A ROTA DOS VINHOS DA PENINSULA DE SETÚBAL

 

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SEJA BENVINDO AOS VINHOS DA PENÍNSULA DE SETÚBAL, UMA DAS JÓIAS DAS REGIÃO, ONDE A PAISAGEM, A NATUREZA, A GASTRONOMIA SE CONJUGAM NUM PERFEITO EQUILÍBRIO E LHE TRAZEM VINHOS DE EXCELENTE QUALIDADE. VENHA CONHECÊ-LOS CONNOSCO!

NESTA ROTA, VAMOS DAR A VOZ AOS PRODUTORES, PERMITINDO CONHECER OS DELICIOSOS NÉCTARES QUE AQUI SE PRODUZEM!

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Com o rumo que a história toma até aos nossos dias, Setúbal e as “suas” Penínsulas (a “própria” e a de Tróia) adquire maior prestígio e importância, torna-se um destino turístico de excelência graças à natureza, protegida em múltiplas fórmulas (Parque Natural da Arrábida, Parque Marinho D. Luis Saldanha, Reserva Natural do Estuário do Sado, Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Caparica, vários sítios da Rede Natura 2000,…), e ao património edificado, igualmente rico em diversidade e importância histórica, estando em curso o reconhecimento da Arrábida como Património Natural e Cultural da Humanidade.
A cultura da vinha e do vinho têm sabido integrar-se e adaptar-se a estes novos tempos e é hoje unanimemente reconhecida como mais uma “jóia” da Região, um importante recurso e produto (eno)turístico.
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As vinhas da Península de Setúbal repartem-se na sua esmagadora maioria por duas zonas: a montanhosa, formada pelas serras, Arrábida, São Luís e Rasca e seus prolongamentos nos montes de Palmela, Barris, São Francisco e Azeitão, variando a altitude entre os 100 e os 500 metros; e as planícies dos concelhos de Palmela e Montijo, que se estendem param sul, dominadas pela formação geológica do Plioceno de Pegões, envolvendo a bacia do Sado, com cota compreendida entre os 30 e 100 metros.

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Estas características orográficas condicionam de forma marcada o clima que se faz sentir na região. O clima do Sul de Portugal, é tipicamente mediterrânico, com um verão quente e seco, alternando com um inverno relativamente frio e chuvoso.

Os valores médios de precipitação anual variam entre os 550 e 750 mm, apresentando uma distribuição ao longo do ano semelhante à do país, sendo os meses de Junho a Agosto os de maior deficit hídrico, devido também à reduzida capacidade de retenção de água dos solos.

 

VAMOS CONHECER OS PRODUTORES E ALGUNS DOS MELHORES VINHOS DE PORTUGAL…. VENHA DAÍ CONNOSCO E…. BOAS PROVAS!

 

 

VINHOS FILIPE PALHOÇA, NO POCEIRÃO JÁ COMEÇARAM A SER DISTINGUIDOS COM PRÉMIOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS

 

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À CONVERSA COM FILIPE PALHOÇA DESCOBRIMOS UM POUCO MAIS DESTE MAGNÍFICOS NÉCTARES E ABORDAMOS TAMBÉM UM POUCO  A REGIÃO. DOTADA DE EXCELENTES CONDIÇÕES PARA PRODUZIR DOS MELHORES VINHOS NACIONAIS:
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ROTEIROSEVENTOS (R.E.) –  Como foi a última campanha a nível de quantidade e qualidade?

FILIPE PALHOÇA (F.P.) – A campanha de 2015 foi muito boa, quer em quantidade quer em qualidade. Foi um ano muito bom do qual os nossos vinhos já começaram a ser distinguidos com prémios nacionais. O nosso S. Filipe Branco obteve 2 medalhas de Prata – Concurso Nacional de Vinhos e o Concurso de Vinhos da CVR Pen. Setúbal, bem como o nosso Rosé, que foi distinguido na Mostra de Vinhos de Albufeira e mais recentemente é um dos 10 Rosés nomeados para Melhor Vinho Tranquilo Rosé 2015, pelo enólogo Aníbal Coutinho.DSC_9714 Retocada.jpg

 
R.E. – : Qual a área de plantação e média de produção?

F.P. – Neste momento temos cerca de 90 hectares de vinhas próprias e a nossa adega com capacidade para 1 milhão de litros de vinho.

 
R.E. – : Em que patamar colocaria os vinhos da Península de Setúbal no contexto nacional?

F.P. – Os Vinhos da Península de Setúbal têm vindo cada vez mais a mostrar a sua qualidade e potencialidade, numa óptima relação qualidade preço, que é cada vez mais reconhecida pelos consumidores nacionais. 

