A ROTA DA BAIRRADA. CONHEÇA A REGIÃO. VISITE A FESTAME2016 NA MEALHADA E A FIRA DA VINHO E DO VINHO NA ANADIA!

DE 7 A 12 DE JULHO, PASSE NA MEALHADA, CONHEÇA A REGIÃO DA BAIRRADA E VISITE A FESTAME!

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DE 18 A 26 DE JUNHO, VISITE ANADIA E CONHEÇA OS DELICIOSOS NÉCTARES E ESPUMANTES DA REGIÃO!

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A FEIRA DA VINHA E DO VINHO na ANADIA é já um ex-libris do cartaz de animação da cidade. De 18 a 26 de Junho, não faltarão espectáculos musicais, especialidades gastronómicas locais (leitão assado, a chanfana e doçaria regional), artesanato e claro, os conhecidos vinhos e espumantes da região.

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A FESTAME contará, este ano, com seis dias de festa e de encontro dos artesãos, dos empresários, dos comerciantes e das colectividades do concelho. De 7 a 12 de Junho, a zona do Complexo Desportivo da Mealhada volta a ganhar vida própria com a música – com dois palcos (um dedicado aos artistas de índole nacional outro para as colectividades do concelho) -, com as tasquinhas, os trabalhos ao vivo dos artesãos, a exposição empresarial, a exposição agrícola, com mostra de animais, e com os momentos de animação que vão preenchendo as tardes e noites. Tem horário de funcionamento das 18h às 24h durante os dias úteis e abre às 16h ao sábado, domingo e feriado (10 de junho).

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O ROTEIROSEVENTOS, PRETENDE COM ESTA ROTA, DAR A CONHECER AOS NOSSOS ESTIMADOS LEITORES E VISITANTES UM PEQUENO ROTEIRO, DE FORMA A QUE OS VISITANTES FIQUEM A CONHECER UM POUCO O QUE HÁ DE BOM NA REGIÃO.

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PRETENDEMOS TAMBÉM DAR A CONHECER OS MELHORES RESTAURANTES ONDE O LEITÃO É O REI E OS ESPUMANTES SÃO A RAINHA, QUE SE COMBINAM EM SABORES INTENSOS DE DEIXAR ÁGUA NA BOCA.

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POR FIM, PRETENDEMOS INDICAR ALGUNS ESPAÇOS DE TURISMO RURAL, ONDE OS VISITANTES, APÓS UM DIA DE PASSEIO, ENCONTRARÃO NO MEIO DA NATUREZA O LOCAL IDEAL PARA O MERECIDO DESCANSO NOS ENCANTOS DO MUNDO RURAL.

VENHA DAÍ CONNOSCO CONHECER O QUE HÁ DE MARAVILHOSO DENTRO DAS «4 MARAVILHAS» E NA CAPITAL DO ESPUMANTE

 

 

 

O RESTAURANTE REI DOS LEITÕES, NA MEALHADA, TEM 160 LUGARES  PARA ACOLHER OS SEUS VISITANTES E LHES PROPORCIONAR UMA REFEIÇÃO DIGNA  DO REI

 

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CONTACTO RESTAURANTE REI DOS LEITÕES Avenida da Restauração, 17 3050-382 Mealhada Telefone: 231202093 Telemóvel: 968123034 E-mail: reidosleitoes@sapo.pt Web: https://www.facebook.com/restaurantereidosleitoes Coordenadas: N: 40º23’24, W: 8º27’2

Desde 1947, o Rei dos Leitões mantém a tradição de bem acolher os seus clientes e amigos e … dos fornos aquecidos a calorias proporcionadas pela madeira e casca de eucalipto.
É o segundo restaurante mais antigo do país na venda desta iguaria, nacional e internacionalmente reconhecida, o Leitão.
Com um bom gosto ímpar e luminosidade em profundidade, o Rei dos Leitões tem muito mais para oferecer além do que é imaginável… venha conhecê-lo connosco!

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ALÉM DO MUNDIALMENTE CONHECIDO LEITÃO, O REI DOS LEITÕES TEM 52 PRATOS, ONDE O PEIXE FRESCO, AS CARNES MATURADAS, OS MARISCOS VIVOS, A CHANFANA E OS E OS NEGALHOS SE DESTACAM NO SEIO DOS RESTANTES PRATOS TÍPICOS DA BAIRRADA E DA MESA TRADICIONAL PORTUGUESA!

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Além do leitão, há mais algum prato que queira destacar no vosso portofolio?
ANTÓNIO RODRIGUES (A.R.) – Hoje, no menu do Rei dos Leitões podemos encontrar 52 pratos magistralmente confeccionados pelo chef Carlos Fernandes. Que vão do leitão, naturalmente;  ao peixe, quase todo fresco; carnes maturadas; mariscos vivos. E os pratos tradicionais da gastronomia bairradina como a chanfana, os negalhos. Sazonalmente o sável, a lampreia, as enguias, amêijoas, sardinha. À segunda feira um majestoso cozido à portuguesa.  
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R.E.. – O que destacaria no vosso leitão? consegue ainda encontrar matéria prima suficiente na região, ou sente necessidade de recorrer a outros mercados?

A.R. – Os leitões confeccionados no Rei dos Leitões são todos adquiridos numa exploração a escassos 2 kms do Rei.  A matéria prima é preponderante. Se o leitão não for de excepcional qualidade o resultado final nunca será bom. E depois os ingredientes utilizados no molho. Alhos, sal marinho, pimenta das Índias, banha e o segredo….

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R.E. – Sente que os vários festivais que decorrem na região (FESTAME, expofacic, LEITÃO à MESA, Carnaval da Mealhada, E Feira da Vinho e do Vinho da Anadia têm contribuído para promover a região e trazer mais oportunidade de negócio?

A.R. – Todos estes certames são preponderantes para atrair pessoas à região. A restauração naturalmente beneficia disso. 

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R.E. –  Qual a capacidade da vossa sala de refeições e o preço médio para 4 pessoas?

A.R. – Temos disponíveis 160 lugares.  Preço para 4 pessoas, ronda os 80€ sem bebidas.

 

 

RESTAURANTE O LEITÃOZINHO, EM CASAL COMBA, MEALHADA TEM 300 LUGARES E UMA EMENTA DE  25 PRATOS.  O LEITÃO, O CABRITO ASSADO NO FORNO A LENHA E O MARISCO SÃO O SEU CARTÃO DE VISITA!

