Fontelas.

O percurso atravessa 5 túneis e uma ponte centenária, a ponte do Poço de Santiago, ponte monumental que é um símbolo de identidade de toda a região. O vale do rio Vouga proporciona paisagens magníficas.

O percurso pedonal é partilhado com bicicletas e também é permitido circular de patins, trotineta e skate.

 

 

 

 

A Quinta do Mosteiro é um local extremamente calmo e relaxante. A casa possui 3 lindos quartos, um deles uma suite privada, e 2 casas de banho. Está totalmente equipada com aquecimento central.

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No exterior da casa existe um grande terraço com churrasqueira, casa de banho exterior, uma mesa de ténis, matraquilhos e uma magnífica piscina de água salgada.

 

Características principais:

  • No exterior: churrasqueira, jardim e mobília de jardim, horta, piscina, terraço, 1 casa de banho, mesa de ténis, matraquilhos, mini-golfe com 3 buracos, estacionamento privativo…

  • No interior: cozinha/sala, com 55 metros quadrados, totalmente equipada, máquina de lavar roupa, máquina de lavar louça, aquecimento central, lareira e lenha, sala de jantar e estar, 3 quartos, 2 casas de banho, televisões, DVD, aparelhagem de música…

  • Serviços: permitem-se animais.

  • Localização: lugar isolado, fora da zona urbana.

 

CONHEÇA  A REGIÃO E FIQUE UNS DIAS NO MOSTEIRO SÃO CRISTOVÃO DE LAFÕES!

 

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Contactos Domingas Osswald Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões S. Cristóvão de Lafões 3660-280 S. Pedro do Sul TM +351 962 406 244 T+351 232 798 076 F+351 232 798 060 E cristovao@mail.telepac.pt E – mosteirosaocristovao@gmail.com

 

A região de Lafões, fértil  e verde faixa de que o Vouga é bissectriz, oferece um riquíssimo património edificado, paisagens soberbas, aldeias de xisto, eventos culturais, festivais de arte popular, desportos tradicionais e radicais, riqueza gastronómica, enoturismo.

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Esta concentração de atractivos torna-a absolutamente digna de uma visita.  Venha ficar connosco, no Mosteiro de São Cristóvão de Lafões, numa habitação que reúne a monumentalidade do mosteiro  cisterciense ao moderno conforto e ao bom gosto da arte de bem receber. Nós ajudá-lo-emos a gozar os encantos de Lafões!, eis o desfio de  Domingas Osswald, do MOSTEIRO DE SÃO CRISTÓVÃO

 

«Em nosso entender, o sector deveria ser muito mais atraente. Para tal seria necessário que os serviços de Turismo, quer a nível geral (Turismo Centro de Portugal), quer a nível local (postos de turismo) dessem informação completa e verdadeira, sobre o grau de conforto e características das unidades, para evitar decepções e enganos. Também seria necessário manter actualizada a lista das unidades, já que é frequente continuarem a figurar unidades encerradas ou inactivas. A sinalética deve ser uniformizada e não referir a designação genérica de “Turismo de Habitação” ou “Rural” , mas também o nome da unidade em causa», CONTA-NOS  DOMINGAS OSSWALD,QUE EM BAIXO NOS RELATA UM POUCO MAIS SOBRE O MOSTEIRO E SOBRE A SUA VISÃO MUITO INTERESSANTE  EM RELAÇÃO AO TURISMO RURAL.

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O complexo monástico inclui o edifício construído em torno do claustro de estilo toscano (para habitação e serventia dos monges), a igreja conventual (hoje paroquial) e unida através de um amplo rossio, a fieira dos anexos onde se encontravam, no tempo dos monges, os estábulos, a carpintaria, a forja, a sala dos fornos, o lagar e a casa do irmãos conversos.

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A bela e singela arquitectura de estilo chão, a perfeição da cantaria (granito de grão fino) e a alvura do reboco contrastam com a verdura da vegetação que envolve o Mosteiro.

Ao todo encontram-se à disposição dos nossos hóspedes 5 quartos duplos (todos com banho privativo), 1 suite e uma casa (Casa dos Conversos).

Para além dos quartos, há salas de estar e de pequenos almoços, piscina exterior e recanto de brinquedos para crianças no jardim.

 

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ROTEIROSEVENTOS R.E. – Há quanto tempo existe o Mosteiro de São Cristóvão como turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

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DOMINGAS OSSWALD (D.O.) –      O mosteiro de São Cristóvão de Lafões tem uma longa e venerável história: fundado ao mesmo tempo que a nacionalidade, albergou monges brancos (cistercienses ou também chamados Bernardos) durante sete séculos. Caído em ruína por abandono e incúria, foi cuidadosamente restaurado, com pleno respeito pela traça primitiva, pelos presentes proprietários, que a partir de 2004 aí instalaram uma unidade de Turismo de Habitação, a fim de facultar a hóspedes a fruição de um espaço ímpar e de contribuir para a sustentabilidade do monumento.

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R.E. – Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a Quinta?


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  D.O. –  Encontram-se à disposição dos nossos hóspedes uma SUITE com quarto de casal, sala com sofá cama e kitchenette,  banho;  cinco quartos duplos – três com cama de casal king size e dois twin, todos com banho privativo; uma casa (Casa dos Conversos), com dois quartos duplos (um com cama de casal e outro twin), 2 banhos, saleta, sala de jantar e estar, cozinha completa e pátio com saída para o jardim e piscina. Existem ainda salas de estar e pequenos almoços, recepção com pequeno bare piscina exterior nos jardins. A mata que se estende até ao rio Varoso oferece trilhos marcados e acesso a piscinas naturais, quedas de água, por ponte pedonal,à levada que conduz a água à aldeia da Paradela (3,5 km de trilho fácil).