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R.E.- Lançou ou vai lançar em breve algum novo vinho / marca no mercado?
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F.P. – No final de 2015 lançámos um novo produto, um produto de excelência, uma Aguardente Bagaceira Velha – Filipe Palhoça, que foi a última aguardente vinificada na casa em 2003.

Estamos numa fase de mudança de imagem, pelo que os nossos Monocastas ( Syrah e Touriga Nacional) foram os primeiros a ter novos rótulos.0003DA010213EF.jpg

 
R.E. – : O que destacaria nos vinhos da região e quais as castas predominantes?

F.P. – As Castas predominantes são sem dúvida o Castelão e o Fernão Pires, são as castas rainhas da nossa região. O castelão dá excelentes vinhos, fortes de aromas e cor, são vinhos com corpo, as vinhas velhas com mais de 40 anos dão origem a Reservas muito peculiares.

Nos Brancos, a frescura do Fernão Pires dá um toque que distingue os nossos brancos.

 

 
R.E. –  O Moscatel de Setúbal, é uma aposta e mais valia para a região?
 

F.P. – O Moscatel de Setúbal é sem dúvida uma fortíssima mais valia para a nossa região, na qual temos vindo e vamos continuar  a apostar, com novos produtos para lançar.

 

 

 

 

 

QUINTA DO PILOTO, EM PALMELA APOSTA ESSENCIALMENTE NA QUALIDADE DE EXCELÊNCIA NOS SEUS VINHOS

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A Quinta do Piloto é herdeira da tradição vinícola de quatro gerações da família Cardoso em Palmela. Os seus vinhos são fruto de lotes escolhidos entre 200 hectares de vinhas nos melhores terroirs da região.

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Dar a saborear a essência dos vinhos de Palmela no seu melhor é a promessa da Quinta do Piloto. Uma promessa assente na excelência dos terroirs onde brilham as vinhas velhas de castas tradicionais, como Castelão e Moscatel. Vinificados pelos métodos ancestrais da região, graças ao saber de quatro gerações da família Cardoso, os vinhos da Quinta do Piloto são elegantes, expoentes das castas autóctones e pequenas quantidades de castas escolhidas pela excelência.

 

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«A região da Península de Setúbal ocupa a terceira posição de maiores vendas no país, portanto, é uma das mais importantes a nível nacional»,  CONTA-NOS ANA MARTA CARDIM, DA QUINTA DO PILOTO

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ROTEIROSEVENTOS (R.E.) – : Como foi a última campanha a nível de quantidade e qualidade?

ANA MARTA CARDIM (A.M.C.) – A campanha de 2015 foi das melhores dos últimos anos. Tivemos um acréscimo de produção sem diminuir a qualidade do produto final.

 
R.E. –  Qual a área de plantação e média de produção? 

(A.M.C. ) – A nossa área de plantação são cerca de 200 ha de vinha, onde cerca de 35 são vinhas velhas. Na nossa totalidade, normalmente conseguimos produções na ordem dos 6 a 9 toneladas/ha. 

Não são produções muito altas, no entanto é-nos benéfico, pois desejamos ter uma qualidade de excelência nos nossos vinhos.quinta-do-piloto-1

 
R.E. –  Em que patamar colocaria os vinhos da Península de Setúbal no contexto nacional?

(A.M.C.) – Actualmente, a região da Península de Setúbal ocupa a terceira posição de maiores vendas no país, portanto, é uma das mais importantes a nível nacional.

 
R.E. –  Lançaram  ou vão lançar em breve algum novo vinho / marca no mercado?

A.M.C. – Sim. Lançámos, recentemente, o Piloto Collection Síria, um vinho branco muito interessante, fresco e mineral. Iremos lançar em breve os vinhos enquadrados no nosso topo de gama –  “Coleção da Família” – (Quinta do Piloto Coleção da família Branco e Tinto) e iremos também lançar o nosso Moscatel de Setúbal e Moscatel Roxo, dentro de uma gama inferior.teo-fvrfqwksapc_yr-_5q_375x500

 
R.E. –  O que destacaria nos vinhos da região e quais as castas predominantes?

A.M.C. – Destaco, sem dúvida, as castas Castelão, Moscatel de Setúbal e Moscatel roxo, pois são castas que se adaptaram muito bem ao nosso terroir e, consequentemente, produzem vinhos de excelência e com capacidade de envelhecimento.

 
R.E. –  O Moscatel de Setúbal, é uma aposta e mais valia para a região?

A.M.C. – Sem dúvida, é a nossa bandeira e é um dos principais Vinhos Generosos do país.