 

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APÓS ALGUNS ANOS NOS EUA, ONDE FOI PROPRIETÁRIOS DE ALGUNS RESTAURANTES, AVELINO MORAIS DECIDIU REGRESSAR À SUA TERRA HÁ 12 ANOS ATRÁS E APOSTAR NO RESTAURANTE  O LEITÃOZINHO.

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Trata-se de um espaço familiar e acolhedor onde se consome, entre outras iguarias, o tradicional leitão assado à Bairrada, típico desta região. O  leitão destaca-se por ser de raça bísaro, de porte pequeno e esguio, assado nos nossos fornos a lenha de eucalipto e com temperos à moda antiga.

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Refira-se que o Leitão bísaro é uma das duas únicas raças autóctones de suínos existentes em Portugal.

Para um leigo, a maior diferença entre o leitão bísaro e o leitão mais utilizado no assado à moda da Bairrada (normalmente de raças mais produtivas importadas do Oriente) encontra-se no desenho das formas do corpo, mais angulosas no bísaro e mais arredondadas no outro leitão; bem assim como no teor da gordura entre a pele e a carne. Enquanto que o leitão comum apresenta um manto de três a quatro centímetros de gordura corporal, no bísaro essa gordura dificilmente chegará a metade da espessura referida. Por outro lado, fruto do processo de engorda e também das características genéticas da raça, o bísaro é mais musculoso, de carne mais firme.

 

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RESTAURANTE O LEITÃOZINHO Estrada Nacional nº1 – Santa Luzia 3050-106 Barcouço Telf: 239 918 110 Internet: http://www.oleitaozinho.com E-mail: oleitaozinho@sapo.pt Pratos Típicos: Leitão à Bairrada, Cabrito à padeiro, Festival de marisco

 

Para além do leitão,  O LEITÃOZINHO  dispõe de uma ementa com cerca de 25 pratos onde se destacam o cabrito assado no forno a lenha e grelhado, o festival de marisco, o naco de novilho grelhado com batata a murro, o arroz de línguas de bacalhau, o polvo à lagareiro e muito mais.

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AVELINO MORAIS, NO SEU ENTENDE QUE  «As principais dificuldades sentidas no sector são o fato de as pessoas não terem poder de compra, e o que poderia colmatar essas dificuldades seria a descida do IVA».

 

 

 

 CONHEÇA ALGUNS ESPAÇOS DE TURISMO RURAL, ONDE DURANTE A SUA ESTADIA PODE CONJUGAR UM CONFORTO PARA O MERECIDO DESCANSO EM COMUNHÃO COM A NATUREZA

 

ÍLHAVO É A CAPITAL DAS PRAIAS DA REGIÃO CENTRO NO VERÃO, NO ENTANTO EM QUALQUER ALTURA, ESTA CIDADE OFERECE-NOS SEMPRE VÁRIOS MOTIVOS PARA A VISITAR. EMBORA LÁ CONHECER UM POUCO DE ÍLHAVO E FIQUEMOS UNS DIAS A APRECIAR A NATUREZA ALI TÃO PERTO, NA CASA DA RIA – TURISMO RURAL, NA GAFANHA DA BOAVISTA.

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Os encantos desta região, entre a ria e o mar, são exaltadas na Costa Nova. Um local único em que as coloridas casas típicas imprimem animação à rua e a gastronomia ganha cada vez mais adeptos.

as comunidades piscatórias e a proximidade do mar deixaram as suas marcas na Costa Nova. As diferentes casas, cada qual com o seu tom, dão um colorido diferente a esta região que vive entre a ria e o mar.

Mas estas casas de madeira, pintadas com riscas de diversas cores, conhecidas como Palheiros, são apenas um dos atractivos do local, que conta com agradáveis praias, interessantes percursos pedestres, boa mesa oriunda do mar e ainda uma aldeia histórica, única no país.

Habitualmente em Agosto, altura do ano em que a população de Ílhavo e da Costa Nova cresce, organizam-se Festivais Gastronómicos de Marisco e de Bacalhau, mas há iguarias que se mantém durante todo o ano, raras noutros locais, como é o caso dos burriés ou das enguias.

Se andar por aqui não pode deixar de visitar o Museu da Vista Alegre, local pleno de história onde são visíveis as marcas do passado numa aldeia toda construída para dar apoio à fábrica de porcelanas que aqui nasceu no século XIX. A evolução e os métodos de produção do vidro e da porcelana, que aqui ocorreu durante mais de 150 anos, são aqui desvendados.

Se prefere apreciar a beleza desta paisagem rodeada de água, opte por um percurso pedestre: Pode caminhar Entre a Ria e o Mar, através de um trilho circular com cerca de 11,5 km que dá a conhecer as dunas marítimas. Pelo caminho encontra painéis informativos sobre a fauna, flora e formação geográfica. A segunda parte do percurso é em localidades da Costa Nova do Prado e da Praia da Barra.

Outra via é o Percurso Pedestre Urbano Costa Nova, um trilho urbano circular com cerca de 3,5 km, que percorre as ruas da Costa Nova do Prado. Dá a conhecer a vivência, histórias, tradições e sabores de uma povoação essencialmente ligada à pesca.

“Casa da Ria”- Turismo no Espaço Rural

O LOCAL IDEAL PARA UM MERECIDO DESCANSO, ONDE PODE ALIAR O MAR E A NATUREZA

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CASA DA RIA ,Gafanha da Boavista, Ílhavo telf. / fax 234327268 telem. 913026856 / 919809057 casadaria.tr@gmail.com

A Casa

Construída pelos actuais proprietários entre os anos de 1996 e 1998, a “Casa da Ria” é uma habitação familiar perfeitamente inserida num lugar, Gafanha da Boavista, em que o tempo presente tende a projectar para o futuro a memória rural herdada do tempo passado. CASA DA RIA.jpeg
Como complemento da sua função principal de habitação própria e permanente, pretende afirmar-se no contexto regional como um serviço de alojamento a turistas, colmatando assim a inexistência deste tipo de oferta no espaço rural da área geográfica do concelho de Ílhavo. Dispõe de 3 quartos com casas de banho individualizadas, dois com camas simples e o outro com cama de casal. Uma ampla sala de convívio e pequenas refeições, e a envolvente dos jardins exteriores completam a oferta disponibilizada aos visitantes.casa.jpeg
Projecto da autoria do Arq. Bernardo de Almada Pimentel, trata-se, nas palavras do seu autor, da recriação de “(…) uma tradicional casa rural de família (…)”, bem ao estilo de uma arquitectura tipicamente conservadora e bem portuguesa, com a presença de modestos elementos diferenciadores como a cozinha do forno, com lareira e forno de lenha, e o oratório  no seu interior.