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Existem jogos (ténis de mesa, matraquilhos, cesta de volei, jogos de cartas, poker e tabuleiro de xadrez e damas), wifi gratuito, bicicletas de montanha, aconselhamento turístico. Todos os hóspedes são convidados a visita guiada, com explicações históricas, arquitectónicas e artísticas.




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R.E. – Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?


 D.O. –  Em nosso entender, o sector deveria ser muito mais atraente. Para tal seria necessário que os serviços de Turismo, quer a nível geral (Turismo Centro de Portugal), quer a nível local (postos de turismo) dessem informação completa e verdadeira, sobre o grau de conforto e características das unidades, para evitar decepções e enganos. Também seria necessário manter actualizada a lista das unidades, já que é frequente continuarem a figurar unidades encerradas ou inactivas. A sinalética deve ser uniformizada e não referir a designação genérica de “Turismo de Habitação” ou “Rural” , mas também o nome da unidade em causa. Finalmente, os sites na internet devem ser cuidadosamente elaborados, não se limitando a fotografias (geralmente bonitas) mas descrevendo com realismo o que a unidade é e oferece!


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R.E. – A Câmara e o turismo de  Vouzela e a região de Lafões  têm contribuído para trazer o turismo à região?


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 D.O. –  A  Câmara Municipal  de São Pedro do Sul  não tem meios para fazer muita promoção da região, circunscrevendo-se na prática  à promoção das suas Termas. Há com certeza boa vontade, mas a escassez de meios humanos e materiais; espera-se todavia que alguns sinais positivos (principalmente na sinalética da região) sejam percursores de um investimento muito mais consequente.

 
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VISITE  A REGIÃO DE LAFÕES E CONHEÇA MANHOUCE, ONDE PARECE QUE O MUNDO GUARDOU UM POUCO DO PARAÍSO PARA O HOMEM APRECIAR A NATUREZA.

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A freguesia de Manhouce é uma das maiores do concelho de S. Pedro do Sul. Fica no seu extremo ocidental, no limite com o concelho vizinho de Oliveira de Frades e ainda com o distrito de Aveiro (concelho de Vale de Cambra). Situa-se em pleno maciço da Gralheira, na zona limítrofe da Beira Alta e Beira Baixa. No que respeita ao povoamento inicial da área que hoje alberga a freguesia de Manhouce, os vestígios arqueológicos são em grande número e permitem fazer remontar a épocas pré-históricas esse povoamento inicial. É o caso das cinco mamoas do sítio de Alto do Barro Vermelho. Apesar de terem uma cronologia indeterminada, revelam uma grande antiguidade. A primeira e segunda mamoas encontram-se no limite com Vale de Cambra e têm pequenas dimensões, sendo muito numerosos os elementos líticos recolhidos. A terceira mamoa era maior do que as anteriores e estava revestida de blocos graníticos e quartzo, tendo albergado, no passado, uma cista megalítica. A quarta, de pequenas dimensões, está bem conservada e também terá albergado em tempos uma sepultura tipo cista; e a quinta revela ainda a presença de dois dos esteios originais. O sítio arqueológico de Alto do Espinhaço é composto por duas mamoas pré-históricas. Superficialmente, as mamoas são constituídas por lajes e blocos de xisto e quartzo.

 

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A REGIÃO DÃO LAFÕES, É TALVEZ UMA DAS REGIÕES MAIS EXTENSAS E COM UMA MAIOR VARIEDADE DE PAISAGENS E OFERTAS TURÍSTICAS DO NOSSO PAÍS

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OLHANDO PARA A ZONA DE CASTRO DAIRE, TEMOS A REGIÃO DA GRALHEIRA E MONTEMURO, QUE NOS OFERECEM VISTAS DE NATUREZA NO SEU ESTADO PRATICAMENTE VIRGEM E ONDE  O HOMEM TEM A SENSAÇÃO DE TER VOLTADO UNS SÉCULOS ATRÁS NA SUA VIDA, PELA BELEZA E PELO SOSSEGO DA REGIÃO.

 EM DIRECÇÃO AO SÃO MACÁRIO, NÃO PODEMOS DE FORMA NENHUMA ESQUECER-NOS DA ALDEIA EM XISTO NO FUNDINHO DA MONTANHA : ALDEIA DA PENA

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TODA ESTA REGIÃO SERRANA, QUE SE ESTENDE DO OUTRO LADO, ATÉ AO CARAMULO, NÃO PODEMOS DEIXAR DE REFERIR O ASPECTO GASTRONÓMICO DESTA REGIÃO, ONDE A VITELA DE LAFÕES É RAÍNHA DA GASTRONOMIA, MAS ONDE O CABRITO E O VINHO DÃO TÊM SEMPRE DE ESTAR PRESENTES.

NÃO NOS PODEMOS ESQUECER DOS FAMOSOS PASTEÍS DE VOUZELA PARA SOBREMESA OU PARA O LANCHE!

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Região de maravilhosos recantos, enquadrados por serras, como o Caramulo ou a Gralheira/Montemuro, e rios como o Dão e o Paiva, Dão-Lafões está situada num território charneira da Região Centro, entre o litoral e o interior, e conta com um valioso património milenar, que vai desde a pré-história aos dias de hoje, com vestígios da época Romana e Medieval.

