A ROTA ESPECIAL DOS VINHOS ESCOLHA ROTEIROSEVENTOS

 

OS VINHOS QUE O ROTEIROSEVENTOS ESCOLHE DE CADA REGIÃO VENHA PROVÁ-LOS CONNOSCO!

 

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TRAÇADAS AS VÁRIAS ROTAS DOS VINHOS PORTUGUESES, DANDO A CONHECER O QUE SE PRODUZ EM CADA REGIÃO DEMARCADA DESTES EXCELENTES NÉCTARES PRODUZIDOS NAS MELHORES REGIÕES DO MUNDO, O ROTEIROSEVENTOS DECIDIU PRESENTEAR OS NOSSOS LEITORES COM A ESCOLHA DE ALGUNS MARAVILHOSOS VINHOS DE CADA REGIÃO QUE O NOSSO PAÍS PRODUZ ORGULHOSAMENTE.

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DEPOIS DA «VOLTA A PORTUGAL E ILHAS A DESCOBRIR OS NOSSOS NÉCTARES DOS DEUSES», CHEGOU A HORA DE APRESENTARMOS AS NOSSAS ESCOLHAS… ASSIM SENDO, COM ESTA ROTA ESPECIAL, PRETENDEMOS APRESENTAR A NOSSA ESCOLHA, ABORDANDO 5 PRODUTORES DE CADA REGIÃO DEMARCADA, INICIANDO ESTA NOSSA ESCOLHA NOS VERDES DO MINHO E ACABANDO NOS VINHOS DOCES DA MADEIRA, PASANDO POR TRÁS OS MONTES, DOURO, DÃO, BAIRRADA, BEIRA INTERIOR, VINHOS DO TEJO, SETÚBAL, ALENTEJO, ALGARVE E AÇORES.

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ESPERO QUE MAIS UMA VEZ APRECIEM O NOSSO TRABALHO…

BEM VINDO A ESTA VIAGEM DOS SABORES E… BOAS COMPRAS…

JOSÉ MARTINS,

ROTEIROSEVENTOS

 

 

 

COMEÇAMOS PELO MINHO, CAPITAL DOS VINHOS VERDES

 

Exclusivamente produzido na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, no noroeste de Portugal, é produzido somente a partir das castas autóctones da região, preservando a sua tipicidade de aromas e sabores tão diferenciadores a nível mundial.images

Desde o Vinho Verde produzido a partir da criteriosa junção de várias castas seleccionadas, ao Vinho Verde varietal, produzido a partir de uma única casta, a oferta da Região é diversificada. Juntam-se ainda as grandes aguardentes e os espumantes de Vinho Verde.

Os Vinhos Verdes brancos apresentam cor citrina ou palha, aromas ricos, frutados e florais, dependendo das castas que lhes dão origem. Na boca são harmoniosos, intensos e evidenciam uma grande frescura.1-vinho-verde-mapa-portugal-2

Os Vinhos Verdes rosados revelam uma cor levemente rosada ou carregada, aromas jovens, frescos, lembrando frutos vermelhos. O sabor é harmonioso, fresco e persistente.

Os Vinhos Verdes tintos apresentam cor vermelha intensa e, por vezes, espuma rosada ou vermelha viva, aroma vinoso, com destaque para os frutos silvestres. Na boca são frescos e intensos, muito gastronómicos.

O Espumante de Vinho Verde mantém o perfil de prova do Vinho Verde, sendo reforçadas as características de frescura aromática, associada a uma maior complexidade gustativa. A preferência de consumo dita a escolha, desde um Espumante Bruto Natural ao Espumante Doce, em função da concentração de açúcar residual, ou entre um Reserva ao Grande Reserva, mediante o tempo de estágio em garrafa.

O Vinho Verde é único no mundo.

A frescura vibrante, a elegância e leveza, a expressão aromática e gustativa, com destaque para as suas notas frutadas e florais, são as características que definem e diferenciam o Vinho Verde.

VINHOS CHAPELEIRO, NASCIDO EM HOMENAGEM AO AVÔ MATERNO DE CARLOS FERNANDES GANHOU LOGO NO SEU PRIMEIRO ANO, MEDALHA DE OURO NO CONCURSO INTERNACIONAL «LA SELECCIONE DEL SINDACO»

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CONTACTOS: 91 240 98 31 chapeleirovinhoverde@gmail.com

 

Carlos Fernandes, produtor   e responsável pela restruturação de uma quinta familiar, juntamente coma preciosa ajuda do seu enólogo António Sousa, falam-nos um pouco deste projecto, que embora ainda no início, já começou a dar provas que vai ser um sucesso:

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AVESSADAS – MARCO DE CANAVESES

Este foi um projecto iniciado em 2008 com a restruturação de uma
quinta familiar, que se situa na Freguesia de Avessadas, Concelho de Marco  de Canaveses. Inicialmente, as primeiras colheitas vendia para adegas locais (atualmente concorrentes), no entanto, a cada ano que via as minhas uvas sem as vinificar instalava-se um vazio. Decidi, por isso, criar a minha própria marca, pois sempre achei que as uvas tinham qualidade suficiente para arrancar nesta aventura, além de
começar a ter uma grande paixão por tudo o que a vitivinicultura
envolve. É hoje um projecto e um plano B.

ROTEIROSEVENTOS  R.E. – Como foi a campanha deste ano a nível de quantidade e qualidade?

CARLOS FERNANDES  C.F. –  Este ano a colheita foi muito generosa, o S. Pedro permitiu não só a qualidade mas também a quantidade. Este ano as uvas estavam em perfeitas condições, muito embora, em anos anteriores, também não tenha razões para ficar insatisfeito, onde instalei a vinha, a
qualidade dos solos e a exposição solar, e a pratica de uma viticultura sustentada, tem permitido a obtenção de bons resultados.11393260_785903788190237_962058788917592201_n[1]

R.E. –  O nome que deu ao seu vinho tem alguma história por trás?

C.F. –  O nome do vinho surge em homenagem ao meu avô materno Belmiro “Chapeleiro”.11947457_833800400067242_5346574348909339162_n[1]

R.E. – O facto de, no primeiro ano de existência, ter ganho logo uma medalha de ouro num concurso internacional, o que representa para si?

C.F. –  Este prémio além da homenagem ao avô que acabou por ser o pleno, dá alento e motivação para continuar no futuro.

Sem dúvida é o reconhecimento do esforço, do trabalho e dedicação à vinha e ao vinho. Não posso ainda, esconder a elevada satisfação pessoal enquanto responsável pelo projecto, existem outros produtores de dimensão e antiguidade, que até hoje ainda não obtiveram tal “recompensa” o que para mim, na qualidade de pequeno produtor, é sem dúvida um prémio muito grande.11235811_782562618524354_605677909360365552_n[1]

R.E. –  Qual a área de plantação e a média de produção?

C.F.  Atualmente a àrea implantada em vinha é de quase 1 héctar, sendo
que metade desta àrea só foi plantada no inicio deste ano 2015. A
vinha irá de forma gradual aumentar até perto de 2,5 héctares.
Recordo que o prémio obtido foi com uma produção de 2.600 garrafas, sendo que a colheita de 2015 fruto do excelente ano, vai permitir o aumento para cerca de 6.000 garrafas. Note-se que este é um projecto ainda em “construção”.

VINHOS QUINTA DE SOALHEIRO LANÇARAM EM 2015 DOIS NOVOS VINHOS: O SOALHEIRO TERRAMATTER (MODO BIOLÓGICO) E SOALHEIRO OPPACO

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Alvaredo . Melgaço 4960-010 Alvaredo Telef.: +351 251 416 769 Fax: +351 251 416 771 Email: quinta@soalheiro.com Coordenadas: 42.097709, -8.30988 (direcções)

O SOALHEIRO É CONSIDERADO UM ESPECIALISTA EM ALVARINHO PELOS LÍDERES  DE OPINIÃO INTERNACIONAIS E NACIONAISsoalheiro-lanca-tinto-3

«Com a oferta do enoturismo de qualidade a crescer em Portugal, a Quinta de Soalheiro em parceria com a Quinta de Folga (produção de fumeiro de Bisaro) visa contribuir para o desenvolvimento económico de Portugal, nomeadamente da região de Monção/Melgaço, onde se encontra instalada. Para este efeito, nos últimos dois anos realizou um conjunto de investimentos em infraestruturas/equipamentos apostando assim no enoturismo. A aposta neste projeto tem sido primordial para levar ainda mais longe o Soalheiro e paralelamente fazer crescer a economia local, criando um espaço de lazer agradável onde se pode apreciar as diferentes etapas de produção dos vinhos Soalheiro, a vista panorâmica de todo o vale onde estão plantadas as vinhas de Alvarinho e na parte final provar os vinhos com os fumeiros», Conta-nos Luis Cerdeira, dos Vinhos Quinta de Soalheiro.

ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como foi a campanha deste ano a nível de quantidade e qualidade?

LUIS CERDEIRA L.C. – A campanha foi clássica em termos de quantidade e perfeita em termos de qualidade.
Soalheiro Alvarinho 2015 – Um Colheita Perfeitasoalheiro-oppaco-e-terramatter

Resultado de temperaturas moderadas durante o dia e de noites frias nos meses de verão, e especificamente em agosto, que favoreceram assim uma maturação lenta e uma concentração dos aromas nas uvas, o Soalheiro Alvarinho 2015 é uma colheita perfeita e consistente da Primeira marca de Alvarinho de Melgaço. Desde há muito que a Quinta de Soalheiro compreende a singularidade de cada momento no processo dos seus vinhos, desde a floração até ao engarrafamento. Cada detalhe é importante para manter os diferentes sabores e aromas característicos dos ‘terroirs’ do Soalheiro.soalheiro-alvarinho-2015-uma-colheita-perfeita

Em 2015, a floração ocorreu duas semanas mais tarde, comparativamente com a última colheita, devido à pouca precipitação no inverno, mas o perfil mantém-se: um vinho bem ao estilo Soalheiro, elegante e intenso. O início de setembro seco contribuiu para um equilíbrio perfeito neste Alvarinho. A colheita aconteceu na primeira semana de setembro para assim manter o perfil refrescante, característico do Soalheiro, dando origem a um Soalheiro de grande equilíbrio aromático, com um sabor elegante e mineral.