As Pessoas

Maria Francisca de Almada de Azevedo Coutinho Magalhães Crespo, técnica de museologia, com um profundo conhecimento da porcelana e dos espaços museológicos da região, com especial destaque da Fábrica de Porcelana da Vista Alegre; e João Paulo Vidal de Vilhena Magalhães Crespo, engenheiro agrónomo, com uma forte ligação à região agrícola envolvente, são os anfitriões que se apresentam para bem receber, esclarecer e partilhar conhecimentos, experiências e vivências culturais granjeadas na sua inserção regional.

A Oferta Turística

No empreendimento turístico, uma especial referência a uma colecção particular de miniaturas de modelos reduzidos da marca Land Rover que, tanto quanto se tem conhecimento, é a maior a nível da península ibérica, com mais de um milhar de exemplares(!).jeep
A estas juntando-se três exemplares de viaturas restauradas, em perfeito estado de circulação e reconhecidas como de “interesse histórico”, de outros tantos modelos daquela mítica marca inglesa de automóveis (precursora do renascimento de uma mecanização agrícola europeia no pós-II guerra mundial). Modelos estes que inspiraram os nomes atribuídos aos quartos dos hóspedes da “Casa da Ria”: -Série I 86” c/soft-top, (de ciclo Otto), e  -SérieIIA 88” c/hard-top e -Série III  88” pick-up (ambos de ciclo Diesel).ria


Na envolvente local e regional do empreendimento há toda uma oferta de pontos de interesse e oportunidades turísticas a aconselhar e explorar pelos visitantes de que se salientam, pela sua proximidade e importância:
Espaços museológicos e religiosos: Museu histórico da Vista Alegre e a capela de N.ª Sr.ª da Penha de França (monumento nacional), em Ílhavo; Museu Marítimo, com o seu aquário de bacalhaus vivos, e Navio Museu St. André, em Ílhavo; Museu Etnográfico das Gafanhas, na Gafanha da Boavista, e Casa Gafanhoa, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo; Santuário de N.ª Sr.ª de Vagos; Museu do Brincar, em Vagos; Museu de Santa Joana, em Aveiro; Museu Etnográfico da Murtosa; Casa Museu Egas Moniz, em Avanca-Estarreja; Museu do Vinho da Bairrada, em Anadia; Museu Underground das Caves Aliança, em Sangalhos-Oliveira do Bairro; etc.casaria1
Turismo natural, de observação e de aventura: projecto BioRia com o seu centro interpretativo da biodiversidade dos ecossistemas lagunares da Ria de Aveiro no cais de Salreu, em Estarreja, a que se associam percursos, pedestres ou cicláveis por entre os campos agrícolas do Baixo Vouga Lagunar; a Reserva Nacional das Dunas de S. Jacinto; Coast-whatching; Bird-whatching; a vista deslumbrante do alto do farol de Aveiro; surf e bodyboard, nas ondas das praias Atlânticas da orla costeira; canyoning, cascading e rafting  no rio Vouga e seus afluentes; percursos pedestres, em BTT ou em veículo todo o terreno; etc. 

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Praia de São Jacinto, concelho de Aveiro, Portugal


Gastronomia e Enologia: inserida numa região com fortes saberes e sabores culinários tradicionais, são variadíssimas as especialidades que se aconselham aos turistas; desde o leitão assado “à Bairrada”, às enguias e caldeiradas, com acompanhamento por padas de Vale de Ílhavo e pelos vinhos e espumantes da Região Demarcada da Bairrada, terminando, de entre outras doçarias regionais, nos por de mais conhecidos e “reconhecidos” ovos-moles de Aveiro, o primeiro doce conventual a nível nacional reconhecido pela Europa como produto IGP-indicação geográfica protegida.ovosmoles
Diversificando a oferta: os palheiros da praia da Costa Nova do Prado, Ílhavo; o Ecomuseu da Marinha da Troncalhada (salinas de Aveiro); a arquitectura dos edifícios da Arte Nova, com especial referência nos concelhos de Aveiro e Ílhavo; os passeios em barco moliceiro pelos canais da Ria de Aveiro; a pesca, desportiva ou de lazer; a arte-xávega; etc.

Oferta turística bem diversificada, aliada a um conceito em “bem receber”, apontamentos convidativos para uns dias bem passados, sentindo e partilhando vivências e experiências únicas, singulares e inesquecíveis!

Numa pequena conversa com Maria Francisca Crespo, ficamos a conhecer um pouco mais deste empreendimento turístico que consegue finalmente aliar em Ílhavo a praia com a Natureza.

Casa da Ria - Turismo Rural, Ílhavo, rotas turisticas

ROTEIROSEVENTOS R.E –  Há quanto tempo existe a Casa da Rial enquanto casa de turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

(MC:) A “Casa da Ria-Turismo Rural” existe desde Setembro de 2013, tendo surgido da ideia de ser pioneira no contexto regional como um serviço de alojamento a turistas, colmatando assim a inexistência deste tipo de oferta no espaço rural da área geográfica do concelho de Ílhavo. Turismo Rural que funciona assim como complemento da sua função principal de habitação própria e permanente dos seus proprietários.casa

R.E. – Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõem nos vossos turismos rurais?

(MC:)  Dispõe de 3 quartos com casas de banho individualizadas, dois com camas simples e o outro com cama de casal. Uma ampla sala de convívio e pequenas refeições, e a envolvente dos jardins exteriores completam a oferta disponibilizada aos visitantes. A hospedagem insere-se no tipo “b&b”, bed and breakfast.

R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

Casa da Ria - Turismo Rural, Ílhavo, rotas turisticas

(MC:) Penso que o sector começa a estar disponível do público em geral, para o que muito concorrem as plataformas de promoção via internet, sendo uma alternativa cada vez mais procurada por pessoas que realmente querem conhecer e “sentir” melhor as regiões que visitam, as suas gentes, as suas tradições e o seu acolhimento.

R.E. –  A Câmara e o turismo de Ílhavo e Municípios vizinhos têm contribuído para trazer o turismo à região?casadebanghoria

(MC:) A Câmara Municipal de Ílhavo tem feito um excelente trabalho na promoção do seu/nosso turismo regional, com uma oferta diversificada no conhecimento do seu território (exemplos: praias de ria e de mar-oceano atlântico), espaços museológicos (exemplos: museu marítimo de Ílhavo e museu da fábrica de porcelana da Vista Alegre) , eventos e iniciativas (exemplos: campeonatos de surf e bodyboard, festival do bacalhau), etc.