Em Dão Lafões concentra-se, ainda, um grande número de estâncias termais como o Carvalhal, Caldas da Felgueira, Cavaca, São Pedro do Sul, Sangemil e Alcafache. Aqui, é possível sentir o benefício que as águas podem trazer à saúde e experimentar uma diversidade de programas terapêuticos e de bem estar termal.

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VISITE A SERRA DO MONTEMURO, A REGIÃO A GRALHERA, E APRECIE OS DOURO AOS SEUS PÉS. CONHEÇA CASTRO DAIRE, CINFÃES, APRECIE A RICA GASTRONOMIA DA REGIÃO, DESDE O CABRITO, AOS ENCHIDOS REGADOS COM OS VINHOS VERDES PRODUZIDOS NA REGIÃO DE CINFÃES E DEIXE-SE ENCANTAR COM O SOSSEGO E TRANQUILIDADE QUE A CASA DO ARCO, NO MEZIO LHE PROPORCIONA

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Situada em pleno coração da serra de Montemuro, a aldeia de Mezio, em Castro Daire, apresenta uma paisagem tipicamente serrana, severa e árida.

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As ruas de Mezio são apertadas e sinuosas, entre as muitas casas rústicas que a compõem, na sua maioria de granito, que vale a pena apreciar. Por aqui passa um percurso pedestre longo – Caminho de Santiago – do qual é possível percorrer apenas uma parte, e assim conhecer a parte mais serrana e verde desta localidade. Não deixe de apreciar os diversos moinhos que se encontram na aldeia.

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No património religioso, visite a Igreja Matriz, a Capela da Senhora das Antas, o Cruzeiro do Senhor do Bom Fim e o Cruzeiro do Senhor dos Aflitos. O artesanato e o prato mais típico de Mezio são os atrativos mais conhecidos da aldeia. Depois de um passeio, não deixe de provar o afamado arroz de feijão com salpicão, no Restaurante do Mezio. Aqui também pode degustar outros produtos típicos locais como os enchidos e o presunto, o cabrito assado no forno, o arroz doce, o pão padeira, a broa de milho ou a torresmada.

 

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MONTEMURO, A SERRA MAIS DESCONHECIDA DE PORTUGAL

 

 

A REGIÃO DE MONTEMURO, PELA SUA LOCALIZAÇÃO, PERMITE AOS TURISTAS E VISITANTES PASSAR UMA SEMANA NA REGIÃO, ONDE NÃO FALTARÃO LOCAIS A VISITAR. NA FRONTEIRA COM O DOURO E COM A REGIÃO DE LAFÕES, A RIQUEZA  GASTRONÓMICA E A VARIEDADE DE PAISAGENS VÃO DE CERTEZA CATIVAR A SUA PAIXÃO PELA REGIÃO. CONHEÇA A CASA DO ARCO E FIQUE UNS DIAS A MARAVILHAR-SE COM O QUE A CASA E A REGIÃO TEM PARA SI!

 

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CASA DO ARCO CONTACTOS Casa do Arco – Casa de Campo +351 938477727 Rua da Fonte, Travessa 25 de Abril, nº 3, Cimo de Aldeia, Mezio Mezio, Região do Centro, 3600-401, Portugal jmorgado6@gmail.com

 

«Ao optarem pelo alojamento na CASA DO ARCO, terão a oportunidade de visitar a Região do Montemuro e passar a conhecer aquela que é uma das Serras mais desconhecidas do país mas também uma das, ambientalmente, mais bem conservadas. Por aqui existem ainda muito recantos por descobrir, algumas espécies (animais e vegetais) raras ou únicas. Por outro lado, a cerca de 10 minutos da Casa do Arco, encontra-se o Rio Douro e toda uma paisagem e realidade diferentes, mas, igualmente, surpreendentes e únicas.cinfaes_640px

 

A viagem pelo Rio Douro constitui uma experiência inesquecível. Para quem procure um local que permita romper com a azáfama dos “tempos modernos”, com o rebuliço e as correrias dos grandes centros urbanos, ter a Serra e o Rio a uma pequena distância, a Casa do Arco, julgamos nós, que  será uma excelente escolha.», EIS O CONVITE DE JOAQUIM MORGADO, QUE TEMOS TODO O PRAZER EM PARTILHAR E REFORÇAR O MESMO, PELA CERTEZA QUE TEMOS DO AGRADO QUE LHE IRÁ PROPORCIONAR!

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe o vosso empreendimento  como turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

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JOAQUIM MORGADO (J.M) – A Casa do Arco concluiu o processo de licenciamento em agosto de 2012, mas apenas no ano seguinte iniciamos o acolhimento efectivo do hóspedes.

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A ideia partiu de duas premissas: as características do edifício que, na nossa opinião, apresentava aptidões para o TER (Turismo em Espaço Rural, na modalidade de Casa de Campo) e a pouca oferta deste serviço na Região. A somar a estas, a nossa vontade de contribuir para o desenvolvimento da economia local, associando-nos a outras iniciativas já existentes na localidade, designadamente a Associação Etnográfica e Social do Montemuro e a Ervital .

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R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a quinta?

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J.M. – A Casa do Arco, neste momento, tem capacidade para alojar um mínimo de dez pessoas. É composta por 5 quartos com cama de casal, uma sala rústica, uma sala de estar e uma cozinha de grandes dimensões e totalmente equipada. A curto prazo iremos aumentar a capacidade em mais dois quartos familiares, com a possibilidade de acomodarem duas camas em cada um destes, ou seja, passará a ter capacidade para alojar até dezoito pessoas.