 

R.E. –  Qual a área de plantação de vinha e a média de produção?vinhas17_fs

L.C. – A Quinta de Soalheiro possui 10 ha em Agricultura Biológica e detém parceria com mais 40 ha de vinha, sendo a média de produção de 200 000 garrrafas ano.
R.E. –  O que destacaria nos seus vinhos? e quais as características que o definem?

L.C. – O Soalheiro é considerado um especialista em Alvarinho pelos líderes de opinião internacional e nacional, pelo que na sua gama de vinhos se destacam a trilogia composta pelo Soalheiro clássico, efetivamente um clássico e o vinho com maior presença internacional; o Soalheiro Primeiras Vinhas, uma referência nos Alvarinhos e, por quatro vezes consecutivas considera, o Melhor Vinho Branco Nacional e o Soalheiro Reserva, a expressão máxima da casta alvarinho com a fermentação em barrica. Aos quais se juntam os dois espumantes Soalheiro, o clássico Bruto e, mais recentemente, o Bruto Rosé, não esquecendo ainda os inovadores ALLO e Soalheiro 9% que se distinguem pelo teor alcoólico moderado com enorme elegância e frescura, que procuraram explicar que o álcool moderadamente baixo também está associado a vinhos de grande qualidade.adega5_fs

 

R.E. –  Lançou ou vai lançar no mercado novo vinho/marca?

L.C. – Em 2015 surgiram dois novos Soalheiros – o Soalheiro Terramatter e o Soalheiro Oppaco. O primeiro é um Alvarinho Biológico engarrafado sem recurso a filtração e o segundo, o primeiro tinto do Soalheiro, pioneiro devido à utilização de uma casta branca Alvarinho (15%) com uma  casta tinta Vinhão (85%) na produção de um vinho tinto inovador que se distingue pela elegância e persistência gustativa.adega2_fs

R.E. –  O vinho verde,  bem como a «marca alvarinho», na sua opinião, está a tirar o devido proveito do potencial de mercado?

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L.C. – O Soalheiro é considerado um especialista em Alvarinho, pelo que as distinções que temos recebemos são fruto do trabalho e da humildade em perceber o potencial do nosso terroir de Monção e Melgaço, estando perfeitamente compreendido pelo mercado como uma família diferente dentro dos Vinhos Verdes .images (1)

R.E. –  Além da produção de vinho, que outros serviços tem a Quinta do soalheiro para oferecer?

L.C. – Com a oferta do enoturismo de qualidade a crescer em Portugal, a Quinta de Soalheiro em parceria com a Quinta de Folga (produção de fumeiro de Bisaro) visa contribuir para o desenvolvimento económico de Portugal, nomeadamente da região de Monção/Melgaço, onde se encontra instalada. Para este efeito, nos últimos dois anos realizou um conjunto de investimentos em infraestruturas/equipamentos apostando assim no enoturismo. A aposta neste projeto tem sido primordial para levar ainda mais longe o Soalheiro e paralelamente fazer crescer a economia local, criando um espaço de lazer agradável onde se pode apreciar as diferentes etapas de produção dos vinhos Soalheiro, a vista panorâmica de todo o vale onde estão plantadas as vinhas de Alvarinho e na parte final provar os vinhos com os fumeiros.

 

 

 

QUINTA DE GOMARIZ, EM SANTO TIRSO, COM UMA ÁREA DE 17 HECTARES, PRODUZ CERCA DE 250 MIL GARRAFAS. EM BREVE VAI LANÇAR UM NOVO VINHO QUINTA DE GOMARIZ. NESTE MOMENTO OS SEUS VINHOS ESTÃO PRESENTES EM MAIS DE 20 PAÍSES

Propriedade de Manuel Sá, tendo hoje uma área de cerca de 17 hectares, a Quinta de Gomariz situa-se na região do Vale do Ave, coração da região dos Vinhos Verdes, fazendo com que as suas vinhas gozem de excelentes características para a produção de Vinhos Verdes de elevada qualidade, aliando castas rústicas da região.

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VINHÃO Com predominância da casta Vinhão, caracterizada por cor vermelha (retinto) e aroma a frutos vermelhos. Em boca, realça a vigorosa estrutura e acidez conferida pela casta. Tem um final de boca macio e persistente.

«Na vertente Qualitativa, sendo que os nossos parâmetros são sempre elevados, podemos acreditar talvez em uma das  melhores colheitas da ultima década, equivalente a 2011 !», Conta-nos Tiago Lopes, da QUINTA DE GOMARIZ

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ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como foi a campanha deste ano a nível de quantidade e qualidade?

TIAGO LOPES (T.L.) – A campanha de 2015, foi um pouco maior em Quantidade, comparada com a parca produção de 2014.Padeiro_72 (2)

Na vertente Qualitativa, sendo que os nossos parâmetros são sempre elevados, podemos acreditar talvez em uma das  melhores colheitas da ultima década, equivalente a 2011 !

R.E. –  Qual a área de plantação de vinha e a média de produção?

T.L. – A vinha ocupa actualmente uma área de 17 hectares, e com uma produção de aproximadamente 250.000 garrafas.

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R.E. –  O que destacaria nos seus vinhos? e quais as características que o definem?

T.L. – Sem dúvida a Modernidade e Versatilidade ! O destaque irá para a Componente  Aromática, mas também a sua Frescura, Juventude e Mineralidade.

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Quinta de Gomariz

Rua de Sergidos, nº10
4780-620 Sequeirô – Santo Tirso
Tel: (+351) 252 891 144
Fax: (+351) 252 859 607
E-mail: info@quintadegomariz.com
GPS: 41º22’27’’N / 8º27’29’’ O

R.E. –  Lançou ou vai lançar no mercado novo vinho/marca?

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T.L. – Sim, temos novidades dentro em Breve, sempre sob a Marca QUINTA DE GOMARIZ .

R.E. –  O vinho verde, na sua opinião, está a tirar o devido proveito do potencial de mercado?

T.L. – Actualmente o Vinho Verde começa a ocupar o seu devido espaço, como único e capaz de se afirmar por si só, e, fruto do trabalho concentrado de todo o sector, começa a tirar proveito.

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R.E. –  Além dos vários vinhos que produz, que outros serviços disponibiliza a Quinta de Gomariz?

T.L. – A QUINTA DE GOMARIZ, disponibiliza visitas guiadas, com prova dos Vinhos, em que durante o percurso, será feita uma retrospectiva Histórica da Marca e a Génese do Projecto, e uma visão Geral da Produção do Vinho, desde A vinha , passando pelos processos de Vinificação , até ao copo.

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R.E. –  O que representam para o vosso vinho os vários prémios que vão amealhando?

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T.L. – Os prémios, por si só, não acrescentam sempre uma mais valia, mas a sua cadência anual, o seu devido acompanhamento, tanto  nos Media como nos vários Mercados, geram um Histórico de Sucesso, e criam uma Confiança no Consumidor, que se reflecte em Vendas e nos obriga a manter Sempre os Nossos Valores Elevados.

 

 

 

A QUINTA DE SANTIAGO, NA REGIÃO DEMARCADA DO ALVARINHO,  JÁ ESTÃO PRESENTES NO MERCADO DO CANADÁ, ALEMANHA, REINO UNIDO, DINAMARCA, BÉLGICA E SUIÇA

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QUINTA DE SANTIAGO – ALVARINHO CONTATOS | CONTACTS morada | Adress: Quinta de Santiago Rua D. Fernando, 128, Cortes – Monção 4950-542 Mazedo Phone: +351 917557883 E-mail (info.): wine@quintadesantiago.pt GPS: 42.067901,-8.49692

«O rótulo, com a representação do bordado do coração minhoto é uma homenagem à matriarca da família Avó Mariazinha que nos desafiou nesta aventura, às nossas raízes e família. Uma homenagem a todas as mulheres minhotas que trabalham nos campos e símbolo da paixão que temos por este nosso projecto familiar!»,  conta-nos Joana Santiago

PRODUZIDO EXCLUSIVAMENTE DAS UVAS DAS CASTAS TOURIGA NACIONAL, TINTA RORIZ E ALVARINHO NA PROPRIEDADE DA QUINTA DE SANTIAGO, NA SUB-REGIÃO DE MONÇÃO E MELGAÇO, APRESENTAMOS A SUA ÚLTIMA APOSTA – A QUINTA DE SANTIAGO ROSÉ 2015!

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LANÇOU TAMBÉM, NO INÍCIO DESTE ANO, A QUINTA DE SANTIAGO RESERVA 2014, ESTAGIADO EM BARRICAS DE CARVALHO FRANCÊS. NO MÊS DE MAIO, A QUINTA DE SANTIAGO VAI LANÇAR  O ALVARINHO QUINTA DE SANTIAGO, COLHEITA DE 2015

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A Quinta de Santiago é propriedade da família desde 1899. Em 2009, da determinação e paixão por vinhos dos filhos e netos e da então proprietária, a Avó “Mariazinha”, nasceu o projecto Quinta de Santiago “boutique winery”.

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Um projecto familiar, que as 3 gerações da família Santiago, abraçaram, associando a tradição e conhecimentos da geração mais antiga à modernidade e entusiasmo da geração mais jovem na criação de vinhos “Premium” que expressassem as características do terroir e ao mesmo tempo reflectissem a personalidade desta casta autóctone portuguesa fantástica que é o Alvarinho. Apostam por essa razão numa pequena produção de Alvarinho como estado de espirito e ideia de negócio focada na qualidade. Uma filosofia que permite conhecer e controlar apaixonadamente todos os momentos da produção da uva e do vinho, cada videira, cada garrafa, garantindo um produto exclusivo e cuidadosamente criado até ao embalamento.

O rosto deste projecto familiar é jovem produtora Joana Santiago, cuja paixão pelos vinhos e energia para o trabalho lhe foram claramente legadas pela sua Avó, minhota de gema!

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A Quinta de Santiago localiza-se a noroeste de Portugal na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, mais concretamente na sub-região de Monção e Melgaço.