A REGIÃO DA BAIRRADA: ONDE A GASTRONOMIA, O VINHO, A NATUREZA E O MAR SE COMBINAM NA PERFEIÇÃO. 365 DIAS POR ANO ENCONTRA UM MOTIVO PARA VISITAR A REGIÃO E FICAR UNS DIAS NO SOSSEGO QUE A QUINTA DE SÃO LOURENÇO TEM PARA SI!

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Entre os ares e os sabores da Bairrada

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QUINTA DE SÃO LOURENÇO Nº 6, ANADIA TELEF: +351 231 528 168 FAX: +351 231 528 594 QSL@QUINTA-DE-S-LOURENCO.PT
As janelas abertas deixam entrar o cheiro do campo, levemente adocicado e seco. Em frente da casa estendem-se vinhas de cepas baixas, dispostas ao sabor das ondulações que as colinas desenham.
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A REGIÃO DA BAIRRADA TEM O «CONDÃO» DE LHE OFERECER NATUREZA PURA E MAR NUM RAIO DE 20 KMS. PELO PROGRAMA DIVERSIFICADO QUE A REGIÃO OFERECE, DESDE AS ESTÂNCIAS TERMAIS DA CURIA E LUSO, ÀS PAISAGENS DO BUÇACO, ATÉ ÀS PRAIAS DA TOCHA, MIRA NÃO FALTAM PROGRAMAS PARA UMA SEMANA DE LUXO NA REGIÃO DO LEITÃO, DOS VINHOS DA BAIRRADA E DO MARISCO E PEIXE À BEIRA MAR, ESTÁ CONVIDADO A VIR À BAIRRADA E DESFRUTAR DA QUINTA DE SÃO LOURENÇO
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Na região da Bairrada, no seio da cultura tradicional da vinha, nasce a Quinta de São Lourenço. Casa do final do século XVIII, com bela traça arquitectónica, usufrui de uma paisagem única, acolhendo com conforto e tradição.
Em 1989, a casa é recuperada para turismo de habitação, oferecendo todas as condições, uma decoração elegante e arte de bem receber. Com uma gastronomia saborosa tradicional, numa atmosfera inspiradora em comunhão com o campo, o hóspede dispõe de diversas actividades de evasão, desde passeios a pé e de bicicleta, piscina, golfe ou refugiar-se nas águas termais do Luso ou da Curia.

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A Quinta de S. Lourenço, situada bem no centro de Portugal, permite fazer vários passeios pela região, designadamente, a Coimbra ou Aveiro. Na Serra do Caramulo, podem visitar-se o interessante museu do automóvel e as Termas do Vale da Mó. Se preferir os passeios à praia, a cerca de 20 quilómetros abre-se ao Atlântico a bonita praia de Mira e a 45 Km a praia da Figueira da Foz.

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Para os gastrónomos, é bom lembrar que a Quinta de S. Lourenço fica a cinco quilómetros da Mealhada, terra repleta de restaurantes onde o prato por excelência é o leitão da Bairrada uma das 7 maravilhas da gastronomia portuguesa, EIS O CONVITE DE LÍGIA LEITÃO, PROPRIETÁRIA DESTE MAGNÍFICO ESPAÇO DE TURISMO RURAL!

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe o vosso empreendimento como turismo rural e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

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LÍGIA LEITÃO L.L  ▬ A casa começou a funcionar como unidade de TER em 1990.

Dado tratar-se de uma casa antiga e bastante grande, o seu restauro e posterior conservação requereu um grande investimento. Foi então que, as possibilidades oferecidas pelo turismo de habitação, na altura ainda pouco desenvolvido, se nos colocaram como um meio de manutenção e conservação da casa.

R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a Quinta?

L.L. – A Quinta de S. Lourenço tem seis quartos: três têm cama de casal e casa de banho privativa; os outros três têm duas camas separadas e casa de banho privativa. Dispõe ainda de um apartamento T1 composto por quarto duplo, sala com sofá cama , TV, kitchenette e terraço.

A REGIÃO DA BAIRRADA, MUITO FAMOSA PELO LEITÃO, PROMOVE DURANTE O ANO VÁRIOS FESTIVAIS E FEIRAS DE PRODUTOS REGIONAIS QUE TRAZEM MILHARES DE PESSOAS À REGIÃO.

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DESTACAM-SE, PELA SUA TRADIÇÃO, A FEIRA DA VINHA E DO VINHO, NA ANADIA, QUE DECORRE EM JUNHO, E ONDE A REGIÃO SE ASSUME COMO A CAPITAL DO ESPUMANTE.PARIA DE MIRA

A MEALHADA, JÁ CONHECIDA PELAS 4 MARAVILHAS ( PÃO, AGUA, LEITÃO E VINHO) PROMOVE EM MAIO 15 DIAS DO LEITÃO À MESA.

EM JUNHO, O MUNICÍPIO PROMOVE O FESTIVAL MEALHADA FEST, ONDE MAIS UMA VEZ SE PROMOVEM A 4 MARAVILHAS DA REGIÃO. NOTA AINDA PARA O FESTIVAL DA CERVEJA ARTESANAL, QUE SE INICIOU HÁ POUCO TEMPO E SE TEM REVELADO UM SUCESSO.

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PARA FINALIZAR, UMA REFERÊNCIA OBRIGATÓRIA, POIS TRATA-SE DE UM DOS MAIORES FESTIVAIS DA REGIÃO, QUANDO CANTANHEDE, NOS FINAIS DE JULHO, PROMOVE A EXPOFACIC.

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ALÉM DO BOM VINHO DA BAIRRADA, DO MELHOR LEITÃO DO MUNDO, PROVE TAMBÉM O MEL PRODUZIDO NA REGIÃO, BEM COMO AS IGUARIAS ONDE O LEITÃO E O VINHO ESTÁ PRESENTE, COMO AS DELICIOSAS EMPADAS DE LEITÃO E OS OVOS MOLES DE AVEIRO.