 

HERDADE PEGOS CLAROS, EM SANTO ISIDRO DE PEGÕES PRODUZ CERCA DE 120 TONELADAS DE UVAS, ONDE A CASTA  CASTELÃO É REI

 

 

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A Herdade de Pegos Claros, situada no concelho de Palmela, mantém a tradição de produzir bons vinhos desde 1920, numa área contínua  de vinhas velhas da casta “Castelão”, implantadas em solos arenosos pobres mas que conferem grande qualidade ao produto final.

Todos os vinhos na HERDADE DE PEGOS CLAROS ainda são produzidos pelos métodos tradicionais, com a colheita manual, a pisa da uva a pé e a fermentação em lagar aberto.

 

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José Miguel Aires fala-nos um pouco mais dos seus vinhos e deixa-nos também a sua visão sobre os vinhos da região:

ROTEIROSEVENTOS (R.E.) –  Como foi a última campanha a nível de quantidade e qualidade?

JOSÉ MIGUEL AIRES (J.M.A.) – Foi uma campanha bastante boa quer em termos de quantidade quer em termos de qualidade.  Especialmente por comparação ao ano anterior, que foi dramático na região em especial para os vinhos tintos, em consequência da elevada precipitação no mês de Setembro.evernote-snapshot-20140805-182311

 

R.E. – Qual a área de plantação e média de produção?

J.M.A. – Actualmente 34 hectares em plena produção, com uma média em torno das 3,5 ton/ha.

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R.E. –  Em que patamar colocaria os vinhos da Península de Setúbal no contexto nacional?

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J.M.A. – Os vinhos da península de Setúbal são reconhecidos pela óptima relação preço/qualidade.  Esta região vitivinícola tem alguns dos maiores produtores nacionais de vinho engarrafado, quer em quantidade quer em volume de negócios.  No contexto Nacional esta região ascende a um patamar elevado, com expressão em segmentos de mercado diferenciados: enquanto produtora de vinhos de óptima relação preço/qualidade e enquanto produtor de vinhos exclusivos e de elevada qualidade.2015-07-14-20-08-47

 

R.E. –  Lançou ou vai lançar em breve algum novo vinho / marca no mercado?

J.M.A – Estamos a trabalhar em algumas novidades para o próximo ano.  Para não perder o efeito surpresa, positivo nos mercados.  Reservamo-nos o direito de ainda não revelar mais sobre estes produtos.

 

R.E. –  O que destacaria nos vinhos da região e quais as castas predominantes?

J.M.A. – Se por um lado existe uma oferta muito diversificada de produtos de qualidade a um preço bastante competitivo, também é verdade que esta região produz vinhos únicos como os vinhos de castelão, das vinhas velhas da DOP Palmela, ou os fortificados “Moscatel de Setúbal” e “Moscatel Roxo” da DOP Setúbal. 

 

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R.E. –  O Moscatel de Setúbal, é uma aposta e mais valia para a região?2015-07-14-20-18-31

J.M.A. – O “Moscatel de Setúbal” é uma indiscutível mais valia, pelo carácter exclusivo dos vinhos aí produzidos e pela aceitação declarada pelos mercados.  Também são mais valias para a região os vinhos da DOP Palmela. Sobretudo aqueles que revelam características diferenciadoras e exclusivas da zona.  Os produtores recomeçaram a oferecer magníficos vinhos DOP Palmela, alguns muito característicos da Denominação de Origem e que têm recolhido enorme aceitação no consumidor.

 

 

 

ADEGA DE PALMELA PRODUZ CERCA DE OITO MILHÕES DE LITROS DE VINHO POR ANO

 

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ADEGA DE PALMELA Telf: +351 21 233 70 20 | comercial@acpalmela.pt | http://www.acpalmela.pt Rua da Adega Cooperativa, 2950-401 Palmela Lat. 38°34’43.9”N Long. 8°52’22.6″W Y/P -120682.1049m X/M -64469.3448m

 

 

A Adega de Palmela, inicialmente designada por Adega Cooperativa da Região do Moscatel de Setúbal foi fundada a 1955 e iniciou a sua actividade em 1958 com 50 associados e uma produção a rondar os 1,5 milhões de litros.

Hoje, conta com aproximadamente cerca de 300 associados, com um total de 1000 hectares e uma produção que excede os 8 milhões de litros, existindo capacidade para atingir os 10 milhões, com 70% em Vinho tinto, 25% de Vinho Branco e 5% em Moscatel de Setúbal.