Rica em recursos hidrográficos e protegida por um conjunto de colinas e vales que criam as condições de precipitação, temperatura e horas de sol necessárias à melhor maturação das uvas da casta Alvarinho, permitem que a sub-região apresente alvarinhos DOC de excelência e com qualidades únicas no mundo.

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JOANA SANTIAGO FALA-NOS UM POUCO DESTE SEU SUCESSO, DO VINHO ALVARINHO E DA SITUAÇÃO EM GERAL DO MERCADO:

 

 

R.E. Como foi a última campanha a nível de qualidade e quantidade?JOANA SANTIAGO (J.S.) – 2015 foi um ano seco que deu origem a vinhos de muito boa qualidade. Vinhos com muito boa concentração, mais complexos e com mais estrutura.
       Em termos gerais penso que houve um aumento da produção na ordem dos 10- 15%.

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R.E. – Qual a área de plantação e média de produção num ano considerado normal?

J.S. – Actualmente dispomos de 6,5ha plantados entre os anos de 2005 e 2014 pelo que as nossas vinhas são novas ! No próximo ano plantaremos mais 1ha.
        A amostra que dispomos para uma produção média é ainda muito reduzida pois 2015 será a nossa 4ª colheita, dispomos de vinhas com ciclos vegetativos muito distintos e toda a nossa cuidada viticultura é focada na concentração e não na quantidade produzida de uva, preferindo então, ter como referência média, os dados divulgados pela CVRVV.

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R.E. – Como está o sector do vinho verde a nível nacional e internacional?

J.S. – O sector do vinho verde está em permanente crescimento, actualmente com 80 milhões de L/ano sendo 86% branco 9%tinto e 5% rosado e as exportações em 2015 ascenderam já a 54M€ para 114 países !

R.E.  – Além do vinho, que serviços e outros produtos oferece a Quinta?

J.S. – Dispomos além dos vinhos ainda de um chà e uma Tisana produzidos pela Vietnamita Thuy Tiene e inspirados nas notas de prova do nosso Alvarinho e Winechocolates, chocolates artesanais produzidos em parceria com a empresa cacaodivine, nossos amigos e talentosos sommelier e chocolatier.
A QUINTA oferece ainda programas de visita ao terroir, onde o contacto com a história do produtor e uma visita personalizada à adega e sala de provas são obrigatórios seja para provas simples ou premium dos seus vinhos ! Na Primavera e Verão os visitantes poderão usufruir de uma oferta mais alargada. Um passeio pelas vinhas ( onde é explicado todo o processo de viticultura) e pomares até ao castanheiro,  um simpático piquenique nas vinhas ou um almoço nas vinhas totalmente preparado  com produtos regionais e vinhos da Quinta. Mas mesmo com chuva e frio é possível partir à descoberta da Quinta de Santiago onde os passeios no exterior dão lugar a histórias da família, curiosidades da região e processo de criação e enologia dos vinhos, seja à conversa seja em almoço para um máximo de 15 pessoas, na antiga adega da casa, agora transformada em espaço de lazer para bem receber. 

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R.E. –  Sente que os festivais e feiras de produtos regionais promovidos na região têm sido uma mais valia para a promoção dos vinhos?

J.S. – Os festivais e feiras de produtos regionais da região pela notoriedade que já tem são sem duvida uma mais valia para a promoção dos nossos vinhos e gastronomia enquanto produtos regionais ! É importante valorizar a nossa região e honrá-la com os nossos produtos!  A associação da comida  regional com os nossos produtos é perfeita pelo carácter gastronómico dos nossos vinhos e de facto para uma marca nova no mercado como a nossa a promoção e a prova junto do consumidor é essencial para a divulgação e publicidade!
 Em especial pela proximidade veja-se o número de visitantes de todo o País que todos os anos afluem à Feira do Alvarinho de Monção e a heterogeneidade das faixas etárias ! A quantidade de jovens adultos é incrível  e estes são os consumidores de vinho do futuro, a chamadaGeração Millennial!

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R.E –  Lançou ou vai lançar algum vinho no mercado? em caso afirmativo, qual e como o definiria?

J.S. – Produzido exclusivamente das nossas uvas das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Alvarinho na nossa  propriedade na Sub-Região de Monção e Melgaço, a Quinta de Santiago apresenta em 2016 a sua última aposta, que assim reforça o seu portfólio de vinhos – Quinta de Santiago Rosé 2015!QuintadeSantiago-140416--10.jpg
Um vinho  desenhado para celebrar a Primavera visualmente cativante, apelativo no nariz e com um consumo multifacetado, porque acompanha bem uma recepção, um cocktail, uma conversa entre amigos na esplanada, ou vai bem à mesa com uma grande variedade de pratos.

De leve cor salmão, apelativo e refrescante, este vinho é complexo mas delicado a lembrar framboesa fresca, acompanha a intensidade e estrutura imponente na boca onde o alvarinho marca a elegância e frescura do conjunto.

Foram produzidas cerca de 3000 garrafas deste vinho numa edição muito limitada que recomendamos a par dos nossos já conhecidos Alvarinhos Quinta de Santiago colheita 2015 a ser lançado em Maio de 2016  e Quinta de Santiago Reserva 2014, estagiado em barricas de carvalho francês e lançado em Janeiro de 2016.

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R.E. – O que destacaria nos vossos vinhos em geral e qual o prato da região que melhor combinaria com os vossos vinhos?

 J.S. –  Em especial nos nosso vinhos destacaria a elegância, exuberância, complexidade e persistência dos mesmos, enquanto fiel representação de um alvarinho tradicional focado na expressão mais natural da casta e do terroir de Monção Melgaço, nomeadamente pela sua frescura e mineralidade.

quinta de santiago (21)Sobre as vinhas:

“O terroir desta nossa sub-região, é único no mundo e foi decisivo na aposta no Alvarinho. A associação de um micro-clima marcado pela proximidade do rio, uma excelente exposição, a particularidade do nosso solo franco argiloso com calhau rolado e a existência de água natural para a rega foram fundamentais na decisão de avançar com o projecto naQuinta de Santiago já que a natureza nos presenteou com o melhor e nos permitiu a produção de vinhos tão singulares, elegantes e complexos como os nossos ”.postais_QS.jpg

Os actuais 6,5ha de vinha daQuinta de Santiago ede onde exclusivamente provém as suas uvas, foram plantados entre os anos de 2005 e 2013, em áreas claramente definidas. Os seus terrenos, franco argilosos com seixo rolado, tem uma exposição de nascente sul e situam-se numa encosta suave ( 2- 5%), a uma altitude de 50-100m.

 

 

 

QUINTA DO ERMÍZIO, EM RONFE, GUIMARAES PRODUZ CERCA DE 120 MIL LITROS DE VINHO VERDE, QUANDO EM PLENA PRODUÇÃO

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Morada RUA CIDADE DE GUIMARAES, 872 RONFE 4805-399 RONFE

«A promoção internacional do Vinho Verde tem aumentado as vendas no exterior, mas à custa de preços baixos.  O Vinho Verde é considerado um vinho barato. Falta promover a venda de vinhos com maior valor acrescentado», refere António Monteiro, gerente da Quinta do Ermízio

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A Quinta do Ermízio, propriedade da empresa Almeida Monteiro, Lda., localiza-se em Ronfe, Guimarães, no coração da Região Demarcada dos Vinhos Verdes.

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Contacto Telefone: 253547884 Fax: 244767468 Email: antonioamonteiro@icloud.com

Remonta ao século XII um manuscrito no qual se refere um “Dominus Ermigius” com funções de mordomo na corte de El-Rei Dom Afonso Henriques, em Guimarães. Existem indícios de que tal antropónimo estará na origem da actual denominação da Quinta do Ermízio.

A adega foi construída de raíz em 1984, dispondo de tecnologias modernas, tais como: cubas em aço inox; sistema automático de controlo de temperatura; sistema de CO2 para inertização das cubas; cubas para maceração pelicular; linha automática de engarrafamento com inertização.

O VINHA DA BOUÇA, Alvarinho, ganhou medalha de ouro no concurso internacional “Alvarinhos al Mundo”, com as colheitas 2011 e 2013.

António Monteiro fala-nos um pouco da Quinta, dos seus vinhos e do mercado em geral:

ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Qual a área de superfície plantada e qual a vossa média de produção?
ANTÓNIO MONTEIRO A.M –  Temos no total 15 ha.  Parte das vinhas estão presentemente em renovação. Quando em plena produção produzimos 100 a 120000 litros de vinho.Nova imagem2
R.E. –  Como foi a campanha deste ano a nível de quantidade e qualidade?
A.M. – As uvas vindimadas antes da chuva, que foi a maioria, são de muito boa qualidade, com acidez elevada e bons aromas.  As uvas vindimadas depois da chuva são de qualidade normal.
R.E. –  Como está o mercado?
A.M – O mercado interno está muito mal. É difícil vender e muito mais difícil ainda receber os pagamentos.  O mercado externo está bem melhor.

R.E. –  O Vinho verde tem sido, na sua opinião, bem promovido juntos dos mercados? o que se podia melhorar?

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A.M – A promoção internacional do Vinho Verde tem aumentado as vendas no exterior, mas à custa de preços baixos.  O Vinho Verde é considerado um vinho barato. Falta promover a venda de vinhos com maior valor acrescentado.Nova imagem5
R.E. – O que destacaria nos seus vinhos?
A.M.  –  Salientaria a qualidade da boca.  São vinhos pouco aromáticos e longos na boca, que evoluem muito bem na garrafa.  São normalmente melhores no segundo ano.