CONHEÇA O CORAÇÃO DA BAIRRADA… DESFRUTE DA NATUREZA, DO MAR E FIQUE UNS DIAS LONGE DA CONFUSÃO CITADINA NA CASA DO AVÔ LOURO. EM COVÕES, CANTANHEDE. AQUI, OS SEUS ANIMAIS DE COMPANHIA TÊM UM LUGAR ESPECIAL PARA TAMBÉM PASSAR FÉRIAS EM FAMÍLIA!
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CASA DO AVÕ LOURO CONTACTOS: Rua Joaquim Pereira Junior, 881 Labrengos 3060-286 Covoes +351 239 492 425 +351 912 861 468 mail@casadoavolouro.com Disponível todo o ano

Situada na zona de vinhos e Leitão de Covões-Cantanhede, no coração do campo, poderá encontrar a Casa do Avô Louro.
Totalmente renovada e com todas as comodidades e segurança.

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Ideal para um ou vários casais com filhos, grupo de amigos ou eventos especiais, todos encontrarão razões para apreciar uma estadia na Casa do Avô Louro.

Aproveite esta visita virtual para ver descrições, fotos, vídeos e testemunhos e contacte-nos para qualquer informação adicional.

A Casa do Avô Louro está disponível para alugar, durante todo o ano, por períodos mínimos de 2 noites ou de 1 semana, consoante as épocas (veja mais em Reservas).

Boa visita!

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A REGIÃO:

Cantanhede é o maior concelho do distrito de Coimbra, abrangendo uma área muito vasta das regiões da Bairrada, famosa pelo vinho e pelo leitão, e da Gândara, com as suas dunas de areia no litoral, pinhais e milheirais. É destas terras que se extrai a chamada pedra de Ançã, muito utilizada na escultura e arquitectura. Com uma grande importância na economia da região, é homenageada pelo município no Museu da Pedra.
A vila guarda também alguns monumentos de interesse, como a Igreja Matriz e o Convento de Nossa Senhora da Conceição.

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A cerca de 8 km fica a antiga aldeia piscatória da Tocha com a sua extensa praia onde as redes e os barcos típicos se misturam com os veraneantes. Aqui encontram-se também os Palheiros de Tocha, típicas construções inicialmente utilizadas pelos pescadores que hoje acolhem muitos turistas.
Quem preferir um local mais tranquilo pode optar pela praia fluvial Olhos de Fervença que oferece uma cenário bucólico e uma agradável área de recreio e lazer.

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FICAR EM CANTANHEDE PERMITE AOS AMANTES DO TURISMO CONCILIAR UNS DIAS DE MAR E CAMPO…. SITUADO JUNTO À COSTA, ESTA REGIÃO PERMITE FÁCIL DESLOCAÇÃO DESDE VAGOS ATÉ À FIGUEIRA, PERCORRENDO O LITORAL CENTRO E ONDE CASA PRAIA TEM OS SEUS ENCANTOS COM PAISAGENS MARAVILHOSAS…. VIRANDO UM POUCO MAIS PARA O INTERIOR, O VIAJANTE PODE DESCOBRIR OS ENCANTOS DE MIRA, GÃNDARA, OS EXTENSOS HECTARES DE VINHEDO, PASSEAR NA CIDADE DOS DOUTORES, E ATÉ DAR UM SALTO À MATA NACIONAL DO BUÇACO E LUSO… QUER MAR? QUER NATUREZA? QUER LEITÃO,  CHANFANA, OU PREFERE MARISCO? ESCOLHA! PROVE AINDA OS FAMOSOS BOLOS DE ANÇÃ!

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 O CORAÇÃO DA BAIRRADA… A PRAIA DE MIRA E DA TOCHA ALI MESMO AO LADO… A GASTRONOMIA… O LEITÃO E OS BONS VINHOS DA BAIRRADA… GÂNDARA, FAMOSA PELOS SEUS NABOS, EIS O MUNDO RURAL JUNTO AO MAR… QUER PRAIA OU CAMPO? FIQUE NA CASA DO AVÕ LOURO E CONJUGUE UNS DIAS ENTRE O MAR E A NATUREZA!
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«Longe de tudo, mas perto de nós, da natureza, junto a Praia, no coração da Gandara, mesmo juntinho a Bairrada, a Casa do Avo Louro tem tudo para umas ferias maravilhosas, no verão ou inverno tudo aqui é fantástico» 
Esqueça os piores momentos da sua vida e faça os melhores se tornarem inesquecíveis.
 Durante todo o ano poderás conhecer aquilo que a Casa do Avo Louro tem para te oferecer, sossego, sossego e sossego.
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Não existe nada mais importante para o nosso bem estar  que o sossego da Casa.
Nunca desistas do teu….
 
Não esqueças os amigos de 4 patas, aqueles que quando vais de férias nunca podes levar, ficando sempre para traz ….
Nunca os deixes também existe um espaço para eles.
 
Vem conhecer e traz os teus amigos contigo, estamos a tua espera», EIS O CONVITE DE ISABEL LOURO FERREIRA, QUE COMPARTILHAMOS COM TODO O PRAZER AOS NOSSOS LEITORES… VENHA DAÍ CONNOSCO!
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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Há quanto tempo existe A CASA DO AVO LOURO  como turismo  de habitação e como surgiu a ideia de apostar no turismo rural?

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ISABEL LOURO FERREIRA (I.L.F.) – A CASA DO AVO LOURO iniciou a sua actividade em Julho de 2015, a ideia surgiu porque aquela casa não podia de modo algum estar parada, tendo sido construída pelos meus pais (ambos já falecidos) decidimos dar continuidade a memoria deles. A Casa assim nunca correria o risco de mais ano menos ano cair aos bocados de tão velha ficar, um dia em conversa com uns amigos falamos da Casa e do turismo de habitação, decidimos então que seria uma ideia óptima, acabando assim por mostrar o que temos dentro do nosso país.
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R.E. –  Qual a capacidade de alojamento, serviços e actividades de que dispõe a quinta?

I.L.F. – A Casa tem 5 quartos, 3 casas de banho e alberga 10 pessoas ou mais. Espaço não falta.
Em relação a  actividades, estamos neste momento a pensar fazer uns passeios de todo o terreno em parceria com uns amigos que acompanham os hospedes, assim como estamos também a planear levar os nossos hospedes a fazer paintball, visto  termos na Ponte de Vagos o Fearzone que nos permite levar os hospedes ainda mais perto da natureza.
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A Casa recebe os amigos de 4 patas dos nossos hospedes, esses tem também um alojamento especial na Casa.
R.E. – Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?
I.L.F. – Portugal apesar de ser um país pequeno, tem coisas maravilhosas, fazer divulgação do que podem tem dentro de Portugal seria óptimo.
Esta divulgação passaria não só pela costa Portuguesa, mas pelo apelo a natureza e aquilo que ela nos pode trazer……..Paz Espírito alem de tudo o que tem magnifico..
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R.E. –  A Câmara e o turismo da região têm contribuído para trazer o turismo à região?
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I.L.F. – Sim claro a Câmara está deveras empenhada, aliás esta zona tem tudo para funcionar bem no Turismo.