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A casa dispõe de internet gratuita, aquecimento central, TV por cabo. Aos hóspedes é oferecida a possibilidade de prepararem infusões de sabores únicos, usando ervas biológicas produzidas nas encostas da Serra do Montemuro, onde a Natureza se manifesta no seu estado mais puro.

A pedido, realizado previamente, os hóspedes poderão montar a cavalo, fazer visitas à empresa  Ervital  – produção e processamento de plantas aromáticas e medicinais em modo de produção biológico, assim como conhecer o artesanato e gastronomia locais.

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R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

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J.M. – A nossa experiência não é a suficiente para que possamos emitar uma opinião avalizada sobre a realidade do sector em geral. Pensamos, ainda assim, que é importante que o Turismo em Espaço Rural se apresente capaz de afirmar os valores do meio rural e não “emitir” o que é disponibilizado por outros segmentos mais “massificados”.

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R.E. –  A Câmara e o turismo da região têm contribuído para trazer o turismo à região?

R.E. – Com as limitações que se conhecem, designadamente em relação aos recursos disponibilizados, julgo que têm feito o que lhes é possível. Pela parte dos privados também creio que muito mais poderá ser feito, por exemplo, profissionalizando-se um pouco mais nos serviços prestados e optando pelo que de mais genuíno existe na Região.

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Pela riqueza da região, quer a nível gastronómico, quer pela sua vasta área, onde a natureza nos convida a repousarmos dos dias difíceis de trabalho urbano,

A Região de Lafões promove ainda um conjunto de eventos, onde a gastronomia e a promoção dos produtos regionais são sempre o cartaz :

Assim, não deixe de visitar Vouzela no Festival gastronómico da Vitela de Lafões, em finais de Maio, promovida pela Câmara de Vouzela.vitela


 

Em finais de Julho, este município promove também o Festival dos Pasteis  de Vouzela.

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Oliveira de Frades, além das  Festas da Cidade, promove a Semana gastronómica do Frango do campo, durante o mês de Maio.

O Caramulo apresenta, durante uma semana, a Feira do Artesanato e Semana Gastronómica do Cabrito. Nos  finais de Agosto, A ASSOCIAÇÃO DO MEL DO CARAMULO, promove a Feira do Mel do Caramulo.images

ESCOLHA A DATA, POIS DÃO LAFÕES TEM PROGRAMAS DURANTE O ANO INTEIRO ONDE VAI ENCONTRAR OS MAIS DIVERSOS LOCAIS PARA USUFRUIR DE MOMENTOS MARAVILHOSOS!


 

CONHEÇA AS FANTÁSTICAS PAISAGENS DO DÃO, DESDE A SERRA DO CARAMULO, À SERRA DA ESTRELA, APRECIE UM DOS MELHORES VINHOS DO MUNDO, CONHEÇA VISEU E TONDELA, PASSEIE NO MEIO DA NATUREZA, PERCORRENDO A ECOPISTA E FIQUE UNS DIAS NA CASA DA ESTAÇÃO NO’CLOCK COUNTRY HOUSElogo_no_clock

 

CONTACTOS: Rua da Estação, n.º 1238 – Couço 3460-330 Tondela Portugal t. +351 964 591 215 e. info@noclock.pt Coordenadas GPS: 40°28’57.91″N/ 8° 3’20.96″W

 

 

Venha conhecer a região do Dão com a No’Clock sem se preocupar com os ponteiros do relógio! A Ecopista do Dão, com 49,5km, é um dos cartões de visita da região e encontra-se mesmo aqui ao nosso lado. Pegue nas nossas bicicletas ou vá a pé explora-la. A Ecopista congrega um pouco de tudo o que há de bom nesta região (Natureza, desporto, lazer, gastronomia, vinhos).

CARAMULO

Caramulo

 

Esta região tem uma gastronomia invejável da qual destacamos o cabrito, a vitela, o queijo, o mel e os enchidos, como poderá comprovar nos restaurantes que lhe sugerimos. O Dão é uma das regiões vitivinícolas demarcadas de Portugal, e oferece uma enorme variedade de castas e consequentemente uma óptima quantidade de vinhos de qualidade.

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Na No’Clock poderá conhecer de perto algumas das vinhas de onde saem esses nectares e inclusive prová-los.

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A Natureza é um dos pontos fortes da região, sendo que temos a Serra do Caramulo de um lado, e a Serra da Estrela do outro, e no meio uma enorme beleza natural. Os rios Mondego e Dão em conjunto com a barragem da Aguieira são belíssimos locais para a pratica de desportos aquáticos ou até mesmo só para passeios na natureza.

CLOCK

Com um programa cultural muito apelativo, aqui poderá participar em festas, romarias e feiras tradicionais, ver concertos, teatros e espectáculos variados. Não pode perder uma visita às oficinas do barro preto de Molelos e aos ateliers de cestaria de Nandufe. Como vê, tem mesmo que vir conhecer-nos. EIS O CONVITE DE  PRAZERES REBELO, PROPRIETÁRIA DA NO’CLOCK, SEMPRE PRONTA PARA VOS RECEBER DE BRAÇOS ABERTOS!

Além da natureza, da gastronomia, das paisagens, os vários municípios promovem durante o ano diversos eventos e Festivais de produtos regionais que trazem milhares de pessoas à região. Destaque para  A SEMANA GASTRONÓMICA DO CABRITO E ARTESANATO NO CARAMULO, A FICTON EM TONDELA, ALÉM DA CONHECIDA FEIRA DE SÃO MATEUS. VENHA VISITAR A NOSSA ZONA E DELICIE-SE COM O SOSSEGO DA NO'CLOCK COUNTRY HOUSE!