A QUINTA DO OUTEIRO BAIRROS, COM CERCA DE 300 ANOS,  É A MAIOR QUINTA DA SUB-REGIÃO PAIVA NA PRODUÇÃO DE VINHOS. HÁ POUCO TEMPO ATRÁS, FOI ALVO DE UMA REMODELAÇÃO, QUE DOTU A QUINTA COM INTALAÇÕES MODERNAS

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ALÉM DO VINHÃO CLÁSSICO, MUITO FAMOSOS NA REGIÃO, PELA SUA TRADIÇÃO E QUALIDADE,  A QUINTA DO OUTEIRO BAIRROSLANÇOU ESTE MÊS BAIRROS DE PAIVA, UMA NOVIDADE  A NÍVEL MUNDIAL
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Roteiroseventos, numa breve conversa com Henrique Rodrigues, enólogo e responsável pela QUINTA DO OUTEIRO BAIRROS, deixa aqui mais alguns pormenores do excelente vinho que a Quinta produz:img9
 WWW.QUINTADOOUTEIROBAIRROS.PT

GERAL@QUINTADOOUTEIROBAIRROS.PT

+351919950998

ROTEIROSEVENTOS  R.E. –  Como foi a campanha deste ano a nível de quantidade e qualidade?DSCN3282

HENRIQUE RODRIGUES H.R. – Em relação à quantidade, houve um aumento de 20% ao nível das uvas brancas e um decréscimo de cerca de 30% nas uvas tintas. Ao nível da qualidade é um ótimo ano, vinhos muito equilibrados e com um excelente potencial a nível qualitativo.img20

R.E. –  Qual a área de plantação de vinha e a média de produção?

H.R. – A área de produção cifra-se nos 13 hectares, sendo 40% de uvas brancas e 60% de uvas tintas. A produção média por hectare ronda as 4 toneladas. Neste momento estamos a plantar mais dois hectares de vinha.img24

R.E. –  O que destacaria nos seus vinhos e quais as características que o definem?

H.R. – São vinhos únicos, os brancos e rosés,  aromáticos e secos com um ótimo equilíbrio. Em relação aos vinhos tintos além do Vinhão Clássico, que é uma referência na região, lançamos este mês uma nova marca Bairros de Paiva sendo uma novidade a nível mundial.

Bairros porque é considerada a melhor Freguesia para a produção de vinho na sub região de Paiva e também o facto de lá estar inserida a Quinta do Outeiro.

O vinho é um reserva monovarietal da casta Vinhão do ano de 2013. Com o lançamento deste vinho, pretendemos lançar um Verde Tinto com características únicas. O facto de ter passado por cascos de madeira e a diminuição da acidez permite tornar este vinho muito mais comerciável e ir de encontro com os grandes vinhos do mundo. Penso ser um caminho a seguir para o futuro nos Verdes Tintos exportáveis.

R.E –  Há quantos anos existe a Quinta do Outeiro Bairros e que outros serviços dispõe a Quinta para os seus clientes?

H.R. – A Quinta do Outeiro tem cerca de 300 anos e foi remodelada há cerca de 8 anos, tendo sido plantada nova vinha e construída uma nova adega. A casa principal foi toda reconstruida.img21

Neste momento a Quinta oferece visitas e provas por marcação.

R.E. –  O vinho verde, na sua opinião, está a tirar o devido proveito do potencial de mercado?

H.R. – A Comissão dos Vinhos Verdes está a fazer um ótimo trabalho na divulgação além fronteiras do Vinho Verde. Prova disso é o facto de cerca de 50% dos vinhos exportados a nível nacional serem Verdes, este ano pela primeira vez o preço por litro do vinho Verde ultrapassou o preço por litro do Alentejo o que demonstra o crescimento e a procura além fronteiras. O aumento das exportações do vinho Verde tem vindo a aumentar consecutivamente nos últimos anos o que demonstra a dinâmica do sector.

O potencial do mercado é grande e o caminho a seguir serão os novos tipos de vinho com preços mais elevados, e que permitam á região uma maior visibilidade a nível internacional sobretudo nos média especializados. O aumento do valor acrescentado vai ser uma realidade nos próximos anos, e sobretudo devido a capacidade produtiva estar estabilizada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A NOSSA ESCOLHA NOS VINHOS DE TRÁS OS MONTES:

 

 

 

Eis os que se faz de bom com uvas de Trás os Montes! Seja bem-vindo a esta aventura de conhecermos estas Quintas no cantinho de Portugal, que tanto nos orgulha!SDC14101

Situada a Norte de Portugal a Região de Trás-os-Montes revela-se por entre montes e pronunciados vales numa grande área de extensão. Esta é uma Região única com características especiais. Em toda a região o cenário muda rapidamente, entre exuberantes vales verdejantes, ou colinas antigas cobertas por uma colcha de retalhos de bosques, ou olivais verde-cinza, extensas vinhas verdes brilhantes, ou amendoeiras floridas e outras árvores de fruto.IMG_9488

O cultivo da vinha e a produção de vinho na Região de Trás-os-Montes tem origem secular, estando esta intrinsecamente marcada nas suas rochas, uma vez que por toda a região existem vários lagares cavados na rocha de origem Romana e Pré-Romana. A existência de vinhas velhas com castas centenárias marca também de uma forma muito peculiar a qualidade reconhecida dos vinhos desta região.1796476_685455744845298_488805385_n

Apesar das características muito próprias, na região de Trás-os-Montes verifica-se a existência de vários microclimas, que aliados às diferenças existentes na constituição dos solos, normalmente graníticos com manchas de xisto, bem como á maior adaptabilidade de determinadas castas, permitem obter vinhos muito diferenciados. Tais diferenças permitiram definir três sub-regiões para a produção de vinhos de qualidade com direito a DO Trás-os-Montes.

 

 

QUINTA das CORRICAS ENTRE OS MELHORES VINHOS DE PORTUGAL


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Quinta das Corricas – Os vinhos de Trás os Montes recomendam-se e estão na moda, diz – nos Telmo Moreira, produtor e sócio gerente da Quinta das Corricas, em Valpaços.

ROTEIROSEVENTOS R.E. – Em que patamar do cenário de regiões produtores de vinho, colocaria os vinhos de Trás os Montes?

TELMO MOREIRA T.M. – Para falar em patamar dos vinhos Transmontanos é necessário recorrer a sua história, origens e tradições. Sendo uma pequena região geográfica é, contudo, muito antiga a sua tradição e pergaminhos. Valpaços e a sua região têm um elevado número de lagares escavados nas rochas, o que significa ter origem no período pré-romano.  É bom saber que esta região é das mais antigas do mundo e espelha o que de melhor se pode produzir em termos de qualidade. Autonomizou-se do Douro após a filoxera e, hoje,  é uma promissora região cuja CVRTM  tem sede em Valpaços, cidade ícone dos nossos vinhos. Por isso, costumo dizer que após este longo historial, os vinhos de Trás os Montes recomendam-se e “ estão na moda “ .369473f3-0fc2-4eed-b566-b112285cb3c5-large

R.E. – Concorda com o chavão normalmente muito citado em que os vinhos de Trás os Montes  fazem lembrar aquela célebre história do Rio Douro, que acordou tarde, face aos vinhos consagrados do Alentejo , Dão  e Douro?

T.M. – Pela história breve e muito sucinta que acima tracei, só posso concordar com a última parte da sua questão. Nisto difere da lenda que refere. Com efeito, Trás os Montes, enquanto região produtora de vinhos acordou muito mais cedo do que todas as outras. Os Romanos  produziram e levaram daqui vinho para Roma. Era o chamado vinho “ PASSUM ”….   Estes vinhos eram assim conhecidos por serem os  mais fortes e encorpados, ou seja, os  melhor classificados por aquelas gentes. Daí a própria origem “ Vale de Passum ”  mais tarde Valpaços. Depois da doença que infestou e dizimou nos finais do século dezanove as vinhas, aconteceu o imprevisto: A região pareceu parar no tempo…. Adormeceu , é, certo.  Porém, atualmente, e, por iniciativa dos produtores,  dispararam os índices de qualidade dos nossos vinhos. Recebemos todos os dias louvores, prémios e encomendas do estrangeiro e de Portugal. Queremos ser levados a sério e gostaríamos que as entidades responsáveis olhassem para o sector com mais “ garra “ e sem confundirem fileiras. Ao vinho o que é do vinho.

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R.E. – Os vossos vinhos tem ganho alguns prémios reconhecidos. O que representam para si? É o resultado  e reconhecimento do esforço que a Quinta das Corricas tem levado a cabo?

T.M. –  A Quinta das Corriças, da qual sou gerente,  optou pelo segmento da qualidade. Construiu uma adega de última geração. Reconverteu as vinhas e conservou e manteve as velhas e seculares castas que dão identidade a Região, como por exemplo os bastardos, a tinta amarela as turigas etc… Os resultados não se fizeram esperar; Ganhou o concurso de vinhos espirituosos de Arribe del Duero em Espanha e obteve a melhor classificação com a medalha de ouro prestígio. No mesmo concurso foi-lhe atribuído um dos melhores prémios que se podem conquistar. Refiro-me ao primeiro lugar, prémio distinção atribuído pela Federation Internacional dos Periodistas e Escritores del Vino. Obteve três medalhas no concurso Germany Wine Troffy e ganhou a Tambuladeira de Bronze dos Escanções de Portugal. Arrecadou uma medalha de Prata Nacional, e, desde 2009 detém a medalha ouro prestigio de Trás os Montes, isto é, desde aquela data que o seu vinho tinto reserva 2011 é considerado o melhor vinho de Trás os Montes. Passe a imodéstia é um orgulho muito elevado para esta empresa conseguir este conjunto de prémios e distinções, só possíveis com muito trabalho e dedicação de todos os envolvidos, desde o enólogo ao pessoal de campo e da comercialização. Para eles dedico estes títulos. Infelizmente, até agora, não temos sentido o apoio das Instituições que deveriam ter um papel mais ativo, essencialmente, para os vinhos desta região que se pretendem distinguir pela qualidade.11101407_682472705195883_5526469298333408368_n

R.E. – Consegue me fazer já uma perspectiva da  campanha de vindimas este ano?

T.M. – Penso que a campanha deste será inferior em termos de quantidade. Considerando que a quantidade não é sinónimo de qualidade, julgo que este ano a qualidade das uvas é melhor.

R.E. – A quinta das Corricas vai lançar novo vinho ou nova marca no mercado?

T.M – Sim Estamos a lançar o nosso Branco 2014 que já ganhou uma medalha de Prata em Espanha no concurso Arribe del Duero 2015.  É fantástico e tem merecido os melhores elogios dos distribuidores e mercado em geral. Tem uma magnífica relação preço/qualidade. Vamos também sair brevemente com o reserva tinto 2013 que se espera “ uma bomba “! Como vê é com este carinho e determinação que encaramos o futuro dos nossos vinhos e da nossa maravilhosa região de Trás os Montes.