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A sala de jantar, espaçosa e bonita, tem um terraço cheio de relva e flores. Na sala de estar, pode o hóspede aproveitar o aconchego da lareira e a televisão; ao lado, na sala de jogos, pode praticar snooker ou ler alguns dos livros da biblioteca. Na parte inferior da casa, situam-se alguns dos quartos, uma outra sala decorada com loiças típicas e uma grande lareira de aspecto rústico, ideal para longos serões e muitas conversas.

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Os jardins circundantes com árvores frondosas, muitas flores e o telheiro preparado especialmente para almoços e churrascos tornam as tardes de Verão uma delícia, devido à excelente gastronomia da região e aos vinhos produzidos na Quinta com as castas tradicionais da Bairrada. Na piscina, muito abrigada e com uma exposição solar privilegiada, podem tomar-se deliciosos banhos.

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R.E. –  Como está o sector, e o que poderia melhorar para que o turismo rural se afirmasse mais como uma alternativa às ofertas de turismo?

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L.L. – A casa funciona de 1 de Março a 31 de Outubro. Fora deste período não se justifica estar aberta pois as reservas não justificam as despesas inerentes .

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R.E. –  A Câmara e o turismo da região têm contribuído para trazer o turismo à região?

L.L. – Penso que a Direcção de Turismo a região centro e a Câmara Municipal de Anadia e Mealhada têm estado a tomar iniciativas nesse sentido.

A REGIÃO DA BAIRRADA, MUITO FAMOSA PELO LEITÃO, PROMOVE DURANTE O ANO VÁRIOS FESTIVAIS E FEIRAS DE PRODUTOS REGIONAIS QUE TRAZEM MILHARES DE PESSOAS À REGIÃO.

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DESTACAM-SE, PELA SUA TRADIÇÃO, A FEIRA DA VINHA E DO VINHO, NA ANADIA, QUE DECORRE EM JUNHO, E ONDE A REGIÃO SE ASSUME COMO A CAPITAL DO ESPUMANTE.PARIA DE MIRA

A MEALHADA, JÁ CONHECIDA PELAS 4 MARAVILHAS ( PÃO, AGUA, LEITÃO E VINHO) PROMOVE EM MAIO 15 DIAS DO LEITÃO À MESA.

EM JUNHO, O MUNICÍPIO PROMOVE O FESTIVAL MEALHADA FEST, ONDE MAIS UMA VEZ SE PROMOVEM A 4 MARAVILHAS DA REGIÃO. NOTA AINDA PARA O FESTIVAL DA CERVEJA ARTESANAL, QUE SE INICIOU HÁ POUCO TEMPO E SE TEM REVELADO UM SUCESSO.

LEITAO

PARA FINALIZAR, UMA REFERÊNCIA OBRIGATÓRIA, POIS TRATA-SE DE UM DOS MAIORES FESTIVAIS DA REGIÃO, QUANDO CANTANHEDE, NOS FINAIS DE JULHO, PROMOVE A EXPOFACIC.

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EXPOFACIC

ALÉM DO BOM VINHO DA BAIRRADA, DO MELHOR LEITÃO DO MUNDO, PROVE TAMBÉM O MEL PRODUZIDO NA REGIÃO, BEM COMO AS IGUARIAS ONDE O LEITÃO E O VINHO ESTÁ PRESENTE, COMO AS DELICIOSAS EMPADAS DE LEITÃO E OS OVOS MOLES DE AVEIRO.

 A CERVEJA ARTESANAL, UM SECTOR A CRESCER EM PORTUGAL TAMBÉM VAI ESTAR PRESENTE NO FESTAME… EIS ALGUMAS «LOIRAS» QUE PODERÁ SABOREAR:

CERVEJA MALDITA, CONSIDERADA A MELHOR DA EUROPA!

CERVEJA MALDITA www.maldita.pt marketing@maldita.pt
CERVEJA MALDITA http://www.maldita.pt marketing@maldita.pt

A Faustino Microcervejeira, vai fazer 3 anos no dia 13 de Dezembro de 2015, tem neste momento uma capacidade de produção de 4000 litros mensais.

em 2014, eleita a melhor cerveja da europa “Europe’s Best Beers 2014” na categoria Best Barley Wine no World Beer Awards e já em 2015 a  Robust Porter foi considerada a 2ª melhor do mundo “Silver Award Winner”, Class 2, Internacional Dark Beer Competition no Internacional Brewing Awards 2015 e mais recentemente foram divulgados os vencedores do International Beer Challenge, competição realizada há 19 anos na Inglaterra e um dos concursos mais importantes do mundo. Na edição deste ano, a Maldita conquistou mais duas medalhas uma de Prata com a Barley Wine e uma de bronze com a Robust Porter, conta-nos João Sousa, sócio e responsável pelo departamento de marketing.

ROTEIROSEVENTOS R.E. –      Como surgiu a ideia de produzir cerveja artesanal e há 11 ano tempo iniciaram?

JOÃO SOUSA J.S. – A ideia deste projecto surgiu já em 2007, quando ainda estudante, Gonçalo começou a apreciar cerveja. Não gostava de beber cerveja, mas sim de apreciar o que desde cedo o levou a querer ser “Juiz” e apreciador de cerveja. Dada a pouca variedade na oferta de cervejas artesanais em Portugal, começou em 2008 a produzir estilos que queria experimentar, aqueles que mais gostava. Resultado, começou a fazer as suas próprias receitas. Dessas receitas surgiram as 3 Malditas… e a ideia de criar a sua própria empresa, da ideia ao projecto foi um passo e com a ajuda da Incubadora de Empresas da Universidade de Aveiro (IEUA) tornou-se uma realidade em Dezembro de 2012.

A Faustino Microcervejeira, vai fazer 3 anos no dia 13 de Dezembro de 2015, tem neste momento uma capacidade de produção de 4000 litros mensais.

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R.E.- O que destacaria nas vossas cervejas?

J.S. – A diferença está na filosofia de fabrico e na maneira de ver a cerveja como um alimento e não apenas como uma bebida. Nunca nos passaria pela cabeça introduzir um aroma, sabor ou corante para alterar uma cerveja. O processo de produção é bastante criterioso e controlo tudo até ao mais ínfimo pormenor. Fermentamos na garrafa e não adicionamos dióxido de carbono. A cerveja não é filtrada e, como mantemos a levedura viva na garrafa, a cerveja envelhece bastante bem. Só usamos ingredientes naturais e somos fieis às cerveja de tempos antigos em que se usava o que havia.