ROTEIROSEVENTOS R.E. -  Há quanto tempo existe o vosso empreendimento como turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?
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PRAZERES REBELO (P.R.) – A Casa da Estação – No´Clock abriu ao público no dia 18 Abril de 2015.

Um sonho tornado realidade, a No’Clock surgiu do gosto partilhado por mim e pelo meu marido pelas coisas simples e genuínas e vimos o âmago da sua génese ao reencontrarmos as nossas origens nas gentes da nossa terra, nas suas tradições e saberes locais.

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Com a aquisição de uma propriedade adjacente à antiga estação ferroviária de Tonda, iniciou-se uma viagem no tempo, que levou à recuperação de uma pequena casa, encontrada como que adormecida, talvez embalada pela nostalgia da linha do Dão. Entre memórias e lembranças de um ramal ferroviário, a linha do Dão, reconvertida na maior ecopista de Portugal – a Ecopista do Dão, soubemos logo que este seria o ponto de partida para algo que ambos desejávamos: a chegada de muitos que queríamos (e temos vindo) a receber de braços abertos para partilhar este pequeno paraíso no meio da natureza.


 2A. SALA RC


R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a Quinta?

6. quarto 1

P.R. – O Alojamento tem dois apartamentos, cada um com capacidade para 4/5 pessoas. Cada um tem 1 quarto com cama de casal, uma casa de banho, uma sala com sofá cama para 2 pessoas e pode ainda ser colocada uma cama extra.4. COZINHA

A cozinha está  totalmente equipada com fogão, micro-ondas, frigorífico, maquina de café e os utensílios essenciais para que se possam fazer refeições para 6 pessoas. O pequeno almoço é deixado na casa antes da chegada dos hóspedes, e de manhã é deixado um cesto com pão fresco à porta, para que possam comer à hora que pretenderem. Dispomos de uma horta biológica que poderá ser utilizada pelos nossos hóspedes.

5.pequeno almoço no'clock
O PEQUENO ALMOÇO DA CASA
 

Temos algumas bicicletas que colocamos à disposição dos hóspedes para passearem na Ecopista do Dão. Embora não tenhamos restaurante, dispomos de refeições no alojamento mediante pedido. Organizamos workshops, provas de vinhos e ainda outros eventos.

8. HORTA BIOLOGICA
A HORTA BIOLÓGICA

R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

P.R. – O Turismo Rural tem vindo a crescer, mas de facto é necessário melhorar e congregar melhor o conceito do mesmo. A questão da proximidade com os clientes, da personalização dos programas atendendo a todos os pedidos de forma cuidada são sem dúvida trunfos a valorizar.
A questão das parcerias torna-se assim importante, para que possamos oferecer um produto completo a todos os níveis (cultural, gastronómico, vitivinícola e de lazer) a quem nos visita.


9. PANORAMA CASA ARVORE ECOPISTA


R.E. –  A Câmara, o turismo da região e Municípios vizinhos
 têm contribuído para trazer o turismo à região?

P.R. – Felizmente tem sido crescente a aposta na divulgação da região, não só por parte da Câmara e dos concelhos vizinhos, como do Turismo do Centro e da Comunidade Intermunicipal da Região de Viseu e Dão Lafões. A cidade de Tondela é bem dinamizada, não só pela Câmara como por algumas instituições e associações, nomeadamente a ACERT, e pelas confrarias do Caramulo, com um programa de eventos culturais e outros bem preenchido e apelativo.

 

 

MANGUALDE, DADA A SUA POSIÇÃO GEOGRÁFICA, É UM DOS LOCAIS INDICADOS PARA QUEM VISITA A REGIÃO. SITUADA A CERCA DE 15 KMS DE VISEU, CAPITAL DA BEIRA ALTA, A 15 KMS DA REGIÃO DE PENALVA DO CASTELO E A CERCA DE 50 KMS DA SERRA DA ESTRELA, OS SEUS VISITANTES PODEM LIVREMENTE ORGANIZAR UMA SEMANA DE PASSEIOS E CONHECER TODA A REGIÃO, FICANDO INSTALADOS NA ZONA.

MANGUALDE


 

NÃO DEIXE DE CONHECER A SRA. DO CASTELO, PROVE A GASTRONOMIA, ONDE NÃO PODEMOS DEIXAR DE REFERIR O QUEIJO DA SERRA DA ESTRELA, O MAGNIFICO VINHO DO DÃO, O CABRITO, A CHANFANA E AS MARAVILHOSAS PAISAGENS DAS SERRAS DO CARAMULO E DA ESTRELA, COM O MONDEGO SEMPRE A ACOMPANHAR-NOS. VENHA TER CONNOSCO!

Mangualde (1)
A REGIÃO:

Situada na região do Dão, num planalto fértil entre as serras da Estrela e do Caramulo, a cidade de Mangualde goza de uma localização privilegiada que atraiu inúmeros povos, desde guerreiros de Viriato, a romanos e mouros. Nos tempos modernos, a terra serviu de entreposto aos tecidos produzidos nas fábricas da Covilhã, Seia e Gouveia, embora a agricultura continue a ocupar a maioria da população.
O principal monumento da terra é o majestoso Palácio dos Condes de Anadia com a sua sumptuosa escadaria. Importância histórica tem também a Casa de São Cosmado, que em tempos pertenceu à família do navegador Pedro Álvares Cabral.