 

 

 

QUINTA DE ARCOSSÓ, O VINHO OBRIGATÓRIO REFERIR, QUANDO FALAMOS DE TRÁS OS MONTES

Quinta de Arcossó Lugar do Penedo do Lobo, nº 9, 5425 - 023 Arcossó
Quinta de Arcossó
Lugar do Penedo do Lobo, nº 9, 5425 – 023 Arcossó

«Em cada garrafa de Quinta de Arcossó descobrem-se complexos e intensos aromas rematados por densos e prolongados fins-de-boca»

Quinta de Arcossó Telem.: 965393914 quintadearcosso@sapo.pt
Quinta de Arcossó Telem.: 965393914
quintadearcosso@sapo.pt
Quinta de Arcossó Telem.: 965393914 quintadearcosso@sapo.pt
Quinta de Arcossó Telem.: 965393914
quintadearcosso@sapo.pt
Na ribeira de Oura entre Vidago e Chaves, Norte de Portugal, encontramos um lugar único para a produção de vinhos de excelência, a Quinta de Arcossó.
Situada numa região com fortes tradições vitícolas que remontam à ocupação pré-romana, as suas vinhas estão situadas em encostas com forte exposição solar e com 400 metros de altitude e declives de cerca de 20%. No seu solo granítico desenvolvem-se castas cuidadosamente seleccionadas e que melhor se adaptam à Região de Trás Os Montes.3 
A Quinta do Arcossódesponta como um produtor da região, a ter em conta.
Apenas em 2005, o proprietário Amilcar Salgado decidiu investir na paixão pela feitura de vinhos. Para isso recorreu à enologia de Francisco Montenegro (Quinta Nova, Aneto, Bétula) e os resultados estão à vista.images
A Quinta do Arcossó possui 12 hectares de vinha, situados em Ribeira de Oura, uma zona com um micro-clima muito especial, situada algures entre Chaves e Vidago  (Lugar do Penedo do Lobo).

VINHOS E FRUTAS DE MANUEL ACÁCIO ANDRADE, EM SÃO PEDRO VELHO, CONCELHO DE MIRANDELA PRODUZ VINHOS PREMIADOS

EM SÃO PEDRO VELHO, MIRANDELA, MANUEL ACÁCIO PRODUZ UM VINHO COM QUALIDADE, ONDE O SABOR A FRUTOS VERMELHOS E AROMAS MUITO AGRADÁVEIS SÃO CARACTERÍSTICAS DESTE VINHO JÁ PREMIADO EM VÁRIOS CONCURSOS

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VINHOS E FRUTAS MANUEL ACÁCIO ANDRADE CONTACTOS: Morada: Rua do Calvário, N.º15, 5385-056 São Pedro Velho Serviços prestados: Produção e Comercialização de Vinhos DOC Trás-os-Montes e Regional Transmontano Telemóvel/Telefone: 938586014 Email: manuelacacioandrade@hotmail.com
Com uma área de 7 héctares de vinha plantadas na região de São Pedro Velho, Manuel Acácio produz um vinho encorporado de rubi, onde se destacam, o sabor a frutos vermelhos com aromas de qualidade.
Refira-se que a freguesia de São Pedro  Velho, pelas suas características do solo, produz excelentes vinhos e frutos, de onde se destacam os morangos.
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O vinho e o morango, pela sua qualidade, deram origem a uma aposta ganha há já alguns anos, o que levou a Junta de Freguesia, com o apoio do município de Mirandela, a promover anualmente, em maio, a Feira do Vinho e do Morango, que já vai parava sua oitava edição.
VINHAS ANDRADE, DO PRODUTOR MANUEL ACÁCIO ANDRADE, PELA SUA QUALIDADE CONQUISTARAM VÁRIOS PRÉMIOSOS, QUE NO CONCURSO DE VINHOS NA FEIRA DO VINHO E DO MORANGO, QUER NO CONCURSO DOS VINHOS DE TRÁS OS MONTES
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OS VINHOS DE SÃO PEDRO VELHO

A cultura da vinha na região de Trás-os-Montes remonta ao tempo dos romanos.

Os solos, de feição planáltica, são formados predominantemente por xistos pré-câmbricos e arcaicos, com algumas manchas graníticas e, numa pequena área, manchas calcárias, de gneisses e aluvião.

As condições edafo-climáticas da região favorecem a produção de vinhos de elevada qualidade, salientando-se os VQPRD provenientes de Chaves, do Planalto Mirandês e de Valpaços.

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Dada a importância que têm vindo a assumir os vinhos provenientes desta grande região vitivinícola, quer do ponto de vista tecnológico, quer a nível económico, foi reconhecida em 9 de Novembro de 2006 a Denominação de Origem Trás-os-Montes, bem como as suas sub-regiões “Chaves”, Planalto Mirandês” e Valpaços”, alargando-se esta designação a uma maior variedade de vinhos e outros produtos do sector vitivinícola, designadamente a vinhos espumante e vinho licoroso, bem como a aguardentes bagaceira e de vinho ali produzidos.20160423_133858.jpg

ALÉM DOS VINHOS, MANUEL ACÁCIO É TAMBÉM UM PRODUTOR DE FRUTOS BASTANTE CONHECIDO NA SUA REGIÃO, PELA QUALIDADE QUE OS SEUS PRODUTOS APRESENTAM E PELA SATISFAÇÃO CONQUISTADA AOS SEUS CLIENTES.

VINHOS ERBON E ENOTURISMO NA CASA GRANDE DO SEIXO

JOSÉ NOBRE JUNTA A VITICULTURA COM ENOTURISMO

Quinta da Casa Grande do Seixo Seixo 5425-102 Loivos Email: geral@casagrandedoseixo.pt Site: www.casagrandedoseixo.pt
Quinta da Casa Grande do Seixo
Seixo
5425-102 Loivos
Email: geral@casagrandedoseixo.pt
Site: http://www.casagrandedoseixo.pt

«O enoturismo é uma óptima combinação para mostrar a nossa região,  associando o vinho à gastronomia e ao lazer. O facto da casa ter uma adega com lagar e prensa do século XVIII ainda em funcionamento, dá valor acrescentado ao vinho aqui produzido, proporcionando aos turistas nacionais e estrangeiros, ,  ver como se fazia o vinho séculos atrás com um processo que ainda hoje é utilizado, o que é coisa única nas suas vidas», conta-nos José Nobre. 

Tel: (+351) 967 552 306 Tel: (+351) 939 858 482 Tel: (+351) 276 341 106
Tel: (+351) 967 552 306
Tel: (+351) 939 858 482
Tel: (+351) 276 341 106
Além de produzir cerca de 12 mil litros de vinho com o seu Rotulo Erbon, José Nobre aproveitou uma casa familiar do séc. XVIII com bastante interesse arquitetónico e transformou-a em turismo rural, proporcionando aos turistas um espaço onde podem usufruir do conforto e saborear a  rica gastronomia da região regada com o néctar que a própria quinta produz.
Aqui fica o convite aos nossos leitores
ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como foi a campanha deste ano a nível de qualidade e quantidade?
JOSÉ NOBRE  J.N. –   A campanha de 2015 foi boa no que concerne à quantidade e excepcional em termos de qualidade.  Consegui-se aproveitar a chuva e o sol para o equilíbrio da acidez e açúcar das uvas. FullSizeRender-1
R.E.  Qual a área de plantação e a média de produção?
J.N. – Aproximadamente 3 ha, produzindo em ano normal (sem geadas), à volta de 15.000 kg de uvas, a que corresponde 10.000-12.000 litros de vinho.
R.E. –  Como estão os vinhos de Trás os Montes a nível de mercado?
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J.N. – Atendendo a que esta região de Trás-Os-Montes não está classificada como região demarcada, os seus vinhos, pese embora alguns com muita qualidade, tem enorme dificuldade em se afirmar no mercado, precisamente por não serem produzidos numa região demarcada e pouco conhecidos. A falta de divulgação por parte das diversas entidades,  locais e nacionais, não beneficiam o sector.
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R.E. – Como surgiu a ideia de criar o turismo rural associado ao vinho? Acha que o enoturismo é uma forma de promover os próprios vinhos?
J.N. – O objectivo foi recuperar uma casa familiar do século XVIII, em avançado estado de degradação, mas classificada como de interesse arquitectónico, histórico e cultural, de forma a lhe dar nova vida impedindo este bonito espaço de entrar em ruínas. 
A plantação da vinha foi feita para utilizar o solo que estava livre e onde há décadas atrás já existiu produção de uvas e vinho. essas propriedades e respectivas vinhas foram sendo abandonadas a partir da década de sessenta do século passado. 
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R.E. –  Para quando está prevista a abertura da sala de provas?
J.N.  – Se tudo correr bem e o projecto for aprovado, durante o próximo ano, antes da época de verão.  

R.E. –  Qual a capacidade de lotação da casa?

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QUARTO VISTA JARDIM
J.N. –  A casa tem 7 amplos quartos, sendo 2 suites. 
R.E. –  De que podem usufruir os hóspedes / turistas que procuram esses locais recatados e magníficos para descanso?
J.N. –  A casa tem cozinha, restaurante (refeições a pedido), biblioteca, capela para retiro espiritual ou simplesmente para meditação, amplo espaço de estacionamento, adega, prova de vinhos, licores e compotas feitos com produtos produzidos na quinta, piscina, enorme espaço verde à volta da casa e duas serras e ribeira que delimitam o vale onde está localizada a propriedade.

OS VINHOS DO DOURO

 

 

A abundância de castas no Douro é notável, e algumas das videiras mais antigas permitem produzir vinhos com uma estrutura e complexidade únicas. As principais castas usadas na região do Douro incluem a Touriga Franca, a Touriga Nacional, a Tinta Barroca, a Tinto Cão e a Tinta Roriz. Além do vinho do Porto, os vinhedos do Douro produzem também deliciosos vinhos de qualidade brancos e tintos.imagem_05

Durante a visita à região do Douro poderá apreciar o processo de produção do vinho do Porto numa das numerosas quintas abertas ao público ou fazer um passeio de comboio ou barco ao longo do rio para contemplar as magníficas paisagens.