Dá imenso trabalho mas o resultado compensa, e uma prova disso são os prémios internacionais que a Maldita      tem conquistado, nomeadamente, foi logo em 2014, eleita a melhor cerveja da europa “Europe’s Best Beers 2014” na categoria Best Barley Wine no World Beer Awards e já em 2015 a  Robust Porter foi considerada a 2ª melhor do mundo “Silver Award Winner”, Class 2, Internacional Dark Beer Competition no Internacional Brewing Awards 2015 e mais recentemente foram divulgados os vencedores do International Beer Challenge, competição realizada há 19 anos na Inglaterra e um dos concursos mais importantes do mundo. Na edição deste ano, a Maldita conquistou mais duas medalhas uma de Prata com a Barley Wine e uma de bronze com a Robust Porter.

 

R.E. – Como vê  o mercado de escoamento?

J.S. – Neste momento e dada a proliferação de marcas e projectos, torna-se fácil o acesso a cervejas. Tudo é novidade e a variedade de produtos apresentados faz com que as pessoas sintam curiosidade. Penso que esta curiosidade vai dar lugar a critérios mais objectivos que vão fazer uma selecção na procura, logo condicionando a oferta.

Gonçalo Faustino, o cervejeiro
Gonçalo Faustino, o cervejeiro

R.E. –  A exportação,  é  um objectivo a breve prazo?

J.S. – O mercado nacional representa 99% do nosso destino. Estamos com alguns projectos para exportação, temos alguns contactos em fase embrionária em alguns países. Em Espanha fomos recentemente contactados para uma possível parceria, vamos aguardar…

R.E. – Quais as principais dificuldades no ramo?

J.S. –  As Burocracias e a falta de maturidade do sector.

 

 

 

 

 

 

CERVEJA TOIRA VAI SER IMPLEMENTADA NO CENTRO DA BAIRRADA AINDA ESTE ANO

CERVEJA TOIRA pedrofigueiredo@toira.pt
CERVEJA TOIRA pedrofigueiredo@toira.pt
“O mercado da cerveja artesanal está numa fase embrionária.
O público em geral começa agora a ouvir falar pela primeira vez neste conceito.”, conta-nos Pedro Figueiredo, responsável por este projecto, que de seguida nos fala um pouco mais da CERVEJA TOIRA e do futuro.
A TOIRA nasceu nos finais de 2013, embora apenas tenha sido lançada para o mercado em Fevereiro de 2014.
A produção de cerveja começou em Janeiro de 2013 e a partir desse momento o interesse dos amigos em adquirir garrafas era enorme.
Surgiu então a ideia de negócio, que juntamente com o gosto infinito por produzir cervejas diferentes tem dado imensos frutos.
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A produção da TOIRA ainda é caseira, em lotes pequenos e em condições não ideais.
O projecto da nova cervejaria já está elaborado à mais de um ano, mas tem sofrido algumas alterações, paralelamente com a evolução dos detalhes que estou constantemente a aprender.
Irá ser implantado no centro da Bairrada ainda durante este ano.
Aquilo que mais gosto de salientar quando me refiro às TOIRAS é a polivalência.
Produzo constantemente cervejas diferentes, arrojadas e para todos os gostos, tentando sempre fazer o seu carácter único e não me deixando levar por características pré-definidas.
O objectivo principal é produzir cervejas agradáveis e bebíveis.
Eis as TOIRAS
Eis as TOIRAS
O mercado da cerveja artesanal está numa fase embrionária.
O público em geral começa agora a ouvir falar pela primeira vez neste conceito.
Existem, no entanto, dois tipos de consumidores: os que sentem vontade de experimentar e os que não se querem dar ao trabalho de gastar meia dúzia de euros para saber o que é.
Os últimos são os mais difíceis de conquistar, e é com uma estratégia mais conservadora e não tão técnica que os devemos abordar.
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Sinceramente, não aconselho a ninguém, neste momento, a empreender nesta área.
Dentro de um ou dois anos teremos as condições ideais de mercado para começar um projecto.

VAMOS CONHECER ALGUNS PRECIOSOS NÉCTARES DA BAIRRADA

 

 

 PRIORLUCAS INICIOU NO CORRENTE MÊS (ABRIL)A COMERCIALIZAÇÃO DO SEU VINHO BRANCO: PRIOR LUCAS  MARIA-GOMES &BICAL

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A HISTÓRIA:

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No final do séc. XIX , José Francisco Prior,bisavô de Rui Lucas, era um pequeno vitivinicultor da freguesia de Souselas que vendia os seus 20.000 litros de vinho para as tabernas da cidade de Coimbra.

Com o passar dos anos as propriedades foram sendo divididas pelos filhos e netos, e o negócio do vinho foi-se perdendo.

Na última década o seu pai, José Prior Lucas, foi reagrupando as parcelas que eram do seu bisavô, produzindo vinho que partilhava à mesa com a família e os amigos.

BRANCO LETRAS
Contactos: Rua dos Troviscais | 3020 – 886 Souselas Coimbra – Portugal Telefone: ++351 919 195 577 E-mail: comercial@invinopriorlucas.pt

 

 

 

 

 

 

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RUI LUCAS FALA-NOS UM POUCO MAIS DOS SEUS VINHOS DA SUA EXPERIÊNCIA E DO VINHO DA BAIRRADA, EM GERAL:

«Nos meus passeios pelo mundo fui ficando cada vez mais consciente da extraordinária diversidade que existe em cada país e em cada região.A minha cidade, Coimbra, faz parte desta diversidade mundial e tem o privilégio de estar inserida numa região de excelência vinícola – DOC BAIRRADA.Isto inspirou-me para desenvolver este projecto. Produzir Vinho reagrupando as vinhas do meu bisavô José Francisco Prior, que no seu tempo vendia todo o seu Vinho para as tabernas da cidade de Coimbra.Nestas vinhas preservei a identidade das castas tradicionais como a Baga, Maria-Gomes e Bical, acrescentado um toque de modernidade com a Tinta-Roriz, Merlot e Syrah.

Naturalmente que  a produção se desenvolve em redor da casta que mais nos identifica (Baga) e que nos permite diferenciar o produto.

Num mercado globalizado, ter uma casta que mais ninguém tem, e onde o consumidor busca algo de único e diferente, será, sem sombra de dúvida, uma mais valia que temos para apresentar».