Casa-Conde-Anadia-Mangualde-3
Entre os templos mais importantes destacam-se a capela do Rebelo, o Mosteiro de Santa Maria, a Igreja Matriz de São Julião e o Santuário de Nossa Senhora do Castelo, que neste caso oferece fabulosas vistas para toda a região.
Para quem procura saúde e descanso, as termas de Alcafache cujas águas são indicadas para o tratamento de problemas reumáticos e dermatológicos.
Já em matéria de artesanato, destacam-se os bordados tradicionais de Tibaldinho, que apresentam uma decoração simples e despretensiosa.

TIBALDINHO

Anta ou Dólmen da Cunha Baixa-

Está localizada a escassas dezenas de metros do Rio Castelo, freguesia da Cunha Baixa. Monumento funerário em granito.

Foi classificada Monumento Nacional em 1910.

DADO O CARIZ PRIMÁRIO DAS SUAS GENTES, O MUNICÍPIO PROMOVE DURANTE O ANO ALGUNS FESTIVAIS E FEIRAS DE PRODUTOS REGIONAIS QUE LEVAM A MANGUALDE CENTENAS DE MILHARES DE PESSOAS, DE ONDE SE DESTACA EM PRIMEIRO LUGAR A FAMOSA FEIRA DOS SANTOS (INICIO DE NOVEMBRO), SEGUINDO-SE O FESTIVAL DAS SOPAS.

SANTOS

 





 

AGUIAR DA BEIRA, PERTO DE TUDO, NO SEIO DA NATUREZA E NO CENTRO DE DE 3 DISTRITOS, TORNAM ESTA VILA UM PONTO DE INTERESSE A VISITAR. VENHA DAÍ E FIQUE UNS DIAS CONNOSCO… VISITE AGUIAR DA BEIRA E DELICIE-SE COM O ACOLHIMENTO QUE AS CASAS DE SEQUEIROS TÊM À SUA ESPERA!

 

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Barragem da Fumadinha

 

As CASAS de SEQUEIROS, Localizadas no Vale da Névoa, junto à Serra do Seixinho, próximo da margem esquerda do rio Távora, faz com que seja uma zona de abundantes terrenos sequeiros de clima ameno onde o contacto com a natureza é privilegiado.

 

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CONTACTOS: Sequeiros – Aguiar da Beira 232 390 988 | 961 124 573 geral@casasdesequeiros.pt http://www.casasdesequeiros.pt

 

As paisagens são autênticos monumentos graníticos de onde rompem ribeiros e riachos, autênticos miradouros para campos verdejantes e terrenos agrícolas fecundos. O clima é ameno e influencia toda a vida da região, quer a nível de flora como de fauna, como também das suas gentes.

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Gentes simples de conversa e sorriso fácil, disponíveis e privilegiadas, pelo contacto com a natureza e pelos produtos de excelência que dela colhem.

Terras de rebanhos e pastoreios, pinheiros e resineiros, de fé e peregrinações. Terras aonde em outros tempos acolhiam peregrinos vindos de toda a península em busca do reconforto religioso.

Fique alojado nas nossas Casas de Sequeiros, as Casas de Campo que vão fazer com que se sinta na sua, proporcionando-lhe todo o conforto e comodidade que procura, mantendo o espírito da região. Quer seja em casal, em família ou com amigos venha viver uma experiência única e genuína.JARDIM.JPG

Venha descobrir uma pequena região que lhe vai abrir as portas a uma Beira que já foi Alta e Interior e que para nós nunca vai deixar de ser Única.

Nuns instantes de conversa com Joaquim Lacerda, vamos conhecer um pouco mais destas terras maravilhosas e deste empreendimento, onde a natureza, a serra e a tranquilidade combinam numa sintonia melódica.

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existem as Casas de Sequeiros e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

JOAQUIM LACERDA (J.L.) – As Casas de Sequeiros estão abertas ao público desde Agosto de 2015.

Na antiga propriedade de família existiam alguns edifícios que começavam a entrar em estado de ruína e que perderiam a sua identidade e história, se tal acontecesse. Foi na esperança de manter essa história e de lhes dar uma nova vida que surgiu a ideia de adaptar esses edifícios e de os renovar, dando-lhes uma nova função e escrevendo uma nova história.VISTA.JPG

Consideramos que o concelho de Aguiar da Beira tem uma localização bastante central e que permite em pouco tempo de caminho visitar uma vasta região: desde Viseu, Guarda, a Serra da Estrela, o Douro ou as Aldeias Históricas.VISTA1

Contudo, após analisarmos a oferta de alojamento existente, chegamos à conclusão que fazia falta uma alternativa de alojamento às residenciais, hospedarias e hotéis existentes. Algo que permitisse ao turista ter todas as comodidades necessárias mas que tivesse um carácter ao mesmo tempo familiar e privado como que se de uma segunda residência se tratasse.

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E foi quando surgiu a ideia de criar um empreendimento de Casas de Campo.

Quisemos reconstruir os edifícios existentes e reestruturá-los por forma a dotá-los de todo o conforto e condições habitacionais, tendo sempre presente a necessidade de minimizar o impacto visual e, sobretudo, de manter o espirito da região e a sua ruralidade.

Foi quando surgiram as Casas de Sequeiros.

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R.E. –     Qual a capacidade de alojamento, que actividades e serviços  dispõe a Quinta?

J.L. – As Casas de Sequeiros têm capacidade de 16 dormidas, divididas por 4 casas com tipologias que permitem o alojamento tanto de casais como de grandes famílias ou grupos de amigos.