 

 

QUINTA DA SEARA D’ORDENS, EM PESO DA RÉGUA PRODUZ CERCA DE 300 MIL GARAFAS DE VINHO DE DOURO E  PORTO, LANÇOU PELA PRIMEIRA VEZ A EDIÇÃO VINDIMAS, COM 1212 GARRAFAS

 Contactos Sociedade Agricola Quinta Seara d'Ordens, Lda Morada: Quinta Seara d'Ordens 5050-341 Poiares PRG Telefone: 254 906 415 || Fax: 254 906 202 E-Mail: geral@searadordens.com
Contactos
Sociedade Agricola Quinta Seara d’Ordens, Lda
Morada: Quinta Seara d’Ordens
5050-341 Poiares PRG
Telefone: 254 906 415 || Fax: 254 906 202
E-Mail: geral@searadordens.com

Estávamos nos finais do século XVIII, quando a família Leite adquiriu uma grande extensão de terreno num sítio perto da Seara de Poiares. O seu proprietário, fascinado com a beleza do sitio e com a sua excelente localização, prontamente investiu nos acessos à propriedade e na plantação de vinha, oliveiras e amendoeiras.quintasaeradordens_presentation

Anos mais tarde, o seu filho, apesar de ser militar de carreira, nunca deixou de se preocupar com a propriedade e a sua evolução. Entretanto chegou a comandante do quartel de Lamego, mas mesmo assim passava muito tempo na sua propriedade da Seara. Durante a sua ausência do quartel eram enviados soldados à Seara receber ordens do comandante. Os populares, admirados pela passagem dos soldados a cavalo, perguntavam:

-Para onde vão?
A que os soldados respondiam:
-Vamos à Quinta da Seara receber ordens do comandante…
E então, a partir dessa altura, o sítio passou a chamar-se

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Irão aparecer vinhos de grande nível da colheita 2015, afirma José Moreira, da Quinta Seara d’Ordens

ROTEIROEVENTO R.E. – Como foi a campanha deste ano, anível de quantidade e qualidade?

 

JOSÉ MOREIRA J.M. – Podemos considerar um ano excelente em termos de qualidade e quantidade, irão aparecer vinhos de grande nível da colheita 2015.p_-1

 

R.E. – Qual a área plantada e a média de produção anual?

 

J.M. – Temos uma área de vinha de 60ha, estamos a produzir cerca de 300.000grfs de Douro e Porto.

R.E.  – Lançou ou vai lançar novo vinho no mercado?

 

J.M. – Além das novas colheitas do Reserva Vinhas Velhas 2012 e do TalentVs grande Escolha 2012, lançamos pela primeira vez a Edição VINDIMAS com o 20ª Vindima 2012, uma edição limitada a 1.212 garafas.Seara_Wineenthsiast

 

R.E. – Como analisa o mercado? A marca «Douro» é uma mais valia para a ajuda no escoamento?

J.M. – Estamos a passar por uma fase boa, onde os vinhos Portugueses se impõem e projetam cada vez mais nos mercados Internacionais e claro o Douro lidera em termos de prestígio/qualidade o que está a ser muito importante para todos os vinhos Portugueses.Quinta-Seara-D-Ordens-Reserva-1-5L_garrafa

 

R.E. –  Quais os mercados que atinge com a produção de vinho do Porto?

 

J.M. – Estamos presentes em cerca de 20 Países (nichos de Mercado), para dar um exemplo só em França temos 6 pequenos representantes em regiões diferentes.

 

 

 

QUINTA DO SILVAL, NO VALE DO PINHÃO, EM VALE DE MENDIZ, TEM 30 HÉCTARES DE VINHA E LANÇOU O SEU PRIMEIRO VINHO DO PORTO  –  TORQUATO DE MAGALHÃES –  EM 1870. ALÉM DO FAMOSO DORNA VELHA NOS DOC DOURO  E DOS AFAMADOS VINTAGE, NOS VINHOS DO PORTO, A QUINTA OFERECE UM TURISMO RURAL DE EXCELÊNCIA

 

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Hotel / Reservas / Vinhos Quinta do Silval 5085-104 Vale de Mendiz Tel. (+351) 254 730 060 Tlm. (+351) 926 604 734 / 967 450 621 reservas@quintadosilval.pt

A nossa marca principal, Dorna Velha, uma das primeiras marcas de vinho DOC do Douro, terá uma nova imagem, mais atual e sofisticada, traduzindo a qualidade do nosso vinho. No final de 2016 temos planeado o lançamento de uma nova marca produzida apenas com vinhos excecionais, afirma Luís Ribeiro, responsável comercial da QUINTA DO SILVAL

 

 

ROTEIROSEVENTOS –  Há quantos anos existe a Quinta do Silval e que serviços oferece aos seus clientes, além dos vinhos que produz?

 

LUIS RIBEIRO  L.R. – A Quinta do Silval tem as suas propriedades no Vale do Rio Pinhão, no coração da Região Demarcada do Douro, onde se produz o afamado Vinho do Porto. 

Tem cerca de 30 hectares de vinha e está situada na freguesia de Vale de Mendiz, no Vale do Rio Pinhão e no Roncão, a 6 Km da Vila do Pinhão.

Todos os quartos estão equipados com ar condicionado, televisão e acesso Wi-Fi gratuito.

Dispõe de um conjunto de infraestruturas, como piscina, programas de passeios pedestres, de bicicleta, de barco e de jipe, piqueniques campestres, as aulas de cozinha tradicional, provas de vinhos e tapas e os cursos de iniciação à prova. Possui ainda estacionamento privado gratuito.

 

A Quinta do Silval tem uma longa história, que data desde os meados do século XIX. A Quinta do Silval lançou em 1870 o seu primeiro vinho do Porto com marca própria – Torquato de Magalhães. No final do século XX, em 1985, o patriarca da família Magalhães – Carlos Magalhães decidiu reavivar a produção do seu singular vinho do Porto e iniciar a produção de vinhos DOC Douro.

 

 

R.E.-  Como foi a campanha deste ano a nível de qualidade e quantidade?

 

L.R. – Em termos de qualidade será um ano excepcional, talvez um dos melhores da década. Em quantidade tivemos um ligeiro crescimento em consonância com a região, apesar do nosso foco estar centrado na qualidade.

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R.E. – O que destacaria nos vossos vinhos?

 

 L.R.  – A Quinta do Silval está localizada em Vale de Mendiz e toda a nossa área de vinha é classificada com letra A, o terroir aliado a castas nobres da região do Douro, faz com que os nossos vinhos sejam verdadeiros vinhos do Douro, muito elegantes, frutados e com um potencial de envelhecimento único.

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R.E. – : Lançou ou vai lançar algum vinho/marca nova no mercado?

 

 

L.R. – A nossa marca principal, Dorna Velha, uma das primeiras marcas de vinho DOC do Douro, terá uma nova imagem, mais atual e sofisticada, traduzindo a qualidade do nosso vinho. No final de 2016 temos planeado o lançamento de uma nova marca produzida apenas com vinhos excecionais.

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R.E. –  A Marca « Douro» é uma mais valia para garantir o escoamento?

 

L.R. – A marca “Douro” é sem dúvida uma mais-valia em termos comerciais, para além de ser a região demarcada mais antiga do mundo, o vinho do Porto é um património reconhecido mundialmente.

 

 

R.E. –  Em relação ao Vinho do Porto, como analisa o mercado? e o que destacaria nos vossos vinhos do Porto?

 

L.R. – No vinho do Porto apenas produzimos as categorias especiais (LBV, Vintage), que naturalmente são produtos de nicho. É um mercado estável, no entanto há alguns países que estão com crescimentos muito grandes no consumo de vinho do Porto.

Devido ao nosso terroir os nossos vinhos do Porto são vinhos muito concentrados e aromáticos, e por isso podem ser guardados por longos anos.reserva (2)

 

 

 

R.E. –  O que significam para a Quinta do Silval os prémios que vão amealhando?

L.R. – Não nos guiamos pelos prémios mas, naturalmente que são o reconhecimento do trabalho que tem sido feito, confirmando que estamos no bom caminho.

Alguns mercados internacionais são bastante sensíveis a prémios e em termos comerciais é importante esse reconhecimento.

 

 

 

CASA DOS LAGARES – FRAGULHO ENGARRAFOU NO PASSADO MÊS DE AGOSTO DOIS TINTOS – UMA COLHEITA E UM RESERVA DOC –  EM DEZEMBRO ENGARRAFARÃO UM BRANCO 2015, UM PORTO TAWNY 20 ANOS E UM RESERVA MOSCATEL DE 2010.FRAG PORTORAÍZES QUE DÃO FRUTOS

NO FUTURO, A CASA DA QUINTA, SENDO A CASA MÃE DO CONJUNTO PATRIMONIAL, PODERÁ PASSAR, FUTURAMENTE PELA CONSTRUÇÃO DE UM HOTEL RURAL

CASA COM NEVE

A CASA DOS LAGARES,  com armazém e lagares de vinho, foi construída em 1923 com a finalidade de ser casa de habitação. Nos anos noventa, com a necessidade de se retomar o fabrico de vinho, restauraram-se os imóveis e voltaram-se a utilizar os tradicionais lagares, tendo sido desenvolvido um robô de pisa mecânico.AS VINHAS

Em 2003 foi aqui fundada a Colecção Visitável da Casa dos Lagares. Esta Colecção caracteriza-se por um espaço onde se reúne um espólio de instrumentos, utensílios e documentos que ilustram um percurso de varias gerações de uma família do Douro, na actividade vitivinícola.

A Casa dos Lagares caracteriza-se por uma empresa familiar que há várias gerações está ligada ao vinho e à vinha. Esteve sempre situada em Cheires, na Região do Douro, onde tudo isto representa um forte determinismo histórico e cultural.

FRAGULHO
Casa dos Lagares, Soc. Agrícola e Comercial, Lda. , Casa da Quinta, Cheires, 5070 -342 Sanfins do Douro

Aqui foi fundado, no séc. XVII, um morgadio, sendo edificada uma casa (com um torreão, ainda existente), uma capela (datada de 1659) e outras construções que fundam uma exploração agrícola e terão dado origem à actual povoação de Cheires. É o ponto de partida nesta história.