Produz as marcas:

Pedras Negras (vinho de mesa branco, tinto e rosé; vinho licoroso, Abafado , Aguardente Bagaceira e Bagaceira Envelhecida), Vale dos Barris (vinho regional ) branco, tinto e rosé;

Adega de Palmela (Palmela DOC Branco, Tinto, Reserva, Espumante Bruto e Meio Seco). Adega de Palmela DO Setúbal (Moscatel de Setúbal), Amus (Aguardente de Moscatel e Villa Palma.

A Adega Cooperativa de Palmela é um dos principais pólos de desenvolvimento do Concelho que é marcadamente agrícola e onde a vinha e o vinho têm por razões históricas um peso bastante grande. A principal zona vitícola situa-se na planície arenosa que constitui grande parte do Concelho de Palmela.

Produz as marcas Pedras Negras ( vinho de mesa branco tinto rose, vinho licoroso abafado e aguardente bagaceira e bagaceira envelhecida), Vale dos Barris ( vinho regional Península de Setúbal branco tinto e rose), Adega de Palmela ( DO branco, tinto e tinto Reserva), Adega de Palmela (DO Vinho Generoso Moscatel) e Palma (aguardente vínica velha). Em embalagens que vão dos 0,06 aos 20L ).

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ESTE ANO, A ADEGA DE PALMELA LANÇOU NO MERCADO A GAMA VILLA PALMA, QUE DEU ORIGEM A CINCO VINHOS: O VILLA PALMA BRANCO, O TINTO COLHEITA SELECIONADA E OS VILLA PALMA BRANCO, TINTO E ROSÉ

 

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ROTEIROSEVENTOS (R.E.) – Como foi a última campanha a nível de quantidade e qualidade?

LUIS SILVA(L.S.) – A campanha de 2015 foi excelente em termos de qualidade com uma boa maturação e um bom estado sanitário, em relação á quantidade registou-se uma quebra de 10%.

 

R.E.  – Quantos sócios tem neste momento a Adega, e qual a média de Produção?

L.S. – A Adega tem cerca de aproximadamente 300 Sócios e a produção média anual ronda os 8 milhões de litros.

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R.E. – Em que patamar colocaria os Vinhos da Península de Setúbal no contexto nacional?

L.S. – Actualmente a Região da Península de Setúbal ocupa o 3º lugar nas vendas na moderna distribuição em Portugal atrás do Alentejo e do vinho Verde de acordo com dados da empresa de estudos de mercado Nielsen, sendo uma das regiões mais importantes a nível nacional. A apoiar este desempenho encontra-se os investimentos feitos nos últimos anos nas vinhas e nas Adegas, tal como a abertura a outras castas que estão a ajudar a diversificar o perfil dos vinhos da região ou o aumento da capacidade de produção em 20%.

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R.E.  – Lançou ou vai lançar em breve algum novo vinho/marca no mercado?

L.S. – Este ano lançamos no mercado a gama Villa Palma, o que deu origem a cinco vinhos, o Villa Palma Branco e Tinto Colheita Seleccionada e os Villas Palmas Branco, Tinto e Rosé. Esta gama dirigida ao canal horeca e hotelaria vem reforçar o posicionamento da Adega junto deste canal de distribuição. Até ao final do ano vamos lançar a aguardente vínica velha Villa Palma e dois vinhos Reservas um branco e outro tinto.

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R.E.  – O que destacaria nos vinhos da região e quais as castas predominantes?

L.S. – As castas predominantes são o Castelão, o Moscatel e o Fernão Pires. Estas castas adaptam-se muito bem ao nosso Terroir e a proximidade do mar e da Serra da Arrábida lhes confere características únicas que fazem com que se produza vinhos de excelência. A frescura do Fernão Pires dá bons vinhos com notas de frutos tropicais e maçãs verdes, apresenta um perfil frutado o que dá um toque que distingue os nossos brancos no mercado, do Moscatel produzimos o vinho licoroso e vinho branco, o licoroso com aromas a casca de laranja, mel e frutos secos e o vinho branco apresenta um intenso aroma floral com notas de flor de laranjeira e pétalas de rosa outras características que nos fazem diferenciar dos outros licorosos e brancos. Quanto ao Castelão o seu aroma com toques de frutos silvestres maduros e suaves sugestões de café baunilha e chocolate produzem excelentes vinhos fortes com uma boa capacidade de envelhecimento.

 

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R.E.– O Moscatel de Setúbal, é uma aposta e mais valia para a região?

 

 

L.S. – O Moscatel de Setúbal é sem dúvida uma aposta e uma mais valia para a região, pois esta casta para além de produzir o vinho licoroso Moscatel e Moscatel roxo também é utilizada para fazer vinhos brancos e espumantes, como é o caso do nosso vinho Vale dos Barris Branco e do Espumante bruto e Meio Seco da casta Moscatel.

 

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