 

R.E. -Em que patamar do cenário dos vinhos em portugal, colocaria os vinhos da Bairrada?

RUI LUCAS (R.L.) – Os principais clientes de vinhos da Bairrada são pessoas conhecedoras de vinho, experientes e que valorizam a origem, personalidade e qualidade única dos vinhos.

 

R.E.  – Qual a vossa área de plantação e a média de produção num ano normal?
R.L. –  Temos pequenas parcelas de vinha que totalizam cerca de 3 hectares. Cada uma delas um “micro-terroir” o que permite ter diferentes vinhos ou um maior equilíbrio no lote final, dependendo do objectivo que for definido.  A produção de 2015 irá totalizar cerca de 15.000 garrafas, divididas por 3 referências, Branco, Tinto e Espumante.
R.E. – Lançou ou vai lançar algum novo vinho no mercado? Em caso afirmativo, o que destacaria neles?
R.L. – A marca PriorLucas iniciou a comercialização de vinhos em 2015. Temos no mercado o vinho tinto Syrah & Baga de 2013. Entretanto, no corrente mês, iniciamos a comercialização do vinho branco PriorLucas – Maria-Gomes & Bical
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R.E. –  O facto de, na região, estar associado sempre um espumante ( por tradição e gastronomia) ao leitão, contribui para um maior incentivo à aposta no espumante?
R.L. -Sem dúvida! Além disso o vinho espumante é um produto associado às celebrações, às festas e portanto a momentos importantes.
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R.E. –  O que falta, no seu entender para que a região possa se afirmar no mercado nacional e internacional a par de outras regiões, nomeadamente Alentejo, Douro e Dão?
R.L – Na Bairrada existe vinho de qualidade com uma personalidade bem vincada. É essa divulgação que deveremos fazer, junto de clientes que apreciam a diferenciação.
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R.E. –  O que salientaria na caracterização dos vossos vinhos e que prato indicaria da região como o «casamento perfeito»?
R.L. – Apesar do leitão estar sempre associado ao espumante, considero o vinho tinto, naturalmente incorporando a casta Baga, como um excelente casamento.
POR FIM, RUI LUCAS FALA-NOS UM POUCO DO SEU PROJECTO E DO COMPROMISSO EM APOSTAR NA CASTA AUTÓCTONE DA BAIRRADA: 
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 Ampliando o compromisso com a Comissão Vitivinícola da Bairrada, a PRIOR LUCAS irá produzir vinhos espumantes integrando a nova certificação com a logomarca “BagaBairrada” dando destaque à importância da casta baga na valorização e diferenciação da região.

 

 

 

 

CAVES DA MONTANHA, NA ANADIA VÃO LANÇAR  DOIS NOVOS  VINHOS NO MERCADO: O MONTANHA GRAND CUVÉE CHARDONNAY ARINTO E O MONTANHA GRAND CUVÉE BAGA BAIRRADA

lançaram também um gin – o FRIDAY CHIC GIN –  onde a casta baga é um dos ingredientes

 

CAVES DA MONTANHA… A PRODUZIR ESPUMANTE HÁ 4 GERAÇÕES!

 

 

 

«OS NOSSOS ESPUMANTES SÃO TÃO BONS E POLIVALENTES QUE ATÉ COM A SOPA COMBINAM BEM», conta-nos ALBERTO HENRIQUES, Administrador das CAVES DA MONTANHA

 

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Sediadas na Anadia, as CAVES DA MONTANHA, foram fundadas em 1943, por Adriano Henriques, passando de pais para filhos, estando já na 4ª geração.

Hoje em dia, as CAVES DA MONTANHA dedicam-se à produção de vinhos de várias regiões de Portugal, espumantes, aguardentes e licores, onde tem vindo a acumular inúmeras distinções, prova de reconhecimento do trabalho e da qualidade.

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Os longos túneis das Caves da Montanha constituem uma grande atracção dos visitantes, pela sua enorme extensão, onde se encontram depositadas mais de 3 milhões de garrafas.

 

ALBERTO HENRIQUES fala-nos um pouco das Caves e no vinho da região:

 

ROTEIROSEVENTOS R:E: – Como descreveria a última campanha a nível de qualidade e quantidade?

 

ALBERTO HENRIQUES (A.H.) –  Foi um ano Normal , uma campanha que se pode definir como nem muito boa , nem muito má.

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R.E. -Em que patamar do cenário dos vinhos em portugal, colocaria os vinhos da Bairrada?

 

A.H. – Os vinhos da Bairrada atingiram uma reputação menos favorável em Portugal estando neste momento a inverter o panorama. No entanto, em relação ao espumantes  o consumo é cada vez maior..

 

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R.E.  – Qual a vossa área de plantação e a média de produção num ano normal?

A.H . – Não plantamos. Na Bairrada só compramos uvas

 

R.E. – Lançou ou vai lançar algum novo vinho no mercado?

A.H. – Iremos lançar Montanha Grand Cuvee Chardonnay Arinto , O Montanha Grand Cuvee Baga Bairrada.

 

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R.E. –  O facto de, na região, estar associado sempre um espumante ( por tradição e gastronomia) ao leitão, contribui para um maior incentivo à aposta no espumante? A Casta vaga, é uma bandeira da Bairrada onde se deve apostar?

 

A.H. – Historicamente já se fazia espumante na Bairrada, mas é inevitável a ligação do Leitão ao espumante. A casta Baga vai ser cada vez mais  a grande bandeira da região…No espumantes, o trabalho coletivo que várias empresas da região estão a fazer em conjunto com a comissão Vitivinícola vai dar os seus frutos. Nós estamos lançar com grande êxito um Gin que também leva a casta BAGA, Friday Chic Gin.

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R.E. –  O que falta, no seu entender para que a região possa se afirmar no mercado nacional e internacional a par de outras regiões, nomeadamente Alentejo, Douro e Dão?

 

A.H. – A região deve dedicar-se ao que faz melhor: espumantes e vinhos brancos, e só certificar tintos de grande qualidade. O resto, a máquina está a começar a andar e a Bairrada vai crescer e voltar a aparecer.

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R.E. –  O que salientaria na caracterização dos vossos vinhos e que prato indicaria da região como o «casamento perfeito»?

 

A.H. – Acreditamos que os nossos espumantes são tão bons e polivalentes  que até com a sopa combinam bem, ou seja vão bem com qualquer prato desde a entrada até à sobremesa esse é o potencial de consumo que ainda não está explorado fora da Bairrada.