 O crescimento das exportações de vinho do Porto origina o alargamento progressivo da área de vinha na Região do Douro e a sua demarcação. As culturas iniciais são substituídas pela vinha e pelo azeite, que se tornam a principal actividade da quinta, dando origem a novas estruturas como lagares de vinho e de azeite.

 

ROTEIROSEVENTOS R.E  –  Como foi a campanha deste ano a nível de qualidade e quantidade?
JOSÉ MORAIS J.M.  -A campanha deste ano para nós foi de quantidade moderada mas suficiente, resultando sempre vinhos bastante completos e equilibrados. Julgamos que se tratará de uma boa qualidade a desta vindima.
R.E. –  Qual a área plantada e média de produção anual?
J.M. -A área plantada é de 17ha, dos quais 7 estão em fase de prévia de serem reconvertidos, por isso pouco produtivos.
Aproxima-se a produção de 65000 litros de vinhos tinto e branco DOC e Vinho do Porto.
R.E. – Lançou ou vai lançar novo vinho no mercado?FRAGULHO1
J.M. -Em Agosto engarrafamos dois tintos, um colheita e um reserva DOC ambos de 2012.
Em Dezembro engarrafaremos um branco 2015, um Porto tawny 20 anos e um Reserva moscatel de 2010.
R.E. –  Como está o mercado? A marca Douro é uma mais valia para o produtor escoar?
J.M. – O mercado parece saturado de marcas e escasso em clientes.
A idoneidade e o trabalho dos produtores do Douro tem sido o mais importante, a marca Douro está a ajudar muito.ROSÉ
R.E. –  Quais os mercados internacionais que o vosso Vinho  já atinge  a exportação é uma das formas mais eficientes para garantir o escoamento?
J.M. -Pouco conseguimos no estrangeiro.
COlocamos um pouco de vinho na Bélgica, Luxemburgo e França.
CASA AGRÍCOLA HORTA OSÓRIO LANÇOU NO FINAL DE NOVEMBRO O H.O.  – GRANDE ESCOLHA TINTO 2012, ELEITO O MELHOR TINTO NO EVENTO «ENCONTRO COM O VINHO».
H.O.-Grande Escolha 2012
Casa Agricola Horta Osório, S.A. Quinta do Pontão – Cumieira 5030 – 046 Santa Marta de Penaguião Telemóvel: (+351) 91 3404 028

Os vinhos “H.O. – Horta Osório Wines” provêm exclusivamente de uvas produzidas nas próprias quintas da Casa Agrícola Horta Osório onde, além de “vinhas velhas”, “novas vinhas” foram plantadas com as melhores castas tradicionais do Douro, em “terroirs” únicos.hortaosoriocasaacores

As uvas são colhidas no momento em que apresentam uma perfeita maturação fenólica, o que ocorre normalmente na 4ª semana de Setembro. Toda a vindima é feita manualmente o que possibilita uma escolha e selecção apurada. O transporte das uvas da vinha para a Adega, é feito em pequenos contentores de 20 Kg. Todo o processo de vinificação é acompanhado, mantendo a fermentação com temperatura controlada, para garantir a elevada qualidade dos vinhos.P1020361

Para a produção de vinhos brancos as uvas são mantidas antes do esmagamento, em câmara frigorífica.

À  conversa com João Azevedo Mendes, Assessor do Conselho de Administração, permite-nos conhecer um pouco mais destes aut~enticos néctares que a quinta produz:

78 Medalhas 2015_1_PT

 

ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como foi a campanha desta ano a nível de quantidade e qualidade?

 

JOÃO AZEVEDO MENDES J.A.M. – A campanha de 2015 relativamente à venda de vinhos do ano passado, registará uma subida nas vendas a rondar os 65 a 70% relativamente ao ano anterior.

H.O._Moscatel Galego Branco 2014
Escritórios em Lisboa: H.O. – Horta Osório Wines Avenida Duque de Loulé, 110 1050-093 Lisboa – Portugal Telef.: (+351) 21 371 5870 – Fax: (+351) 21 385 7805 e-mail: geral@hortaosoriowines.pt

No que à vindima diz respeito, prevemos que os vinhos da colheita de 2015, se revelem com qualidade acima da média, aumentando também a quantidade.H.O.-Rosé 2014

 

 

R.E. – : Qual a área de plantação de vinha, bem como o média de produção?

 

J.A.M . – A área total de vinha são 45hectares, sendo parte da uva vendida para beneficio (+/-30%).P1020342

 

R.E –  Quais as características que destacaria nos vossos vinhos?

 

J.A.M.  –  Tratam-se de Características únicas de vinhos produzidos com paixão em condições de excelência.H.O.-Touriga Nacional tinto 2012

 

R.E. –  Lançou ou vai lançar algum vinho novo no mercado?

 

J.A.M.  – Lançámos no final de Novembro, o H.O.-Grande Escolha tinto 2012, eleito no Encontro com o Vinho, o melhor vinho tinto do evento.H.O.-Grande Escolha 2012

 

 

R.E. –  A Marca «Douro» é uma mais valia para a promoção dos vossos vinhos?

 

J.A.M.  – Sem dúvida!

 

 

 

 

 

VINHOS CONCEITO, DO VALE DA TEJA PARA O MUNDO!

Conceito RED Wine 2011 South Africa

VINHOS CONCEITO VAI LANÇAR O PRIMEIRO ESPUMANTE,« uma cuvée limitada feita com Grüner Veltliner plantado num planalto granítico», CONTA-NOS RITA MARQUES, ENÓLOGA E PROPRIETÁRIA DA MARCA.

Conceito Porto Tawny 10Y.o.
CONCEITO – VINHOS TELEM.: + 351 939 000 350 TEL./FAX: + 351 279 778 059 GPS: N 41° 2.397′; W 7° 18.094′ CONCEITO@CONCEITO.COM.PT WWW.CONCEITO.COM.PT

 

Os vinhos CONCEITO traduzem a forma como Rita Marques concebe o vinho, o entendimento que tem da região, eis o ponto de partida do projecto e inspiração da história destes vinhos.Conceito Branco Douro x

O ideal de produção de um vinho, está na capacidade desse vinho estar bem em todas as fases da sua evolução. Este ideal só é possível com uma associação perfeita entre concentração e elegância, conferindo ao vinho o seu aspecto mais importante: o equilíbrio! esta é a palavra chave de uma produção baseada no respeito pelo terroir._MG_6490

ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como foi a campanha desta ano a nível de quantidade e qualidade?
Quinta Nova Douro 2-300dpi

RITA MARQUES R.M. – Muito boa. Os vinhos têm muito equilíbrio entre fruta e estrutura, entre complexidade e precisão.

R.E. –  Qual a área de plantação de vinha, bem como o média de produção?

 

R.M. – Temos 83 hectares de vinhas. Cada parcela é diferente, já que temos uvas para Porto, branco, tinto, vinhas velhas e outras mais recentes. A média andará nas 4 toneladas por hectare._MG_6479

R.E. –  Quais as características que destacaria nos vossos vinhos?

 

R.M. – Dada a localização das nossas vinhas em altitudes entre 450m e 600m, e o nosso desejo de vinhos equilibrados, eu diria que a característica que é comum a todos é a acidez natural, que se sente na suavidade e frescura em prova.

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R.E. –  Lançou ou vai lançar algum vinho novo no mercado?

 

R.M.  – Estou a lançar o meu primeiro espumante, uma cuvée limitada feita com Grüner Veltliner plantado num planalto granítico.

R.E. –  A Marca «Douro» é uma mais valia para a promoção dos vossos vinhos?

R.M. – Apesar de tudo, penso que sim.

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CONCEITO VINTAGE

 

R.E. –  O que significam, para vós, os prémios que vão amealhando?Contraste Tinto 2011

 

R.M. – Ajudam na parte comercial, acabando também por ser o reconhecimento do nosso trabalho. No entanto, o maior prémio é a preferência dos nossos clientes, que se traduz numa fidelidade às nossas marcas, que nós procuramos honrar com consistência de qualidade, tentando que cada garrafa do nosso vinho seja um mensageiro do nosso terroir directamente para os copos dos nossos clientes em todo o mundo.

 

 

 

 MUXAGAT VINHOS:  A EXCELÊNCIA NO DOURO SUPERIOR, ALIANDO A EXPERIÊNCIA COM A INOVAÇÃO, RESULTAM VINHOS QUE TODOS OS ANOS VÊEM O RECONHECIMENTO DO TRABALHO, NOS NUMEROSOS PRÉMIOS AMEALHADOS

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Mateus Nicolau de Almeida é filho de João Nicolau de Almeida, enólogo que há muitos anos desenha os perfis dos melhores vinhos na Ramos Pinto e neto de Fernando Nicolau de Almeida, o criador do Barca Velha.

Mateus quis ganhar mundo e depois de ter estudado e trabalhado em Bordéus lançou em 2003 um projecto próprio, a empresa Muxagat Vinhosimages

Neste momento, a Muxagat Vinhos sofreu uma remodelação e Susana Lopes assumiu a gerência, a par do seu pai. A produção de vinhos de qualidade excelente continua garantida, com a enologia entregue a Luís Seabra, que durante muitos anos esteve ao serviço da Nieport.

A política seguida na produção baseia-se sobretudo em interferir o menos possível na vinificação permitindo que as características do solo de cada vinho possam desenvolver-se e mostrar-se no vinho, com um acompanhamento constante e próximo dos trabalhos na vinha e adega.

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Muxagat Vinhos, Lda morada: Av. Gago Coutinho e Sacadura Cabral – 6430-183 localidade: Mêda Portugal N.C.: 506534952 tel: +351 279 883 009 Telemóvel: +351 93 526 32 62 geral@muxagat.pt

 

«O Douro é neste momento umas das regiões a despertar maior interesse na comunidade internacional do sector, como tal, sentimo-nos orgulhosos por fazer parte dela aproveitando também as contrapartidas que podemos obter daí.», conta-nos Susana Lopes

ROTEIROSEVENTOS R.E. –  Como foi a campanha desta ano a nível de quantidade e qualidade?