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A Casa Amarela

Dispomos de uma sala de refeições onde temos o serviço de pequenos-almoços, de uma sala de jogos com mesa de bilhar, de uma sala polivalente, onde esperamos em breve pôr em funcionamento o nosso bar e adega, e que pode ser utilizada como sala de reuniões/eventos.

Temos ainda a nossa piscina coberta que funciona durante todo o ano. Dispomos de bicicletas que poderão ser requisitadas pelos nossos hospedes para passeios quer pela propriedade ou fora dela.

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A Casa das Maçãs

Temos finalmente disponível, sob-pedido, o serviço de transfer do Aeroporto.

R.E. –   Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

J.L. – O sector tem vindo a mudar, sobretudo a nível de turismo interno. Os portugueses viajam mais dentro do país, deixaram de ver as “férias” só como “Sol e Mar” e fazem mais as chamadas “escapadinhas” de 2 ou 3 dias, revelando uma maior abertura para as viagens por Portugal.

O turista nacional pare à descoberta do seu país, mas sobretudo do mundo rural e interior, talvez por oposição ao urbanismo e vida desenfreada das cidades.

No entanto, como estamos ainda numa fase de transição entre os hábitos veraneantes do turista nacional alojado em hotéis ou aldeamentos e a descoberta do mundo rural e de novos tipos de alojamento, penso que é fundamental dar ainda mais realce e importância ao turismo em espaço rural, também no sentido de informar o turista das diferenças e das enumeras possibilidades que o TER lhes pode dar, por oposição a um  turismo de massas em hotel.

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A Casa do Resineiro
 




R.E. –      A Câmara e o turismo de Aguiar da Beira e da região têm contribuído para trazer o turismo à região?


J.L. – Tanto a Câmara de Aguiar da Beira, mas igualmente a Câmara de Sernancelhe têm tido um papel importante para trazer o turismo para esta região, mas também os hóspedes até nós, sobretudo através dos vários eventos culturais que organizam regularmente.





CONHECER AGUIAR DA BEIRA:

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Em redor da sede do concelho muitos  motivos há para atrair atenção do visitante. Promovemos por isso dois itinerários diferentes partindo da vila, mas onde, em qualquer deles, a natureza oferece genuínos panoramas de verdura, rochas e águas que o homem de Aguiar foi sabendo aproveitar e transformar equilibradamente, proporcionando aos vindouros uma riqueza que lhe cabe valorizar ainda mais. Seguindo, em primeiro lugar, para a Serra buscando o ar puro e fresco que aqui não é ainda necessário procurar.

 

Saindo pelas traseiras em direcção à Lapa mas, logo que as últimas casas e os velhos tanques de lavar ficam para trás, entra-se à direita por um caminho dos antigos, de terra e brita, como o eram quase todos há cerca de trinta anos. No vale de Açores depara-se -nos a verdejante frescura e aroma de viçosos prados, onde vacas e ovelhas enfeitam e dão vida a um lugar de silêncio.

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Todavia se, cá por baixo, tudo continua tão natural como em outros séculos, na encosta o Homem mexeu e remexeu, acrescentou ao lugar as árvores em falta. Milhares e milhares de árvores, sobretudo macieiras, que, nestas terras altas do interior, produzem frutas da melhor qualidade. Se for delas a época, não deixe a prova do “Bravo” para outras altura. É bela a paisagem, seguindo com vagar, vamos ao encontro de Açores. Dali se segue para Gradiz. Quer o façamos directamente pelo caminho municipal ou pelo acesso à EN229, passando pelo cruzamento da Ponte do Abade, não podemos esquecer um desvio, antes do povoado, que nos conduzirá ao viveiro das trutas.Interior design: Big modern Bedroom

Perto de Aguiar da Beira, não nos podemos esquecer de um ponto de referência: As estâncias termais das Caldas da Cavaca:

Inauguradas em 1924 (alvará de exploração concedido a 16 de Novembro de 1924), graças à iniciativa do então comerciante e autarca Fernando da Silva Laires, as Caldas da Cavaca estiveram abertas desde aquele ano até 1995, ano em que encerraram por cerca de 13 anos. Por análises prévias efectuadas em 1919 e, mais tarde, no ano de 1938, verificou-se que a composição daquelas era bastante interessante, em virtude da sua grande percentagem de flúor: considera-se uma água meso-termal, fracamente mineralizada, brotada a uma temperatura entre os 25 e 30 graus, hiposalina, súlfurea, flouretada e titânica.

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Esta Estância tornou-se conhecida no país e no estrangeiro pelo tratamento de doenças da pele, músculo-esqueléticas e dos aparelhos respiratório e digestivo. No inicio de 2005 foi concluído a recuperação do balneário termal, que acolheu em 2008, ano da reabertura, cerca de 500 utentes durante os três meses que reabriram ao público.

Ciente da importância desta estância termal, a Câmara Municipal, decidiu executar todo o projecto de requalificação do parque termal, criando para esse efeito a empresa municipal ABTT – Aguiar da Beira Termas e Turismo EEM, apostando em novos equipamentos e oferecendo uma nova gama de tratamentos adaptados às necessidades actuais dos aquistas.

A nível gastronómico, Aguiar da Beira destaca-se pela sua riqueza, pois assimila um pouco a gastronomia de uma longa tradição e região, de onde destacamos o queijo mais conhecido do mundo: o Queijo da Serra da Estrela DOP, os famosos enchidos tradicionais da  da região, os míscaros, o cabrito, a vitela e o vinho do Dão.