 

SUSANA LOPES S.L. – A qualidade foi óptima, as condições meteorológicas ao longo do ano vitícola foram favoráveis para que as uvas chegassem à adega em bom estado sanitário e com os níveis de maturação que nós pretendíamos.  Em termos de quantidade, decidimos não aumentar muito a produção, mantivemos o mesmo que o ano passado.

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R.E.-  Qual a área de plantação de vinha, bem como o média de produção?

 

 S.L – A Muxagat Vinhos não tem vinha própria, mas, nós, os sócios temos em paralelo uma quinta em que temos cerca de 80 ha de vinha. A produção ronda as 300 toneladas, mas para a muxagat vieram apenas 50 toneladas, e o resto vendemos para outros produtores de vinho. O resto das nossas uvas provêm de pequenas parcelas da aldeia de Muxagata de Vila Nova de Foz-Côa.

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R.E. –  Quais as características que destacaria nos vossos vinhos?

 

S.L – Em todas as vindimas produzimos vinhos que pretendemos que expressem o “terroir” que deu origem às uvas e as características que as condições meteorológicas lhes conferem.

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R.E. – Lançou ou vai lançar algum vinho novo no mercado?

 

 S.L. – Fizemos algumas experiências e por enquanto não passam disso mesmo, mas ainda é muito cedo para afirmar uma coisa dessas, vamos ver como correm e decidiremos mais tarde.

 

R.E. –  A Marca «Douro» é uma mais valia para a promoção dos vossos vinhos?

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S.L. – O Douro é neste momento umas das regiões a despertar maior interesse na comunidade internacional do sector, como tal, sentimo-nos orgulhosos por fazer parte dela aproveitando também as contrapartidas que podemos obter daí.

 

R.E. –  O que representam para vós os prémios que vão amealhando nos concursos?

 

S.L. – São o reconhecimento do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido. É sinal de que aquilo que fazemos é bem feito e o nosso objetivo de fazer chegar ao consumidor, vinhos de qualidade, é cumprido.

 

 

R4VINHOS, NO BAIXO CORGO PRODUZ 2 GRANDES MARCAS DE VINHOS: O MÃOS E O IRMÃOS:

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rarpmiranda@r4vinhos.com +351969207903

«Temos 2 grandes marcas, o MÃOS e o IRMÃOS, onde o MÃOS surge como a nossa gama média/alta e onde nós mostramos vinhos monovarietais como MÃOS Codega do Larinho, MÃOS Tinta Roriz, o primeiro MÃOS Encruzado do Douro, o primeiro MÃOS Cerceal do Douro e não ficaremos por aqui, é uma promessa», afirma Rafael Miranda, um dos quatro irmãos (Roberto, Ricardo,Rudolfo e Rafael) que deram as mãos neste projecto.

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R4VINHOS INICIOU UM PROJECTO COM  22 HECTARES DE VINHA E  HOJE EM DIA POSSUEM  150 HECTARES, DISTRIBUÍDOS POR 6 QUINTAS, ONDE BUSCAM A MELHOR QUALIDADE, NUM DESAFIO DIFÍCIL MAS AGRADÁVEL.999650_544532992273348_2094656744_n

«Os nossos vinhos destacam-se pela frescura e juventude, por trazerem algo novo para o mercado, de castas pouco usadas, um pouco esquecidas ou que os Produtores/Engº/Enólogos não acreditavam nelas e nós acreditamos que conseguimos diferenciar e tirar o máximo proveito da casta. Somos produtores do Baixo-Corgo e queremos mostrar mesmo isso, vinhos elegantes, complexos ao mesmo tempo e cheios de história. Vinhos prontos a entrar no mercado, comerciais por isso, mas que se sente a boa acidez destes e o seu potencial de envelhecimento».293242_437192332969712_394638357_n

ROTEIROSEVENTOS R.E. – Como decorreu a campanha desta ano a nível de quantidade e qualidade?

RAFAEL MIRANDA R.M. –  A nossa vindima correu muito bem, tendo correspondido a quantidade à qualidade, um ano excepcional, com lotes muito bem seleccionados de enorme potencial de qualidade. Maturações equilibradas e finalizadas no período correcto, tendo as chuvas iniciais ajudado a melhorar toda a sua evolução.
Matéria prima de excelência para a produção de grandes vinhos.


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R.E. – Qual a área de plantação de vinha, bem como o média de produção?480023_547434368649877_889181835_n

R.M – O nosso projecto começou com 22ha, hoje em dia possui 150ha distribuídos por 6 quintas com exposições e altitudes diferentes, algo que nos dá mais componente qualitativa e capacidade diferenciadora. Conseguimos ter diferentes castas em terroirs completamente diferentes e palmilhar as 6 quintas em busca da melhor qualidade possível é sempre um desafio difícil, mas que ao mesmo tempo nos dá um prazer enorme.

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R.E. – Quais as características que destacaria nos vossos vinhos?


R.M. –  Os nossos vinhos destacam-se pela frescura e juventude, por trazerem algo novo para o mercado, de castas pouco usadas, um pouco esquecidas ou que os Produtores/Engº/Enólogos não acreditavam nelas e nós acreditamos que conseguimos diferenciar e tirar o máximo proveito da casta.1016540_535807683145879_1437510701_n

Somos produtores do Baixo-Corgo e queremos mostrar mesmo isso, vinhos elegantes, complexos ao mesmo tempo e cheios de história. Vinhos prontos a entrar no mercado, comerciais por isso, mas que se sente a boa acidez destes e o seu potencial de envelhecimento.
É importante referenciar sempre que os nossos vinhos têm cheiro e carácter a Douro, e aqui é que queremos honrar a região.

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R.E. – Lançou ou vai lançar algum vinho novo no mercado?


R.M. – Temos 2 grandes marcas, o MÃOS e o IRMÃOS, onde o MÃOS surge como a nossa gama média/alta e onde nós mostramos vinhos monovarietais como MÃOS Codega do Larinho, MÃOS Tinta Roriz, o primeiro MÃOS Encruzado do Douro, o primeiro MÃOS Cerceal do Douro e não ficaremos por aqui, é uma promessa.1012002_539711122755535_496315707_n

 


R.E. –  A Marca «Douro» é uma mais valia para a promoção dos vossos vinhos?


R.M. –   A marca DOURO, foi, é e será sempre uma mais valia para nós e para todos os produtores da região, basta conseguir trazer os clientes/parceiros a um miradouro e o negócio está semi concluido.
Sobre este assunto gosto muito de dizer “que a nossa marca é o DOURO à qual os IRMÃOS deram as MÃOS, assim sendo temos que cuidar do Douro como uma marca nossa.”

 

 

 

 

 

VINHOS DUORUM É O RESULTADO DE UM PROJECTO DE DOIS ENÓLOGOS PENSADO A REGIÃO CIMA CORGO E DOURO SUPERIOR.

 

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A DUORUM JÁ PLANTOU 43 HECTARES DE VINHA, E NESTE MÊS TERMINARÁ O SEU PROCESSO, COM MAIS 18 HA, PERFAZENDO UM TOTAL DE 60 HECTARES

RECENTEMENTE LANÇARAM NO MERCADO UM RESERVA ESPECIAL DO DOURO: O O. LEUCURA2011!LEUCEURA

DUORUM VINHOS, UMA MARCA PORTUGUESA DUAS VEZES CONSECUTIVAS NA LISTAGEM DOS TOP 100 VINHOS DO MUNDO

Mais uma vez os vinhos portugueses dão que falar.

 

A Duorum Vinhos pertence ao grupo João Portugal Ramos Vinhos, um projecto encabeçado pelos enólogos João Portugal  e José Maria Soares Franco, que aliam o melhor da tradição à modernidade, com um grande enfoque para a conduta ambiental seguindo uma política de biodiversidade e de desenvolvimento rural sustentável.

Tons de Duorum Tinto 2013 é produzido a partir das castas Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz. Apresenta uma cor vermelha intensa, com aroma a morango e framboesa resultando num final fresco, suave e elegante.
E deixamos o melhor para o fim: o preço. Pode encontrar o Tons de Duorum Tinto 2013 na moderna distribuição por 3,99 euros (PVP). Por cá, e um pouco por todo o mundo!

Dois enólogos que marcam a história do vinho em Portugal nas últimas décadas, em duas regiões que o mundo reconhece como de elevada qualidade e personalidade, o Douro e o Alentejo, reencontram-se num projecto pensado para o Douro, nas regiões do Cima Corgo e Douro Superior, dois terroirs excepcionais e protegidos. Assim nasce DUORUM, um projecto sonhado e realizado nos vinhedos milenares do Douro.

DUORUM

A DUORUM Vinhos iniciou a sua actividade em Janeiro de 2007 e exprime a vontade de João Portugal Ramos e de José Maria Soares Franco de juntarem as suas actividades profissionais de enólogos num projecto de produção de vinhos do Douro de características únicas e de dimensão internacional.

José Maria Soares Franco aceitou o nosso desafio de nos falar um pouco dos VINHOS DUORUM

DUO

 

ROTEIROSEVENTOS R.E. –  como foi a campanha deste ano a nível de qualidade e quantidade?

VINHAS

JOSÉ MARIA SOARES FRANCO  J.M.S.F. – 2015 foi um ano de muito boa qualidade na Região do Douro e de quantidade ligeiramente superior à média.
R.E. –  Qual a área plantada e média de produção anual?
DUO
J.M.S.F.  – A Duorum já plantou 43 ha e está em fase de plantação neste mês de cerca de 18 ha, perfazendo um total de vinha para o futuro de 60 ha.
A média de produção anual é neste momento de cerca de 5 000 kg/ha.
DUORUM
Duorum Quinta de Castelo Melhor EN 222, Km 216.8 5150-146 Vila Nova de Foz Côa Portugal E-mail: duorum@duorum.pt
R.E. –  Lançou ou vai lançar novo vinho no mercado?
J.M.S.F. –  – Lançámos recentemente o O. Leucura 2011, um Reserva Especial do Douro
R.E. –  Como está o mercado? A marca Douro é uma mais valia para o produtor escoar?
DUO
J.M.SF. –  O mercado de Vinhos Do Douro está em crescente e atinge níveis de notoriedade muito bons a nível nacional e Internacional. A marca Douro é óbviamente  uma mais valia na comercialização dos nosso Vinhos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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