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Para finalizar, o Município, de forma a promover e incentivar os produtos e o turismo da região, promove anualmente vários festivais e feiras de produtos regionais, dos quais destacamos:

Feira/Festa do Pastor e do Queijo da Serra -1º domingo de Março
Passeio de BTT - Rota do Cabicanca -Abril
Jogos Tradicionais do Concelho -Junho
Feira das Actividades Económicas – último fim de semana de Julho
Rallye de Aguiar da Beira -Setembro

Certame Gastronómico do Míscaro de Aguiar da Beira – último fim de semana de Outubro

QUER MAIS ARGUMENTOS PARA NOS VIR VISITAR?


 

CASA ABRIGO DA SERRANA,EM ERVEDAL DA BEIRA, INTEGRA UMA ZONA DE CAÇA ASSOCIATIVA E TEM CAPACIDADE PARA ALOJAR 16 PESSOAS QUE GOSTEM DE SENTIR A NATUREZA E AS SUAS MARAVILHAS NUMA DAS REGIÕES MAIS ATRAENTES PARA O SEU REPOUSO E REFÚGIO

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Marcações para: CAFÉ BAMBU Avenida Nova 3405 Ervedal da Beira Telefone: 238 644 305 (sr. Renato) CLUBE DE CAÇA E PESCA DE OLIVEIRA DO HOSPITAL Rua Dr. César de Oliveira, N.º3 – Apartado 89 3404-909 Oliveira do Hospital Telef./Fax: 238 084 977

 PASSE UNS DIAS NA SERRA DA ESTRELA, CONHEÇA AS MARAVILHOSAS PAISAGENS QUE O PONTO MAIS ALTO DE PORTUGAL CONTINENTAL LHE OFERECE. CONHEÇA A REGIÃO ONDE O MONDEGO NASCE, VISITE SEIA. FORNOS DE ALGODRES E TODA UMA REGIÃO SERRANA COM UMA VASTA GASTRONOMIA E HISTÓRIA PARA LHE OFERECER…

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EIS O MUNDO RURAL POR EXCELÊNCIA… A CASA ABRIGO DA SERRANA  TEM O SEU ABRIGO IDEAL NO MEIO DA NATUREZA!

Desfrute da melhor vista para a Serra da Estrela e Monte do Colcurinho (NªSª das Necessidades), a partir de € 10 por noite.

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É na encosta da Serra da Estrela, abrigada entre rios e pinhais, que nos espera tranquila a Casa-Abrigo da Serrana. Em plena zona da Cordinha, na vila de Ervedal da Beira, está feita para quem visita a região em busca do convívio com amigos na pacatez do campo.

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No coração da Beira Serra, a Casa-Abrigo da Serrana situa-se em plena zona da Cordinha, a cerca de 15 quilómetros do centro de Oliveira do Hospital e pisca o olho a todos aqueles que de longe vêm conhecer a região. Rodeia-se de espaço verde, ar puro e noites estreladas e convida os mais ousados a aventurarem-se por entre os trilhos e a descobrirem a maravilhosa paisagem da Serra da Estrela.

Chegar à Quinta da Serrana pela primeira vez é subir o caminho que vai dar à capela por engano, apercebendo-nos que não vai ser assim tão simples descobrir a moradia escondida por entre as árvores e a escuridão. Mas quando a encontramos, isolada do mundo, com um espaço para piqueniques nas traseiras e um enorme campo verde à volta, sabemos que o difícil vai ser abandoná-la.

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José Matias, presidente da Direcção do Clube de Caça e Pesca de Oliveira do Hospital, fala-nos um pouco da CASA – ABRIGO DA SERRANA bem como do turismo na região:

ROTEIROSEVENTOS (R.E.) –  Há quanto tempo surgiu a aposta neste tipo de turismo e como surgiu a ideia?

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JOSÉ MATIAS (J.M.) –  A “casa-abrigo da serrana” funciona desde o fim dos anos oitenta, após adaptação de uma casa rural.
    Surgiu com a necessidade, à época, de alojar caçadores e pescadores, essencialmente.
    O alojamento integra uma Zona de Caça Associativa,( gerida pelo clube)e situa-se entre os rios Mondego a
    norte e Seia a sul.

R.E. – Qual a vossa capacidade de alojamento e que serviços dispõem para os hóspedes?

J.M. –  A capacidade é de 16 pessoas, distribuídas por 2 quartos com 2 camas cada e um salão com beliches para 12 pessoas no piso superior. Dispõe ainda no mesmo piso de uma casa de banho e um WC.No piso térreo oferece uma cozinha equipada, sala de jantar e de estar comuns com lareira e TV, além de  um WC.

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R.E. – Como está o sector, a vosso ver, e o que poderia ser feito para uma maior capacidade em atrair a procura?

J.M –  Julgo que uma maior e melhor divulgação do espaço em si, assim como toda a região envolvente em termos patrimoniais e paisagisticos, poderiam ser passos importantes.

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R.E. – A Serra das Estrela e a região são uma mais valia para trazer turismo à região? nos meses de época baixa, o que poderia compensar a diferença de procura?

J.M. –  Associar os vários eventos já existentes ao respectivo conjunto de alojamentos da região, seria, na minha opinião, muito interessante.
Além disso, divulgar os percursos pedestres e implementar outros existentes, contribuiriam, certamente para a promoção da região e do negócio local, quer turismo, quer outros sectores


 

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One thought on “O TURISMO RURAL NA REGIÃO DÃO LAFÕES

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